Que é o primeiro mandamento que o povo judeu recebeu. Pois o principal objetivo da Torá é seus mandamentos.
Por que, então, Ele a iniciou com “No princípio – Bereshit”?
Por causa do versículo (Tehilim 111:6):
“A força de Seus trabalhos Ele relatou para Seu povo, para lhe dar a herança das nações.”
Pois se os povos do mundo disserem ao povo judeu:
“Vocês são ladrões, pois conquistaram pela força as terras dos sete povos (de Canaan).”
Os judeus responderão:
“Toda a Terra pertence a D-us, bendito seja. Ele a criou [isto aprendemos da história da Criação] e a deu para quem achou certo. Por Sua própria vontade deu a eles, e por Sua própria vontade tirou deles e deu a nós.”
Rashi
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Neche bat Shlomo
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Muitos anos atrás, no ano de 5547 (1786), o inverno chegou muito cedo. Em Sucot já estava inusitadamente frio, e já começara a nevar. Por conseguinte, a maioria dos chassidim que chegaram a Liozna para Shemini Atsêret e Simchat Torá estavam com os dedos das mãos e dos pés congelados, e muitos pegaram uma gripe muito forte. Quando o Rabi Schneur Zalman foi informado da terrível situação, ficou pensativo durante algum tempo e, em seguida, declarou: “Sobre a Torá consta, ‘é uma lei de fogo para eles’. Hoje é Simchat Torá! Todos devem ser trazidos para as hakafot, e que ‘o fogo consuma o fogo’ – o fogo de Simchat Torá consumirá o fogo da febre.”
Antes das hakafot, Reb Pinchas Roizes de Shklov foi enviado a todas as hospedarias da cidade para convidar os visitantes, muitos dos quais estavam com febre altíssima. Quando os chassidim doentes e seus familiares ouviram as palavras animadoras, ficaram felicíssimos. Com fé completa, saíram na noite tempestuosa e se dirigiram à sinagoga, enfrentando o granizo, as chuvas torrenciais e os ventos bravios. Alguns, debilitados a ponto de não poder andar, tiveram de ser carregados, apesar do perigo mortal.
A sinagoga, abarrotada de pessoas, era de dar pena. Ouviam-se tosses e gemidos por todos os lados, e o calor era insuportável. Alguns dos visitantes estavam tão fracos, que não podiam nem sentar-se nos bancos, tiveram de ser encostados contra as paredes.
Todos os anos em Shemini Atsêret, o Rebe rezava as preces noturnas e liderava suas próprias hakafot com um minyan particular. Em seguida, ia fazer o kidush na sucá , e depois dirigia-se à grande sinagoga no pátio, para as hakafot. Esse ano, porém, algo inusitado ocorreu. Ao entrar na sucá, o Rebe chamou três chassidim idosos, um dos quais era um Kohen, o segundo, um Levi e o terceiro um Yisrael. “Vocês formam um tribunal rabínico de três membros”, disse-lhes o Rebe, “e deverão agora escutar meu kidush. Respondam ‘amen’ para cada uma das minhas bênçãos, com a intenção de que essa aprovação valha para todas as idéias espirituais e invocações que terei em mente.”
A pedido do Rebe, vários recipientes grandes com vinho foram levados para fora da sucá. Após fazer o kidush,ele verteu o vinho que lhe sobrara no copo em um dos recipientes e nomeou os três membros de seu tribunal rabínico para serem os ‘emissários da cura’. Foram orientados para que misturassem o vinho com o vinho dos outros recipientes, e o distribuíssem entre os doentes, que o beberiam e ficariam totalmente curados. O Rebe também lhes pediu que subissem à ala das mulheres e servissem vinho para aquelas que não tinham sido abençoadas com filhos ou que tinham tido abortos.
A notícia sobre o vinho do Rebe espalhou-se com a rapidez de um raio, e a sinagoga fervilhava de emoção. Quando os três chassidim idosos entraram na grande sinagoga com o vinho, um silêncio abafado caiu sobre todos os presentes. Os três subiram ao púlpito, e Reb Yaakov de Semilian, o Yisrael do tribunal rabínico, repetiu em voz alta as instruções do Rebe, letra por letra. Ao concluir, disse que gostaria de acrescentar algumas palavras de cunho próprio, que tinham pertinência especial à situação:
“Há uma tradição aceita, transmitida entre os chassidim, de geração em geração, que para que a bênção de um tsadik se realize, duas condições têm de ser cumpridas: primeiro, a pessoa abençoada deve acreditar na bênção com fé simples, sem especulações externas; segundo, deve dedicar-se ao Rebe que dá a bênção, obedecendo a suas orientações a respeito de Serviço Divino, estudo da Torá e comportamento ético.”
O vinho foi, em seguida, distribuído ordenadamente, com a ajuda de vários rapazes robustos, escolhidos para essa tarefa. Depois que todos receberam o vinho, o Rebe entrou na sinagoga e as hakafot tiveram início.
No dia seguinte, todos falavam do milagre. De fato, Avraham, o médico, afirmou que para muitos dos pacientes idosos o fenômeno fora uma verdadeira ressurreição dos mortos. Sustentou que, do ponto de vista médico, não havia a menor esperança para eles, e sua recuperação dera-se, sem dúvida, graças a intervenção sobrenatural.
(Do livro “Once Upon a Chassid”, Michoel Green, Editora Kehot, Vaad L’hafatsat Sichot)
Com permissão do “Likrat Shabat” daYeshivá Tomchei Tmimim.
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Pinchas ben Moshê
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Lea bat Hersh
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Eliyáhu ben Yaakov
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Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
“E tirareis água com alegria das fontes da salvação.”
Se por algum motivo fosse impossível conseguir água da “Fonte de Shiloach” para Simchat Beit Hashoevá, água do lavabo do Templo poderia ser usada. Esta água era “mei mikvê”(água de mikvê).
Daí aprendemos que se a água fosse recolhida com a intenção específica de cumprir esta mitsvá em modo alegre, ela tinha um upgrade, sendo promovida ao nível de água de fonte. Ou seja: o principal era que a água fosse recolhida “com alegria”.
Qual a vantagem da água de fonte? Estar sempre fluindo diretamente da nascente, não havendo, portanto, limites em seu poder de purificação.
A água de um mikvê, porém, tem de obedecer a uma série de especificações para poder purificar quem nela mergulha. Também tem de ter uma quantidade mínima.
Água de fonte, por outro lado, purifica em qualquer quantidade que seja, até mesmo se estiver fluindo.
Água não tem gosto, aludindo ao cumprimento das mitsvot unicamente por terem sido ordenadas por D-us.
A mitsvá de verter água sobre o altar – “e tirareis água com alegria” – é alusão à obediência incondicional de um judeu a D-us: sua aceitação pura do jugo do Céu, que produz um sentimento de júbilo – deleite e gratidão, por poder cumprir Sua vontade.
Quando um judeu se alegra no cumprimento de uma mitsvá, tem o mérito de ter sua “água” (sua aceitação não intelectual da vontade de D-us) transformada em “fontes de salvação”.
Pois tal qual uma fonte, que está sempre ligada a sua nascente, torna-se ele perpetuamente ligado a D-us, merecendo salvação em todos os seus esforços.
Sempre há mais uma chance. Acreditar em derrota é acreditar que há algo, certo ponto no tempo, que não veio de Cima.
Saiba que D-us não tem falhas. Se as coisas parecem piorar, isso é, apenas, parte do processo de melhorarem. Só caímos para poder tornar a subir, e para mais alto ainda.
Do livro: “Bringing Heaven Down to Earth
R. Tzvi Freeman
Baseado nos ensinamentos do Rebe
Meditação 127
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Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Neche bat Shlomo
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
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Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
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