Archive for Devar Malchut

TUDO DARÁ CERTO!

BS’D

Arte by Yoram Raanan

Um jovem casado, que precisou deixar o lugar onde morava, foi para um país longínquo. Distante geograficamente, e também afastado de todos os assuntos de judaísmo. Depois de algum tempo, começaram a chegar cartas, de homens e mulheres, ao Rebe (Rabino Yossef Yitschak, o Rebe anterior). Por exemplo: uma mulher de negócios, a quem sugeriram alugar uma loja e um apartamento em uma parte ou outra da cidade, escreveu ao Rebe pedindo sua decisão em como proceder. Aquela senhora jamais vira o Rebe. Sabia que o Rebe jamais esteve em sua cidade, nem mesmo no país em que ela mora. Não pertence a uma família Chabad. Porém, quando ouviu daquele jovem palavras saídas do coração: que há um Rebe no povo judeu, que está acima das limitações da natureza, e o rapaz explicou que quem quiser andar por um caminho seguro, seja nos negócios, no lar e em todos os seus assuntos, não deve fazer nada sem antes perguntar ao Rebe; a mulher percebeu a sinceridade do rapaz (“percebe-se quando alguém fala a verdade”) – e escreveu ao Rebe, pedindo seu conselho. Assim aproximou-se do judaísmo e começou a cumprir mitsvot. Foi isso o que fez um rapaz simples. Esse jovem senhor não fez o que fez por auto-sacrifício nem por submissão. Entendia o assunto com simplicidade, como sua mente o percebia. Sabia que o que o Rebe diz está dito, e que uma berachá do Rebe é uma berachá. Percebe-se isso fisicamente. Tal percepção daquele rapaz não advinha de estudos profundos nem de abundantes consultas bibliográficas. Seu reconhecimento da força do Rebe baseava-se em sua experiência pessoal e na experiência de alguns de seus conhecidos. Viu que quando obedeceram ao Rebe deu certo. Do mesmo modo que tal rapaz não se envergonharia de indicar um bom médico a seus conhecidos, quando vê um judeu em apuros, diante de uma pergunta vital, diz-lhe: o povo judeu não ficou viúvo, que D-us nos livre. Tem a quem perguntar! Ainda mais: o jovem não espera que venham lhe perguntar sobre o Rebe, pois muitos nem sabem o que é um Rebe. Toma a iniciativa de explicar: não dependam de seu próprio entendimento, não confiem no próprio intelecto, nem no casamenteiro, médico ou cirurgião – seus conselhos são incertos. Há uma maneira segura de dirimir as dúvidas – perguntar ao Rebe! É assim que todo chassid deve se comportar. Quando souber que seu amigo precisa tomar uma decisão importante na vida, se houver esperança, por mais duvidosa e tênue que seja, de que o amigo escutará seu conselho, o chassid tem a obrigação (por humanismo, amor ao próximo e para salvar uma vida em perigo) de procurar o amigo e dizer-lhe: tenha piedade de si próprio, de sua família e de tudo o que é seu. Não confie em sua própria inteligência, ligue-se ao Rebe, estude chassidut, siga as orientações do Rebe, e tudo dará certo! É conhecida a berachá do Alter Rebe (o primeiro Rebe de Chabad): tudo o que os chassidim fizerem – dará certo.

Baseado em Likutê Sichot, Vol. XIV, págs. 238-240.

(Traduzido de Maayan Chai)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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ESCUTA A VOZ DE SARA

BS’D

Parashat Vayerá menciona um aspecto espiritual, e ao mesmo tempo mundano, do relacionamento de Avraham e Sara.

Nossos Sábios do Talmud ensinam: “Como uma mulher auxilia ao homem? … Se o homem traz trigo, ele consegue mastigá-lo? Se ele traz fibra de linho, consegue vesti-lo? Conseqüentemente, ela traz luz para os olhos dele e o firma sobre os próprios pés!”

A missão que a pessoa tem na vida é elevar e refinar os aspectos materiais do mundo, neles introduzindo conteúdo espiritual. Mas o homem só traz o trigo e a fibra de linho, preocupa-se com a matéria prima, com aspectos gerais. É um tanto afastado da realidade terrena, dos detalhes. É a mulher quem transforma o trigo em alimento e o linho em vestimenta, quem consegue realizar, de modo tangível, nossa missão na vida.

Avraham e Sara. Homem e mulher. Quando Avraham soube que sua esposa, Sara, teria um filho, rezou. Lá do alto de sua santidade imensa, de seu ponto de vista elevado e imparcial, pediu: “Tomara que Yishmael viva diante de Ti!” Esperava que Yishmael continuasse a viver uma vida de temor e dedicação a D-us. Avraham via em Yishmael, futuro patriarca dos povos árabes, o potencial para uma vida de temor a D-us.

Sara, por sua vez, via a realidade. Percebia a influência devastadora de Yishmael em casa, principalmente sobre seu filho, Yitschak. Exigiu que Avraham retirasse de casa a influência prejudicial de Yishmael.

Avraham não conseguia aceitar a idéia de expulsar seu filho mais velho. Embora D-us já tivesse dito a Avraham que cumpriria Seu pacto especificamente através de Yitschak, do ponto de vista de Avraham, paracia que Yishmael deveria ficar em casa. Só em casa Avraham poderia ter esperanças de poder exercer uma influência positiva sobre Yishmael.

Mas D-us disse a Avraham: “Tudo que Sara te disser, escuta sua voz, pois tua descendência virá de Yitschak.” O comentarista Rashi explica que essa declaração indica que o poder de profecia de Sara era superior ao de Avraham. Foi Sara, a mulher como os pés no chão, o alicerce do lar, quem percebeu a influência nefasta.

De “A Thought for the Week”, Detroit. Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch.

(Traduzido de “L’Chaim Weekly”, www.lchaimweekly.org)

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Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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CONEXÃO FUNDAMENTAL

BS’D

Arte by Yoram Raanan

Em Yom Kipur um judeu jejua. Sabe que não vai ser atingido por um raio se comer, mas não está nem aí para recompensa e castigo. Não come porque entende que é isso que D-us quer. Sabe que um judeu não come em Yom Kipur.

Um dia antes, pode não ter se sentido assim. Pode ter deixado de cumprir uma mitsvá ou outra. Mas em Yom Kipur, sente que tem de fazer o que um judeu deve fazer.

Por que? Porque há algo de especial nesse dia. Nossos Sábios explicam essa ideia utilizando a guematria (a numerologia da Torá). A palavra em hebraico para o perverso Satan tem o valor numérico de 364. Durante 364 dias no ano, o Satan tem o poder de tentar o judeu. Em um dia, em Yom Kipur, não tem poder algum. Um judeu, simplesmente, não está interessado no que ele tem para oferecer. Yom Kipur é um dia para ser judeu.

O que acontecia em Yom Kipur? O Kohen Gadol entrava no Kôdesh Hakdoshim e ficava sozinho com D-us. Nenhum ser humano ou ente espiritual podia se intrometer em sua ligação com Ele.

Anualmente, essa sequência é repetida em nosso coração. A essência da alma judaica é uma com a essência de D-us. Esta ligação é constante, não é produto de nossos esforços. Consequentemente, nem nossos pensamentos nem nossos atos podem enfraquecê-la. Nesse nível de conexão fundamental, não há existência além da Divindade. Não existe  possibilidade de separação d’Ele.

Essa conexão existe acima do tempo. Mas dentro do tempo, é revelada em Yom Kipur. Nesse dia, cada um de nós entra no “Kôdesh Hakdoshim” e passa um tempo “sozinho com D-us”.

Esta é a base da Neilá, as últimas orações de Yom Kipur. Neilá significa “fechamento”. Geralmente esse nome é interpretado com o fechamento dos portões do Céu, sobrando, apenas alguns instantes em que nossas preces podem entrar. O pensamento Chassídico, porém, o interpreta como as portas sendo fechadas atrás de nós. Cada um de nós é “trancado dentro”, sozinho com D-us.

Nesse nível de ligação essencial, não há existência além de D-us, não existe possibilidade de a alma ser afetada por pecado.

A revelação desse nível de conexão remove todas as manchas causadas por pecado. Essa limpeza, tipo, é um processo natural, pois a revelação de nossa ligação íntima com D-us renova nossa conexão com Ele em todos os níveis.

É esse o significado do dito de nossos Sábios que “a essência do dia expia”. Em Yom Kipur, a ligação essencial com D-us é revelada, e no processo, cada elemento de nosso potencial espiritual é revitalizado.

Isso também afeta nossa vida na esfera material, nos concedendo bênção, para um ano bom e doce em todos os nossos interesses.

Adaptado por R. Eli Touger das obras do Rebe de Lubavitch.

Traduzido de:  http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5765/838.htm#caption2

(Inglês)

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Ki Tavô – Chai Elul

BS’D

Arte by Michele Enkin @menkin_art

Chai Elul, aniversário das duas grandes luminárias, o Báal Shem Tov e o Alter Rebe, sempre cai perto do Shabat Parashat Ki Tavô (ou no próprio Shabat). São conhecidas as palavras do Shelá que todas as festas estão aludidas nas parashiot da semana em que caem. Há, portanto, uma ligação entre Chai Elul Parashat Ki Tavô.

A palavra ‘tavô’ significa entrar inteiramente. Como dizem nossos Sábios: “Entrar parcialmente não é entrar.” Esta é a lei para a imersão de um utensílio no mikvê, de que foi dito: “Será introduzido (iuvá) na água … e será purificado.” Daí se aprende que uma pessoa também tem de imergir totalmente na água. Se um fio de cabelo ficar boiando, a pessoa não ficou pura.

“E quando entrares na terra que Hashem teu D-us te dá… e a herdares e te fixares nela.” Entrar na terra é só quando entrar definitiva e inteiramente, após herdá-la e assentar-se nela.

Torá da Chassidut, revelada pelo Báal Shem Tov e pelo Alter Rebe, é o “tavô” – a entrada no Serviço Divino. Cumprir a Torá e as mitsvot de maneira penetrante – imersão completa no Serviço Divino, realizando-o com perfeição. Nem mesmo um detalhe pode ficar sem Torá mitsvot.

Do mesmo modo que na entrada em Êrets Yisrael há dois assuntos: entrar na terra, de modo geral – “tavô”, e os detalhes – “herdá-la e assentar-se nela”, em Chai Elul há também esses dois aspectos: a chassidut geral, fundada pelo Báal Shem Tov e a chassidut Chabad, fundada pelo Alter Rebe. O Báal Shem Tov mostrou como precisamos servir a D-us de modo geral – “tavô”. O Alter Rebe mostrou como cada um de nós pode ser alguém que serve a D-us, como chegar a um Serviço Divino de fato, nos detalhes – “herdar e assentar-se nela”.

A revelação dos ensinamentos da chassidut é uma preparação para a chegada de Mashiach. Quando o Báal Shem Tov perguntou a Mashiach: “Quando o senhor vai chegar?” Mashiach respondeu: “Quando tuas fontes se espalharem para fora.” – Quando os ensinamentos da chassidut, a parte íntima da Torá, forem divulgados em todo o mundo e chegar a todos.

Consta nos livros de kabalá que até a chegada de Mashiach, todas as revelações do mundo são superficiais. Portanto um judeu pode cumprir Torá mitsvot de modo que ele e a Torá sejam duas coisas separadas.

chassidut exige que o judeu revele seu íntimo, a chassidut mostra a todo judeu como relevar seu interior.  Todo judeu é, sem exceção, no íntimo, unificado com a Torá e as mitsvot, é esta sua vitalidade. Do mesmo modo que é impossível separar a vitalidade de um ser humano, é impossível separar um judeu da Torá e das mitsvot. chassidut revela o verdadeiro interior de um judeu.

Portanto, o estudo da chassidut é um preparativo para a chegada de Mashiach, quando tudo se revelará tal como é, no íntimo.

(Adaptado de “Likutê Sichot”, Vol. 19, págs. 244-249)

Baseado em “Maayan Chai”, Vol.10, págs.102-104.

Ketivá Vechatimá Tová!

Shaná Tová Umetuká!

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SHANÁ TOVÁ UMETUKÁ!

KTIVÁ VECHATIMÁ TOVÁ

 

haftará do primeiro dia de Rosh Hashaná conta a história de Chana, que não tinha filhos e foi ao Santuário rezar. Pelo mérito de suas preces foi abençoada com um filho – o profeta Shemuel.

Eli, o sumo sacerdote, vendo Chana tão imersa em preces e indiferente a tudo o que acontecia à sua volta, desconfiou que ela estivesse bêbada, não de vinho, mas do próprio ato de rezar.

“Não estou bêbada”, explicou Chana. “Estou vertendo minha alma diante de D-us.” Através da prece, a alma de Chana estava se unindo com D-us.

Em Rosh Hashaná pedimos a D-us para preencher nossas necessidades. Nossos pedidos são espirituais e materiais: pedimos que D-us nos abençoe com filhos saudáveis, vida longa e sustento em abundância.

Rosh Hashaná é o dia da coroação de D-us como Rei, como dizemos: “Reina por sobre todo o Universo em Tua glória.”

Como aceitamos a soberania de D-us? Anulando-nos em Sua presença. Quando estamos totalmente anulados diante do Rei, não temos percepção de nossos desejos individuais, conscientes, apenas, de estar na Presença de D-us.

Isso nos põe diante de uma aparente contradição. Se Rosh Hashaná caracteriza-se por uma ausência de auto percepção, como podemos, simultaneamente, rezar pela realização de nossos pedidos pessoais?

Quando um judeu reza para D-us em Rosh Hashaná, sua prece é um prolongamento do processo de coroação. Superficialmente, pode estar pedindo bênçãos materiais. Sua verdadeira intenção, porém, consciente ou subconsciente, é o desejo de espalhar a idéia do reinado de D-us no mundo. Ao rezar por bênçãos materiais, o judeu está apenas pedindo ajuda Divina para cumprir sua missão na Terra.

Era este o conceito que Eli, o sacerdote, não estava entendendo. Seu argumento era que quando um judeu reza, não há lugar para pedidos pessoais; a percepção de estar na Presença de D-us deveria ser tão intensa, a ponto de excluir tudo o mais. Quando Eli viu Chana rezando por um filho, chegou à conclusão equivocada de que ela tinha se esquecido da Presença de D-us. Mas Chana respondeu que não era assim. Seu anseio por um filho não era um desejo pessoal. Era a vontade de cumprir uma missão maior na vida. Isso fica claro na promessa que fez de que se D-us a abençoasse, a criança seria dedicada a uma vida de total Serviço a D-us. Chana não estava pedindo a D-us que realizasse seu desejo pessoal; estava rezando para que D-us realizasse Suas Próprias “necessidades”!

O mesmo ocorre conosco em Rosh Hashaná. Embora nossos pedidos tenham um foco pessoal, a verdadeira essência de nossa prece é a união com D-us.

Adaptado para “Maayan Chai” de “Licutê Sichot, Vol. 19.

Adaptado para “Nashim Tsidkaniot” de

“L’Chaim Weekly”,

http://www.lchaimweekly.org/

(Inglês)

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TRÊS TSADIKIM DE SHAVUOT

BS’D

Arte by Yoram Raanan

Três tsadikim têm uma ligação especial com a Festa de Shavuot: Moshê Rabênu, David Hamêlech e o Báal Shem Tov.

Moshê Rabênu – foi através dele que a Torá foi outorgada em Shavuot.

David Hamêlech – “Em Atsêret David morreu” – faleceu em Shavuot.

O Báal Shem Tov – faleceu numa quarta-feira, 6 de Sivan – em Shavuot.

* Os três foram primeiros:

Moshê Rabênu – foi o primeiro líder do povo judeu.

David Hamêlech – foi o primeiro rei da dinastia de David.

        OBáal Shem Tov – foi o primeiro líder da linhagem da   Chassidut.

* Os três foram pastores:

Moshê Rabênu – pastoreava o rebanho de Yitrô.

David Hamêlech – pastoreava o rebanho de seu pai, Yishai.

Báal shem Tov – levava criancinhas ao “chêder”.

Se ao cuidarem de rebanhos e de crianças eram pacientes, piedosos e dedicados – Hashem tinha certeza de que também seriam capazes de cuidar do “rebanho” de Hashem (o povo judeu) e liderá-lo.

* Os três se auto-educaram desde crianças:

Moshê Rabênu – cresceu no palácio do Faraó e educou-se sozinho.

David Hamêlech – desde pequeno era pastor e, portanto, precisou educar a si mesmo.

Báal Shem Tov – ficou órfão de ambos os pais quando ainda era bem pequeno, e precisou educar-se sozinho.

Além dos aspectos comuns aos três tsadikim – cada um deles tem uma qualidade especial particular, dentre os três pilares sobre que o mundo se sustenta.

Moshê Rabênu – Torá – recebeu a Torá e a outorgou ao povo judeu.

David Hamêlech – avodá (tefilá, oração) – escreveu o livro dos Tehilim (Salmos).

O Báal Shem Tov – guemilut chassadim (atos de bondade) – por seus atos de bondade mereceu um “bom nome”.

Reforcemos nossa ligação com esses três tsadikim a partir de Shavuot, estabelecendo shiurim diários do legado deles.

Moshê Rabênu – estudemos diariamente a porção semanal do Chumash.

David Hamêlech – vamos dizer diariamente uma porção do Livro de Tehilim.

O Báal Shem Tov – estudemos Chassidut diariamente no livro Tanya, que explica os ensinamentos do Báal Shem Tov.

Esses shiurim são chamados de shiurim de Chitat – Chumash, Tehilim e Tanya, insinuados no passuk (versículo) (Vayishlach, 35, 5) “E deu-se o pavor (chitat) de D-us sobre as cidades”.

(Baseado em “Likutê Sichot”, Vol. 8, págs.249-251 e Vol. 18, págs. 35-36, “Hitvaaduiot – 5743”, págs. 1921-1922)

    Adaptado de “Maayan Chai”, Vol. 4, págs. 24-27)

Leilui Nishmat:

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JUSTIÇA SEJA FEITA

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Arte by Yoram Raanan

Devar Malchut – Palavras do Rebe

Há um livro chamado: “Devar Yom Beyomô”, onde estão compilados, dos Midrashim e do Tanach, todos os acontecimentos que ocorreram cada dia.

Consta nesse livro – sobre o dia 25 de Sivan – o que está relatado em Meguilat Taanit (Cap. 3) que fizeram Yom Tov (um feriado) nesse dia. E é o seguinte:

Apresentaram-se diante de Alexandre o Grande três povos violentos, com queixas contra os judeus. Os sábios judeus confabularam entre si, e resolveram enviar Gueviha ben Pessissa para responder a seus argumentos. Gueviha ben Pessissa apresentou-se dizendo que era um homem simples (um homem simples de Meguilat Taanit, não um homem simples da atualidade), portanto, se conseguisse responder, ótimo. Se não conseguisse responder – diriam que ele não passava de um simplório.

Os descendentes de Yishmael apresentaram-se diante de Alexandre o Grande e argumentaram que a Terra de Israel lhes pertence, uma vez que Avraham teve dois filhos – Yitschak e Yishmael. E por isso Êrets Yisrael lhes pertence. Respondeu-lhes Gueviha: Toda a argumentação de vocês se baseia no que está escrito na Torá, que Yishmael era filho de Avraham. E na mesma Torá está escrito que Avraham deu presentes aos filhos da concubina e os mandou para a terra dos filhos de Kedem. Mas sobre Yitschak consta (Chayê Sara, 25,5): “E deu para Yitschak tudo o que possuía.”

Ao ouvirem isso, não tiveram o que responder e fugiram.

Depois vieram os filhos de Canaan, e argumentaram aos judeus: Vocês são ladrões. A terra onde vocês estão morando pertence aos descendentes de Canaan – e os judeus chegaram de outros lugares e a conquistaram. Respondeu-lhes Gueviha: Na Torá está escrito (Noach 9,25) sobre Canaan: “Escravo de escravos será”. E por isso, tudo o que vocês possuem pertence ao povo judeu, uma vez que vocês são eternamente escravos – “escravos de escravos”.

Como não encontraram resposta, deixaram suas tendas cheias de coisas boas e fugiram.

Depois disso, chegaram os egípcios e argumentaram que na própria Torá está escrito (Shemot 3,22): “E pediram objetos de prata e de ouro e despojaram o Egito” – e por isso agora eles queriam o dinheiro de volta. Respondeu-lhes Gueviha: Pelo contrário: o Egito escravizou e maltratou os judeus durante quatrocentos anos. Vamos fazer as contas e ver quem está devendo a quem, e antes que chegassem ao cálculo de cem anos, os egípcios fugiram.

Da sichá doShabat Parashat Shelach, Mevarechim o mês de Tamuz, 5734.

(Do livro: “Karati Veein Onê”, Vol. 1, págs. 89-90)

(Reimpresso com permissão do “Likrat Shabat on line”

Da Yeshivá Tomchei Tmimim)

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LABUTA = FILHOS

BS’D

LABUTA = FILHOS

“Small Wonder Jewish Puppet Theatre”

Na Hagadá de Pessach dizemos:

“E gritamos para Hashem, D-us de nossos antepassados. D-us escutou nossa voz e viu nossa aflição, nosso trabalho duro (amalênu) e nossa opressão.” (Devarim 26:7)

E prossegue a Hagadá:

“Nosso trabalho duro – são os filhos, como consta: “Todo filho que nascer lancem no Nilo, e toda filha deixem viver.” (Shemot 1:22)

Daí aprendemos que é necessário investir trabalho e esforço na educação dos filhos e dos alunos, para que cresçam como devem.

(Adaptado de “Likutê Sichot”, Vol. 1, págs. 113-115)

Baseado em “Maayan Chai”, Vol. 7, págs. 7-8.

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VOCÊ TEM TALENTOS!

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“E todas as mulheres cujos corações as inspiravam com sabedoria, fiavam o pelo das cabras [diretamente das cabras].”

(Shemot 35:26)

Rashi explica que a maneira como o pelo das cabras era fiado, de fato sobre as cabras, era um talento especial concedido a certas mulheres.

Ninguém as instruiu nem ensinou como fiar os pelos. Elas aprenderam isso sozinhas.

E chegaram à conclusão de que se D-us lhes tinha dado essa habilidade especial, era para ser utilizada para o Santuário Sagrado.

Daí aprendemos que quando D-us concede certos talentos ou habilidades a uma pessoas, aquele indivíduo tem o dever de utiliza-los para fazer um “santuário” para D-us neste mundo.

(Likutê Sichot)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5776/1412.htm#caption8

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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A BASE DA EDUCAÇÃO

 É fundamental educar a juventude para um comportamento de justiça e integridade, para que o mundo seja um lugar habitável. É isto deve ser feito desde a mais tenra infância.

O verdadeiro fundamento da educação é saber que há um “Proprietário” que além de ser o Dono do Universo é seu Criador. E Ele dirige todos os detalhes do Universo com Hashgachá Pratit. E seu desejo é que o mundo se comporte com justiça e retidão, tsedaká, bondade e justiça.

Ter consciência disso faz com que o ser humano se comporte da maneira correta e a Terra seja um lugar habitável para toda a humanidade.

 “Torat Menachem  5743, Vol. II, pág. 899.

Adaptado do livro: “Shaarei Chinuch”. Pág. 51

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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