A MÃE DO ADMOR HAZAKEN

BS’D

Desculpem, realmente evito escrever histórias de memória, pois o Rebe diz que uma história é algo muito sério e delicado, e deve ser relatada com exatidão. Mas não estou mais encontrando a fonte. Não consigo me lembrar em que livro a li. E acho que tem uma lição muito importante para cada mãe judia.  A história é mais ou menos assim:

Certa vez, perguntaram a um dos irmãos do Alter Rebe que mérito tiveram seus pais para terem filhos assim, tão especiais. [O Alter (velho) Rebe é o Rav Shneur Zalman de Liadi, primeiro rebe de Chabad, autor do Tanya e do Shulchan Aruch. E seus três irmãos eram todos rabinos muito importantes.]  Ao que ele respondeu:

“Tudo por mérito de Mamãe.”

[Vale salientar que o pai deles, Rav Baruch era um grande tsakik, um grande sábio, descendente do Rei David e do Rei Shelomô. Sobre ele conta o Rebe Rayats (R. Yossef Yitschak Schneerson), o Rebe anterior, em suas memórias.]

E o irmão do Alter Rebe continuou:

“Para que se tenha uma idéia da importância que Mamãe, nossa mestra, dava à educação judaica de seus filhos, vou relatar um fato:  Papai viajou, certa vez, e ao voltar trouxe para sua esposa, um casaco de inverno muito chique e muito caro. Poucos dias depois, Mamãe percebeu que nosso professor  estava meio desanimado enquanto nos dava aula. Chamou-o de lado e perguntou o que estava havendo. Ele respondeu que desde que  Rav Baruch presenteara a rebetsin com aquele casaco, sua própria esposa (do melamed) não parara de atormentá-lo por ele também não lhe dar um presente assim. Mamãe não pensou duas vezes. Imediatamente, foi até o armário, pegou o casaco e o entregou ao melamed, dizendo: “Leve o casaco para sua esposa. Para mim, o que importa é que você estude com meus filhos com entusiasmo!”

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Yaakov Avínu

Em Parashat Vayetsê está relatado como um único judeu (Yaakov, nosso patriarca) foi a um país estranho. Ao chegar lá, nada possuía, pensou que teria bens, e no final deu-se conta de que nada tinha. “Pois com meu cajado atravessei o Jordão.” Apesar disso, foi com o coração leve e com confiança. Pois confiou em D-us.

Ao chegar a Charan percebeu que não tinha em quem se apoiar, nem mesmo nos parentes. Até seu tio, Lavan, enganou-o mas, a confiança em D-us não deixou de ter, que D-us nos livre.

Por isso, embora tenha investido muitos anos e muito esforço – “De dia consumia-me o calor e a geada de noite” –após trabalhar confiando em D-us, acabou levando muitos bens, uma grande riqueza, e o que é principal – seu leito foi perfeito: todos os seus descendentes foram dignos, íntegros.

Avraham teve um filho bom – Yitschak, mas teve outro filho também: Yishmael. Yitschak teve um filho bom – Yaakov, mas teve outro filho também: Essav. Embora ambos – Avraham e Yitschak – tenham criado seus filhos em Êrets Yisrael, e não no exílio, pôde ocorrer de ter filhos como Yishmael e Essav. Yaakov, porém, estava com seus filhos no exílio, sem ter em quem se apoiar, e de acordo com suas palavras: “De onde virá minha ajuda?” – “falou Yisrael”. Yisrael é nosso patriarca Yaakov.

Trabalhou duro e ao mesmo tempo precisava cuidar para que as crianças, os filhos e filhas – doze filhos entre uma população completa de estrangeiros – não assimilassem o modo de vida de Charan. Ao contrário, absorveram a Torá que seu pai, de mais de cem anos, recebera de seus pais e avós, Shem e Êver, e a levou ao novo país, do outro lado do Yarden (Jordão). E Yaakov conseguiu tudo. Justamente desta maneira chegou a “e fortaleceu-se o homem mais e mais”, ficou muito rico, literalmente, em termos materiais, e tal riqueza era muito bem sucedida, mesmo. Lá teve uma riqueza maior ainda – seu leito foi perfeito. Tirou do exílio todos os seus filhos e filhas, íntegros.

(Traduzido de “Likutê Sichot”, Vol. I, pág. 55)

Reimpresso com permissão do “Likrat Shabat on line”

da Yeshivá Tomchei Tmimim.

 

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Mãos Firmes

BS’D

Um judeu idoso apareceu no Beit Chabad do Aeroporto Ben Gurion, em Israel. Foi até o balcão e, quando lhe perguntaram se queria um café, respondeu que aceitaria, desde que o copo estivesse cheio até a borda.

Os chassidim que estavam atrás do balcão concordaram com seu pedido e encheram o copo a ponto de que o menor tremor o faria derramar. E, para espanto de todos, o idoso levantou o copo e, sem derramar uma gota sequer, bebeu.

Ao terminar, o homem sorriu orgulhoso e disse: “Fiz isso para lhes mostrar como seu Rebe é espetacular!” E explicou:

“Anos atrás, eu era o rabino de uma grande sinagoga de Nova York. Tínhamos um minyan diário, aulas, um departamento feminino, bem como um mikvê para as senhoras. Mas como em muitos shuls, os velhos morreram ou se mudaram. A diretoria começou a insinuar que queria fechar a sinagoga, mas eu não concordava.

Ainda havia pessoas que freqüentavam o shul regularmente para rezar e para as aulas e, além disso, as mulheres ainda usavam o mikvê. Certo dia, a mulher que cuidava do mikvê contou-me que quase toda noite o Rebe de Lubatich lhe telefonava perguntando como ela estava e a encorajava em seu trabalho.

“Isso continuou durante vários meses até certa noite, quando eu estava no meio de uma aula de Talmud, no shul. A mulher que cuidava do mikvê entrou de supetão na sala e gritou, quase histérica, que alguém tinha trancado a porta do mikvê com um cadeado bem grande!

“Cheguei à conclusão que devia ter sido a diretoria, na tentativa de desencorajar as mulheres, mas eu não sabia o que fazer.

“Não sei o que deu em mim, mas corri até meu carro, achei uma ferramenta, corri de volta ao shul e comecei a golpear o cadeado. Cerca de meia hora depois, consegui abrir à força o cadeado e as mulheres puderam entrar.

“No dia seguinte, a atendente do mikvê contou-me que o Rebe lhe telefonara na noite anterior e, quando ela lhe contou o que eu fizera, ele disse: ‘Abençoadas sejam as mãos que romperam aquele cadeado.’

“É isso que eu quis lhes mostrar”, concluiu o rabino. “Hoje tenho mais de 91 anos de idade, e minhas mãos estão firmes graças àquela bênção.”

Por Rabino Tuvia Bolton de www.ohrtmimim.org/Torah

(Traduzido de “L’Chaim Weekly”, www.lchaimweekly.org)

  

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Sem medo de ser feliz

Parashat Chayê Sara expressa a perfeição da vida de Sara, “cem anos e vinte anos e sete anos”, todos igualmente bons. A Parashá, porém, não nos conta todos os atos e ações de Sara durante toda sua vida. Pelo contrário, logo no início da Parashá consta seu falecimento, seu enterro, e outros assuntos que ocorreram depois.

Justamente o falecimento de Sara revela e enfatiza suas atividades durante a vida. Com seu falecimento todos os seus assuntos continuaram, sem interrupção. Mesmo após os 127 anos de sua vida neste mundo, todas as suas atividades continuaram. Deste modo sua grandeza foi mais reconhecida, ainda. Sua influência não foi temporária, apenas enquanto viveu, foi, uma influência contínua e constante, para sempre.

Após o falecimento de Sara, Avraham necessitou comprar um terreno de sepultura para ela, e foi assim que iniciou-se, na pratica, de fato, de forma visível, a conquista de Êrets Yisrael.

Embora a Terra de Israel tivesse sido prometida a Avraham e seus descendentes antes disso, e D-us lhe tivesse ordenado caminhar nela, os povos ainda não tinham reconhecido o fato de que a Terra de Israel nos pertence. Com o falecimento de Sara, quando a Caverna de Machpelá, em Chevron, foi comprada, todos viram que esse lote de terra pertence a Avraham, é sua propriedade e ele é seu dono. Avraham pagou pela caverna o preço total, e a transação ocorreu diante dos olhos de todos. Os povos do mundo também não podem objetar ao fato que Chevron é nossa. Nós a compramos!

Quando se fala com os goyim é preciso enfatizar, repetidamente, que Êrets Yisrael é “uma herança eterna” a um “povo eterno” de um “D-us eterno” de acordo com o que consta na “Torá eterna”. E os povos do mundo também acreditam na Torá. A promessa de D-us na Torá, no Brit Bein Habetarim, iniciou seu cumprimento em Chevron.

 Não nos impressionemos com os poucos, entre os judeus, que ainda temem afirmar abertamente toda a verdade, que Êrets Yisrael nos pertence. Quando tais judeus acrescentarem em Torá e Mitsvot, sua ligação com D-us se fortalecerá e é óbvio que reconhecerão, também, que a Terra de Israel pertence ao povo judeu.

Devemos contar os fatos com toda a veemência, pois assim consta na Torá, e todos acabarão por entender e concordar que é impossível contestar nossa posse dessa terra.

Baseado em Sêfer Hasichot 5748, Vol. I, págs. 85-90.

(Traduzido de Maayan Chai, Vol. VI)

(Reproduzido com permissão do “Likrat Shabat on line”

da Yeshivá Tomchei Tmimim Lubavitch)

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“Escuta a voz de Sara, tua esposa.”

BS’D

Parashat Vayerá menciona um aspecto espiritual, e ao mesmo tempo mundano, do relacionamento de Avraham e Sara.

Nossos Sábios do Talmud ensinam: “Como uma mulher auxilia ao homem? … Se o homem traz trigo, ele consegue mastigá-lo? Se ele traz fibra de linho, consegue vesti-lo? Conseqüentemente, ela traz luz para os olhos dele e o firma sobre os próprios pés!”

A missão que a pessoa tem na vida é elevar e refinar os aspectos materiais do mundo, neles introduzindo conteúdo espiritual. Mas o homem só traz o trigo e a fibra de linho, preocupa-se com a matéria prima, com aspectos gerais. É um tanto afastado da realidade terrena, dos detalhes. É a mulher quem transforma o trigo em alimento e o linho em vestimenta, quem consegue realizar, de modo tangível, nossa missão na vida.

Avraham e Sara. Homem e mulher. Quando Avraham soube que sua esposa, Sara, teria um filho, rezou. Lá do alto de sua santidade imensa, de seu ponto de vista elevado e imparcial, pediu: “Tomara que Yishmael viva diante de Ti!” Esperava que Yishmael continuasse a viver uma vida de temor e dedicação a D-us. Avraham via em Yishmael, futuro patriarca dos povos árabes, o potencial para uma vida de temor a D-us.

Sara, por sua vez, via a realidade. Percebia a influência devastadora de Yishmael em casa, principalmente sobre seu filho, Yitschak. Exigiu que Avraham retirasse de casa a influência prejudicial de Yishmael.

Avraham não conseguia aceitar a idéia de expulsar seu filho mais velho. Embora D-us já tivesse dito a Avraham que cumpriria Seu pacto especificamente através de Yitschak, do ponto de vista de Avraham, paracia que Yishmael deveria ficar em casa. Só em casa Avraham poderia ter esperanças de poder exercer uma influência positiva sobre Yishmael.

Mas D-us disse a Avraham: “Tudo que Sara te disser, escuta sua voz, pois tua descendência virá de Yitschak.” O comentarista Rashi explica que essa declaração indica que o poder de profecia de Sara era superior ao de Avraham. Foi Sara, a mulher como os pés no chão, o alicerce do lar, quem percebeu a influência nefasta.

 

De “A Thought for the Week”, Detroit. Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch.

(Traduzido de “L’Chaim Weekly”, www.lchaimweekly.org)

  

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O Dilúvio, Mikvê e Mashiach

BS’D

O Mabul (Dilúvio), que lavou o mundo, teve função purificadora e limpou a Terra da imoralidade que nela brotara, dando origem a um novo mundo. Nossos Sábios comparam as águas do Dilúvio às águas purificadoras do mikvê. E, de fato, jorraram durante quarenta dias, tal qual o mikvê, que tem a medida de quarenta seá. Portanto, nossos Sábios explicam o passuk (versículo) que chama Êrets Yisrael de “terra não purificada” pelo fato de lá não ter descido o Dilúvio purificador.

A imersão no mikvê purifica de todas as coisas indesejáveis, mas só após o objeto que requer purificação ser totalmente mergulhado na água. A tevilá (imersão) só purifica uma pessoa se ela mergulhar por completo, inclusive os cabelos, conforme a interpretação de nossos Sábios sobre o passuk “e lavará na água toda sua carne” – “o supérfluo a sua carne, que são os cabelos”.

Quando se dá a purificação? O Rambam determina que a purificação só ocorre ao sair do mikvê: “o impuro só se purifica ao subir do mikvê, não quando ainda se encontra dentro do mikvê”. Neste caso, porém, não é necessário que seu corpo inteiro saia do mikvê. Basta que qualquer parte de seu corpo saia da água para que a purificação ocorra.

Há outra forma de purificação que é através do fogo. O fogo purifica até mesmo objetos de argila, que não podem ser corrigidos com a imersão em água. Quando se recoloca o objeto no forno da olaria – é purificado, porque “uma nova face chegou”.

O ser humano pode ser considerado um ‘objeto de argila’, uma vez que é “pó da terra”. Há coisas que podem ser purificadas através da imersão na água, e há coisas que não são purificadas pela imersão na água e requerem imersão no ‘fogo’. Isso refere-se  à teshuvá (arrependimento, retorno) originada de ‘um amor intenso como labaredas de fogo’, que transforma os pecados em méritos. Uma teshuvá assim, oriunda do amor, transforma o homem num novo ser humano, e é por isso que é proibido falar a um báal teshuvá: ‘lembra-te de tuas ações passadas’, pois ele já se transformou numa outra pessoa, por completo. 

E também nesse caso, a purificação é realizada no instante em que a pessoa começa a ‘sair do fogo’ (como ao subir das águas do mikvê). No instante em que começa a sair, até mesmo com uma partícula de si mesmo – já foi purificado de todas as coisas indesejáveis.

Os decretos e os sofrimentos da galut (exílio) são como uma ‘imersão no fogo’, que traz expiação e purificação para todo o povo judeu. Como, porém, o povo judeu é um ente indivisível, como se fosse um só corpo, no instante em que uma fração dele sai deste ‘fogo’ a expiação e a purificação efetua-se para o povo inteiro.

Portanto, quando judeus, em qualquer lugar do mundo, ocupam-se com o estudo da Torá com tranqüilidade, como se o mundo não perturbasse nem ocultasse – podem tirar o ‘corpo’ inteiro – todo o povo judeu – da ‘água’ ou do ‘fogo’ e levar todos os judeus a um estado de luz e folga. É esta a força que têm os judeus que se encontram justamente aqui, neste mundo material, de se redimir e trazer a redenção verdadeira e completa para todo o povo judeu.

“Torat Menachem’, Vol. XXVi, pág.. 108.

(Traduzido de “Sichat Hashavua”, www.chabad.org.il)

 

 

 

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mikvah.org

BS’D

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Disse Rabi Yitschak

Rashi dá início a suas explicações sobre a Torá assim:

“Bereshit. Disse Rabi Yitschak: A Torá Só precisava começar a partir de ‘Este mês será para vocês’, que é a primeira mitsvá que foi ordenada aos judeus. E por que começou com Bereshit? Por que ‘Ele declarou o poder de Suas obras ao Seu povo (dizendo) que Ele lhe dará a herança das nações.’ Pois se os povos do mundo disserem a Yisrael: ‘Vocês são ladrões, pois conquistaram as terras dos sete povos’, respondem-lhes: ‘O mundo inteiro pertence a D-us, Ele o criou, e deu a quem achou por direito. Por Sua vontade lhes deu, por Sua vontade tirou-a deles e a deu a nós.’”

Rashi explica que o principal da Torá são as mitsvot que ela contém. A Torá, porém, não principia com mitsvot e sim, com “Bereshit bará – No início criou…”, para que tenhamos uma resposta a dar aos povos, que podem argumentar que somos ladrões, assaltantes, que roubamos sua terra e conquistamos Êrets Yisrael – a Terra de Israel – das mãos dos sete povos. Guerra e conquista não são consideradas roubos. Por que, então alegariam os goyim que somos ladrões, que roubamos sua terra?

Quando um objeto é transferido da posse de um indivíduo para a posse de outro, por venda, doação ou conquista, o objeto em si, que trocou de mãos, não se modifica. A mudança de donos não tem a menor influência sobre a essência do objeto. Ele não demonstra que pertence a determinada pessoa.

A conquista de Êrets Yisrael é algo totalmente diverso. Desde que o povo judeu tomou posse das terras dos sete povos, essa terra sofreu uma modificação fundamental. Anteriormente, era um país como qualquer outro, que pode pertencer a qualquer povo. Porém, desde que o povo judeu a conquistou, a terra, em si, passou a ser Êrets Yisrael. A terra toda transformou-se em uma terra judaica, para sempre! Desde que a terra foi conquistada pelos judeus, jamais poderá pertencer a outro povo.

No futuro, Êrets Yisrael não poderá mais ser tomada dos judeus. Até mesmo quando os judeus saíram para o exílio, disseram e dizem: “Fomos exilados de nosso país e fomos mandados para longe de nossa terra.” Até mesmo na época do exílio a terra nos pertence: “artsêinu”, o solo nos pertence: “admatênu”. É proibido a um goy fixar residência em Êrets Yisrael.

Os povos do mundo sabem que desde que os judeus tomaram posse da terra ela passou a lhes pertencer, para sempre será Êrets Yisrael, de modo que jamais poderá voltar a ser dos gentios. E é por isso que reclamam, dizendo: ‘vocês são ladrões!’ Não foi uma conquista comum, foi um roubo! Anteriormente, essa era uma terra comum, como qualquer outra, e vocês a roubaram!

E os judeus respondem: “O mundo inteiro pertence a D-us, Ele o criou”. É por isso que a Torá principia com “Bereshit bará – No princípio criou”, pois uma vez que D-us criou toda a realidade do Universo, é óbvio que o Universo inteiro Lhe pertence. Portanto, D-us tem todo o direito de transformar a característica essencial de Êrets Yisrael, de uma terra que era “uma terra de goyim” para uma terra que é “Êrets Yisrael, a terra dos judeus para todo o sempre.

(Baseado em “Likutê Sichot”, Vol. 5, págs. 7-9)

(Traduzido de “Maayan Chai”,

Vol. 6, Bereshit,págs.1-3)

 

Com permissão do Likrat Shabat on line

da Yeshivá Tomchei Tmimim Lubavitch

Ohel Mehachem Mendel

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calendário para o mikvê

BS’D

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As mulheres judias têm tudo a ver com Simchat Bet Hashoevá

BS’D

Em Massechet Sucá consta: “No término do primeiro Yom Tov da festa [de Sucot] foram à Ezrat Nashim [a parte do Bet Hamikdash reservada às mulheres] e fizeram um grande preparativo [uma grande reforma].” A Guemará explica que “grande reforma” foi essa. É que cercaram a ezrat nashim por uma guezuztra [varanda], para que as mulheres pudessem de lá ver simchat bet hashoevá.

Embora o objetivo da construção da guezuztra tenha sido a tsniut (o recato), o resultado foi a ampliação do Bet Hamikdash!

Vejam só o grande valor das mulheres judias: As mulheres conseguiram algo que todos os homens juntos não puderam fazer. Só as santas mulheres judias, pelo mérito de seu recato (para que pudessem ver simchat bet hashoevá tinham de ficar sobre a guezuztra) fizeram com que fosse construída para elas uma varanda especial!

O Rebe Rayat’s falou, em seu famoso discurso para as mulheres judias, em Riga, que quando da construção do Mishkan (Santuário no deserto) as mulheres justas se anteciparam e doaram mais que os homens. Acrescentou que o mesmo ocorreu no Bet Hamikdash, pois “Mishkan é chamado de Mikdash e Mikdash é chamado de Mishkan.”  

Portanto, além da participação das mulheres durante o ano inteiro no Bet Hamikdash, por terem participado de sua construção, as mulheres mereceram uma ampliação especial – na época especial de simchat bet hashoevá, período de acréscimo de luz e revelação, mas também época que requer cuidados adicionais com o recato. Tal cuidado foi implementado por meio de uma ampliação no edifício sagrado, “faze o bem”.

O motivo do valor especial das mulheres judias ter se expressado em simchat bet hashoevá é que há algo comum entre simchat bet hashoevá e as mulheres judias:

A vantagem das mulheres do povo judeu será revelada, principalmente, com a vinda de Mashiach, quando será perceptível que “uma mulher de valor é a coroa do marido”, que a esposa é mais elevada que o marido.

Simchat bet hashoevá também tem ligação com Mashiach Tsdikênu e a Gueulá (redenção), pois a primeira vez que aparece na Torá o assunto de simchat bet hashoevá é com referência ao Rei David, sobre quem foi dito: “David, Meu servo, será eternamente seu líder”, até nosso justo Mashiach.

Que seja AGORA – NOW!

(Do livro

“El Neshei Ubenot Yisrael”

– a mulher, a mãe e a menina judias

na visão do Rebe de Lubavitch,

R. Zusha Wolf, Editora Kehot)

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