Archive for Devar Malchut

Ki Tavô – Chai Elul

BS’D

Arte by Michele Enkin @menkin_art

Chai Elul, aniversário das duas grandes luminárias, o Báal Shem Tov e o Alter Rebe, sempre cai perto do Shabat Parashat Ki Tavô (ou no próprio Shabat). São conhecidas as palavras do Shelá que todas as festas estão aludidas nas parashiot da semana em que caem. Há, portanto, uma ligação entre Chai Elul Parashat Ki Tavô.

A palavra ‘tavô’ significa entrar inteiramente. Como dizem nossos Sábios: “Entrar parcialmente não é entrar.” Esta é a lei para a imersão de um utensílio no mikvê, de que foi dito: “Será introduzido (iuvá) na água … e será purificado.” Daí se aprende que uma pessoa também tem de imergir totalmente na água. Se um fio de cabelo ficar boiando, a pessoa não ficou pura.

“E quando entrares na terra que Hashem teu D-us te dá… e a herdares e te fixares nela.” Entrar na terra é só quando entrar definitiva e inteiramente, após herdá-la e assentar-se nela.

Torá da Chassidut, revelada pelo Báal Shem Tov e pelo Alter Rebe, é o “tavô” – a entrada no Serviço Divino. Cumprir a Torá e as mitsvot de maneira penetrante – imersão completa no Serviço Divino, realizando-o com perfeição. Nem mesmo um detalhe pode ficar sem Torá mitsvot.

Do mesmo modo que na entrada em Êrets Yisrael há dois assuntos: entrar na terra, de modo geral – “tavô”, e os detalhes – “herdá-la e assentar-se nela”, em Chai Elul há também esses dois aspectos: a chassidut geral, fundada pelo Báal Shem Tov e a chassidut Chabad, fundada pelo Alter Rebe. O Báal Shem Tov mostrou como precisamos servir a D-us de modo geral – “tavô”. O Alter Rebe mostrou como cada um de nós pode ser alguém que serve a D-us, como chegar a um Serviço Divino de fato, nos detalhes – “herdar e assentar-se nela”.

A revelação dos ensinamentos da chassidut é uma preparação para a chegada de Mashiach. Quando o Báal Shem Tov perguntou a Mashiach: “Quando o senhor vai chegar?” Mashiach respondeu: “Quando tuas fontes se espalharem para fora.” – Quando os ensinamentos da chassidut, a parte íntima da Torá, forem divulgados em todo o mundo e chegar a todos.

Consta nos livros de kabalá que até a chegada de Mashiach, todas as revelações do mundo são superficiais. Portanto um judeu pode cumprir Torá mitsvot de modo que ele e a Torá sejam duas coisas separadas.

chassidut exige que o judeu revele seu íntimo, a chassidut mostra a todo judeu como relevar seu interior.  Todo judeu é, sem exceção, no íntimo, unificado com a Torá e as mitsvot, é esta sua vitalidade. Do mesmo modo que é impossível separar a vitalidade de um ser humano, é impossível separar um judeu da Torá e das mitsvot. chassidut revela o verdadeiro interior de um judeu.

Portanto, o estudo da chassidut é um preparativo para a chegada de Mashiach, quando tudo se revelará tal como é, no íntimo.

(Adaptado de “Likutê Sichot”, Vol. 19, págs. 244-249)

Baseado em “Maayan Chai”, Vol.10, págs.102-104.

Ketivá Vechatimá Tová!

Shaná Tová Umetuká!

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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SHANÁ TOVÁ UMETUKÁ!

KTIVÁ VECHATIMÁ TOVÁ

 

haftará do primeiro dia de Rosh Hashaná conta a história de Chana, que não tinha filhos e foi ao Santuário rezar. Pelo mérito de suas preces foi abençoada com um filho – o profeta Shemuel.

Eli, o sumo sacerdote, vendo Chana tão imersa em preces e indiferente a tudo o que acontecia à sua volta, desconfiou que ela estivesse bêbada, não de vinho, mas do próprio ato de rezar.

“Não estou bêbada”, explicou Chana. “Estou vertendo minha alma diante de D-us.” Através da prece, a alma de Chana estava se unindo com D-us.

Em Rosh Hashaná pedimos a D-us para preencher nossas necessidades. Nossos pedidos são espirituais e materiais: pedimos que D-us nos abençoe com filhos saudáveis, vida longa e sustento em abundância.

Rosh Hashaná é o dia da coroação de D-us como Rei, como dizemos: “Reina por sobre todo o Universo em Tua glória.”

Como aceitamos a soberania de D-us? Anulando-nos em Sua presença. Quando estamos totalmente anulados diante do Rei, não temos percepção de nossos desejos individuais, conscientes, apenas, de estar na Presença de D-us.

Isso nos põe diante de uma aparente contradição. Se Rosh Hashaná caracteriza-se por uma ausência de auto percepção, como podemos, simultaneamente, rezar pela realização de nossos pedidos pessoais?

Quando um judeu reza para D-us em Rosh Hashaná, sua prece é um prolongamento do processo de coroação. Superficialmente, pode estar pedindo bênçãos materiais. Sua verdadeira intenção, porém, consciente ou subconsciente, é o desejo de espalhar a idéia do reinado de D-us no mundo. Ao rezar por bênçãos materiais, o judeu está apenas pedindo ajuda Divina para cumprir sua missão na Terra.

Era este o conceito que Eli, o sacerdote, não estava entendendo. Seu argumento era que quando um judeu reza, não há lugar para pedidos pessoais; a percepção de estar na Presença de D-us deveria ser tão intensa, a ponto de excluir tudo o mais. Quando Eli viu Chana rezando por um filho, chegou à conclusão equivocada de que ela tinha se esquecido da Presença de D-us. Mas Chana respondeu que não era assim. Seu anseio por um filho não era um desejo pessoal. Era a vontade de cumprir uma missão maior na vida. Isso fica claro na promessa que fez de que se D-us a abençoasse, a criança seria dedicada a uma vida de total Serviço a D-us. Chana não estava pedindo a D-us que realizasse seu desejo pessoal; estava rezando para que D-us realizasse Suas Próprias “necessidades”!

O mesmo ocorre conosco em Rosh Hashaná. Embora nossos pedidos tenham um foco pessoal, a verdadeira essência de nossa prece é a união com D-us.

Adaptado para “Maayan Chai” de “Licutê Sichot, Vol. 19.

Adaptado para “Nashim Tsidkaniot” de

“L’Chaim Weekly”,

http://www.lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

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TRÊS TSADIKIM DE SHAVUOT

BS’D

Arte by Yoram Raanan

Três tsadikim têm uma ligação especial com a Festa de Shavuot: Moshê Rabênu, David Hamêlech e o Báal Shem Tov.

Moshê Rabênu – foi através dele que a Torá foi outorgada em Shavuot.

David Hamêlech – “Em Atsêret David morreu” – faleceu em Shavuot.

O Báal Shem Tov – faleceu numa quarta-feira, 6 de Sivan – em Shavuot.

* Os três foram primeiros:

Moshê Rabênu – foi o primeiro líder do povo judeu.

David Hamêlech – foi o primeiro rei da dinastia de David.

        OBáal Shem Tov – foi o primeiro líder da linhagem da   Chassidut.

* Os três foram pastores:

Moshê Rabênu – pastoreava o rebanho de Yitrô.

David Hamêlech – pastoreava o rebanho de seu pai, Yishai.

Báal shem Tov – levava criancinhas ao “chêder”.

Se ao cuidarem de rebanhos e de crianças eram pacientes, piedosos e dedicados – Hashem tinha certeza de que também seriam capazes de cuidar do “rebanho” de Hashem (o povo judeu) e liderá-lo.

* Os três se auto-educaram desde crianças:

Moshê Rabênu – cresceu no palácio do Faraó e educou-se sozinho.

David Hamêlech – desde pequeno era pastor e, portanto, precisou educar a si mesmo.

Báal Shem Tov – ficou órfão de ambos os pais quando ainda era bem pequeno, e precisou educar-se sozinho.

Além dos aspectos comuns aos três tsadikim – cada um deles tem uma qualidade especial particular, dentre os três pilares sobre que o mundo se sustenta.

Moshê Rabênu – Torá – recebeu a Torá e a outorgou ao povo judeu.

David Hamêlech – avodá (tefilá, oração) – escreveu o livro dos Tehilim (Salmos).

O Báal Shem Tov – guemilut chassadim (atos de bondade) – por seus atos de bondade mereceu um “bom nome”.

Reforcemos nossa ligação com esses três tsadikim a partir de Shavuot, estabelecendo shiurim diários do legado deles.

Moshê Rabênu – estudemos diariamente a porção semanal do Chumash.

David Hamêlech – vamos dizer diariamente uma porção do Livro de Tehilim.

O Báal Shem Tov – estudemos Chassidut diariamente no livro Tanya, que explica os ensinamentos do Báal Shem Tov.

Esses shiurim são chamados de shiurim de Chitat – Chumash, Tehilim e Tanya, insinuados no passuk (versículo) (Vayishlach, 35, 5) “E deu-se o pavor (chitat) de D-us sobre as cidades”.

(Baseado em “Likutê Sichot”, Vol. 8, págs.249-251 e Vol. 18, págs. 35-36, “Hitvaaduiot – 5743”, págs. 1921-1922)

    Adaptado de “Maayan Chai”, Vol. 4, págs. 24-27)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Avraham Duvid ben Eliezer

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JUSTIÇA SEJA FEITA

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Arte by Yoram Raanan

Devar Malchut – Palavras do Rebe

Há um livro chamado: “Devar Yom Beyomô”, onde estão compilados, dos Midrashim e do Tanach, todos os acontecimentos que ocorreram cada dia.

Consta nesse livro – sobre o dia 25 de Sivan – o que está relatado em Meguilat Taanit (Cap. 3) que fizeram Yom Tov (um feriado) nesse dia. E é o seguinte:

Apresentaram-se diante de Alexandre o Grande três povos violentos, com queixas contra os judeus. Os sábios judeus confabularam entre si, e resolveram enviar Gueviha ben Pessissa para responder a seus argumentos. Gueviha ben Pessissa apresentou-se dizendo que era um homem simples (um homem simples de Meguilat Taanit, não um homem simples da atualidade), portanto, se conseguisse responder, ótimo. Se não conseguisse responder – diriam que ele não passava de um simplório.

Os descendentes de Yishmael apresentaram-se diante de Alexandre o Grande e argumentaram que a Terra de Israel lhes pertence, uma vez que Avraham teve dois filhos – Yitschak e Yishmael. E por isso Êrets Yisrael lhes pertence. Respondeu-lhes Gueviha: Toda a argumentação de vocês se baseia no que está escrito na Torá, que Yishmael era filho de Avraham. E na mesma Torá está escrito que Avraham deu presentes aos filhos da concubina e os mandou para a terra dos filhos de Kedem. Mas sobre Yitschak consta (Chayê Sara, 25,5): “E deu para Yitschak tudo o que possuía.”

Ao ouvirem isso, não tiveram o que responder e fugiram.

Depois vieram os filhos de Canaan, e argumentaram aos judeus: Vocês são ladrões. A terra onde vocês estão morando pertence aos descendentes de Canaan – e os judeus chegaram de outros lugares e a conquistaram. Respondeu-lhes Gueviha: Na Torá está escrito (Noach 9,25) sobre Canaan: “Escravo de escravos será”. E por isso, tudo o que vocês possuem pertence ao povo judeu, uma vez que vocês são eternamente escravos – “escravos de escravos”.

Como não encontraram resposta, deixaram suas tendas cheias de coisas boas e fugiram.

Depois disso, chegaram os egípcios e argumentaram que na própria Torá está escrito (Shemot 3,22): “E pediram objetos de prata e de ouro e despojaram o Egito” – e por isso agora eles queriam o dinheiro de volta. Respondeu-lhes Gueviha: Pelo contrário: o Egito escravizou e maltratou os judeus durante quatrocentos anos. Vamos fazer as contas e ver quem está devendo a quem, e antes que chegassem ao cálculo de cem anos, os egípcios fugiram.

Da sichá doShabat Parashat Shelach, Mevarechim o mês de Tamuz, 5734.

(Do livro: “Karati Veein Onê”, Vol. 1, págs. 89-90)

(Reimpresso com permissão do “Likrat Shabat on line”

Da Yeshivá Tomchei Tmimim)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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LABUTA = FILHOS

BS’D

LABUTA = FILHOS

“Small Wonder Jewish Puppet Theatre”

Na Hagadá de Pessach dizemos:

“E gritamos para Hashem, D-us de nossos antepassados. D-us escutou nossa voz e viu nossa aflição, nosso trabalho duro (amalênu) e nossa opressão.” (Devarim 26:7)

E prossegue a Hagadá:

“Nosso trabalho duro – são os filhos, como consta: “Todo filho que nascer lancem no Nilo, e toda filha deixem viver.” (Shemot 1:22)

Daí aprendemos que é necessário investir trabalho e esforço na educação dos filhos e dos alunos, para que cresçam como devem.

(Adaptado de “Likutê Sichot”, Vol. 1, págs. 113-115)

Baseado em “Maayan Chai”, Vol. 7, págs. 7-8.

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Eliyahu ben Aba

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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VOCÊ TEM TALENTOS!

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“E todas as mulheres cujos corações as inspiravam com sabedoria, fiavam o pelo das cabras [diretamente das cabras].”

(Shemot 35:26)

Rashi explica que a maneira como o pelo das cabras era fiado, de fato sobre as cabras, era um talento especial concedido a certas mulheres.

Ninguém as instruiu nem ensinou como fiar os pelos. Elas aprenderam isso sozinhas.

E chegaram à conclusão de que se D-us lhes tinha dado essa habilidade especial, era para ser utilizada para o Santuário Sagrado.

Daí aprendemos que quando D-us concede certos talentos ou habilidades a uma pessoas, aquele indivíduo tem o dever de utiliza-los para fazer um “santuário” para D-us neste mundo.

(Likutê Sichot)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5776/1412.htm#caption8

(Inglês)

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Miriam bat Yaakov

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Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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A BASE DA EDUCAÇÃO

 É fundamental educar a juventude para um comportamento de justiça e integridade, para que o mundo seja um lugar habitável. É isto deve ser feito desde a mais tenra infância.

O verdadeiro fundamento da educação é saber que há um “Proprietário” que além de ser o Dono do Universo é seu Criador. E Ele dirige todos os detalhes do Universo com Hashgachá Pratit. E seu desejo é que o mundo se comporte com justiça e retidão, tsedaká, bondade e justiça.

Ter consciência disso faz com que o ser humano se comporte da maneira correta e a Terra seja um lugar habitável para toda a humanidade.

 “Torat Menachem  5743, Vol. II, pág. 899.

Adaptado do livro: “Shaarei Chinuch”. Pág. 51

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

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Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

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Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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D-US AJUDA QUEM CEDO MADRUGA

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Em Parashat Lech Lechá, quando Hashem disse a Avraham que Yitschak nasceria, Avraham já tinha Yishmael. Avraham disse a Hashem: “Tomara que Yishmael viva diante de Ti!” (Bereshit 17:18) Avraham se daria por satisfeito com um filho, apenas, se esse filho seguisse os caminhos de D-us.

D-us, porém, explicou que o povo judeu se perpetuaria através de Yitschak. D-us prometeu que Avraham acabaria tendo nachas (satisfação) de Yishmael, mas sua verdadeira nachas viria de Yitschak.

O nascimento de Yishmael foi um fenômeno natural. O de Yitschak, porém, foi um milagre. Era impossível que Avraham e Sara tivessem um filho em idade tão avançada. Ninguém acreditava que tal milagre aconteceria. Mas Yitschak nasceu.

Outra diferença entre Yishmael e Yitschak foi seu brit milá o pacto que liga o judeu a D-us.

Yishmael tinha 13 anos quando foi circuncidado. Aos treze anos, o intelecto de uma pessoa já está formado. Já pode decidir racionalmente, com base em seu entendimento. É por isto que se torna obrigado a cumprir mitsvot. Aos 13 anos, Yishmael concordou em ligar-se a D-us.

A circuncisão de Yitschak, porém, foi feita quando ele tinha apenas 8 dias. Não dá para se obter o consentimento de um bebê, e é exatamente nessa idade que essa ligação eterna com D-us foi realizada.

Yishmael também foi educado de maneira totalmente natural. Cresceu sob os cuidados dos pais, que o ajudaram a adquirir uma compreensão adequada para que pudesse se ligar a D-us. Seus esforços foram recompensados quando ele tomou a decisão racional de passar por um brit milá com a idade de 13 anos. 

O judaísmo, porém, não pode basear-se, apenas, na compreensão humana. A capacidade intelectual de um rapaz de 13 anos é instável. Se, mais tarde, encontrar-se em outras circunstâncias, não dá para saber como reagirá. Se a base de seu judaísmo for seu próprio entendimento, essa base será deficiente.

Por isto, D-us disse a Avraham que sua verdadeira nachas viria de Yistschak. O judaísmo não se fundamenta na natureza. A ligação entre o judeu e D-us transcende totalmente a natureza; é uma ligação eterna. E o judaísmo de uma criança cuja ligação com D-us é forjada aos 8 dias de idade será sólido.

Disso tiramos uma lição muito importante. A educação judaica não pode ser adiada até que a criança chegue à idade da razão. A partir do instante em que nasce precisamos ensinar-lhe o judaísmo, que ultrapassa os limites do mundo físico. Uma criança educada desta maneira dará verdadeira nachas  a seus pais.

Adaptado para Maayan Chai de Likutê Sichot  Vol. I

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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MAYIM BESSASSON

BS’D

MAYIM BESSASSON

Arte by: https://www.yoramraanan.com/

Consta no Livro de Yeshayahu (12:3):

“E tirareis água com alegria das fontes da salvação.”

Se por algum motivo fosse impossível conseguir água da “Fonte de Shiloach” para Simchat Beit Hashoevá, água do lavabo do Templo poderia ser usada. Esta água era “mei mikvê”(água de mikvê).

Daí aprendemos que se a água fosse recolhida com a intenção específica de cumprir esta mitsvá em modo alegre, ela tinha um upgrade, sendo promovida ao nível de água de fonte. Ou seja: o principal era que a água fosse recolhida “com alegria”.

Qual a vantagem da água de fonte? Estar sempre fluindo diretamente da nascente, não havendo, portanto, limites em seu poder de purificação.

A água de um mikvê, porém, tem de obedecer a uma série de especificações para poder purificar quem nela mergulha. Também tem de ter uma quantidade mínima.

Água de fonte, por outro lado, purifica em qualquer quantidade que seja, até mesmo se estiver fluindo.

Água não tem gosto, aludindo ao cumprimento das mitsvot  unicamente por terem sido ordenadas por D-us.

A mitsvá de verter água sobre o altar – “e tirareis água com alegria” – é alusão à obediência incondicional de um judeu a D-us: sua aceitação pura do jugo do Céu, que produz um sentimento de júbilo – deleite e gratidão, por poder cumprir Sua vontade.

Quando um judeu se alegra no cumprimento de uma mitsvá, tem o mérito de ter sua “água” (sua aceitação não intelectual da vontade de D-us) transformada em “fontes de salvação”.

Pois tal qual uma fonte, que está sempre ligada a sua nascente, torna-se ele perpetuamente ligado a D-us, merecendo salvação em todos os seus esforços.

Adaptado de Maayan Chai de LIkutei Sichot, vol. 2

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5758/490.htm#caption2

Leilui Nishmat:

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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IMUNES?

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Parashat Shemini principia com o serviço elevado e sublime do oitavo dia da preparação do Mishkan (Tabernáculo), e termina com a proibição de comer insetos rastejantes, algo que é contrário à natureza humana. Disto aprendemos que até mesmo quem se encontra no nível mais elevado de espiritualidade e observância não está imune a quedas espirituais, que D-us nos livre, e precisa servir a D-us com a mesma submissão que as demais pessoas.

Likutê Sichot.

Baseado em http://lchaimweekly.org/

Leilui Nishmat:

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Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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