Archive for história

“Vi que D-us existe”

BS’D

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Em 1985, quando Chaya Rivka, a filha mais velha do Rabino Yitschak Dovid Grossman, rabino-chefe de Migdal Haemek, Israel, chegou da escola com um olho inchado, o rabino e sua esposa não deram importância. Mas seu olho continuou a inchar, e dele começou a sair pus e sangue.

Levaram Chaya Rivka aos melhores especialistas de Israel, mas nenhum deles conseguiu identificar o problema. Alguns disseram que era alergia, outros disseram que havia um problema no próprio olho, ao passo que outros disseram que era um problema dermatológico. Enquanto isso, o olho só piorava.

Pouco depois o rabino precisou fazer uma viagem aos Estados Unidos, onde lhe sugeriram que ele consultasse o Dr. Albert Hornblass, de abençoada memória, que era um oftalmologista muito capacitado. O rabinho levou a documentação médica de sua filha, e explicou todos os detalhes de seu caso. O médico respondeu que precisava examinar a paciente. Imediatamente, o rabino comprou uma passagem para sua filha, que chegou na manhã seguinte.

O vôo de Chaya Rivka aterrissou às 6 da manhã, e assim que ela desceu do avião, pediu que seu pai a levasse para ver o Rebe de Lubavitch. O Rebe costumava chegar a seu escritório às 10 da manhã.  Naquela hora, as pessoas esperavam no caminho para cumprimentar o Rebe ou para receber uma berachá . Quando o carro do Rebe parou, o Rabino Grossman ficou parado bem no meio do caminho, de modo que o Rebe não pudesse deixar de percebê-lo. Quando o Rebe o viu, notou que algo estava errado.

Rebe!” – Exclamou o Rabino Grossman. – “Esta é minha filha, sobre quem escrevi dizendo que ela estava com um problema no olho. Ela precisa de uma recuperação completa. Por favor, o Rebe pode lhe dar uma berachá?”

O Rebe olhou para ela e disse: “Verifique a mezuzá imediatamente, e ela terá uma recuperação completa e imediata.”

Sem perder tempo, o Rabino Grossman telefonou para Israel e pediu que a mezuzá fosse verificada. Sua esposa a levou imediatamente para seu escriba, e o que ele descobriu foi impressionante. Na frase “entre teus olhos”, a palavra einecha, “teus olhos” estava apagada. Sua esposa imediatamente afixou uma mezuzá nova e kasher.

O rabino desligou o telefone e foi rezar a oração matinal. Quando acabou, encontrou Chaya Rivka, que lhe disse que seu olho estava com uma sensação estranha. Ela resolveu dormir um pouco. Quando acordou, seu olho tinha, miraculosamente, voltado ao normal.

Eles tinham um horário marcado com o Dr. Hornblass para aquela tarde e resolveram não desmarcar. Quando o médico examinou Chaya Rivka, ficou espantadíssimo. Não tinha explicação para seu olho ter se curado durante um cochilinho. O Rabino Grossman contou ao médico sobre sua conversa com o Rebe e o milagre com a mezuzá.

Dezoito anos depois, o Rabino Grossman foi o convidado especial para um evento em uma comunidade em New Jersey. No Shabat, quando o rabino entrou na sinagoga, um judeu que estava rezando com um talit, correu a seu encontro, e começou a abraçá-lo e beijá-lo.

Era o Dr. Hornblass. Chorando disse ao rabino: “Vi o milagre do Rebe de Lubavitch com sua filha e vi que D-us existe.”

Adaptado do livro:

“Guardian of Israel – Miracle Stories of Tefillin and Mezuzah”

por Rabino Aaron L. Raskin

(Inglês)

Págs. 28-29

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

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Assim Mesmo!

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Rebbe 2

Mashiach vai chegar de repente?

O Rabino Yoel Kahan relata:

Certo dia, os chassidim Shmuel Itche Raices e Moshe Dubinsky estavam parados no 770, na escada que vai do grande zal para o corredor de cima. Estavam conversando sobre como será a chegada de Mashiach, e citaram o Alter Rebe, que disse que enquanto o alfaiate estiver costurando e o sapateiro estiver fazendo sapatos, Mashiach vai chegar de repente.

Naquele instante, o Rebe saiu de seu escritório e se aproximou deles. Um deles cochichou:

“Olhe, Mashiach vai chegar de repente, assim.”

O Rebe ouviu esse comentário e respondeu:

“Sim, exatamente assim!”

De “Kfar Chabad Magazine”

Adaptado de:

http://www.shmais.com/articles/stories?start=240

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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ATÉ UM NÃO-JUDEU ENTENDE

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Durante um farbrenguen em 5713 (1953), o Rebe contou que quando os oponentes do Alter Rebe o denunciaram ao governo russo, o governo enviou um ministro, chamado Dershavin, para descobrir mais sobre ele. O ministro, que era um anti-semita declarado, além de alcoólatra, escreveu que o dinheiro arrecadado pelo Alter Rebe, vinha dos Chassidim. E definiu Chassidim como sendo aqueles que acreditam na chegada de Mashiach, e que, consequentemente, o Templo Sagrado seria construído em breve. Por isso, angariavam fundos para custear a construção do Templo.

O Rebe concluiu dizendo que até mesmo um anti-semita bêbado entendia que um Chassid é alguém que acredita na chegada imediata de Mashiach e está fazendo os preparativos para sua chegada. E isso foi há 150 anos!  

De: “Kfar Chabad Magazine”

Adaptado de:

http://www.shmais.com/articles/stories?start=200

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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Escadas e Desafios

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O rabino Shabsi Slavatitski, shaliach Chabad na Antuérpia, conta sobre o encontro de um dos membros de sua comunidade com o Rebe:

O Rebe olhou para ele. Ele estava tão emocionado que não conseguia falar. O Rebe lhe deu o dólar. Ele estendeu a mão e segurou o dólar, mas o Rebe não soltou a nota, continuou segurando-a. De modo que ele ficou diante do Rebe, segurando o dólar de um lado, enquanto o Rebe o segurava do outro lado. Durante todo esse tempo, o Rebe olhava para ele carinhosamente, sentia que o Rebe estava fazendo seu ultra-som espiritual.

Finalmente, as palavras saíram:

“Estou com um problema…”

O Rebe inclinou-se em sua direção.

“Comecei a me aproximar do judaísmo, mas tenho uma namorada não-judia com quem decidi casar…”

Não conseguiu dizer mais nada. Mas sabia que o Rebe o compreendia. Esperava que o Rebe lhe desse uma bronca, passasse um sermão. Mas o Rebe falou, apenas:

“Tenho inveja de você.”

O rapaz não estava entendendo, mas o Rebe continuou:

“Na vida há muitas escadas. A escada é a escolha. D-us dá a cada um a possibilidade de decidir, e esta é a escada, cujo topo chega até o Céu. Este teste é um desafio para você, ele o elevará às alturas. Jamais tive um teste assim. Se D-us está lhe dando este desafio, é sinal de que Ele acredita em você e lhe dá as forças para resistir e vencer.”

O Rebe concluiu, e só então soltou o dólar.

Conta o rapaz:

“Não sei o que aconteceu comigo depois. Só sei que pouco depois me encontrei num canto da sinagoga chorando. Chorei como uma criança. Senti que as lágrimas estavam me purificando. Alguém perguntou, delicadamente, se eu queria beber alguma coisa. Não esperou a resposta e me deu uma garrafinha de bebida. E consegui me acalmar. Voltei para a Bélgica e me tornei outra pessoa. O encontro com o Rebe mudou minha vida.”

Esse judeu aceitou o desafio. Subiu na escada. Atualmente, M. é um homem chassídico em todos os aspectos. Mora em Êrets Yisrael constituiu uma bela família.

Quanto a nós…

Cada um tem sua escada.

M. entendeu que as dificuldades são, de fato, escadas, que os testes são desafios. Não há outro jeito de se elevar. Só através das escadas. Por mais difíceis que pareçam.

Quando não há dificuldades, não há testes. Quando não há testes, não há escadas. Quando levamos a vida sem desafios, não estamos avançando. Estamos andando em círculos e voltando sempre ao mesmo lugar.

Cada teste revela a confiança que D-us tem em nós. Revela as forças que possuímos. Quando pais amorosos querem revelar o poder de andar que seu filho tem, se distanciam um pouco e o encorajam a caminhar sozinho. Sabemos que os pais acreditam na criança e sabem que ela pode andar. De modo semelhante, quando D-us nos coloca diante de um desafio, está mostrando o amor e a confiança que tem em nós.

Cada teste é uma escada por onde as almas sobem e a Shechiná desce. Quando todas as nossas escadas forem galgadas, a Shachiná descerá por elas, e o Rei Mashiach se revelará. Que seja em breve, realmente!

Adaptado do livro:

Lechanech et Hamêlech Shebaieled”

(Hebaico)

R. Menachem Mendel Hacohen Fridman

Págs.: 45-47

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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Por Entre as Gotas de Chuva

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A Rebetsin Menucha Rachel Slonim, filha do Miteler Rebe muito desejava ir morar em Êrets Yisrael.

Certa vez, adoeceu gravemente e os médicos já tinham perdido as esperanças de que sobrevivesse. Seu pai, o Miteler Rebe, mandou que cochichassem na sua orelha que ele estava dizendo que ela ficaria boa e ainda conseguiria ir morar na Terra Santa. Ela curou-se imediatamente.

E, realmente, no ano 5605, a conselho de seu cunhado, oTsêmach Tsêdek, fez aliá com sua família.

Quando foi se despedir de seu cunhado, o Tsêmach Tsêdek, queixou-se de que estava com medo de viajar devido às chuvas.

O Rebe (o Tsêmach Tsêdek) respondeu:

“Não se preocupe, você vai viajar por entre as gotas de chuva!”

E, de fato, desde aquele dia, até o último dia de sua vida, jamais caiu sobre ela uma gota de chuva.

A Rebetsin e sua família se estabeleceram na cidade de Chevron.

Adaptado de: “Yemei Chabad” (Hebraico),

pág. 67.

Leilui Nishmat:

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Chaim Shemuel ben Aba

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Eliyáhu ben Yaakov

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Dedicação

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O Rabino Binyomin Klein, de abençoada memória, secretário do Rebe, relatou o seguinte fato:

Numa madrugada de inverno em 1966, cerca de 3:30 da manhã, o Rebe já tinha ido para casa – cedo, pois naquela noite não houvera audiências particulares. Naquele instante o telefone tocou. Atendi e perguntei: “Quem fala?”

No outro lado da linha, uma mulher histérica falou:

“Meu bebê! Acaba de cair e se machucou muito.”

Ao que parece, os médicos estavam indecisos a respeito dos procedimentos, devido ao estado grave do neném.

“Por favor, o senhor pode entrar em contato com o Rebe para mim? Preciso de uma berachá e de um conselho, urgente.” Chorava ela.

“Sinto muito”, expliquei, “mas o Rebe já saiu do escritório. Infelizmente isso terá de esperar até amanhã. Mas prometo que pergunto ao Rebe, logo que ele chegar.”

A mãe implorou: “É uma questão de vida ou morte. Preciso de uma resposta agora.”

Olhei para o telefone. O Rebe poderia já estar dormindo. Mas resolvi tentar. Se atendessem ao telefone, eu me desculparia por telefonar tão cedo.

Constrangido, disquei. A Rebetsin atendeu. “Quem fala?”

Disse meu nome e imediatamente comecei a pedir desculpas por telefonar tão tarde.

Em seguida continuei. “Mas há uma senhora que precisa muito. Ela diz que é uma questão de vida ou morte. E descrevi seu problema.

A Rebetsin exclamou:

“Por que você está pedindo desculpas? Pelo contrário, é para isto que meu marido e eu estamos aqui. Nossa missão é servir aos judeus, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Não temos folga.”

Adaptado de “Portrait of a Leader”

Baseado em: http://lchaimweekly.org/ (inglês)

Leilui Nishmat:

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A História de Shirley

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Ouvi a  história abaixo do R. Shneur Ashkenazi num shiur no: http://www.col.org.il/ (hebraico)

Ele a ouviu do próprio Tsvika Zimerman, com quem a história aconteceu.

Aconteceu há uns trinta anos:

Tsvika Zimerman, um bem sucedido executivo de Israel, tinha uma filha única, Shirley, que era excelente nadadora. Previam para ela um futuro brilhante, como campeã de natação. Um belo dia, do nada, a menina começou a queixar-se de dores nos membros. Os médicos prescreveram repouso, mas a coisa foi piorando a ponto de ela não conseguir mais ficar de pé. Literalmente despencava. Todos os exames foram feitos, mas não conseguiam descobrir nem a causa nem a cura de seu mal repentino. A menina estava no hospital e os pais estavam desesperados.

Um belo dia, Tsvika estava no trabalho, tentando se concentrar, apesar dos tsures, quando sua esposa lhe telefonou, de casa.

-“Olha, estão aqui três chabadnikim dizendo que souberam da doença de Shirley, e pedem permissão para mandar o nome dela para o Rebe, com um pedido de berachá.

O pai consentiu. No dia seguinte os rapazes voltaram. Disseram que o Rebe respondeu que rezaria por ela no túmulo do Rebe anterior, e pediu para verificarem as mezuzot da casa. Como isso não lhes custaria nada, consentiram. Quando retiraram a mezuzá do quarto de Shirley, viram que na palavra “uvekumecha” (e ao te levantares) a letra kuf estava totalmente apagada. Foram no carro, pegaram uma nova mezuzá e a afixaram no lugar daquela que estava inválida. Ligaram para o pai no trabalho e disseram para ele ir fazer um lechayim com eles, pois estava tudo resolvido. “Shirley vai ficar boa.”

Os pais da menina não estavam entendendo nada. Ela estava há um tempão doente, no hospital, não podia ficar de pé. Como é que o simples conserto da mezuzá ia curar a menina? E o pai, para que os rapazes fossem embora e deixassem sua esposa em paz, foi para casa fazer o lechayim.

Naquela noite Tsvika não foi ao hospital, mas na manhã seguinte, quando lá chegou para visitar sua filha viu algo surpreendente. Shirley estava caminhando pelo corredor! Apoiada numa cadeira de rodas, mas andando! E foi melhorando. Duas semanas mais tarde voltou a frequentar a escola.

Passaram-se dez anos. Shirley, cresceu, casou-se, mas não conseguia engravidar. O pai estava muito chateado. Certa vez, estava, a negócios, em Alma Ata, no Cazaquistão. E soube que lá é o túmulo do grande rabino e cabalista R. Levi Yitschak Schneerson, pai do Rebe. Resolveu visitar seu túmulo. Lá, falou Tehilim,e depois, muito emocionado, exclamou:

“Rabino, minha filha, Shirley, também é filha de vocês, chabadnikim. Seu filho salvou a vida dela. Agora, por favor, reze por ela para que tenha filhos.”

Estava muito inspirado, e de lá foi ao Beit Chabad de Alma Ata. Foi chamado para a Torá e o último versículo de sua alilá foi:

“Na época designada, Eu retornarei a ti no momento (que agora) vivemos, e Sara terá um filho.” (Parashá Vayerá, Bereshit 18:14)

Sentiu-se mais animado e voltou para casa. Nove meses e meio depois, Shirley teve um menino.

E Tsvika Zimerman concluiu dizendo:

– “Minha filha, Shirley, e meu neto, Liam, são um projeto em sociedade, do Rebe e do pai dele.”

Baseado em:

http://www.col.org.il/show_news.rtx?fromAdmin=yes&artID=94387

(Hebraico)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Eliyáhu ben Yaakov

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“O Grande Casamento”

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As estradas para Zhlobin, Ucrânia, estavam abarrotadas de chassidim que estavam indo para o casamento da filha do Rabi Dovber (o segundo Rebe de Chabad-Lubavitch) com o neto do Rabi Levi Yitschak de Berditchev. Esse casamento ficou conhecido como “o grande casamento em Zhlobin”. À medida que o dia do casamento se aproximava e os preparativos se intensificavam, a expectativa ia aumentando.

A noiva e sua família chegaram em Zhlobin alguns dias antes do casamento, liderados pelo avô, fundador da Chassidut Chabad, Rabi Shneur Zalman, e seu filho, Rabi Dovber, que depois tornou-se o Miteler Rebe. Rabi Levi Yitschak e a família do noivo chegaram a Zhlobin na véspera do casamento.

Rabi Shneur Zalman disse a seu filho que fosse cumprimentar o Rabi Levi Yitschak. Rabi Dovber empalideceu e disse: “Papai, o senhor sabe que ele está chateado comigo porque ensino chassidut minuciosamente e em público! Tenho medo de ir sozinho me encontrar com ele.”

“Por favor vá, meu filho, e não tenha medo”, disse o Rabi Shneur Zalman.

Rabi Dovber vestiu o casaco, pegou sua bengala e foi visitar o Rabi Levi Yitschak. Entrou na sala, amedrontado, e seus temores eram justificados. Quando Rabi Levi Yitschak o viu, franziu o rosto, em surpresa e desgosto. Foi direto ao assunto, sem cumprimentar e sem esconder seu aborrecimento.

“Você tem permissão para revelar tão grandiosa sabedoria? É proibido falar sobre esses segredos para quem jamais viu o rosto de nosso mestre, o Báal Shem Tov!” E, apontando para Rabi Dovber disse: “E ele os revela abertamente, diante das massas!”

Rabi Dovber saiu correndo da sala e voltou para onde estava seu pai, muito consternado. “Papai, o tsadik ainda está aborrecido, e estou com medo.”

Rabi Shneur Zalman percebeu que era importante resolver essa questão antes do casamento, e foi com seu filho para endireitar as coisas. Os dois tsadikim encontraram-se e se cumprimentaram calorosamente. Em seguida, sentaram-se para conversar.

“Por que você está chateado com meu filho, Berel?” – Perguntou o Rabi Shneur Zalman.

Rabi Levi Yitschak pensou um pouco e respondeu: “Você sabe que a proibição não é minha. É uma orientação de nosso Rebe (o Maguid de Mezritch), que só pode ensinar chassidut em público quem viu o rosto do Báal Shem Tov. Como é que seu filho pode expressar pensamentos tão profundos?!”

Rabi Shneur Zalman respondeu: “Meu filho, Berel, só diz o que ouviu de mim, e eu vi nosso mestre, o Báal Shem Tov.”

“Numa visão ou literalmente?” – Insistiu Rabi Levi Yitschak.

“Acordado, obviamente!”

“Se é assim, vamos ouvir o que ele tem a dizer.”

Rabi Dovber estremeceu. Dizer chassidut diante dos dois tsadikim era algo extremamente difícil. Por falta de opção, Rabi Dovber começou a falar discursos chassídicos profundos, e os dois tsadikim escutaram atentamente.

Rabi Dovber estava totalmente imerso no que dizia, elevou-se aos mundos espirituais superiores. Rabi Levi Yitschak percebeu os segredos da Torá contidos no que Rabi Dovber estava dizendo. E viu, com sua inspiração divina, que a fonte era elevadíssima.

A santidade era tamanha que Rabi Levi Yitschak não se conteve: levantou-se e cobriu o rosto de Rabi Dovber com um talit, dizendo: “Oy, que D-us não permita que os anjos de fogo tenham inveja de você. Cuidado com o mal olhado.”

Em seguida, voltou-se para Rabi Shneur Zalman e disse: “Nem mesmo o grande Rabi Shimon Bar-Yochai, o Rashbi, conseguiu chegar a uma fonte tão elevada. Como foi que seu filho conseguiu?”

Rabi Shneur Zalman concentrou-se em seus pensamentos, parecia que seu espírito estava num outro mundo. Mas depois de algum tempo respondeu: “Quando este meu filho nasceu, eu queria lhe dar o nome de Hamnuna, em homenagem a Rav Hamnuna Sava, cuja alma originava-se nos mundos mais exaltados e ocultos. Esse nome era apropriado para o nível da alma de meu filho. Mas nosso Rebe, o Maguid, apareceu-me num sonho e me disse para lhe dar o nome de Dovber (o nome do Maguid). Portanto, fique sabendo que meu filho alcançou segredos tão ocultos e elevados porque a fonte de sua alma está com Rav Hamnuna Sava.”

Rabi Levi Yitschak insistiu para que Rabi Dovber tivesse a honra de sair da sala em primeiro lugar. “Você me ensinou”, disse humildemente. Rabi Dovber não queria passar na frente de seu pai nem de Rabi Levi Yitschak. Cada um queria dar a honra ao outro, e não havia solução. Até que os chassidim quebraram as paredes da porta e os três tsadikim saíram juntos.

Cnforme relatado por Menachem Zeigelbaum, adaptado de Beis Moshiach Magazine.

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

Leilui Nishmat:

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“NÃO SOU RELIGIOSA”

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Hotel

Quando o Rebe anterior chegou aos Estados Unidos e deu início ao grande desabrochar do judaísmo americano, a vida ainda era complicada para quem quisesse cumprir Shabat. O trabalho era obrigatório nos sábados. E quem faltasse no Shabat era despedido na segunda-feira, e tinha de procurar novo emprego. Assim, muitos judeus passavam necessidades, tendo que sair à cata de um novo emprego cada segunda-feira.

Uma mulher judia, mãe de filhos, tentou durante algum tempo viver assim, mas acabou desistindo e passou a trabalhar no Shabat. Ela enriqueceu muito e ajudava muito a Yeshivá.

Certa vez, foi recebida em yechidut pelo Rebe anterior, que começou a lhe dar um monte de berachot. Ela se sentiu muito mal, não se conteve e exclamou:

– Mas Rebe, eu não sou mais religiosa!

Ao que o Rebe respondeu:

– Minha filha, quem somos nós para dizer quem é religioso?

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Mordidinha Supérflua

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É sabido que o Miteler Rebe não mostrava muitos milagres, a não ser em Lag Baômer.

Certa vez, em Lag Baômer, uma mulher que não tinha filhos o procurou e pediu uma berachá. O Rebe aconselhou-a que comesse alguma coisa assim que acordasse pela manhã. Um ano depois a mulher teve gêmeos. Disse o Miteler Rebe: “Vai ver que comeu mais do que falei, e o pedaço supérfluo é mitnagued. E, de fato, um dos filhos foi chassid e o outro, mitnagued.

(Adaptado do livro “Shmuot veSipurim” (hebraico),

do Rabino Refael Nachman Hacohen, a’h), Vol II, pág. 87)

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