Archive for Devar Malchut

A PRIORIDADE NA EDUCAÇÃO

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Qual a prioridade absoluta quando se está educando uma criança?

O principal, o mais importante de tudo é educar para que seja “mensh” (gente). Não estudar apenas para acumular conhecimentos e saber o que está escrito neste ou naquele livro didático e se torne uma enciclopédia ambulante.

Antes de se tornar advogado, médico ou líder; ou alguém cuja conta bancária tem 6 dígitos ou mais, o primordial é que aprenda que antes de tudo é um ser humano.

E o que significa ser “mensh”? Que as pessoas não devem “engolir vivas umas às outras”. Especialmente quando se tem dinheiro e se pode comprar o juiz, a polícia e os advogados. E pode “se esconder” a ponto de ganhar uma medalha por “engolir vivo o próximo”.

Em vez disso, a criança deve saber que há “um olho que vê, um ouvido que ouve” e que não aceita suborno nem conexões, nem dinheiro nem sorriso. Nem nada do que pode influenciar uma pessoa de carne e osso. Para D-us nada disso importa. E a criança precisa saber que D-us “enxerga o coração”…

Adaptado das palavras do Rebe

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Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PARA CAIR NA REAL

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Parashat Devarim é a primeira do quinto livro da Torá: Devarim. O livro Devarim também é chamado de Mishnê Torá (Repetição da Torá). Moshê começou a repetir a Torá para o povo judeu no primeiro dia do mês judaico Shevat.

A época exata da Repetição da Torá foi muito significativa para o povo judeu, pois o preparou para entrar na Terra Prometida. Durante os anos em que o povo perambulou pelo deserto, todas as suas necessidades – alimento, água, vestimentas e abrigo – lhe foram proporcionadas miraculosamente por D-us.

Os judeus estavam prestes a deixar o lugar onde estiveram durante anos, e onde não tiveram nenhuma preocupação material. Estavam prestes a se estabelecer num país e num modo de vida que demandava arar, semear, colher e todas as demais preocupações mundanas da vida. Foi justamente nessa ocasião que foram expostos à Repetição da Torá, pois careciam de uma porção especial de reforço e inspiração, para que não se tornassem materialistas e degradados no mundo material que estava por vir.

Além do mais, todo o objetivo de chegar à Terra Prometida era introduzir santidade nos aspectos materiais da vida diária, elevá-los e torná-los mais espiritualizados – transformando assim o material em espiritual. Chegar-se-ia a isso através do estudo da Torá, de servir a D-us, do cumprimento dos preceitos Divinos, da doação para caridade e da realização de atos de bondade.

O objetivo Divino de entrarmos na Terra Santa – elevar o ambiente e transformar o material em espiritual – é exatamente o mesmo objetivo de cada judeu em suas atividades diárias.

Rabi Shneur Zalman, fundador da Chassidut Chabad, explicou: “As coisas materiais dos judeus são espirituais; D-us nos proporciona coisas materiais para que as transformemos em espirituais.” D-us dá sustento ao judeu e este, por sua vez, utiliza o dinheiro para mitsvot, em geral, e para patrocinar o estudo da Torá, em particular. Deste modo, realmente transformamos o material (dinheiro e posses mundanas) em espiritual.

A transformação do material em espiritual pode ser conseguida de outras maneiras, também. Podemos elevar e purificar nosso ambiente profissional sendo um exemplo pessoal de honestidade e boa conduta, de acordo com a Torá.

Em todos os assuntos de santidade, precisamos ir de força em força, acrescentando constantemente em santidade. Deste modo, a bênção de “prosperidade através da caridade” é realizada, com D-us dando bênçãos materiais em medida crescente, nos possibilitando criar cada vez mais espiritualidade num ritmo recíproco.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5756/427.htm#caption2

 

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Eliyáhu ben Yaakov

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A IMPORTÂNCIA DAS MULHERES

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As mulheres foram priorizadas sobre os homens pois, antes da Outorga da Torá, D-us dirigiu-se primeiro a elas, pois as mulheres são “o fundamento do lar”. As mulheres possuem uma natureza singular necessária à formação da personalidade dos membros da família, principalmente das crianças.

Uma mulher ensina com todo o coração, vida e energia, bem como com a sensitividade que torna seus ouvintes mais receptivos.

Portanto, foi por meio das mulheres judias que a Torá foi transmitida ao povo judeu através das gerações, inclusive a geração da Redenção.

(O Rebe para a Convenção das Mulheres e Meninas de Lubavitch, 28 de Yiar de 5751-1991)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5772/1221.htm#caption10

Leilui Nishmat:

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Efraim Kopl ben Eliyáhu

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Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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ADMITIR A VERDADE

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“Moshê ouviu e gostou” (Vayikrá 10:20)

De acordo com Rashi, quando Moshê ouviu o argumento de Aharon, admitiu que fazia mais sentido que o seu, reconhecendo que não recebera instruções de D-us sobre o assunto. A lição óbvia é nunca ter medo de admitir a verdade, mesmo que seja constrangedor. Além disso, devemos aceitar a verdade mesmo se acharmos que nossa posição social ou religiosa nos obrigue ao contrário. O próprio D-us nomeara Moshê como transmissor da Torá, e era fundamental que o povo confiasse em sua integridade e verdade. Moshê estava ciente disso, e poderia ter pensado que admitir seu erro poderia comprometer sua autoridade como mensageiro de D-us. Mas entendeu, e com razão, que admitir sua falibilidade e demonstrar disposição para curvar-se diante da verdade aumentaria sua reputação e o respeito do povo por ele.

(Sichot Kôdesh, 5739, Vol. II)

Adaptado de http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5776/1416.htm#caption8

(Inglês)

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O QUINTO FILHO

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Embora os Quatro Filhos sejam diferentes, entre si, em relação ao Serviço do Sêder, têm algo em comum: todos eles estão presentes no Sêder. Até mesmo o chamado de “Perverso” está lá, participando. Embora seja rebelde, se interessa pelo que acontece na vida judaica a sua volta. Isto, pelo menos dá esperanças de que um dia o Perverso se torne sábio, e todas as crianças judias no Sêder se tornem judeus conscientes, cumpridores da Torá e das mitsvot.

Infelizmente, na nossa época de confusão e escuridão, há outro tipo de criança judia: aquela que está ausente do Sêder. Não tem o menor interesse em Torá e mitsvot, leis ou costumes. Nem sabe do Sêder de Pêssach, nem do Êxodo do Egito, nem da subseqüente Revelação no Sinai.

Este é um desafio muito grande, a que devemos dar atenção muito antes de Pêsach e da noite do Sêder. Pois não podemos abrir mão de nenhuma criança judia. Nenhuma pode ser esquecida. Precisamos fazer o maior esforço para salvar também aquela criança “perdida”, e trazê-la para a mesa do Sêder. E ao fazê-lo com decisão, compaixão e responsabilidade, não precisamos temer o fracasso.

Infelizmente, o fato de haver uma “geração perdida” foi resultado de uma psicologia equivocada e uma política mal orientada, por parte de alguns imigrantes que chegaram a um ambiente estranho e novo. Por serem minoria, e por ter certas dificuldades, que são, em grande parte, inevitáveis em todos os casos de migrações, alguns pais tiveram a noção equivocada, que também injetaram nos filhos, de que para superar as dificuldades precisariam se assimilar rapidamente ao novo ambiente, abandonando a herança de seus antepassados e o modo de vida judaico.

Por terem grilos e conflitos a respeito, alguns pais resolveram poupar os filhos de tais conflitos. E para aplacar as dores de consciência, criaram uma racionalização, iludindo-se, bem como aos filhos, dizendo que uma vida de Torá e mitsvot não combinava com o Novo Mundo. Começaram a procurar, e acabaram encontrando, falhas no modo de vida judaico, enquanto que tudo no ambiente não-judaico lhes parecia bom e atraente.

Mas trocar o espiritual e sagrado pelo material significou sacrificar a alma pelas amenidades do corpo.

Ao fugirem da Yidishkeit, em vez de liberdade, encontraram a servidão. O complexo de inferioridade levou a uma imitação barata, que em vez do tão almejado respeito, lhes rendeu, apenas zombarias e desprezo.

O Êxodo do Egito e a Festa de Pêssach nos fazem lembrar, entre outras coisas, de que nossa esperança de sobrevivência não está na tentativa de imitar o ambiente e sim, na lealdade constante a nossas tradições e ao modo de vida judaico.

Nossos ancestrais no Egito eram uma pequena minoria e viveram na maior dificuldade. Mas mesmo assim, como relatam nossos sábios, preservaram sua identidade e, com orgulho e dignidade, se agarraram a seu modo de vida, tradições e singularidade. Foi justamente assim que sua existência foi assegurada, bem como sua libertação da escravidão: física e espiritual.

Não há lugar para desespero na via judaica, e não se deve desistir de nenhum judeu, achando que é um caso perdido. Por meio de uma abordagem compassiva, até mesmo aqueles da geração “perdida” podem ser trazidos de volta para o amor a D-us e o amor à Torá, e não apenas ser incluídos na comunidade dos “Quatro Filhos” mas, com o passar do tempo, ser elevados à posição de Filho Sábio.

(trecho de uma carta comunal do Rebe, 11 de Nissan de 5717)

Adaptado de: Adaptado de “The Kol Menachem Haggadah”, págs. 67-68)

(Inglês)

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OS 4 FILHOS

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“A Torá fala de Quatro Filhos.” – Hagadá

Num rolo de Torá, se faltar uma letra, não importa qual, isso prejudica a santidade de todas as demais letras. Portanto, o fato de a Torá mencionar Quatro Filhos significa:

  1. Todos os Quatro Filhos são indispensáveis para o povo judeu como um todo.
  2. Todos os Quatro Filhos, sem levar em conta sua posição, são igualmente importantes, do mesmo modo que cada letra é indispensável para a Torá, seja qual letra for.

Nossa obrigação é, portanto, influenciar de modo positivo todos os Quatro Filhos, ou seja: atrair “bênçãos” para todos os aspectos de sua vida (daí a repetição da palavra baruch (bendito) quatro vezes neste trecho da Hagadá.

Que bênção devemos trazer: “Um sábio, um perverso, um ingênuo e um que não sabe perguntar” a percepção do Um D-us que é a fonte de todas as bênçãos.

(Baseado em Likutê Sichot vol. I, pág. 249 e seguintes)

Adaptado de “The Kol Menachem Haggadah”, págs. 61-62)

(Inglês)

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EM CIMA DO MURO?

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Na Haftará que acompanha Parashat Ki Tissá, lemos sobre o profeta Eliyáhu e sua famosa confrontação com os profetas do Báal. Eliyáhu, disse ao povo judeu:

“Até quando vocês vão ficar vacilando? Se D-us é realmente D-us, então o obedeçam, e se for o Báal, sigam-no.”

O que Eliyáhu estava dizendo ao povo judeu era o seguinte: sua incapacidade para escolher entre as duas alternativas é o pior caminho. Pior ainda do que escolher abertamente a idolatria.

Um idólatra poderá chegar à conclusão que a idolatria está errada retornando, portanto a D-us de todo o coração. Mas é muito mais difícil para quem está “em cima do muro” perceber seu erro. Acha que ainda é um bom judeu.

Além disso, um idólatra é mais facilmente evitado e dificilmente levará outros para o mau caminho.

A mensagem de Eliyáhu ainda é atual. É muito mais fácil se evitar armadilhas espirituais óbvias do que se defender de transigências mais tênues. Mas são justamente esses pontos mais delicados que vão acabar por definir nossa honestidade intelectual e nossa fé.

Adaptado das obras do Lubavitcher Rebe

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5771/1159.htm#caption2

(Inglês)

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VOCÊ ESTÁ CONECTADO?

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“E tu ordenarás aos filhos de Israel que tragam azeite de oliveira puro, batido, para iluminação, para acender a lâmpada contínua.” (Shemot 27:20)

Por que era preciso trazer o azeite para Moshê, se era Aharon quem acenderia a Menorá?

O azeite alude à bondade intrínseca oculta em cada judeu, até mesmo o mais simples.

Para despertar essa característica natural, o judeu precisa ligar-se a “Moshê” – ao líder do povo judeu em cada geração – que, por sua vez, a eleva ao mais alto patamar de “batido para a iluminação… uma luz que brilha sempre.”

(Sêfer HaMaamarim Kuntreisim)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

http://lchaimweekly.org/lchaim/5767/960.htm#caption8

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MÉTODO INFALÍVEL

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Quando Mashiach chegar, os povos do mundo perguntarão:

“Como vocês puderam merecer tamanhos milagres e maravilhas?”

E nós responderemos:

“Nós os merecemos em virtude de nossa simchá (alegria).”

(O Rebe)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5756/407.htm#caption10

(Inglês)

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Yaakov ben Eliyáhu

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BREAKFAST ESPIRITUAL

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“E servirás a D-us teu D-us, e Ele abençoará teu pão e tua água; e Eu banirei a doença de dentro de ti.” (Shemot 23:25)

Servir a D-us refere-se à prece e à recitação do Shemá. A bênção de “teu pão e tua água”, refere-se ao café da manhã que, de acordo com o Talmud, é a refeição mais benéfica para o corpo.

O mesmo é ocorre em nossa vida espiritual. A Torá que estudamos de manhã, imediatamente após as orações, nos proporciona o melhor sustento espiritual do dia, melhor ainda que a Torá que podemos vir a estudar mais tarde. Pois nessa hora, o despertar espiritual que sentimos durante a reza é transmitido para o próprio estudo.

(O Rebe de Lubavitch)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5771/1156.htm#caption8

(Inglês)

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