Archive for março, 2016

A Prioridade da Sexta-feira

BS’D

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Se quiser  receber um vídeo (curto) do Rebe – todos os dias, menos Shabat e Yom Tov, é só entrar em contato com o Whatsapp acima.^

 

Diz o Rebe:

Como todo judeu sabe – e obviamente a dona de casa judia está ciente disto – a principal ocupação e o principal esforço da sexta-feira (e sua diferença dos demais dias da semana) é como fazer os preparativos para o Shabat.

Qual a diferença entre o Shabat e a sexta-feira, quinta-feira e todos os demais dias da semana? É que o Shabat é um dia sagrado: Shabat Kôdesh.

Portanto, entende-se que se o dia é um dia sagrado, todos os conceitos do dia estão também repletos de uma santidade especial. É por isso que antes da refeição do Shabat fazemos o Kidush. Pois a palavra Kidush significa santidade, e fazendo o Kidush antes da refeição, santificamos a própria refeição. Além da berachá que se costuma fazer antes de ingerir qualquer alimento, temos uma santidade adicional no Shabat ao iniciarmos com o Kidush. E como mencionado, o Kidush está ligado com a refeição que o segue.

Aparentemente, comemos alimentos semelhantes aos que comemos nos dias de semana, mas para o Shabat, a dona de casa se esforça para fazer pratos especiais para que nos próprios alimentos, na comida judaica – perceba-se que é uma refeição especial. E por que é especial? Porque tem ligação com um dia sagrado.

Adaptado de um vídeo de:

myMaor.org

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

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Kneidalach de Biju com Neshamá

BS’D

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Boa notícia: todas as receitas com farinha de matsá podem ser feitas com farinha de mandioca flocada. Antes de usar, passo a farinha de mandioca flocada Biju no liquidificador, para que fique fininha.

Ingredientes:

1 ovo

1 colherzinha de café de sal

1 colher de sopa de óleo

3 colheres de sopa de água

2 colheres de sopa de Biju moída

(opcional: cebola frita – usei cebola roxa)

Modo de Fazer:

Misture todos os ingredientes de deixe descansar uns 20 minutos. Enquanto isto, prepare a FAROFA PARA O RECHEIO:

Ingredientes:

1 cebola pequena

1 copo de Biju moída

Sal a gosto

Um pouco de óleo para fritar a cebola.

Modo de Fazer:

Corte a cebola em tirinhas bem fininhas.

Frite no óleo até dourar.

Acrescente a Biju e o sal e torre um pouquinho.

Agora vem a arte:

Ponha uma panela para ferver com água e sal. (Não cozinho os kneidalach na sopa, para que eles não sequem todo o caldo dela. Cozinho-os em água e sal e só os coloco na sopa na hora de servir.) Pegue uma colher de sopa cheia da massa dos bolinhos, faça uma bolinha com as mãos (a massa deve ficar um pouco mole, se não os bolinhos saem duros demais). Faça uma covinha na massa e coloque dentro uma colherinha de chá da farofa. Feche cuidadosamente o bolinho e cozinhe na água, que já deve estar fervendo. Deu para entender? A farofa fica sequinha dentro do bolinho. Minha Bobe Berta fazia kneidalach assim e os chamava de kneidalach com neshome neshamá = alma.

Lebriut!

Pessach Kasher VeSameach!!!

 

 

 

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Ultrapassando Barreiras

BS’D

1

Em 1961, o Rebe deu início à Campanha de Purim, para que todos os judeus, de todas as idades, onde quer que estivessem, pudessem cumprir duas das mais fáceis, porém negligenciadas, mitsvot (mandamentos) de Purim: Mishloach Manot – presentes de alimentos para amigos, e Matanot L’Evionim – presentes de dinheiro para os pobres.

Dez anos depois, em 1971, o Rebe fez uma convocação especial para se chegar aos soldados do Exército da Defesa de Israel durante o dia de Purim e ajudá-los com as mitsvot do dia. O Rebe também pediu que fossem dados Mishloach Manot em seu nome para as viúvas e órfãos dos soldados de Israel. O Rebe pagou de seu próprio bolso as despesas desses Mishloach Manot. O Rebe também acrescentou uma mensagem pessoal aos Mishloach Manot que os Chassidim estariam distribuindo:

“Para cada um de vocês: feliz Purim. Que o versículo (da Meguilá) se realize para nós: ‘Para os judeus houve luz e alegria, júbilo e glória.’”

Em 1976, o Rabino Yossef Yitschak Gurevitz, na época um aluno de yeshivá, foi enviado pelo Rebe como shaliach (emissário) para Israel, juntamente com outros estudantes e jovens casais. Alguns foram enviados a Jerusalém, enquanto outros, para Tsfat. R. Gurevitz, que atualmente mora em Migdal Haemek, no norte de Israel, foi um dos que foram enviados para Jerusalém.

Ele relata o seguinte:

“Poucas semanas antes de nossa partida, o Rebe falou num farbrenguen sobre os shluchim que iriam, dentro de pouco tempo, para a Terra de Israel. O Rebe disse: ‘Assumo a responsabilidade pela viagem deles.’

“Quando chegou Purim, Tseirei Agudat Chabad (a Organização da Juventude Lubavitch) de Israel coordenou uma campanha massiva de Purim para os soldados, com os chassidim se dividindo para chegar às bases do exército em toda a Terra de Israel.

“Fui enviado a uma base próxima a Shechem. Entramos num caminhão do exército: um grupo de Lubavitchers, um motorista do Exército de Israel e mais um soldado. E começamos nosso percurso através das estradas tortuosas rumo a nosso destino. De repente, o caminhão brecou com um barulho estridente. Após um instante de silêncio mortal, ouviu-se lá de fora uma cacofonia de vozes ameaçadoras. O cheiro de fogo encheu o ar, e uma fumaça preta começou a penetrar no caminhão. Estávamos sentados atrás, e não sabíamos o que estava acontecendo do lado de fora.

“Uma barreira estava bloqueando a passagem e multidões de jovens árabes com pedras nas mãos estavam nas proximidades. ‘Não temos escolha, temos que voltar’, disse o motorista, pálido como giz. Voltei-me para o motorista e disse: ‘Não vamos voltar, temos de continuar!’ O motorista olhou para minha cara, como se eu tivesse caído da lua. ‘Vamos voltar’, repetiu. ‘Sou responsável pela segurança de vocês!’ Mas eu não me submeti. ‘Se você der meia-volta, vou descer aqui mesmo!’ O soldado não estava entendendo. Por que eu queria continuar diante de um perigo óbvio?

“‘Sou shaliach do Rebe’, eu disse. ‘O Rebe disse que a responsabilidade pelos shluchim está sobre seus ombros. Não temos motivo para temer.’

“‘Você acredita mesmo tanto no seu Rebe?’- perguntou-me o motorista.

“‘Sim’, respondi. ‘Não temos por que ter medo.’ Finalmente, ele cedeu, ao ouvir minha resposta firme. O motorista deu marcha a ré e, em seguida, acelerou a toda velocidade, direto na barreira de pedras, madeira e objetos queimando. O caminhão balançou prá lá e prá cá e quase virou. Passamos direto pela multidão de árabes, que atiravam rochas pesadas no caminhão. O soldado deu um tiro de advertência no ar, mas os árabes não se dispersaram. Finalmente, saímos para o descampado, o perigo passara.

“Quando chegamos à base militar, o comandante já sabia da história e da coragem que tínhamos demonstrado. Disse que havia 300 soldados na base e ele queria que eu lhes contasse minha história. ‘Quero que eles ouçam sobre a garantia do Rebe. E de como ela lhe deu coragem para continuar e não dar meia-volta.’

“Lembro-me de como os soldados ficaram empolgados quando contei a história. Demos-lhes Mishloach Manot e dançamos com eles. Eles vibraram. Muitos levantaram a manga para colocar tefilin.

“Naquela noite, quando voltamos para Jerusalém, alguém me disse que eu tinha de contar ao Rebe sobre o que acontecera. Telefonei imediatamente para um dos secretários do Rebe, R. Binyomin Klein, e lhe contei os detalhes da história, e ele as transmitiu para o Rebe.

“Às 4:30 da manhã, hora de Israel, o farbrenguen de Purim do Rebe começou no Brooklyn. Durante o farbrenguen o Rebe contou: ‘Eu gostaria de compartilhar algo que aconteceu há pouco. Chegou uma mensagem de Israel sobre um episódio que demonstra que quando um judeu fica firme pelo judaísmo, e não vacila sobre ele – e faz o que tem de fazer –  tem sucesso, sem se machucar nem machucar outras pessoas. Havia um pedido de levar Mishloach Manot e levantar os ânimos dos judeus que têm o privilégio de guardar a Terra de Israel. Eu fui avisado de que um grupo de emissários foi visitar os soldados perto da cidade de Shechem. Quando se aproximaram de Shechem, encontraram a estrada bloqueada. Mas não foram dissuadidos. ‘Fomos incumbidos com a missão de animar outros judeus para que se alegrassem nas comemorações de Purim’, explicaram… Embora os árabes tenham atirado pedras, ninguém se machucou, nem judeus nem árabes. Isso aconteceu agora, em Purim de 1976.’

“O Rebe concluiu com uma importante lição de que não é preciso ficar intimidado pelos não-judeus à sua volta e sim, erguer-se com orgulho de seu judaísmo.”

Adaptado de: Der Chassidishe Derher Derher.org

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/ (inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

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Todas as vítimas do terror HY’D

Chana Liba bat Tuvia

 

 

 

 

 

 

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Bolo de Chocolate

BS’D

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Ingredientes:

3 ovos inteiros

1 pitada de sal

1 colher de café de baunilha

1 copo de óleo

1 copo de suco de laranja lima

1 copo de farinha de trigo branca

1 copo de farinha de trigo integral

2 copos de açúcar mascavo

1 colher de sopa de cacau 100%

2 colheres de sopa de cacau 50%

1 colher de sopa de fermento em pó

Obs.: usei copos descartáveis de 180 ml

Modo de fazer:

Misture os ovos, o sal, a baunilha, o óleo e o açúcar. Depois, vá acrescentando os demais ingredientes, alternando os secos com o suco, mexendo sempre.

Nos primeiros 10 a 15 minutos, use forno alto. Em seguida baixe o fogo até que um palito saia seco. Usei forma de buraco.

Lebriut!

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“America não é diferente!”

BS’D

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No dia 9 de Adar II de 5700 (19/03/1940) o Rebe anterior, Rebe Yossef Yitschak (o Rebe Rayats) chegou em Nova York.

Quando chegou aos Estados Unidos, proclamou: “America iz nisht andersh” (America não é diferente) e transformou totalmente o judaísmo americano.

Tal qual na Europa havia centenas de yeshivot, na America seria igual.

Naquele mesmo dia, o Rebe fundou a Yeshivá Tomchei Temimim americana. E disse: “Não vim para a America para descansar. A Hashgachá Pratit (Providência Divina) me trouxe para a America para começar a reconstruir o judaísmo.”

No dia seguinte, a Yeshivá Lubavitch Tomchei Temimim do Brooklyn começou a funcionar com dez alunos.

O Rebe anterior escreveu e falou muito sobre chinuch (educação) e a função importante dos professores e sobre como precisam ser tementes a D-us. 

O Rebe explicou que a chegada do Rebe anterior na America foi o início dos formidáveis esforços para disseminar Chassidut e Yidishkeit (judaísmo) para o mundo inteiro.

Bibliografia:

http://www.myshliach.com/media/pdf/875/UEkF8754631.pdf

http://www.shturem.org/index.php?section=news&id=34427

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=34406

http://www.crownheights.ch/blog/blog.php?bid=6183&print=1

(Inglês)

 

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

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Todas as vítimas do terror HY’D

Chana Liba bat Sara e Tuvia

 

 

 

 

 

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BOLO INTEGRAL DE CANELA

BS’D

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Ingredientes:

3 ovos inteiros

1 copo de óleo

1 vidrinho de leite de coco (200 ml)

1 copo de farinha de trigo branca

1 copo de farinha integral

1 ½ copos de açúcar mascavo

1 colher de sopa de canela

1 colher de sopa de fermento em pó

Obs: usei copos de 180 ml

Modo de Fazer:

Misture os ovos, o óleo e o açúcar.

Aos poucos, vá acrescentando os demais ingredientes secos, alternando com o leite de coco. Asse em forma redonda de buraco até um palito sair seco.

Lebriut!

 

 

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Purim – Mulheres – Educação

BS’D

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O Midrash relata:

“Depois que Haman fez a forca, foi procurar Mordechai, e o encontrou na casa de estudos. E as crianças estavam sentadas diante dele, com sacos no quadril, estudando Torá… Encontrou lá 22.000 crianças. Atirou sobre elas correntes de ferro e colocou sobre elas guardas e disse: ‘Amanhã matarei estas crianças primeiro’ Todas começaram a chorar, até que seu clamor subiu, e D-us escutou seus prantos… No mesmo instante, houve uma metamorfose na piedade Divina e Ele Se levantou do trono da justiça e sentou-Se no trono da misericórdia… No mesmo instante, D-us pegou as epístolas com os decretos que fizera contra eles, que estavam seladas com selo de argila e as quebrou.”

Embora Mordechai fosse o líder do povo judeu naquela época, ele próprio estudou com os menininhos; anulando, desta maneira o decreto de Haman.

A educação das crianças judias, que são a base e a existência do povo judeu, educação que causou a anulação do decreto – é realizada, principalmente pela mulher.

O “pensamento de Haman”, o Amalek que existe em todas as gerações, pode ser derrotado pelas mulheres judias, oferecendo a seus filhos uma educação judaica autêntica, sem concessões, sem pensar nos objetivos deste mundo. Elas precisam saber que tudo o que tem a ver com objetivos materiais – D-us vai proporcionar. Elas, porém, têm de proporcionar os objetivos espirituais de seus filhos.

Adaptado do livro:

El Nshei Uvnot Yisrael”

Baseado nos ensinamentos do Rebe de Lubavitch.

Organizado pelo R. Zusha Wolf

(hebraico)

Págs: 332, 333.

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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Oznei Haman Tchik-tchak

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Massa

Ingredientes:

100 ml de oleo

90 ml de água

1 colher de chá de sal

1 colher de chá de vinagre

100 gramas de farinha integral

200 gramas de farinha branca.

Modo de Fazer:

Numa tigela, misture o óleo, a água, o sal e o vinagre. Vá acrescentando as farinhas aos poucos, até obter uma massa elástica.

Recheio

Ingredientes:

Aproximadamente 100 gramas de goiabada

Aproximadamente 1 copo de sementes de girassol descascadas e torradas.

Modo de fazer:

Destaque bolinhas da massa e abra-as com o rolo, bem fininhas, em círculo. Coloque no centro um pouco de sementes e, por cima, um quadradinho de goiabada. Feche em forma de Oznei Haman, deixando um buraquinho no centro. Asse em forno médio até dourar.

Purim Sameach!

 

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Assim Mesmo!

BS’D

Rebbe 2

Mashiach vai chegar de repente?

O Rabino Yoel Kahan relata:

Certo dia, os chassidim Shmuel Itche Raices e Moshe Dubinsky estavam parados no 770, na escada que vai do grande zal para o corredor de cima. Estavam conversando sobre como será a chegada de Mashiach, e citaram o Alter Rebe, que disse que enquanto o alfaiate estiver costurando e o sapateiro estiver fazendo sapatos, Mashiach vai chegar de repente.

Naquele instante, o Rebe saiu de seu escritório e se aproximou deles. Um deles cochichou:

“Olhe, Mashiach vai chegar de repente, assim.”

O Rebe ouviu esse comentário e respondeu:

“Sim, exatamente assim!”

De “Kfar Chabad Magazine”

Adaptado de:

http://www.shmais.com/articles/stories?start=240

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

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Kigle de Brócolis com Mandioquinha

BS’D

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Ingredientes:

1 maço de brócolis (só os talos:

as flores são muito difíceis de examinar)

½ kg de mandioquinhas

5 ovos

1 colher de chá de sal

5 colheres de sopa de óleo

1 cebola média

Modo de Fazer:

Triture os brócolis no processador, reserve numa tigela grande.

Rale no processador as mandioquinhas e a cebola. Acrescente aos brócolis. Acrescente os ovos, o sal e o óleo. Misture tudo muito bem.

Verta a mistura num refratário untado com óleo e polvilhado com farinha de aveia. Por cima, jogue um filete de óleo.

Asse durante aproximadamente 1 hora. (Os primeiros 15 minutos em fogo médio. Em seguida, baixe o fogo e asse durante mais 45 minutos.)

Muito gostoso com tchina!

Lebriut!

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