Archive for história

TRÊS PERGUNTAS E UMA RESPOSTA

BS’D

A história abaixo aconteceu no Ohel:

No balcão de Informações havia um rapaz, e um grupo de rapazinhos estava conversando com ele. Aparentemente, os rapazinhos não eram Chabad e disseram ao moço do balcão de Informações:

“Nos falaram para vir aqui e fazer perguntas ao Rebe, que o Rebe encontraria uma maneira de nos responder. Que papo é esse?”

O rapaz do balcão de informações ficou muito empolgado e disse:

“Querem saber como o Rebe encontra uma maneira de responder? Vou lhes dizer. Quando as pessoas vêm ao Ohel, a grande maioria não vem me contar o motivo de estar aqui. Muito raramente alguém me diz por que veio.”

Apontou para o local dos biscoitos e do café e disse:

“Estão vendo ali um homem e uma mulher? Há cerca de meia hora aquela mulher chegou e veio direto a meu encontro. Repito: as pessoas não costumam me contar o motivo de terem vindo ao Ohel. Ela me disse: ‘Quero mandar meu filho para estudar numa Yeshivá, mas não posso pagar. Procurei algumas organizações, com quem obtive um pouco de dinheiro, mas não o suficiente. Perguntei-lhes onde eu poderia conseguir o restante, pois não tenho marido e não tenho dinheiro. Disseram-me que fosse ao Ohel do Lubavitcher Rebe. Aqui estou. O que devo fazer?’

Ele a orientou sobre o que fazer: escrever um pan (deu-lhe as instruções de como fazê-lo), entrar no Ohel, falar Tehilim, é isso o que você pode fazer, disse ele.

E foi o que ela fez.

Há cinco minutos, pouco antes de vocês chegarem, ela saiu e foi tomar um café. Um ou dois minutos depois, aquele homem saiu do Ohel e, (repito: as pessoas não costumam me contar o motivo de virem ao Ohel, tampouco me perguntam o que fazer no Ohel). Isso é muito raro. Mas aquele homem se aproximou de mim e disse:

“Acabo de estar com o Rebe no Ohel e lá resolvi que quero ajudar alguém que esteja precisando de dinheiro. Tenho muito dinheiro sobrando e quero ajudar alguém que esteja precisando. Será que, por acaso, você conhece alguém que esteja precisando de dinheiro?”

Apontei para aquela mulher.

E eles viram como o homem preencheu um cheque para aquela mulher.

“Estão vendo?” – disse o rapaz. – “O Rebe achou um jeito de responder a ela, a ele e a todos vocês. Todos ao mesmo tempo!”

Adaptado de:

3 Questions and 1 Answer From the Rebbe at the Ohel

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

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DE BAIXO OU DE CIMA?

BS’D

A história é mais ou menos assim:

(falo ‘mais ou menos’ porque não encontrei a fonte. Sei que a li. Procurei nos livros aqui em casa e não encontrei. Se alguém tiver a fonte, o texto, por favor me avise. Agradeço de antemão. E peço perdão por alguma eventual inexatidão nos detalhes.)

O Rebe Rashab (Rabi Sholom Dovber Schneersohn, quinto Rebe de Chabad) já estava em Rostov. Ele e sua esposa, a Rebetsin Sterna Sarah estavam kasherizando para Pessach o apartamento em que estavam morando, usando para isso bastante água. A Rebetsin estava preocupada com a água que estava pingando no apartamento de baixo. E o Rebe Rashab exclamou:

“Você está preocupada com os de baixo? Você deveria se preocupar com ‘O de Cima’ (D-us)!

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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VOCÊS VÃO FALAR YIDISH COM SEUS FILHOS

BS’D

A Rebetsin Chaya Mushka, esposa do Rebe, nasceu em 25 de Adar de 5661.

Sorah Shemtov relata o seguinte:

… E foi quando tive a oportunidade de contar à Rebetsin que eu ia ficar noiva. Obviamente, eu conversava com ela na terceira pessoa, e disse:

“Vim conversar com a Rebetsin quando estava procurando um marido. E agora, graças a D-us, encontrei alguém, e estamos prestes a escrever para o Rebe para pedir sua berachá para noivar. Portanto, queria dar a notícia à Rebetsin.

“Como é o nome do rapaz?” – Ela perguntou.

“O nome dele é Levi Yitschak Shemtov.”

“É neto de Bentzion Shemtov?”

“Sim.” – Respondi.

Com isso, o rosto da Rebetsin iluminou-se. “Agora estou muito feliz, pois sei que vocês vão falar yidish com seus filhos.”

Imagino que ela tenha dito isso porque minha família é muito americana, de ambos os lados, e a Rebetsin sempre conversava comigo, com minha irmã e com meu pai em inglês. Mas Levi Yitschak e sua família falavam yidish, e a Rebetsin entendeu que o yidish faria parte de nossa vida. Pelo jeito, isso era muito importante para ela.

Há uma continuação:

Depois que casamos, demoramos muitos, muitos anos para ter filhos. Embora tenha sido muito sofrido, sabíamos que se a Rebetsin falara que falaríamos yidish com nossos filhos, os filhos viriam. E não seria apenas uma criança, pois ela dissera crianças. E, graças a D-us, nós falamos yidish com nossos filhos.

Adaptado de:

You’ll Speak Yiddish to Your Kids

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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AMERICA NÃO É DIFERENTE!

BS’D

Quando o Rebbe Anterior, Rabi Yossef Yitschak Schneersohn desembarcou nas costas dos Estados Unidos, no dia 9 de Adar II, 5700 (1940), veio com o objetivo de transformar o Novo Continente em um lugar de Torá e Mitsvot.

Sua declaração:

America iz nisht anderish” (A América não é diferente) – tornou-se seu lema.

Falou e cumpriu!

Yemei Chabad” , Pág. 133

https://crownheights.info

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Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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O GRANDE MÉDICO

BS’D

O GRANDE MÉDICO

Em Vilna, morava um judeu respeitado, chamado Reb Yaakov. Era um grande erudito da Torá, bem como um homem de negócios de muito sucesso. Certa vez, passou pela cidade de Mezritch em uma de suas viagens.

Tinha ouvido falar sobre o grande líder, Rabi Dov Ber, o Maguidde Mezritch. Embora Reb Yaakov não pertencesse à comunidade dos chassidim, resolveu visitar o Maguid. O Maguid era famoso por sua erudição, e recebeu Reb Yaakov com muita gentileza, ajudando-o a dirimir muitas de suas dúvidas em assuntos de Torá. Reb Yaakov não se interessava por Chassidut, de modo que nada conversaram sobre o assunto. Reb Yaakov ficou muito impressionado pelo vasto conhecimento do Maguid.

Quando Reb Yaakov já estava saindo, voltou-se para ele o Maguid e lhe disse algo estranho e inesperado:

“Lembre-se, Reb Yaakov, do que disseram nossos Sábios: que Hashem, Bendito Seja, manda a cura para um doente através de determinado médico, e através de determinado remédio. E às vezes, Hashem manda a cura completa, não por meio do remédio que o médico passou, e sim através do próprio médico. E como você sabe, a autorização que o médico tem para curar vem do que está escrito: ‘verapó yerapê = curarádaí entendemos que todo médico tem ao seu lado um anjo de cura, e ao lado de um médico grande e famoso encontra-se e próprio Anjo Refael.”

Ao sair do escritório do Maguid para continuar a viagem, pensou muito naquelas estranhas palavras . Não tinham nada a ver com o que conversaram. Não estou doente, Baruch Hashem, sou uma pessoa saudável, que jamais precisou de médico. Espero não precisar deles no futuro, com a ajuda de D-us. Não procurei o Maguid para me aconselhar sobre médicos e remédios. Nem chegamos a tocar no assunto, durante nossa conversa. Por que, então, ele me falou aquelas coisas? Reb Yaakov não encontrou resposta. Resolveu, então, não pensar mais no assunto. Dentro de poucas semanas, ao concluir seus negócios, regressou a sua casa, em Vilna. Ficou feliz por encontrar toda a sua família bem e saudável.

Após descansar da viagem, voltou a sua rotina diária, de negócios e estudos de Torá, esquecendo-se por completo de seu encontro com o Maguid.

Certa manhã, poucas semanas após regressar, acordou sentindo-se muito mal. Vários médicos foram chamados, passaram remédios, mas nenhum conseguiu ajudá-lo. Seus remédios não ajudaram nada, pelo contrário. Foi piorando, piorando, até que seu estado tornou-se desesperador. e os médicos o desenganaram.

Reb Yaakov era muito querido por todos na comunidade e todos se reuniram nas sinagogas para rezar e falar Tehilim por ele. Mas sua saúde ia degringolando dia a dia. Até que, de repente, um raio de esperança apareceu.

Os judeus de Vilna ficaram sabendo que o rei pretendia fazer uma visita oficial à cidade, acompanhado por seu médico pessoal, que era judeu, embora distante do judaísmo. Se conseguissem fazer com que o médico do rei examinasse Reb Yaakov, talvez conseguisse diagnosticar sua estranha doença, e curá-lo. Os líderes da comunidade resolveram enviar uma delegação para recepcionar o rei e solicitar-lhe permissão para que seu médico fosse examinar Reb Yaakov.

O rei ordenou a seu médico que fosse imediatamente examinar Reb Yaakov na tentativa de ajudá-lo.

O médico real chegou seu demora à casa de Reb Yaakov. Mas bastou um olhar ao doente para chegar à conclusão de que a ciência médica nada podia fazer num caso assim. E ficou muito bravo por ter sido chamado. Disse: “Vocês não têm vergonha? Acham que não tenho o que fazer? Chamaram-me para ressuscitar um morto?”

O médico já ia saindo, mas a família do doente insistiu para que ele fizesse alguma tentativa e passasse algum remédio. Quem sabe, talvez ajudasse…

“Não há a menor esperança para este homem.” Disse o médico, sem a menor paciência. E deu uma última olhadinha na direção de Reb Yaakov. Naquele instante, percebeu uma pequena mudança na situação do doente. Percebeu algum sinal de vida. Um pouquinho de cor voltou ao semblante pálido de Reb Yaakov. Surpreso, receitou um remédio e ordenou que fossem buscá-lo na farmácia. Antes que voltassem com a medicação, porém, receitou outro remédio, pois o que tinha receitado antes, já não era indicado, pois o paciente estava melhorando de instante a instante. Sem acreditar no que estava acontecendo, receitou um terceiro remédio e ordenou que fossem buscá-lo depressa, pois o segundo remédio já não era indicado, tão rápida estava sendo a melhora do doente. De repente, o doente que estava às portas da morte, sentou-se na cama. E com voz clara, falou para o espantado médico:

“Doutor, peço-lhe que não vá ainda. Fique mais um pouco e, se D-us quiser, vou me sentir bem melhor. Parece que o Anjo Refael se encontra aqui, ao seu lado.”

O médico estava totalmente surpreso e agitado. Olhava incrédulo para o paciente. Embora não acreditasse em anjos, talvez houvesse algo, nas palavras do doente, que valesse a pena investigar.

Como se lesse os pensamentos do médico, Reb Yaakov contou-lhe sobre sua visita ao Maguid de Mezritch e suas estranhas palavras sobre médicos e seu poder de cura.

“Agora percebo que suas palavras foram certas, proféticas.” – Disse Reb Yaakov ao médico da Corte.

As palavras do doente tiveram grande influência sobre o médico. E ele percebeu que estava precisando de cura espiritual. Pediu a Reb Yaakov que o acompanhasse em uma visita ao Maguid de Mezritch assim que se recuperasse por completo.

Reb Yaakov concordou com a maior boa vontade. E dentro de pouco tempo, os dois partiram rumo a Mezritch. Reb Yaakov para tornar-se chassid. E o médico para tornar-se um báal teshuvá.

Adaptado de: https://www.pneimelech.com/

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DINHEIRO AMA CONTABILIDADE

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Quando Mendel Notik chegou a NovaYork, vindo da França, na década de 70, ainda era um bachur.  E lhe pediram para começar a ajudar na casa do Rebe e da Rebetsin.

Embora inicialmente tenha hesitado, aceitou o trabalho.

No princípio, afirmou que não queria pagamento. A Rebetsin lhe disse que o dinheiro seria guardado para ele, e que poderia recebê-lo quando quisesse.

 Durante dois anos, de 1977 a 1979 ajudou a Rebetzin.

Uma de suas diversas funções era ir fazer compras em várias lojas em Crown Hights.

O Rabino Mendel Notik relatou o seguinte:

De vez em quando, eu ia pagar as contas da Rebetsin nas lojas.

 Quando eu chegava à casa da Rebetsin, o dinheiro estava sobre a mesa, junto com as contas, pronto para que eu o levasse.

A Rebetsin sempre insistia para que eu contasse o dinheiro novamente. E explicou:

“Na casa de meu pai (o Rebe Anterior) aprendi que DINHEIRO AMA CONTABILIDADE CUIDADOSA, E COM O DINHEIRO DE OUTRA PESSOA DEVE-SE SER MAIS CUIDADOSO AINDA.”

Se ela achava que talvez fosse se atrasar, telefonava e avisava: “Desculpe, atrasei-me um pouco” ou “Recebi um telefonema muito importante” – da Inglaterra ou de Israel – “vou demorar mais uns dez minutos para chegar.”

Tinha muita consideração pelo tempo das outras pessoas.

Eu era um rapazinho de quinze, dezesseis, dezessete anos. Um jovem de Yeshivá, e apesar disso ela era sempre muito cuidadosa, verdadeira e pertinente. Era muito pontual, e muito precisa e clara em suas instruções.

Adaptado de:

http://jemedia.org/22Shevat/pdf/Take_to_Heart_Teachers_Guide.pdf

pág. 19

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BERACHÁ COMPLETA

BS’D

Uma moça foi pedir uma berachá ao Rebe antes de casar.

O Rebe lhe perguntou:

– “Você tem uma peruca?”

Ela respondeu:

– “Uma meia peruca.”

O Rebe lhe respondeu:

– “Meia peruca: meia berachá. Uma peruca inteira: berachá completa.”

Adaptado de um shiur do Rabino Shmuel Butman

The Bracha That Comes With Wearing a Sheitel

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NEGÓCIO DA CHINA

BS’D

Quanto Vale seu Mundo Vindouro?

Um negociante, que já fora bem de vida, empobreceu e, tendo uma filha em idade de casar, foi procurar o Apter Rebbe (o Rav de Apta) za’l para que rezasse por ele, e para pedir-lhe um conselho. O Rav perguntou-lhe quanto dinheiro precisava para o casamento da filha e quanto tinha. Respondeu que precisava de mil rublos e que seu bolso estava vazio. Possuía um rublo, apenas. Disse-lhe o Rav:

– Vá em paz, e faça o primeiro negócio que surgir, e D-us lhe dará sucesso. O homem ficou espantado: que negócio poderia fazer sem dinheiro? Mas acreditou nas palavras do tsadik e seguiu seu caminho.

Chegou a um hotel onde encontrou um grupo de negociantes de pedras preciosas. Aproximou-se da mesa onde estavam e começou a contemplar os diamantes lá expostos. Um dos mercantes perguntou-lhe:

– O que está olhando aqui? Quer comprar um diamante?

– Sim. – Respondeu o homem.

O negociante perguntou-lhe quanto dinheiro ele tinha e ele respondeu que tinha um rublo. Os empresários caíram na gargalhada ao ouvir sua resposta, e o dono dos diamantes lhe disse:

– Tenho um negócio de um rublo para você: compre meu Mundo Vindouro.

– Concordo – respondeu o homem – desde que você documente a venda por escrito. O negociante concordou e, ao som das risadas dos presentes, escreveu e assinou o contrato da venda, recebeu o rublo e deu-lhe o documento. Ele recebeu o documento e, por falta de mais o que fazer, tirou de sua mochila uma Guemará, foi sentar-se num canto e começou a estudar.

Os negociantes ainda estavam rindo daquele incompetente que gastara sua última moeda para comprar algo totalmente abstrato, quando entrou a esposa daquele negociante. Na verdade, a maior parte dos diamantes lhe pertenciam, uma vez que toda a riqueza do mercador originara-se da herança da esposa. Quando ela perguntou sobre o motivo das risadas, contou-lhe o ocorrido. Ficou chocadíssima e disse para o marido:

– Se, por acaso, você tinha alguma porção no Mundo Vindouro, vendeu-a e ficou assim, “desnudo”? Não quero morar com uma pessoa assim. Venha comigo ao rabino e me dê divórcio.

O negociante começou a gaguejar, dizendo que a venda não passara de uma brincadeira, mas ela insistiu que não queria viver com alguém que não tem porção no Mundo Vindouro.

O mercante mandou um dos empregados do hotel procurar o judeu e chamá-lo.

– Escute, Reb Yid – disse o negociante – entenda que o que houve entre nós não passou de brincadeira. Pegue seu rublo e devolva-me o papel.

– Não – respondeu o homem – negócio é negócio. Para mim não foi brincadeira.

– Já que é assim – disse o negociante – vou lhe dar um lucro de alguns rublos e você me vende de volta o que me pertence.

– Quero mil rublos de lucro.

– O quê? – Gritou o negociante – Por um pedacinho de papel que lhe dei você quer tanto dinheiro?

E a mulher falou:

– Até se ele pedir cinco mil, você tem de “resgatar” seu Mundo Vindouro.

O negociante sugeriu cem rublos, como lucro. Mas o homem recusou.

– Fique sabendo – disse – que não sou nenhum ocioso como você e seus amigos pensam. Também já fui negociante. Mas empobreci, e o Rav de Apta me aconselhou a fazer o primeiro negócio que me aparecesse, pois preciso de mil rublos para casar minha filha. E não vou dar desconto nenhum.

O negociante começou a barganhar e propor duzentos, trezentos, etc. Mas ele ficou firme: nada menos que mil.

Quando o negociante viu que aquele judeu era muito teimoso e que de nada adiantaria discutir, teve que lhe pagar toda a quantia que exigiu, e só então recebeu o papel de volta.

A mulher pediu ao judeu que a levasse ao tsadik de Apta.

– Claro. – Disse o homem.

Lá chegando, a mulher perguntou ao rabino:

– De fato, estou feliz de ter podido ajudar aquele pobre judeu, mas tenho uma pergunta: será que o Mundo Vindouro de meu marido vale mil rublos?

Apter Rebe respondeu-lhe:

– No primeiro negócio, quando ele vendeu seu Mundo Vindouro por um rublo, ele não valia nem mesmo aquele rublo. No segundo negócio, porém, quando comprou o Mundo Vindouro por mil rublos, e ajudou um judeu pobre a casar sua filha, seu Mundo Vindouro passou a valer muito mais que mil rublos, e não pode ser avaliado em dinheiro.

Adaptado de

“Sipurei Chassidim”

R. Shlomô Yossef Zevin

Torá, pág. 517-519.

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Eliyáhu ben Yaakov

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VIDA LONGA

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O Rabino Yitschak Wineberg, sheliach do Rebe em Vancouver, Canadá, relatou o seguinte:

Em 1987, minha mãe veio de Nova York para visitar minha família em Vancouver, e quando estava conosco, teve um ataque cardíaco. Depois que ela foi hospitalizada, meu pai telefonou para o escritório do Rebe pedindo uma berachá, mas a resposta que recebeu foi que o Rebe tinha dito: “Já a abençoei com uma vida longa.” (Depois eu soube que o Rebe estava se referindo a 1965, quando ele tinha dado a ela aquela bênção.)

Minha mãe faleceu três dias depois. Ela tinha apenas sessenta e sete anos.

Ficamos arrasados e não estávamos entendendo o que a mensagem do Rebe tinha a ver com o que acontecera. Mas quando saí para comprar algo, me encontrei com o cirurgião que operara minha mãe. Começamos a conversar e ele disse: “Sua  mãe teve uma vida longa.”

“Como pode falar uma coisa dessas?” – Respondi. – “Ela só tinha sessenta e sete anos!”

“Sim”, disse ele, “mas quando ela estava no hospital, descobri que ela tinha um defeito no coração. As pessoas que têm esse defeito, geralmente, não passam dos quarenta ou, no máximo, cinqüenta. Principalmente mulheres, que têm filhos. Muitas morrem no parto ou pouco depois. Portanto, sua mãe, realmente teve uma vida longa.”

Imediatamente telefonei para meu pai. Quando ele ouviu isso, ficou muito emocionado. “Agora entendo o que o Rebe quis dizer!” – Disse.

Minha mãe tinha quarenta e dois anos quando teve minha irmã, sua criança mais nova. O Rebe lhe deu aquela berachá para uma longa vida três anos depois. E ela viveu mais vinte e dois anos depois disso!

Adaptado de:

“My Real Name is Chana”

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MEU NOME É CHANA

BS’D

O Rabino Yistchak Wineberg é diretor do Chabad de British Columbia, Vancouver, Canadá, há mais de quatro décadas.

Relatou o seguinte para My Encounter, da JEM em novembro de 2018:

Como emissário de Chabad em Vancouver, eu costumava visitar semanalmente uma empresa de eletrônica que pertencia a dois amigos e colaboradores – Carl Stein e Ben Tessler – estudava Torá com eles e frequentemente falávamos sobre o Rebe e o poder de suas berachot.

Eles tinham um advogado, um judeu chamado Brian Kershaw. Certo dia, em 1976 ou 77, Brian me perguntou: “O Rebe também abençoa não-judeus?”

“Claro”, respondi.

“Minha esposa está doente”, disse ele. “E eu gostaria que o senhor pedisse ao Rebe uma bênção para que ela se cure.”

Escrevi uma carta para o Rebe, dando o nome dela, e o nome de seu pai, como é o costume quando se pede uma bênção para um não-judeu. (Quando se pede uma bênção para um judeu se dá o nome da mãe, pois de acordo com a lei judaica, a identidade da pessoa é determinada pela mãe).

Uma semana ou dez dias depois, quando a carta chegou a Nova York – isso foi antes das máquinas de fax – o secretário do Rebe, Rabino Binyomin Klein, me telefonou dizendo que o Rebe queria saber o nome da mãe dela.

“Mas ela não é judia”, respondi.

“Eu sei”, disse o Rabino Klein, “mas o Rebe pediu o nome da mãe dela.”

Telefonei para Brian, e ele me disse que o nome de sua sogra era Ana. Mas ficou tão confuso quanto eu pelo pedido do Rebe e comentou o assunto com sua esposa. Ela acabou telefonando para sua mãe, que morava na França, e lhe perguntou: “Você tem outro nome, além de Ana?”

“Por que está perguntando?” A mãe quis saber.

Quando ela ouviu sobre o pedido do Rebe, ficou muito quieta. E em seguida falou: “Ele deve ser um homem muito santo.”

E confessou à filha que nascera de pais judeus e que, quando criança, durante a Segunda Guerra Mundial, foi escondida num mosteiro. Quando a guerra acabou, não retornou a suas raízes judaicas, mas acabou se casando com um francês católico e vivendo a vida como católica.

“Meu verdadeiro nome é Chana”, disse à filha. “Sou judia, bem como você.”

O Rebe sabia da verdade –que Brian era casado com uma mulher judia.

Adaptado de:

“My Real Name is Chana”

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac bem Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid bem Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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