Archive for Devar Malchut

UNIDOS EMBORA DIVERSOS

BS’D

Um dos milagres que ocorriam quando os judeus faziam a peregrinação obrigatória para o Beit Hamikdash  nas três festas principais – Sucot, Pêssach e Shavuot – era que embora ao ficarem de pé lado a lado no Templo, fosse tão apertado que mal dava para se mexer, quando se prostravam diante de D-us havia bastante espaço.

A revelação de Divindade, porém não era óbvia apenas quando se prostravam.

A união e harmonia dos judeus reunidos no Templo Sagrado era inigualável. Além disso, quando chegava a hora de cada indivíduo se prostrar e servir a D-us de seu modo singular, havia bastante espaço para a individualidade de cada um.

(O Rebe de Lubavitch)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5763/737.htm#caption8

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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POIS CONTIGO ESTÁ O PERDÃO

BS’D

“Se Tu, D-us, preservasses as iniquidades, Hashem, quem poderia sobreviver? Pois Contigo está o perdão para que Tu possas ser temido.”

Tehilim 130: 3 e 4

Nos Dez Dias de Teshuvá falamos diariamente o Salmo 130 como parte da reza. Neste Salmo há algo que parece incompreensível:

“Pois Contigo está o perdão para que Tu possas ser temido.”

Tehilim 130: 4

Como é que o fato de ser perdoado nos leva a temer a D-us? Será que a perpétua bondade de D-us não teria o efeito contrário, uma vez que a pessoa sabe que sempre será perdoada?

Isso pode ser explicado da seguinte maneira:

Um pobre pegou emprestada uma grande quantia e só pode devolver metade do empréstimo, e mesmo assim, em muitas suaves prestações, em vários anos.

Se o credor aceitar esses termos, for gentil e compreensível, é mais provável que o devedor se esforce e tente devolver toda a quantia.

Mas se o credor for intransigente e insistir para que toda a dívida seja devolvida imediatamente à vista, o devedor vai desistir e vai achar que jamais conseguirá devolver o dinheiro. A bondade do credor, portanto, leva o devedor a temê-lo mais ainda.

O Rebe de Lubavitch

Baseado em:

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ABRA OS OLHOS

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Neste Shabat abençoamos o novo mês de Elul, um mês auspicioso que tem uma dimensão singular. Pois durante este mês, D-us está mais próximo de nós e nos proporciona uma capacidade extraordinária para a teshuvá – “retorno”.

Como toda porção do Torá tem relação com a época do ano em que é lida, vamos examinar a ligação entre o mês de Elul e a porção daTorá que lemos neste Shabat.

Parashat Reê inicia-se com as palavras: “Veja! Este dia Eu dou a vocês uma bênção e uma maldição.” Cada uma das palavras desse versículo contém uma alusão à natureza especial do Serviço do mês de Elul, e à ajuda Divina que recebemos para realizá-lo.

“Veja!”: A primeira coisa que um judeu deve fazer é abrir os olhos. Nosso sentido da visão nos proporciona uma verificação dos fatos muito mais definitiva que o sentido da audição. Quando um indivíduo vê algo com os próprios olhos, não pode ser dissuadido. O Serviço Divino de um judeu deve ser realizado com o mesmo nível de confiança e convicção.

Mas como podemos nós, meros seres humanos vivendo num mundo material, chegar a esse nível? D-us nos dá a resposta na palavra seguinte do versículo:

“Eu” (Anochi): A palavra “Anochi”está relacionada com a Essência de D-us, um aspecto da Divindade que é mais elevado que Nomes. O motivo pelo qual conseguimos atingir essas alturas espirituais é que a capacidade para isso origina-se nessas Fontes altíssimas. A Torá prossegue:

“Dou”: D-us nos dá esta ajuda Divina de acordo com o princípio de “Ele que dá, dá generosamente”; Suas dádivas são concedidas de boa vontade e em grande abundância.

“Para vocês” (“lifneichem”): Esta palavra está relacionada com a palavra em hebraico “penimiyut”, que significa “dentro” e “no interior”. O impulso especial que recebemos de D-us em Elul não é superficial, abrange a totalidade e a essência do judeu e o capacita a ligar-se com D-us no mais profundo dos níveis.

“Este dia”: Para que ninguém pense que essa assistência Divina só é concedida uma vez, a Torá nos diz que a ajuda de D-us é contínua, possibilitando-nos servi-Lo com forças renovadas em cada um dos dias do mês.

E como devemos utilizar adequadamente essa dimensão maior em nosso Serviço?

“Uma bênção e uma maldição”: Isso se refere ao cumprimento dos mandamentos positivos da Torá e evitar suas proibições.

Direcionar nossa maior capacidade de retornar a nossa fonte nessas duas direções trará, como resultado, um ano bom e doce e uma boa inscrição no Livro da Vida.

Adaptado de LIcutê Sichot, Vol. II.

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QUEM DÁ… TERÁ

BS’D

“E toda oferenda de todas as coisas sagradas… que eles trazem para o kohen, será dele”, diz a Torá em Parashat Nassô. O grande comentarista, Rashi, explica: “Isto se refere aos bikurim (primeiras frutas).”

As primeiras frutas que amadurecem devem ser levadas para o Beit Mamikdash em Yerushalayim e dadas ao kohen, a quem devem ser outorgadas por direito.

Os produtos agrícolas não crescem sozinhos. Demandam horas sem conta de trabalho árduo: arar, semear e cuidar dos campos. E a Torá exige que o judeu leve os primeiros resultados concretos de seu labor para Jerusalém e os dê de presente a um estranho!

Disso aprendemos que a primeira e melhor parte do que possuímos devemos usar para tsedaká (caridade).

Muitas pessoas não têm muita dificuldade para aceitar esse princípio quando se trata de apoiar instituições religiosas. Doam com a maior boa vontade quando solicitados a contribuir para uma sinagoga ou yeshivá.

Mas algo estranho acontece quando se trata de dar tsedaká para um indivíduo necessitado: “Por que haveria eu de abrir mão de meu dinheiro suado para sustentá-lo?” Instiga o Yêtser Hará (a Má Inclinação). “Por que suas necessidades devem vir antes das minhas? Por que devo abrir mão do melhor que possuo? Algo de segunda categoria não serve? É melhor eu cuidar primeiro de mim mesmo e só depois ajudar os outros com o que sobrar.”

Da mitsvá de Bikurim aprendemos que não é esse o jeito judaico. Temos o mandamento de dar os primeiros frutos para o kohen, um indivíduo, para seu uso pessoal. Só após isso ter sido feito temos permissão de curtir as bênçãos que D-us nos deu.

Não é à toa que a Torá nos ordena levar as primícias para o Templo Sagrado, “a casa de D-us teu Du-s” em Jerusalém antes de presenteá-las ao kohen. Um judeu tem de entender, primeiro, que toda a riqueza que lhe é outorgada de Cima não é realmente sua, apesar do esforço que possa ter investido para ganhá-la.

Quando um judeu entende que tudo, na realidade pertence a D-us, os protestos da Má Inclinação são silenciados, e é muito mais fácil abrir mão dos “primeiros frutos” de seus ganhos até mesmo para outro indivíduo.

Quando um judeu age assim, pode ter certeza de que suas serão as bênçãos de que Rashi fala no versículo: “Quem dá ao kohen ‘os presentes que vêm para ele… será abençoado com grande riqueza.’”

Baseado em Likutei Sichot, Vol. VII

Adaptado de:

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(Inglês)

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DEIXANDO A RAZÃO DE LADO

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Três coisas vêm inadvertidamente:

Mashiach, um objeto encontrado e um escorpião (Talmud Sanhedrin).

Isto não significa, D-us nos livre, que não se deva pensar sobre a Redenção e ansiar por sua chegada.

Significa que embora seu bom senso não enxergue a menor possibilidade para a Redenção, um judeu deve persistir com uma crença profunda, que transcende a razão.

Este significado vem diretamente da expressão idiomática em hebraico: behêssech hadáat (traduzida aqui como “inadvertidamente”) que literalmente significa “deixando a razão de lado”.

(Likutei Sichot)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5766/912.htm#caption10

(Inglês)

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RESPONSABILIDADE E PRIVILÉGIO

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A identidade judaica é determinada pela mãe. Se a mãe é judia, a criança é judia. A posição (espiritual) do pai não importa, nem sua vontade…

Disso podemos entender o grande mérito e a grande responsabilidade que a mãe tem quanto ao chinuch (educação judaica). Educar uma criança para ser judia depende da mãe.

Do livro:

Teachings of the Rebbe on Chinuch

Pág. 204

(Inglês)

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MIKVÊ NO NONO MÊS

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Sobre sua pergunta a respeito do costume da família de sua esposa de que após entrar no nono mês [de gravidez], a mulher mergulha num mikvê:

Embora eu não tenha ouvido falar de que isso seja feito entre chassidim Chabad, como esse é o costume da família de sua esposa, entende-se que não há necessidade de impedi-la de seguir esse costume; obviamente [ela deve fazê-lo] com a permissão do médico.

O Rebe

Adaptado do livro:

“Teachings of the Rebbe on Chinuch”

Pág. 15

(Inglês)

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RAMBAM PARA AS MULHERES

BS’D

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Há um costume que começou a se espalhar nos últimos anos, e está crescendo: o estudo diário do Rambam.

Há uma opção adequada a cada indivíduo, dependendo da quantidade de tempo de que ele dispõe.

Isso visa, especificamente, quem tem a missão mais importante que existe para uma mulher judia: a de ser o “sustentáculo do lar” (akeret habayit), bem como aquelas mulheres que trabalham com a educação das crianças – sendo ambas as principais missões e funções de uma mulher judia, e têm prioridade sobre todas as outras coisas.

Apesar disso, elas também podem estudar Torá, em geral, e uma porção do Rambam, especificamente.

Embora seja uma porção que não exija tanto tempo para completar, pois seu tempo é utilizado, principalmente, para se certificar de que tudo o que é feito em sua casa – por seu marido e filhos e todas as pessoas da casa – inclusive que todos os pensamentos, palavras e ações em sua casa sejam de modo que a casa seja um Mikdash (Santuário) para que Hashem possa habitar em cada ação, palavra e mais ainda em cada pensamento que acontece na casa. E pelo fato de ela ter menos tempo, ela tem um shiur menor de Rambam.

Mas este ciclo também é inteiro e completo, porque ela se junta a outras mulheres que estudam Rambam, bem como aos homens e às crianças que estudam Rambam, cada qual em seu nível, de acordo com o tempo que Hashem lhes deu para fixar horários diários para estudar.

Baseado em uma sichá do Rebe de 25/Iyar/5747 – 1987

Vídeo: RebbeDaily/1533 – Maor

+1718-687-8900

myMaor.org

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… QUE TE TIROU DO EGITO

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Shavuot é a festa em que comemoramos a outorga da Torá, quando o Próprio D-us desceu sobre o Monte Sinai diante de todo o povo judeu. O mundo ficou quieto quando D-us proclamou o primeiro dos Dez Mandamentos: “Eu sou Hashem teu D-us que te tirou da terra do Egito.”

Nossos Sábios perguntam: o que houve de tão especial no êxodo do Egito, a ponto de D-us haver escolhido mencioná-lo no primeiro dos Mandamentos? Por que não “Eu sou Hashem teu D-us, que criou o Céu e a Terra”? Será que a criação do Mundo não é mais fundamental do que um fato histórico isolado que envolveu apenas alguns milhões de pessoas?

Além disso, o êxodo do Egito – embora seja um grande milagre – abrangeu apenas aquela geração. A existência do Universo físico, porém, é um fenômeno que todas as gerações podem apontar como evidência da grandeza de D-us. Por que, então, o Criador deu ao êxodo tamanha importância ao Se revelar à humanidade?

A filosofia Chassídica explica que em certos aspectos, a libertação do povo judeu da escravidão no Egito foi um acontecimento maior ainda que a criação do mundo. D-us criou o mundo ex-nihilo – a partir do nada – algo que nós, como seres criados, não podemos compreender. Embora a criação do mundo seja um evento maravilhoso, para um D-us todo poderoso, eterno e infinito não foi uma proeza tão especial.

Além disso, a Torá diz que o mundo foi criado pela fala de D-us. “Pela palavra de D-us os Céus foram criados, e por Seu sopro, todos os seus exércitos.” A fala é uma faculdade externa, produzida sem esforço. O Universo foi criado de modo a expressar, apenas a fração mais periférica do verdadeiro poder de D-us.

O êxodo do Egito, porém, foi um milagre totalmente diverso. Para que os judeus saíssem do Egito, D-us precisou modificar as leis da natureza que Ele já tinha criado para reger o mundo. O Próprio D-us (e não um anjo) liderou os judeus em sua partida. Revogar a lei natural para libertar os filhos de Israel envolveu um nível ainda mais elevado de intervenção Divina que a criação inicial do Universo! Foi por isso que o êxodo do Egito recebeu a merecida ênfase nos Dez Mandamentos.

O mesmo acontece em nossa vida. Por vezes, achamos mais difícil mudar hábitos profundamente arraigados do que iniciar um empreendimento totalmente novo. Quando D-us tirou nossos antepassados do Egito (Mitsrayim), deu a cada judeu a força para romper as fronteiras e as limitações (metsarim) que estão em seu caminho. Esta força congênita, concedida ao povo judeu quando a Torá foi revelada, dá-nos a capacidade de superar qualquer mau hábito e qualquer traço de caráter negativo que nos impede de servir a D-us com todo o coração.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch.

Baseado em:

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UM SHABAT PARA D-US

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Em Parashat Behar lemos: “Seis anos semearás teu campo, e seis anos podarás teu vinhedo e colherás seus frutos. Mas no sétimo ano haverá um Shabat de repouso para a terra, um Shabat para D-us.” Este sétimo ano Sabático é chamado, em hebraico de “shemitá”.

Ao comentar este versículo, Rashi explica que “Shabat  para D-us” significa “por causa de D-us” (ou por amor a D-us). Em outras palavras, deixar a terra de pousio no sétimo ano deve ser praticado única e exclusivamente por ser uma mitsvá ordenada por D-us.

À primeira vista, proporcionar um repouso periódico à terra parece ser um método natural de rejuvenescer o solo. Sabe-se que evitar o cultivo durante um ano inteiro serve para enriquecer o solo e melhorar a qualidade da produção futura.

Contudo, a Torá ordena que o cumprimento da shemitá seja praticado não com o objetivo de melhorar a qualidade do solo e sim “por causa de D-us”, pelo fato de D-us assim haver ordenado.

Quando os judeus se abstêm de trabalhar a terra no sétimo ano, estão confirmando a supremacia de D-us sobre o Universo. Cumprir shemitá comprova abertamente que nossa ocupação à busca de sustento não faz com que nos esqueçamos do Criador.

A mitsvá de shemitá é um treinamento para que nos lembremos de que não importa o que estejamos fazendo, tudo na vida é “por causa de D-us”. Até mesmo as coisas consideradas “naturais”, como comer, beber, dormir e trabalhar, devem ser feitas puramente por causa do Céu.

Quando um judeu come, deve fazê-lo “por causa de D-us”. Consome alimentos para ficar forte e saudável para poder cumprir mais mitsvot.

Quando um judeu dorme, dorme “por causa de D-us”. Sabe que o corpo precisa de repouso para recuperar as forças, para ficar totalmente alerta e capaz de cumprir os mandamentos.

Tal deve ser a atitude para com cada detalhe da vida: Devemos lembrar sempre que todos os aspectos da existência são “por causa de D-us”.

Agir assim atrai bênçãos de D-us, como consta: “E Eu ordenarei minha bênção sobre você”, e garante que D-us nos dará só coisas boas de Sua mão repleta, aberta e santa.

Adaptado de Maayan Chai, de Likutêi Sichot, Vol. 7

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5774/1320.htm#caption9

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