BS’D

Ingredientes:
Alface, talos de salsão, laranja picada, sementes de girassol, chia, azeite de oliva, sal, limão.
Modo de Fazer:
Misture tudo e…
Lebriut!
BS’D

Lubavitch
Conta sua mãe, a Rebetsin Rivka, esposa do Rebe Maharash (Rebe Shemuel, quinto rebe da dinastia Chabad):
No dia 10 de Kislev de 5620 sonhei que vi minha mãe (Rebetsin Sara, filha do Miteler Rebe) e meu avô, o Miteler Rebe, e ambos estavam com o rosto iluminado.
Minha mãe me disse:
– Rivka, você e seu marido escrevam um Sêfer Torá.
E meu avô, o Miteler Rebe, disse:
– E vocês terão um filho bom, e não se esqueçam de lhe dar meu nome.
E minha mãe acrescentou:
– Rivka, você está ouvindo o que meu pai está lhe dizendo.
E eu acordei.
O dia inteiro fiquei preocupada com o sonho, mas com meu marido, o Rebe Maharash, não falei nada nem lhe contei sobre o sonho.
Dois ou três dias depois, minha sogra ficou com febre, e eu cuidei dela. De noite a febre passou e de manhã ela melhorou.
Depois da reza meu sogro, o Rebe Tsêmach Tsêdek, entrou no quarto de minha sogra para visitá-la, e ela lhe contou que tinha sonhado um sonho, de noite. Meu sogro disse: “Consta na Guemará (Berachot 55,2) que sonhar é bom para os doentes. E sobre sonhos há duas opiniões, uma delas acredita em sonhos e a outra não acredita neles.” E voltou-se para mim e disse:
“Um bom sonho, é óbvio que é preciso realizá-lo…”
Quando meu sogro saiu e refleti no que havia dito sobre os sonhos, e suas últimas palavras sagradas, de que um bom sonho é óbvio que é preciso realizá-lo, refleti sobre a visão do sonho que tive em 10 de Kislev, e resolvi contar o sonho a meu marido.
Porém, quando cheguei em casa encontrei nossa filha Devora Léa com dor de garganta e febre alta, e durante alguns dias estive tão ocupada que me esqueci do assunto. Depois de uns três dias a febre passou e Devora Léa ficou boa.
Na noite de Yud Tet Kislev sonhei novamente que vieram ter comigo minha mãe, a rabanit, meu avô, o Miteler Rebe e mais um homem idoso.
Minha mãe me disse:
– Rivka, você e sue marido devem escrever um Sêfer Torá.
Meu avô, o Miteler Rebe, disse:
– E vocês terão um filho bom.
O homem idoso falou:
– Amen, assim fale Hashem.
E minha mãe concluiu:
– Vovô (o Alter Rebe), dê-lhe uma berachá. E ele me abençoou.
Meu avô, o Miteler Rebe, e minha mãe responderam amen e eu também falei amen em voz alta, e acordei.
Meu marido, o Rebe Maharash, já tinha acordado, mas ainda estava no quarto, e me perguntou o que foi aquilo, que ele me ouviu falar amen. Fiz netilat yadayim e lhe falei que tive um sonho e que iria a seu escritório uma hora depois para contar-lhe.
Contei para meu marido sobre o sonho de 10 de Kislev palavra por palavra, bem como o sonho da noite anterior. Disse-me meu marido: “É um sonho bom, por que você não me contou logo que sonhou em 10 de Kislev?Sonhos assim são sobre coisas muito elevadas.
E expressou seu desejo de que o Sêfer Torá fosse escrito em pergaminho de couro de animais em que foi feita shechitá e kesherim.
Um pergaminho assim não é fácil de encontrar, e umas cinco semanas se passaram até que foram conseguidas algumas folhas de pergaminho.
Meu sogro, o Tsêmach Tsêdek, disse a meu marido que o Sêfer Torá deveria começar a ser escrito secretamente, apenas com a presença de seu irmão, e que o começo da escrita seria em seu escritório. E no dia 15 de Shevat teve início a escrita do Sêfer Torá discretamente no escritório de meu sogro.
Meu marido apressou o sofer, e no mês de Elul, o Sêfer estava quase pronto. Meu marido pensou que um dia depois de Yom Kipur, que caiu numa quinta-feira, seria a conclusão, para mazal tov, e meu sogro concordou.
Eu estava grávida e não pude participar dos preparativos para a refeição de mitsvá da conclusão, pois meu marido queria fazer uma grande refeição, e meu sogro concordou, e contrataram um homem especial para organizar tudo.
Em Rosh Hashaná e nos Dez Dias de Arrependimento foi divulgado que um dia depois de Yom Kipur seria o siyum (conclusão) do Sêfer Torá, e vários dos hóspedes que tinham vindo para Yom Kipur ficaram para o siyum.
No dia seguinte a Yom Kipur, de manhã bem cedo, meu sogro chamou meu marido e lhe disse: “Hoje haverá uma grande refeição, eu também estarei presente na seudá e falarei chassidut, mas o siyum não será hoje.” Não explicou o motivo.
Na segunda-feira, 13 de Cheshvan, meu sogro chamou meu marido e lhe disse:
“Hoje à noite, chame o sofer para meu escritório e chame sua mãe e vamos fazer o siyum do Sefer Torá discretamente.
Eu costurei a capa do Sêfer Torá, e quando levei a capa para o escritório de meu sogro, ele me disse: “Mazal Tov, que Hashem realize a berachá que lhe deram meu sogro (o Miteler Rebe) e meu avô (o Alter Rebe).”
Na segunda-feira, 20 de Cheshvan de 5621 às 9:00 da manhã, dei à luz meu filho, para mazal tov e para longos dias e anos.
(“Otsar Sipurei Chabad”, Vol IX, págs.3-6)
(Hebraico)
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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
Miriam bat Yaakov
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D
BS’D

Quando o Rebe Anterior, Rebe Yosef Yitschak Schneersohn, o Rebe Rayats, chegou aos Estados Unidos, no início dos anos 40, ele tinha um médico que costumava ir a sua residência e lhe aplicar injeções para tratar sua paralisia. Ficaram amigos, e o médico costumava visitar o Rebe só para conversar.
Em uma dessas visitas, o médico percebeu um cinzeiro cheio de bitucas de cigarro. Naquela época, o Rebe anterior fumava muito. O médico, então, mencionou que uma pesquisa recente parecia indicar que fumar fazia mal à saúde. Isso aconteceu muito antes disso tornar-se conhecimento público.
Mas tarde, enquanto conversava, o médico, que era fumante, pegou um maço de cigarros e ofereceu um ao Rebe. O Rebe recusou, dizendo. “Não fumo.” O médico ficou surpreso, e o Rebe explicou. “Você me disse, há menos de meia hora, que não é saudável fumar. Portanto, não fumo.”
Teshuvá é isso. Ao perceber que era errado, acabou. Tornou-se de imediato, fora de questão. A partir daquele momento ele não fumava mais. Não houve “É mesmo? Tenho de parar? Não posso fumar nem mais um cigarrinho?” Ou “Talvez eu possa ir reduzindo aos poucos?”
Quando o Rebe falou: “Não fumo”, ele quis dizer: “Estou livre.”
Este é o verdadeiro significado de livre arbítrio: Posso me libertar. Sou livre para assumir qualquer identidade que eu quiser. Posso optar por me ver tendo o caráter e a capacidade que me façam bem.
Teshuvá não é ficar deprimido, achando-se um lixo.
Teshuvá é recalcular a rota, modificar nossa autoimagem – e com alegria!
Baseado no livro:
Creating a Life that Matters:
How to live and love with meaning and purpose
Do Rabino Manis Friedman e Rivka Goldstein
Pág. 192
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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
Miriam bat Yaakov
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Chaim Shemuel ben Aba
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Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D
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“Houve fome na terra [de Canaã]” (Bereshit 12:10)
“Na fome nos alimentou na saciedade nos sustentou.”
(prece de Shabat)
Um grupo de negociantes de cereais abastados foi procurar o Rav David’le de Talna za’l, a fim de lhe pedir conselho e berachá: Como no ano anterior tinha havido uma seca, o preço dos cereais tinha subido muito. Diante disso, pensaram que neste ano também, os cereais fossem estar em alta. Por isso, no início do ano não quiseram vender sua mercadoria, e esperaram que o preço subisse mais. Mas acontece que o preço foi descendo cada vez mais e eles iam ter muito prejuízo.
O tsadik lhes respondeu:
– Quem alimenta e sustenta os pobres num ano de fome, alimentará e sustentará os ricos no ano de fartura…
Do livro: Sipurei Chassidim – Torá
Do Rav Shlomo Yossef Zevin, pág. 46
(Hebraico)
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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
Miriam bat Yaakov
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D
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Ver a luz através da escuridão.
Como dá para enxergar a luz numa realidade escura?
No programa feminino que apresento, tenho o privilégio de receber e entrevistar mulheres inspiradoras.
Cada entrevista é uma experiência única: Começo a entrevista sem saber aonde ela vai me levar. Embora eu prepare com antecedência perguntas, a entrevistada se abre diante das câmeras e, por vezes vai para uma direção totalmente diversa. Pontos que foram discutidos em nossa conversa inicial nem sempre são abordados, e pontos diferentes e mais profundos sobem à tona. A dinâmica entrevistadora-entrevistada cria uma conversa que não foi planejada nem estava no script.
Uma das entrevistas mais poderosas que já fiz foi com a parlamentar Limor Son Har-Melech. Enquanto uma entrevista tem a duração média de cerca de quarenta minutos, a dela foi de duas horas.
Ela abriu seu coração e contou sua história: Descreveu como seu marido Hy’d foi assassinado a seu lado, no carro, por terroristas. Ela estava no sexto mês de gravidez e teve uma cesariana de emergência. Passou por muitas cirurgias e três anos de reabilitação para se recuperar por completo de suas feridas.
Na época ela morava em Chomesh, onde começou a retirada dos assentamentos. A casa dela foi a última a ser evacuada. Quando os soldados entraram, ela lhes disse: “Antes de cumprir suas ordens, olhem pela janela e vejam os árabes.”
Eles olharam para fora e viram os árabes gritando em
êxtase: “Bom para vocês, soldados de Israel! Continuem a destruir suas próprias casas.”
“Vocês precisam entender”, ela disse aos soldados, “que o que eles não conseguiram fazer em anos, jogando coquetéis Molotov e pedras, vocês fizeram em uns poucos dias. Vocês nos arrancaram de nossa terra. Vejam como eles estão felizes! Vocês entendem o que estão fazendo? Isto é uma destruição completa.”
Os soldados começaram a desocupar a última casa… a casa dela. A dor era insuportável. No meio do caos, o pai de seu marido assassinado, que tinha ido ficar com eles naquele período, disse para todos: “Nós vamos sair daqui cantando e dançando.”
Ele reuniu um grupo de pessoas, e eles começaram a dançar, cantando: “Ainda vamos voltar.”
Limor sentiu-se como se estivesse vendo Rabi Akiva. Todos em volta dele choravam, mas ele, ria. Ele sabia que se a profecia do castigo estava acontecendo, a profecia da consolação com certeza se realizaria.
Essa história me emocionou muito… Durante as duas horas que passei com ela acabei com uma caixa inteira de lenços de papel. Saí da entrevista pensando: De onde ela consegue essa força para superar testes assim?
Peguei alguns pontos da entrevista para incorporar a minha própria vida. Mas o ponto que mais me marcou foi o fato de que precisamos viver como Rabi Akiva. Precisamos mudar nossa percepção e nos elevar acima da loucura deste mundo. Podemos viver no caos, com ataques terroristas e caos interpessoal, e mesmo assim rir e ver a Gueulá chegando.
Do livro: “Who Are Your?”
De: Moran Koors
Págs. 134-135
(Inglês)
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D
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Arte by Michoel Muchnik
O Rav Yitschak de Neschij contou que seu pai, o Rav Mordechai za’l (conhecido como o velho rav de Neschij), antes de ser nomeado rabino, era negociante. E de cada viagem de negócios que fazia, economizava um pouco para poder comprar um etrog para a mitsvá de Sucot. Até que conseguia juntar toda a quantia necessária para comprar um etrog.
Certa vez, conseguiu juntar assim seis rublos de prata para comprar o etrog e viajou para Brod, para comprar o etrog, pois morara naquela época numa cidadezinha próxima a Brod.
No caminho, encontrou um carregador de água, que transportava a água numa carroça puxada a cavalo. O cavalo morreu, o homem estava chorando e suspirando por isso.
O rabino perguntou:
– Por que você está chorando?
O homem lhe contou tudo o que acontecera. Imediatamente, o rabino lhe deu os seis rublos de prata para que comprasse outro cavalo.
E o rabino disse:
– E qual a diferença? Etrog é uma miitsvá de Hashem, e isto também é uma mitsvá de Hashem.
E disse brincando:
-Todo mundo faz uma berachá sobre o etrog, e eu vou fazer uma berachá sobre o cavalo…
Mas acabou ganhando um etrog bonito e mehudar. E além da “berachá do cavalo” fez também a berachá do etrog.
Adaptado do livro: Sipurei Chassidim
Do Rabino Shlomo Yossef Zevin
Moadim
Pág. 122
(Hebraico)
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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
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Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
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Teshuvá é o melhor negócio do mundo.
Por quê?
Porque transforma o prejuízo em lucro.
Pecados se transformam em mitsvot.
Pecados intencionais viram méritos.
Adaptado de: Sichat Hashavua (2/10/24)
(hebraico)
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
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Arie Leib ben Yaakov
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Massada
Recentemente, os jornais publicaram a notícia de um judeu israelense, residente na Turquia, que, por muito dinheiro, havia sido recrutado pelo Irã para ajudar o Irã em sua luta contra Israel.
Baruch Hashem ele foi pego antes de conseguir causar qualquer mal.
O interessante é que, ao ser pego ele desabafou:
“Que sorte que vocês me pegaram!”
Vejam: o homem ia cometer um crime/pecado grave, que poderia ter nos prejudicado muito e com isso ganharia muito dinheiro. Mas na verdade, ficou feliz por não ter conseguido fazer isso. Ele estava, simplesmente dominado pelo Yêtser Hará. Mas sua essência estava pura e cristalina.
Consta no livro sagrado Tanya, escrito pelo primeiro Rebe de Chabad, que um judeu só peca quando é dominado por um espírito de insensatez.
Foi o que aconteceu com aquele judeu, e é o que acontece com cada um de nós, quando não nos comportamos como devemos.
Hashem sabe disso e, por isso mesmo, com certeza nos abençoará com um ano bom e doce. Um ano de Mashiach e redenção.
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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
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Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
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Ingredientes:
3 trouxinhas de macarrão cabelo de anjo
3 ovos
4 colheres de sopa de passas
4 colheres de sopa de açúcar
1 colherinha de sal
1 colher de sobremesa de canela em pó
1 maçã ralada
Um pouco de óleo para untar a forma
Sumo de meio limão
Modo de Fazer:
Ponha as passas de molho em água fervente
Aqueça o forno
Rale a maçã e a deixe de molho no limão
Cozinhe o macarrão em água com o sal, escorra e deixe esfriar
Misture o macarrão, os ovos, a canela, o açúcar, a maçã (drenada) e as passas
Asse em forma untada com óleo durante cerca de 40 minutos em forno médio. (Até dourar e um palito sair seco)
Lebriut!
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Há mais de cem anos, na cidade de Belz, havia um Rebe muito santo chamado Rav Shalom de Belz. Tinha milhares de chassidim, e seu nome era famoso em grande parte do mundo judaico.
Certo ano, na primeira noite de Selichot (preces penitenciais que são ditas antes de Rosh Hashaná), em vez de ir para a grande sinagoga para assinalar o início das preces, Rav Shalom pediu a seu ajudante para aprontar a carruagem, pois iriam para a floresta.
O espantado ajudante pensou nos milhares de Chassidim que estavam esperando o Rebe chegar na sinagoga para iniciar as preces. Mas sabia que não devia fazer perguntas, e foi aprontar a carruagem.
Depois de viajarem durante uma meia hora, o Rebe fez sinal para o assistente para que ficasse na carruagem enquanto ele foi andando por uma trilha estreita. Na distância havia uma cabana.
O Rebe foi até a janela da cabana e olhou para dentro. Lá estava sentado um Chassid idoso, sozinho, perto de uma mesinha. Sobre a mesa havia uma garrafa de vodca e dois copinhos: um diante dele e o outro, diante de uma cadeira vazia na sua frente.
Através da janela o Rebe viu o Chassid levantar seu copo de dizer “lechaim” (à vida) e beber a vodca. Em seguida viu o Chassid beber o segundo copo também. Repetiu isso mais duas vezes. Depois disso o Rebe voltou rápido para a carruagem. E voltou para Belz com seu ajudante.
Quando as portas da sinagoga se abriram e o Rebe entrou, a congregação ficou em silêncio. Todos os olhares acompanharam o Rebe até seu lugar na frente da sinagoga e o salão irrompeu em preces dando início às Selichot.
Quando as Selichot foram concluídas, o Rebe voltou-se a seu assistente e disse: “Tem um Chassid idoso que chegou atrasado e com certeza vai acabar depois que todos foram embora. Por favor, espere ele acabar e lhe diga que quero que ele venha a meu escritório.”
Cerca de meia hora depois, Zelig estava, trêmulo, diante de Rav Shalom. “Quero que me diga o que você fez em sua casa, antes de vir para cá, hoje à noite”, começou o Rebe. “Por que você estava com dois copos de vodca e com quem fez lechaim?”
“O Rebe está sabendo disso!?” Perguntou, com os olhos arregalados de espanto.
“Estive na sua casa e vi o que aconteceu. Mas quero entender o que você fez lá”, explicou o Rebe.
“Sou pobre, Rebe, não tenho filhos e minha esposa faleceu há anos. Vivo só, com meus poucos animais, quer dizer, até poucos meses atrás. Minha vaca adoeceu e eu rezei para D-us curar a vaca. ‘Afinal de contas’, eu disse para D-us ‘Você criou o mundo inteiro e tudo o que há nele, com certeza pode curar uma vaca!’
“Mas a vaca piorou. Então eu disse: ‘Escute, D-us, se Você não curar essa vaca, não vou mais para a sinagoga!’ Achei que se D-us não liga prá mim, quer dizer, não é nada para Ele curar uma vaca velha! Então por que devo ligar? Mas a vaca morreu e eu fiquei bravo e… parei de ir à sinagoga.
“Aí minha cabra ficou doente. Eu disse para D-us: ‘O quê? Não bastou? Acha que estou blefando? Se esta cabra morrer não vou mais colocar tefilin!’ A cabra morreu e eu parei de botar tefilin.
“Aí minhas galinhas adoeceram e eu disse a D-us que se elas morressem eu não iria mais guardar Shabat. Uma semana depois eu fiquei sem galinhas e D-us ficou sem meu Shabat.
“Bom, aguentei mais de uma semana até que, de repente, percebi que a época das Selichot estava chegando. Pensei; ‘Zelig, você não vai dizer Selichot com o Rebe? Tá louco!?? Mas por outro lado, eu estava bravo com D-us e não estava indo na sinagoga.
“Então me lembrei que certa vez, eu discuti com Shmerel, o açougueiro. Durante cerca de um mês a gente nem falava ‘oi’. Até que uma noite, ele veio até minha casa com uma garrafa de vodca e disse: ‘Vamos esquecer o passado e voltar a ser amigos. Nós, judeus, já temos muitos inimigos.’ Aí falamos “lechaim” três vezes, apertamos as mãos e até dançamos um pouco juntos, e ficamos amigos de novo.
“Pensei que poderia fazer o mesmo com D-us. Eu O convidei para sentar na minha frente, servi dois copos e disse: ‘Escute, D-us, Você esquece minhas falhas e eu esqueço as Suas. Tudo bem?’
“Bebi meu copo e entendi que D-us queria que eu bebesse o d’Ele. E depois que fizemos isso mais duas vezes, me levantei e dançamos juntos! Aí me senti melhor e vim para as Selichot.”
O Rebe ficou muito sério. Olhou intensamente para os olhos inocentes de Zelig e disse: “Escute, Zelig. Antes de começarmos as Selichot, vi que no Céu havia um decreto terrível sobre nossa sagrada congregação. O motivo era que os Chassidim estavam dizendo as palavras do livro de reza, mas não estava rezando para D-us com sinceridade. Mas você, Zelig, conversou com D-us como se Ele fosse seu amigo. Seu coração simples salvou toda a comunidade!”
Adaptado de www.ohrtmimim.org/torah
adaptado de:
http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5763/787.htm#caption9
(Inglês)
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D