Archive for março, 2015

Salada de Dois Grãos

BS’D

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Ingredientes:

1 pacote de rúcula

¼ copo de feijão vermelho

¼ copo de grão de bico

1 cenoura ralada

Sal e azeite a gosto.

Modo de Fazer:

Peneire os grãos (e veja se não caem bichinhos) e deixe-os de molho na véspera. Pode ser juntos ou separados. Se cozinhá-los juntos, ambos ficam marrons. Separados, cada um conservará sua cor. Antes de cozinhá-los, examine os grãos cuidadosamente. Ferva-os em panela de pressão com água e sal até ficarem macios. Escorra e deixe esfriar.

Num pirex ou saladeira misture a rúcula (lavada e examinada) ligeiramente picada, a cenoura e os grãos, com o sal e o azeite. E pronto! É só servir! Salada deliciosa e nutritiva.

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O Antídoto contra Haman

BS’D

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A história de Purim, como está relatada no Livro de Ester, proporciona uma análise clara do “problema judaico”.

Dispersos por 127 províncias e países, com seu próprio país ainda em ruínas, os judeus eram, sem dúvida, diferentes uns dos outros nos costumes, no trajar e no idioma, de acordo com seu local de dispersão, tal como os judeus dos diversos países diferem hoje em dia. Porém, embora houvesse judeus que escondessem seu judaísmo, Haman, o inimigo dos judeus, percebeu as qualidades e características essenciais de todos os judeus, que os tornavam, querendo ou não, “um povo”, ou seja, “suas leis são diferentes das de todos os outros povos.” (Livro de Ester 3:8)

Portanto, em seu perverso desejo de acabar com os judeus, Haman quer destruir “todos os judeus, jovens e velhos, crianças e mulheres.” Embora naquela época também houvesse judeus totalmente dedicados à Torá e às mitsvot (mandamentos), bem como judeus cujas ligações com seu povo eram tênues, ou buscavam assimilar-se, nenhum deles podia escapar da classificação de pertencer àquele “um povo”, e todos estavam incluídos no cruel decreto de Haman.

Existem Hamans em todas as épocas, mas nós sobrevivemos a todos eles, graças a D-us. Em que está o segredo de nossa sobrevivência?

Poderemos encontrar a resposta no seguinte exemplo: quando um cientista quer verificar as leis que regem certo fenômeno, ou descobrir as propriedades fundamentais de determinado elemento da natureza, precisa fazer uma série de experiências sob as mais diversas condições para poder descobrir as propriedades ou as leis que funcionam em todas as condições. Uma lei verdadeiramente científica não pode ser deduzida de uma quantidade mínima de experimentos, ou de experiências sob condições idênticas ou quase iguais, pois deste modo não se obteria resultados conclusivos sobre o que é essencial e o que é secundário ou irrelevante.

O mesmo princípio se aplica a nosso povo. É um dos mais antigos do mundo, com uma história que começou a partir da Revelação no Monte Sinai há cerca de 3.300 anos. Durante esses longos séculos, nosso povo viveu em condições extremamente variadas, nas mais diversas épocas e nos mais diversos lugares no mundo inteiro. Se quisermos descobrir os elementos fundamentais que compõem o motivo e a própria base da existência de nosso povo e sua força singular, temos de chegar à conclusão de que não são suas características físicas peculiares, tampouco suas características mentais intrínsecas, tampouco sua pureza racial (pois houve épocas, na história inicial de nosso povo, bem como na Idade Média e até mesmo em épocas mais recentes, em que tribos e grupos étnicos inteiros tornaram-se prosélitos e parte de nosso povo).

O elemento essencial que une nosso “povo disperso e espalhado” tornando-o “um povo”, por toda sua dispersão e independente da época, é a Torá e as mitsvot, o modo de vida judaico que permaneceu basicamente o mesmo através dos tempos e em todos os lugares.

A conclusão é clara e indubitável: é a Torá e as mitsvot que tornam nosso povo indestrutível no cenário mundial diante de massacres e pogroms que visam nossa destruição, e diante de ataques ideológicos de culturas estranhas que visam nossa destruição espiritual.

Purim nos ensina a antiga lição que foi comprovada, infelizmente, inclusive há muito pouco tempo, que nenhum tipo de assimilacionismo, nem mesmo um que vinha de várias gerações, nos protege dos Hamans e Hitlers; e nenhum judeu pode cortar os laços com seu povo tentando uma fuga assim.

Pelo contrário: nossa salvação e nossa existência dependem, precisamente, do fato de que “suas leis são diferentes das de todos os outros povos.”

Purim nos lembra que a força de nosso povo, como um todo, e de cada judeu e cada judia, em particular, está numa lealdade maior a nossa herança espiritual, que contém o segredo de uma vida harmoniosa, portanto saudável e feliz. Todas as outras coisas em nossa vida espiritual e secular têm de estar livres de contradições à base e essência de nossa existência, e precisam estar em sintonia com ela para que haja harmonia, e intensifiquem nossa força material e espiritual, que na vida judaica estão interligadas.

Com os melhores votos de um Purim alegre, e que possamos viver para ver um mundo livre dos Hamans e de todos os tipos de Amalekitas, inimigos dos judeus, de seu corpo, de sua alma e de sua religião.

Carta do Rebe de 7 de Adar de 5713 (1953)

http://lchaimweekly.org/ (inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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Rambam sobre Purim

BS’D

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É melhor acrescentar nos presentes para os pobres do que na própria refeição festiva de Purim e nos Mishloach Manot para os amigos. Pois não há alegria maior que alegrar o coração dos pobres, órfãos, viúvas e guerim. Pois quem alegra o coração desses infelizes assemelha-se à Shechiná. Como consta: (Yishayá 27:15) “Reviver o espírito dos humildes e reviver o coração dos deprimidos.”

Rambam, Sêfer Hamitsvot, Shiur 68, pág. 249.

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HAMANTASH (meio) NATUREBA

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Massa:

Ingredientes:

750g de farinha branca

250g de farinha integral

2 tabletes de fermento para pão

1 ovo

½ copo de óleo

1 col. chá de sal

½ copo de açúcar mascavo (opcional)

1 copo de água morna

1 copo de suco de laranja.

Modo de fazer:

Numa tigela grande ponha as farinhas. Retire ½ xícara e reserve. Junte o açúcar e o sal e misture. Em outro recipiente, dissolva o fermento na água morna. Faça uma covinha na mistura das farinhas e lá despeje o fermento dissolvido, cobrindo-o, em seguida, com a própria farinha.  Misture o óleo com os ovos e bata bem, com um garfo, como para omelete.  Em seguida, verta a mistura dos ovos sobre a farinha, misturando com uma colher. Acrescente o suco e continue a misturar com a colher. Quando a massa já não estiver muito melecada, ponha as mãos na massa e sove bem. (se a massa ficar muito mole, vá acrescentando a farinha que você reservou, aos poucos, até dar o ponto). Aguarde subir/fermentar.

Recheio:

Geléia de Goiabada com Castanhas de Caju:

Ingredientes:

2 caixas de goiabada cortada em pedaços

Suco de 1 limão

¾ de copo de água

1 punhado de castanhas de caju picadas.

Modo de Fazer:

Coloque todos os ingredientes numa panela em fogo bem baixinho e, de vez em quando vá desmanchando a goiabada com uma colher de pau, até torná-la uma massa homogênea. Ao apagar o fogo, acrescente as castanhas e misture. Deixe esfriar e recheie com ela os oznei Haman.

Dica: Para a geléia não vazar, não exagere no recheio. E deixe a massa um pouco mole, para que ela grude.

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