Sopa “Aquece Coração”

sopaBS’D

Ingredientes:

1 chuchu

2 abobrinhas

2 cenouras

1 pedaço de abóbora

1 pedacinho de pimentão vermelho

1 pedacinho de pimentão verde

1 pedacinho de pimentão amarelo

3 litros de água

1 colher de sopa de pó PARVE para sopa

Modo de fazer:

Corte as verduras em pedacinhos e ponha tudo a ferver com a água e o pó PARVE.

Quando estiver tudo bem cozido, deixe esfriar um pouco e passe a metade das verduras com um pouco do caldo no liquidificador. Em seguida, misture tudo. Sirva bem quente.

Comments (1) »

Educar – para que sejam pessoas humanas e direitas

BS’D

 Desde muito cedo, é preciso transmitir aos filhos, e aos alunos, a fé em D-us e a consciência de que há “um Olho que vê e um Ouvido que ouve”.  Deste modo, mesmo quando crescerem, vão se comportar de modo correto, sabendo que D-us está em todo lugar, criou o Universo e seu Manual do Fabricante: a Torá. A educação não deve limitar-se a transmitir conhecimentos. Sua principal função é forjar seres humanos que se comportem de forma humana.

(Baseado nos ensinamentos do Rebe de Lubavitch)

Leave a comment »

Três Respostas para Três Pessoas

História

Três Respostas para Três Pessoas

Na cidade de Minsk havia três homens. Um deles era um comerciante que ganhava bem, mas quando fazia a contabilidade da receita e das despesas de sua loja, via que faltava muito dinheiro de sua renda.

O segundo era um médico que não tinha de que se sustentar.

O terceiro era um homem rico, mas que não tinha filhos.

Certa vez, o lojista falou ao médico e ao abastado: “Que tal se viajarmos ao Rebe, o Tsêmach Tsêdek? Quem sabe ele nos abençoe e D-us conceda o que estamos desejando…”

Eles concordaram com a sugestão, e os três viajaram ao Rebe Tsêmach Tsêdek.

O primeiro que entrou no escritório do Tsêmach Tsêdek foi o lojista, que lhe contou sobre o problema que o preocupava.

Disse-lhe o Rebe, o Tsêmach Tsêdek:

– “Sugiro que você vá dormir tarde; mas acordar, acorde muito cedo.”

Ao médico, que entrou em seguida, disse:

– “Você usa roupas simples, e anda a pé; é por isso que as pessoas não respeitam você. Compre um cavalo e uma carruagem, e vista roupas elegantes; deste modo vão chamá-lo, e vão lhe pagar honorários decentes.” 

Ao rico que não tinha filhos, falou:

– “Você e sua esposa devem ir dormir uma noite na hospedaria “Hachnassat Orchim”, onde os pobres dormem.”

Quando voltavam para Minsk, o médico pediu ao lojista um empréstimo de 30 rublos, para comprar o cavalo e a carruagem, como instruíra o Rebe, dizendo que, se tivesse sucesso, lhe devolveria o dinheiro, caso contrário, lhe daria o cavalo e a carruagem. E assim fez o médico. Comprou roupas elegantes, um cavalo e uma carruagem. Quando o chamavam para examinar um doente, dizia que chegaria dentro de meia hora. Chegava de carruagem, e lhe pagavam decentemente pelo tratamento. Depois de um mês, já pôde devolver o empréstimo que recebera do lojista.

O lojista passou a acordar bem cedinho, e só ia dormir muito tarde da noite. Ia à loja, e eis que percebeu uma escavação por baixo da loja, e seus funcionários estavam roubando a mercadoria que estava na loja. Deste modo, o lojista também resolveu seu problema.

O médico e o lojista contaram ao ricaço o que aconteceu com eles. O rico e sua esposa, então, mudaram de roupa, vestiram roupas de mendigos e foram dormir na hospedaria da “Hachnassat Orchim”. Os pobres que lá estavam conseguiram dormir no chão, mas o rico e sua esposa, que não estavam acostumados a isso, não conseguiram adormecer. Quando os pobres acordaram, começaram a falar mal dos ricos da cidade, e também falaram mal dele e de sua esposa, comentando sobre como era pão-duro aquele rico, que não dava nem uma moeda para tsedaká, principalmente sua esposa, que era cruel e não deixava que os pobres passassem pelo umbral de sua porta.

Quando o rico e sua esposa ouviram isso, entenderam por que não tinham filhos.

Das histórias Rabino Chayim Shaul Brok.

(Traduzido de “Otsar Sipurei Chabad”, Vol.XVII)

 Reimpresso com permissão do Likrat Shabat on line

da Yeshivá Tomchei Tmimim.

Leave a comment »

A Fé no Rebe

BS’D

Um jovem casado, que precisou deixar o lugar onde morava, foi para um país longínquo. Distante geograficamente, e também afastado de todos os assuntos de judaísmo. Depois de algum tempo, começaram a chegar cartas, de homens e mulheres, ao Rebe (Rabino Yossef Yitschak, o Rebe anterior). Por exemplo: uma mulher de negócios, a quem sugeriram alugar uma loja e um apartamento em uma parte ou outra da cidade, escreveu ao Rebe pedindo sua decisão em como proceder. Aquela senhora jamais vira o Rebe. Sabia que o Rebe jamais esteve em sua cidade, nem mesmo no país em que ela mora. Não pertence a uma família Chabad. Porém, quando ouviu daquele jovem palavras saídas do coração: que há um Rebe no povo judeu, que está acima das limitações da natureza, e o rapaz explicou que quem quiser andar por um caminho seguro, seja nos negócios, no lar e em todos os seus assuntos, não deve fazer nada sem antes perguntar ao Rebe; a mulher percebeu a sinceridade do rapaz (“percebe-se quando alguém fala a verdade”) – e escreveu ao Rebe, pedindo seu conselho. Assim aproximou-se do judaísmo e começou a cumprir mitsvot. Foi isso o que fez um rapaz simples. Esse jovem senhor não fez o que fez por auto-sacrifício nem por submissão. Entendia o assunto com simplicidade, como sua mente o percebia. Sabia que o que o Rebe diz está dito, e que uma berachá do Rebe é uma berachá. Percebe-se isso fisicamente. Tal percepção daquele rapaz não advinha de estudos profundos nem de abundantes consultas bibliográficas. Seu reconhecimento da força do Rebe baseava-se em sua experiência pessoal e na experiência de alguns de seus conhecidos. Viu que quando obedeceram ao Rebe deu certo. Do mesmo modo que tal rapaz não se envergonharia de indicar um bom médico a seus conhecidos, quando vê um judeu em apuros, diante de uma pergunta vital, diz-lhe: o povo judeu não ficou viúvo, que D-us nos livre. Tem a quem perguntar! Ainda mais: o jovem não espera que venham lhe perguntar sobre o Rebe, pois muitos nem sabem o que é um Rebe. Toma a iniciativa de explicar: não dependam de seu próprio entendimento, não confiem no próprio intelecto, nem no casamenteiro, médico ou cirurgião – seus conselhos são incertos. Há uma maneira segura de dirimir as dúvidas – perguntar ao Rebe! É assim que todo chassid deve se comportar. Quando souber que seu amigo precisa tomar uma decisão importante na vida, se houver esperança, por mais duvidosa e tênue que seja, de que o amigo escutará seu conselho, o chassid tem a obrigação (por humanismo, amor ao próximo e para salvar uma vida em perigo) de procurar o amigo e dizer-lhe: tenha piedade de si próprio, de sua família e de tudo o que é seu. Não confie em sua própria inteligência, ligue-se ao Rebe, estude chassidut, siga as orientações do Rebe, e tudo dará certo! É conhecida a berachá do Alter Rebe (o primeiro Rebe de Chabad): tudo o que os chassidim fizerem – dará certo. Baseado em Likutê Sichot, Vol. XIV, págs. 238-240. (Traduzido de Maayan Chai)

Leave a comment »

MOLHO DE PIMENTÃO VERMELHO (parve)

6 visitas 010BS’D

Parve

Ingredientes:

4 pimentões vermelhos (pelados e picados)

4 tomates vermelhos (ídem)

4 dentes de alho (inteiros descascados)

4 cebolas grandes (picadas)

1 lata de extrato de tomate

Sal a gosto

Óleo para fritar

Opcional: vinagre, pimenta preta, pimenta vermelha

 

Modo de fazer:

Frite as cebolas numa panela de pressão (sem a tampa). Quando estiverem douradas, da cor de cerveja, jogue na panela os dentes de alho, e deixe dourar. Em seguida, jogue

os pimentões e refogue um pouco e, por último, os tomates. Refogue um pouco, mexendo de vez em quando e, em seguida

ponha o extrato de tomate. Ponha o sal (e os temperos), mexa um pouco e tampe a panela de pressão durante 5 minutos.

Sirva, à temperatura ambiente, com pão,

Comments (1) »

O Rebe

rebbe_photo_lrg[1]

BS’D

O Rebe é roshei tevot (palavra formada pelas letras iniciais) de Rosh Benê Yisrael (a cabeça, o líder do povo judeu).
É descendente do Rei David e de seu filho, o Rei Shelomô (Salomão). Estuda Torá e com ela se ocupa. Seu negócio é a Torá. Divulga Torá e mitsvot no meio do povo judeu, e as 7 leis universais dos descendentes de Noach (Noé) entre os outros povos.  Com jeitinho, faz com que o povo judeu entre na linha (da Torá). Luta as guerras de D-us – pela integridade da Torá, pela integridade do povo judeu e pela integridade da Terra de Israel. O Rebe é profeta? Com certeza. Previu a queda da União Soviética, a invulnerabilidade de Israel na Guerra do Golfo, e muito mais. Realiza milagres. Preocupa-se com todo e qualquer judeu, onde quer que esteja e seja qual for sua situação em relação ao judaísmo. Pede a Hashem berachot para nós. É verdade que o Rebe berachot a todos nós. Mas Dona Ester za’l disse-me certa vez que para receber uma berachá do Rebe é preciso merecer. Como? Fazendo algo para o Rebe. E o que o Rebe quer da gente? Que a gente acrescente algo em Torá e mitsvot. Cada um, no seu nível, deve tentar estudar os ensinamentos do Rebe. Bem como seguir sua orientação de “fazer” Chitat diariamente. Chitat é rashei tevot de Chumash, Tehilim e Tanya. Devemos estudar diariamente a porção diária de Chumash da Parashá da semana com as explicações de Rashi.. No domingo, até o segundo chamado, ou seja, o primeiro chamado. Na segunda, do segundo chamado até o terceiro chamado, ou seja, o segundo chamado, assim por diante, e no Shabat o sétimo chamado e o maftir, ou seja, até o final da Parashá. Depois da oração matinal, devemos falar a porção diária de Tehilim, como é dividido pelos dias do mês judaico. Se o mês tiver 29 dias, no dia 29 lê-se os capítulos do dia 29 e do dia 30. No Shabat Mevarechim, devemos ler todo o livro de Tehilim. E cada dia há uma porção do livro Tanya. Se cada uma de vocês, queridas amigas, tomar uma boa decisão como presente para o Rebe, e se cada uma de nós ensinar o que sabe a outra pessoa, com certeza traremos Mashiach Agora!!!

(By Flora Levaton –leilui nishmat Zeide Moishe Baruch ben Yakov Tsvi Halevi)

Comments (1) »

BS’D

 

Devar Malchut – Palavras do Rebe

Há um livro chamado: “Devar Yom Beyomô”, onde estão compilados, dos Midrashim e do Tanach, todos os acontecimentos que ocorreram cada dia.

Consta nesse livro – sobre o dia 25 de Sivan – o que está relatado em Meguilat Taanit (Cap. 3) que fizeram Yom Tov (um feriado) nesse dia. E é o seguinte:

Apresentaram-se diante de Alexandre o Grande três povos violentos, com queixas contra os judeus. Os sábios judeus confabularam entre si, e resolveram enviar Gueviha ben Pessissa para responder a seus argumentos. Gueviha ben Pessissa apresentou-se dizendo que era um homem simples (um homem simples de Meguilat Taanit, não um homem simples da atualidade), portanto, se conseguisse responder, ótimo. Se não conseguisse responder – diriam que ele não passava de um simplório.

Os descendentes de Yishmael apresentaram-se diante de Alexandre o Grande e argumentaram que a Terra de Israel lhes pertence, uma vez que Avraham teve dois filhos – Yitschak e Yishmael. E por isso Êrets Yisrael lhes pertence. Respondeu-lhes Gueviha: Toda a argumentação de vocês se baseia no que está escrito na Torá, que Yishmael era filho de Avraham. E na mesma Torá está escrito que Avraham deu presentes aos filhos da concubina e os mandou para a terra dos filhos de Kedem. Mas sobre Yitschak consta (Chayê Sara, 25,5): “E deu para Yitschak tudo o que possuía.”

Ao ouvirem isso, não tiveram o que responder e fugiram.

Depois vieram os filhos de Canaan, e argumentaram aos judeus: Vocês são ladrões. A terra onde vocês estão morando pertence aos descendentes de Canaan – e os judeus chegaram de outros lugares e a conquistaram. Respondeu-lhes Gueviha: Na Torá está escrito (Noach 9,25) sobre Canaan: “Escravo de escravos será”. E por isso, tudo o que vocês possuem pertence ao povo judeu, uma vez que vocês são eternamente escravos – “escravos de escravos”.

Como não encontraram resposta, deixaram suas tendas cheias de coisas boas e fugiram.

Depois disso, chegaram os egípcios e argumentaram que na própria Torá está escrito (Shemot 3,22): “E pediram objetos de prata e de ouro e despojaram o Egito” – e por isso agora eles queriam o dinheiro de volta. Respondeu-lhes Gueviha: Pelo contrário: o Egito escravizou e maltratou os judeus durante quatrocentos anos. Vamos fazer as contas e ver quem está devendo a quem, e antes que chegassem ao cálculo de cem anos, os egípcios fugiram.

Da sichá doShabat Parashat Shalach, Mevarechim o mês de Tamuz, 5734.

(Do livro: “Karati Veein Onê”, Vol. 1, págs. 89-90)

(Reimpresso com permissão do “Likrat Shabat on line”

Da Yeshivá Tomchei Timim)

Comments (1) »

BS’D

Notícias de Anash estão no

http://www.anashbrasil.com/

Comments (1) »

BS’D

Não fofocarás (Vayikrá 19,16)

Rebe Baruch de Mezibush casou uma de suas filhas com o filho de um homem que não foi do agrado dos chassidim, pois falavam mal dele. Nenhum dos chassidim, porém, ousava criticar o tsadik. Criaram coragem e pediram ao badchan (humorista) do Rebe, Hershale de Ostropoli, que lhe desse alguma indireta, por meio de uma anedota. Hershale foi ter com ele e lhe disse: – Ouvi dizer que o longo “Vehu Rachum – E Ele é piedoso” casou-se com o “Al Chet – Pela transgressão”… Rebe Baruch entendeu a indireta, mandou chamar os chassidim e lhes perguntou o que tinham ouvido sobre seu machutan (consogro). Contaram-lhe certo fato impuro que contavam sobre ele na cidade de Zitomir. Rebe Baruch perguntou-lhe, então: – Será que vocês sabem o que o tsadik R. Zev de Zitomir (autor de “Or Hameir”) falou sobre isso? Imediatamente um deles lembrou-se que o tsadik R. Zev olhou para fora da janela de sua casa e disse: – Se for mentira, se casará com um dos grandes da geração! Os chassidim se tranqüilizaram e pararam de questionar seu mestre.

(“Sipurei Chassidim”, R. Zevin, Torá)

LEILUI NISHMAT AVRAHAM ZANVIL BEN YAAKOV (DR. ALVIN COHEN) PELO SEU SHLOSHIM

Leave a comment »

BS’D

“Quanto mais se sabe, mais se sofre”

                                (Kohelet 1,18)

 

Certa vez, sugeriram ao tsadik de Gur, autor de “Chidushei Hari’m”, um shiduch para um de seus descendentes, e ele concordou com o shiduch. E sua esposa, a rabanit, disse-lhe que após pesquisar, ficou sabendo que os mechutanim (consogros) não estavam à sua altura, e ficou sabendo de outros defeitos no shiduch proposto. Disse-lhe seu marido o Ri’m:

Não é bom saber tudo. Vou lhe contar uma história: Certo melamed (professor de crianças) tsadik, encontrava-se numa aldeia, e toda noite saía de seu quarto ficava fora de casa durante algumas horas. Curioso, seu patrão insistiu com o melamed para que lhe dissesse o que ficava fazendo lá fora. Tanto insistiu, que o melamed viu-se obrigado a contar-lhe que ocupava-se com a conversa das aves. O patrão pediu-lhe que lhe ensinasse a entender a língua das aves. E o melamed respondeu que isso era algo muito difícil, que demandava mortificações, como rolar-se na neve e coisas assim. O patrão falou que faria tudo o que ele mandasse, pois tinha muita vontade de saber isso. O melamed não conseguiu se livrar dele, e depois que o patrão fez tudo o que ele disse, ensinou-lhe a linguagem das aves. Depois disse, o melamed viajou para outro lugar. E o patrão viajou, certa vez, a negócios para um lugar distante, e no caminho pernoitou em uma estalagem. No meio da noite ouviu as aves dizerem que haveria um grande prejuízo em sua casa. Regressou imediatamente e conseguiu salvar sua riqueza. E, várias vezes conseguiu evitar perdas e danos através da conversa das aves. Depois, soube pelas aves que morreria em breve. E ficou profundamente angustiado por não poder evitar a própria morte. De repente, encontrou seu melamed em certa cidade, e relatou-lhe todo o ocorrido. Disse-lhe o melamed: “Por que você insistiu tanto para que eu lhe ensinasse a língua das aves? E para que você precisava saber tanto? Se você não soubesse dos prejuízos que teria, a angústia e os prejuízos expiariam sua morte, e você ficaria vivo. Mas através de seu conhecimento, conseguiu salvar seus bens, mas perdeu a vida. E concluiu o tsadik para sua esposa: “Daí você vê que nem tudo é preciso saber…”

(“Sipurei Chassidim”, Moadim, R. Zevin)

Leave a comment »