Archive for novembro, 2020

MEU NOME É CHANA

BS’D

O Rabino Yistchak Wineberg é diretor do Chabad de British Columbia, Vancouver, Canadá, há mais de quatro décadas.

Relatou o seguinte para My Encounter, da JEM em novembro de 2018:

Como emissário de Chabad em Vancouver, eu costumava visitar semanalmente uma empresa de eletrônica que pertencia a dois amigos e colaboradores – Carl Stein e Ben Tessler – estudava Torá com eles e frequentemente falávamos sobre o Rebe e o poder de suas berachot.

Eles tinham um advogado, um judeu chamado Brian Kershaw. Certo dia, em 1976 ou 77, Brian me perguntou: “O Rebe também abençoa não-judeus?”

“Claro”, respondi.

“Minha esposa está doente”, disse ele. “E eu gostaria que o senhor pedisse ao Rebe uma bênção para que ela se cure.”

Escrevi uma carta para o Rebe, dando o nome dela, e o nome de seu pai, como é o costume quando se pede uma bênção para um não-judeu. (Quando se pede uma bênção para um judeu se dá o nome da mãe, pois de acordo com a lei judaica, a identidade da pessoa é determinada pela mãe).

Uma semana ou dez dias depois, quando a carta chegou a Nova York – isso foi antes das máquinas de fax – o secretário do Rebe, Rabino Binyomin Klein, me telefonou dizendo que o Rebe queria saber o nome da mãe dela.

“Mas ela não é judia”, respondi.

“Eu sei”, disse o Rabino Klein, “mas o Rebe pediu o nome da mãe dela.”

Telefonei para Brian, e ele me disse que o nome de sua sogra era Ana. Mas ficou tão confuso quanto eu pelo pedido do Rebe e comentou o assunto com sua esposa. Ela acabou telefonando para sua mãe, que morava na França, e lhe perguntou: “Você tem outro nome, além de Ana?”

“Por que está perguntando?” A mãe quis saber.

Quando ela ouviu sobre o pedido do Rebe, ficou muito quieta. E em seguida falou: “Ele deve ser um homem muito santo.”

E confessou à filha que nascera de pais judeus e que, quando criança, durante a Segunda Guerra Mundial, foi escondida num mosteiro. Quando a guerra acabou, não retornou a suas raízes judaicas, mas acabou se casando com um francês católico e vivendo a vida como católica.

“Meu verdadeiro nome é Chana”, disse à filha. “Sou judia, bem como você.”

O Rebe sabia da verdade –que Brian era casado com uma mulher judia.

Adaptado de:

“My Real Name is Chana”

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac bem Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid bem Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Leave a comment »

“Nisso podem Me testar.”

BS’D

Quando damos tsedaká com a mão aberta, é como se estivéssemos colocando D-us na “obrigação” de nos devolver muito mais do que doamos.

E D-us tem muito para dar.

Baseado em um shiur do R. Shneor Ashkenazi:

https://col.org.il/news/127730

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac bem Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid bem Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Comments (1) »

BOLO TOLEDOT

BS’D

Ingredientes:

1 ovo

¼ de copo de óleo

1 copo de açúcar

½ copo de suco de laranja

¼ de copo de fubá mimoso

1 copo de farinha de trigo

½ copo de lentilhas vermelhas

1 colher de chá de fermento em pó

5 gotas de baunilha

Mode de Fazer:

Cozinhe as lentilhas vermelhas em 1 copo de água até secar toda a água e as lentilhas ficarem molinhas.

Reserve e deixe esfriar.

Aqueça o forno.

Misture bem todos os ingredientes numa tigela.

Asse em assadeira untada e polvilhada até que um palito saia sequinho.

Lebriut!

Leave a comment »

TSNIUT DAS MOROT

BS’D

O recato das mulheres é fundamental para o crescimento emocional e espiritual das crianças. Isso se refere não apenas às mães, mas também às professoras, inclusive das classes das crianças bem pequenas.

A tsiniut no trajar é tão importante que na época do Tsemach Tsêdek, o shochet de uma cidadezinha foi demitido porque usava galochas.

É óbvio que não há proibição de se calçar galochas. Porém, era um sinal externo do que acontecia em seu íntimo.

Do livro:

El Nshei Ubnot Yisrael

(A visão do Rebe sobre a mulher, a mãe e a menina judias)

(Hebraico)

Págs. 194-195

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac bem Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid bem Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Leave a comment »

BOLO DE LENTILHAS

BS’D

(doce)

Ingredientes:

1 copo de lentilhas (que ficaram de molho durante a noite – a medida de um copo é de lentilhas já infladas)

1 copo de farinha de trigo

¾ de copo de chocolate em pó

1 colher de chá de fermento para bolo

1 pitada de sal

5 gotas de baunilha

3 ovos inteiros

½ copo de óleo

1 copo de açúcar

Modo de Fazer:

Cozinhe as lentilhas em 2 copos de água até ficarem macias e secar a água. Reserve e deixe esfriar. (Pode-se fazer isso de véspera e guardar na geladeira)

Aqueça o forno.

Numa tigela, misture os ingredientes secos.

Bata os ingredientes líquidos no liquidificador junto com as lentilhas. Verta a mistura sobre os ingredientes secos e misture tudo muito bem.

Asse em assadeira 25x17x5cm durante cerca de 25 minutos. Os primeiros 10 minutos em forno médio e em seguida, baixe o forno e asse até que um palito saia quase sequinho. Deixe no forno durante mais 5 minutos. Pode ficar ligeiramente úmido no meio.

Lebriut!

Leave a comment »

SONHO BOM

Conta sua mãe, a Rebetsin Rivka, esposa do Rebe Maharash (Rebe Shemuel, quinto rebe da dinastia Chabad):

No dia 10 de Kislev de 5620 sonhei que vi minha mãe (Rebetsin Sara, filha do Miteler Rebe) e meu avô, o Miteler Rebe, e ambos estavam com o rosto iluminado.

Minha mãe me disse:

– Rivka, você e seu marido escrevam um Sêfer Torá.

E meu avô, o Miteler Rebe, disse:

– E vocês terão um filho bom, e não se esqueçam de lhe dar meu nome.

E minha mãe acrescentou:

– Rivka, você está ouvindo o que meu pai está lhe dizendo.

E eu acordei.

O dia inteiro fiquei preocupada com o sonho, mas com meu marido, o Rebe Maharash, não falei nada nem lhe contei sobre o sonho.

Dois ou três dias depois, minha sogra ficou com febre, e eu cuidei dela. De noite a febre passou e de manhã ela melhorou.

Depois da reza meu sogro, o Rebe Tsêmach Tsêdek, entrou no quarto de minha sogra para visitá-la, e ela lhe contou que tinha sonhado um sonho, de noite. Meu sogro disse: “Consta na Guemará (Berachot 55,2) que sonhar é bom para os doentes. E sobre sonhos há duas opiniões, uma delas acredita em sonhos e a outra não acredita neles.” E voltou-se para mim e disse:

“Um bom sonho, é óbvio que é preciso realizá-lo…”

Quando meu sogro saiu e refleti no que havia dito sobre os sonhos, e suas últimas palavras sagradas, de que um bom sonho é óbvio que é preciso realizá-lo, refleti sobre a visão do sonho que tive em 10 de Kislev, e resolvi contar o sonho a meu marido.

Porém, quando cheguei em casa encontrei nossa filha Devora Léa com dor de garganta e febre alta, e durante alguns dias estive tão ocupada que me esqueci do assunto. Depois de uns três dias a febre passou e Devora Léa ficou boa.

Na noite de Yud Tet Kislev sonhei novamente que vieram ter comigo minha mãe, a rabanit, meu avô, o Miteler Rebe e mais um homem idoso.

Minha mãe me disse:

– Rivka, você e sue marido devem escrever um Sêfer Torá.

Meu avô, o Miteler Rebe, disse:

– E vocês terão um filho bom.

O homem idoso falou:

– Amen, assim fale Hashem.

E minha mãe concluiu:

– Vovô (o Alter Rebe), dê-lhe uma berachá. E ele me abençoou.

Meu avô, o Miteler Rebe, e minha mãe responderam amen e eu também falei amen em voz alta, e acordei.

Meu marido, o Rebe Maharash, já tinha acordado, mas ainda estava no quarto, e me perguntou o que foi aquilo, que ele me ouviu falar amen. Fiz netilat yadayim e lhe falei que tive um sonho e que iria a seu escritório uma hora depois para contar-lhe.

Contei para meu marido sobre o sonho de 10 de Kislev palavra por palavra, bem como o sonho da noite anterior. Disse-me meu marido: “É um sonho bom, por que você não me contou logo que sonhou em 10 de Kislev?Sonhos assim são sobre coisas muito elevadas.

E expressou seu desejo de que o Sêfer Torá fosse escrito em pergaminho de couro de animais em que foi feita shechitá kesherim.

Um pergaminho assim não é fácil de encontrar, e umas cinco semanas se passaram até que foram conseguidas algumas folhas de pergaminho.

Meu sogro, o Tsêmach Tsêdek, disse a meu marido que o Sêfer Torá deveria começar a ser escrito secretamente, apenas com a presença de seu irmão, e que o começo da escrita seria em seu escritório. E no dia 15 de Shevat teve início a escrita do Sêfer Torá discretamente no escritório de meu sogro.

Meu marido apressou o sofer, e no mês de Elul, o Sêfer estava quase pronto. Meu marido pensou que um dia depois de Yom Kipur, que caiu numa quinta-feira, seria a conclusão, para mazal tov, e meu sogro concordou.

Eu estava grávida e não pude participar dos preparativos para a refeição de mitsvá da conclusão, pois meu marido queria fazer uma grande refeição, e meu sogro concordou, e contrataram um homem especial para organizar tudo.

Em Rosh Hashaná e nos Dez Dias de Arrependimento foi divulgado que um dia depois de Yom Kipur seria o siyum (conclusão) do Sêfer Torá, e vários dos hóspedes que tinham vindo para Yom Kipur ficaram para o siyum.

No dia seguinte a Yom Kipur, de manhã bem cedo, meu sogro chamou meu marido e lhe disse: “Hoje haverá uma grande refeição, eu também estarei presente na seudá e falarei chassidut, mas o siyum não será hoje.” Não explicou o motivo.

Na segunda-feira, 13 de Cheshvan, meu sogro chamou meu marido e lhe disse:

“Hoje à noite, chame o sofer para meu escritório e chame sua mãe e vamos fazer o siyum do Sefer Torá discretamente.

Eu costurei a capa do Sêfer Torá, e quando levei a capa para o escritório de meu sogro, ele me disse: “Mazal Tov, que Hashem realize a berachá que lhe deram meu sogro (o Miteler Rebe) e meu avô (o Alter Rebe).”

Na segunda-feira, 20 de Cheshvan de 5621 às 9:00 da manhã, dei à luz meu filho, para mazal tov  e para longos dias e anos.

(“Otsar Sipurei Chabad”, Vol IX, págs.3-6)

(Hebraico)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac bem Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid bem Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Leave a comment »

ABÓBORA COM CEBOLINHA

BS’D

Ingredientes:

½ abóbora japonesa

Cebolinhas verdes fatiadas a gosto

2 dentes de alho

Sal, pimenta, cominho e canela a gosto.

Óleo para refogar

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Lave a abóbora,corte-a ao meio e retire as sementes com uma colher.

Leve ao forno médio durante cerca de 15 minutos para amolecer um pouco, para que seja descascada e cortada com mais facilidade.

Quando esfriar o suficiente, descasque-a e corte em cubos.

Numa caçarola funda, frite os dentes de alho inteiros, até dourar.

Acrescente a cebolinha e refogue um pouquinho.

Acrescente a abóbora em cubos e os temperos e refogue um pouco.

Acrescente água suficiente para cobrir, misture um pouco, cubra a panela e deixe cozinhar, sem mexer, até que a abóbora fique macia.

Delícia. Fria ou quente.

Lebriut!

Leave a comment »