BOLO COM NOZES

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Ingredientes:

3 ovos

1 pitada de sal

½ copo de óleo

1/2 ( ou 3/4) copo de açúcar

½ copo de farinha

2 colheres de sopa de techina

1 colher de chá de fermento

1 punhado de nozes picadas

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Unte e polvilhe uma assadeira de aproximadamente 26×18 cm

Bata os ovos, o sal, o óleo e a techina.

Acrescente a farinha e bata bem.

Acrescente o fermento e misture.

Por fim, as nozes e misture um pouco.

Asse 10 minutos em forno moderado e, em seguida, baixe o fogo e asse até que um palito saia seguinho.

Lebriut!

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VER O ROSTO DO REBE

BS’D

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Nos séculos XVIII e XIX, na Rússia, os Czares implementaram uma lei que obrigava os meninos judeus a servir no exército russo durante 25 anos, a fim de que fossem russificados. Lá, ensinavam-lhes a ser soldados cristãos ortodoxos russos orgulhosos, e a dedicarem a vida à pátria.

Dentre os convocados judeus, alguns meninos conseguiram manter seu judaísmo, apesar das torturas, espancamentos e pressão psicológica. Mas foram poucos. A maioria morreu ou se converteu.

Eli Leib Itzkovitz fez parte da maioria. Foi recrutado com 12 anos de idade. Fraco, solitário e amedrontado. O padre parecia tão caloroso e amigável ao falar sobre a igreja (e tão amedrontador quando falava sobre os que não aceitaram o deus cristão), que Eli se converteu facilmente.

Mudou seu nome para Sasha e foi subindo na hierarquia do exército. Quinze anos depois estava prestes a se tornar oficial. Em virtude se sua dedicação ímpar, ele e alguns outros receberam dez dias de folga.

Um dos soldados disse que iria visitar sua família, e os demais concordaram que era uma boa ideia. De repente, uma lembrança dos olhos de sua mãe, da voz de seu pai e de seu lar, passaram pela cabeça de Eli.

É claro que o exército era seu “verdadeiro” lar, e a Rússia e o Czar eram seus pais. Mas, afinal de contas, tinha uma semana pela frente, sem planos, e todos os demais estavam indo prá casa. Por que ele não?

Após uma viagem de trem de 10 horas, Eli encontrou-se diante da porta de sua velha casa, e bateu na porta. Uma mulher atendeu. Será que aquela era sua mãe? Mal a reconheceu. E ela, tampouco o reconheceu. Tratou-o como um soldado russo de visita, convidando-o a entrar e lhe preparando um copo de chá.

Contou-lhe que seu marido falecera de cólera e seu filho único tinha sido levado para o exército 15 anos antes. Agora estava só. Eli estremeceu, só de pensar que jamais tornaria a ver seu pai. Fazia muito tempo. Passara mais tempo no exército do que em casa. Mas, em algum lugar profundo dentro de si, a criança ainda existia. Finalmente, Eli olhou nos olhos de sua mãe e disse baixinho: “Mamãe, sou eu! Eli!”

Quando se acalmaram e enxugaram os olhos, Eli contou a sua mãe sobre o exército e tudo o que fizera nos últimos 15 anos, inclusive que tinha sido batizado. “O judaísmo é coisa do passado”, disse-lhe. “Os mandamentos são velhos.” Repetiu muito dos dogmas que aprendera com o padre.

Sua mãe lhe implorou para que fosse judeu. Contou-lhe sobre a dedicação de seu pai, sobre Avraham e os milhares de anos do auto-sacrifício dos judeus pela Torá. Mas de nada adiantou. Ela, portando, mudou de assunto.

Eli ficou com ela uma semana. Quando chegou a hora de voltar para a base, ela lhe implorou: “Por favor, não quero perde-lo de novo. Não quero que seja morto. Na cidade de Liadi há um grande rabino, com o nome de Rebe Shneur Zalman. Vá até ele e lhe entregue este bilhete e lhe peça uma bênção.”

Eli queria recusar, mas o olhar suplicante de sua mãe lhe derreteu o coração. Poucas horas depois estava na casa do Rebe, no final de uma fila. Os chassidim tinham ordens para não deixar os soldados esperando e ele foi passado na frente da fila.

A porta do escritório do Rebe abriu-se. Quando Eli entrou, foi envolto por um sentimento de temor e respeito que jamais antes sentira. Foi pego totalmente de surpresa. Olhou nos olhos do Rebe e sentiu o olhar penetrante do Rebe.

Entregou o bilhetinho de sua mãe. O Rebe lhe fez algumas perguntas sobre ele e sobre o exército e, finalmente, disse: “Que o Todo-Poderoso lhe dê sucesso em tudo o que você fizer.”

Eli conseguiu ter coragem de pedir uma moeda para ter consigo, para boa sorte e proteção, mas o Rebe respondeu: “D-us o protegerá sem moeda, e lhe dará entendimento para escolher o caminho certo.”

Quando Eli saiu da casa do Rebe, sentiu-se diferente. Sentiu-se reconectado a algo vivo e infinito que havia perdido. No dia seguinte quando voltou a sua base, um anúncio foi afixado na porta do refeitório dizendo que por ordem do czar, quem quer que desejasse voltar para a religião de seus pais poderia fazê-lo.

Eli imediatamente apresentou-se a seu comandante. Pediu para que seu nome voltasse a ser Eli Leib e que fosse registrado como judeu. Em instantes, um padre e diversos comandantes o chamaram para uma conversa particular. Eli tinha sido um soldado destacado, com um futuro brilhante, e não queriam perde-lo. Deram-lhe todas as razões possíveis para que continuasse um gentio e não voltasse a ser judeu. O padre lhe explicou como ele estaria condenado, perderia a bênção eterna e a redenção. Os oficiais lhe disseram que perderia sua posição no exército, bem como seus amigos e seu futuro. Mas Eli olhara nos olhos do Rebe. Esperou que terminassem de falar e em seguida falou.

Disse calma mas firmemente: “O primeiro judeu, Avraham esteve só. O mundo inteiro estava contra ele, mas estou com ele.” Em seguida, voltou-se para o padre e disse: “Não posso debater com o senhor, mas tenho certeza de que o Rebe de Liadi conhece todos os seus argumentos e estou certo de que ele também está do lado de Avraham.”

Eli foi rebaixado a soldado e seus benefícios foram apagados. Quando acabou o serviço militar, voltou para sua mãe e a primeira bênção do Rebe, de que D-us lhe daria sucesso em tudo o que fizesse realizou-se: encontrou um bom trabalho e uma ótima esposa. Viveu para ver três gerações de descendentes. E, pelo menos, uma vez por ano, reunia sua família e repetia a história de como só de ver o rosto do Rebe lhe deu a vontade e a força para viver como judeu.

Rabino Tuvia Bolton de www.OhrTmimim.org

http://www.weeklylchaim.com/lchaim/5769/1070.htm#caption9

http://www.lchaimweekly.org/

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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BOLO DE CHUMUS

BS’D

BOLO DE CHUMUS

Ingredientes:

3 ovos

1 copo de açúcar

½ copo de óleo

Baunilha a gosto

1 colher de sopa de canela em pó

2 copos de farinha

2 colheres de chá de fermento em pó

1 copo da água em que foi cozinhado grão de bico

 3 maçãs descascadas e picadas

1 colher de sopa de techina

Modo de Fazer:

(Vai fazer chumus? Cozinhe o grão de bico em água com um pouco de sal, e aproveite a água do cozimento).

Aqueça o forno.

Descasque e corte as maçãs e as reserve em água com limão, para que não escureçam.

Numa tigela, misture os ovos, o açúcar, o óleo, a techina, a canela e a baunilha. Em seguida, vá alternando a farinha e a água do grão de bico (fria), misturando sempre. Acrescente o fermento e, por último, as maçãs.

Asse em forno moderado até que um palito saia sequinho.

Lebriut!

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O QUE VEM PRIMEIRO

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Quando o holocausto começou, na Europa, o Rebe e a Rebetsin estavam na Europa. Seu sogro, o Rebe anterior, já estava nos Estados Unidos e revirou o mundo, nos esforços para conseguir retirar da Europa nazista sua filha e seu genro, o Rebe. Seus esforços chegaram até a Casa Branca. Os últimos navios estavam saindo da Europa, e quem de lá não conseguisse sair, provavelmente jamais sairia.

Havia um advogado que estava cuidando da papelada, para que os vistos chegassem da América. O Rebe o visitava de vez em quando e, certo dia, o advogado o recebeu muito empolgado, pois os vistos haviam chegado. Era como se fossem documentos de libertação do Guehenom. De fato, o Rebe chegou no último navio que conseguiu chegar da Europa, saiu de Portugal.

O advogado, muito emocionado, falou para o Rebe: Vamos correr até os Correios e enviar um aviso a seu sogro (o Rebe anterior) que os documentos chegaram, afinal de contas, ele não medira esforços para consegui-los. Só o fato de chegarem dos Estados Unidos até a Europa era muito complicado, naquela época de guerra.

O Rebe o interrompeu e disse:

“Parece-me, que de acordo com a Halachá (Lei Judaica), preciso avisar primeiro a minha esposa.”

De um shiur do Rabino Shneor Ashkenazi

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

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LECHATCHILA ARIBER

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Beit Yiar é o aniversário do Rebe Maharash,

Lechatchila Ariber,

Tiferet ShebeTiferet

Disse o Rebe Maharash:

No ano 1854, o Rei Nicolau I emitiu um decreto proibindo as mulheres judias de usarem um kissui rosh (cobertura para o cabelo) que usavam na época, chamado knupin. O Rei Nicolau I era um grande antissemita e estava sempre emitindo decretos perversos, principalmente em assuntos religiosos. E ele não gostava daquele kissui rosh.

Vinte anos depois, no ano de 1874, houve outro decreto chamado: “nova situação na convocação para o exército”: todos os rapazes, sem exceção, precisavam se apresentar ao Serviço Militar. Antes disso, cada cidade ou localidade deveria mandar certo número de convocados, anualmente.

E o Rebe Maharash concluiu: Os filhos das mulheres que vinte anos antes não tiraram a cobertura do cabelo foram dispensados do Serviço Militar. Todos, sem exceção. Mas quanto àquelas que não passaram no teste, bem sei os sofrimentos por que passaram.

Adaptado do livro:

“Shemuot VeSipurim”, R. Refael Nachman Hakohen

(Hebraico)

Vol. I, pág. 67

Agradecimentos especiais ao Rabino Shmuel Butman

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=35176&alias=wedding-will-link-2-miracles

(inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

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“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

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Beile (Berta) bat Refael

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CONTAGEM DO ÔMER E MIKVÊ – TUDO A VER

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Arte by: https://www.tjssc.com

A mitsvá da contagem do Ômer, em que contamos sete semanas completas, assemelha-se à mitsvá que a mulher tem, de contar sete dias a partir do final da menstruação a fim de se purificar. Só que a mitsvá da mulher é contar sete dias, apenas; ao passo que a contagem do Ômer é de 49 dias, a fim de purificar o povo judeu para a grande revelação da Outorga da Torá.

Em se tratando dos “sete dias limpos”, enquanto os “sete dias limpos” não foram concluídos e a mulher ainda não mergulhou no mikvê, ela ainda não está pura. Ela só sai do estado de impureza após a imersão completa num mikvê kasher. Só então pode se reunificar com seu marido de modo que sejam “uma só carne”. O mesmo ocorre com a contagem do Ômer. Durante os 49 dias da contagem, o trabalho é repelir os assuntos indesejáveis (sur merá) e só após a conclusão da contagem e da purificação vem a realização das coisas positivas (assê tov) – a outorga da Torá.  

Adaptado do livro:

“El Neshei Ubnot Yisrael” (hebraico)

Pág. 341

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

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Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

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GAAL – GOEL

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Arte by: https://www.etsy.com/

O tsadik, Rabi Avraham Yaakov de Sadigura, costumava, na noite de bedikat chamets, contar a seguinte história:

Numa aldeia próxima à cidade de Kolbassov, vivia um judeu que alugava uma taverna ao nobre da aldeia. Como os negócios daquele judeu não iam bem, não conseguiu pagar o aluguel em dia. O proprietário mandou cobrar o aluguel várias vezes, mas ele não tinha com que pagar. O proprietário fez várias ameaças, mas de nada adiantou.

E eis que no Shabat Hagadol, o nobre mandou seus cossacos à casa do judeu para que revirassem tudo, à guisa de castigo. Os cossacos fizeram uma grande destruição. Reviraram, quebraram e sujaram tudo.

Depois que os cossacos foram embora, o judeu e sua família quedaram-se deprimidos e sem palavras, diante de tamanho sofrimento. O judeu resolveu, então, aliviar um pouco sua dor, e dirigiu-se à cidade, para escutar a drashá do Shabat Hagadol do rabino.

E ouviu que no desenrolar da drashá o rabino falou:

– Há duas berachot: “gaal Yisrael”(redimiu Israel) no passado (nas berachot  após o Shemá, e na Hagadá de Pêssach), e “Goel Yisrael” (redime Israel) no presente (na Amidá). “gaal Yisrael” refere-se à redenção do exílio do Egito, e “goel Yisrael” refere-se à redenção constante. Que se houver, até mesmo numa aldeia, um judeu que não tem com que pagar o aluguel, e o senhorio manda seus cossacos para fazerem uma “destruição” em sua casa, e eles chegam e quebram tudo o que há na casa, também para este judeu Hashem dá um jeito de tirá-lo de seus apertos e redimi-lo.

Quando o aldeão escutou aquelas palavras, encheu-se de alegria, e foi para sua casa, na aldeia, dançando e cantando.

O rabi falou “goel Yisrael”! O rabi falou “goel Yisrael”!

De noitinha, o pôrets enviou novamente seus homens à casa do judeu, para ver o que ele estava fazendo diante de toda a destruição. Os cossacos chegaram à casa e viram que o judeu estava “repleto de alegria”, dançando e cantando. Espantados diante do que viram, voltaram ao pôrets e lhe disseram que aparentemente, o judeu perdera o juízo, devido ao sofrimento, pois o encontraram dançando e cantando alegremente.

De noite, o pôrets mandou chamar o judeu. Este pensou que por certo o pôrets queria castigá-lo. Mas lembrou-se das palavras do rav sobre “goel Yisrael”, e não temeu nem se assustou. Pelo contrário, foi para lá com grande alegria.

Quando chegou ao castelo do pôrets, este começou a lhe dar lição de moral:

– Por que, “Moshke” você é tão fracassado? Além de viver na pobreza não tem com que me pagar.

Ao que o judeu lhe respondeu:

– Que posso fazer?

– Escute, Moshke, – disse o pôrets – vou lhe dar um bilhete para a destilaria da cidade e lhe venderão, a crédito, aguardente no valor x. Venda a aguardente e lucre um pouco, e repita a operação várias vezes. Assim terá dinheiro para me pagar e para as despesas de sua casa.

E assim ele fez. E nos poucos dias entre o Shabat Hagadol e Êrev Pessach conseguiu comprar e vender aguardente várias vezes e ganhou um dinheirão. Pagou ao pôrets, comprou tudo o que era necessário para Pêssach.

Na véspera de Pêssach, embrulhou num lenço uma quantia de moedas e levou para o Rav de Kolbassov, dizendo:

– Trouxe para o rabi o dinheiro de “goel Yisrael”

Adaptado de:

“Sipurei Chassidim” do Rav Shlomo Yossef Zevin

Moadim

Págs. 277-278

(Hebraico)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

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Eliyahu ben Aba

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Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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O SÊDER DO CARREGADOR

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Arte by Michoel Muchnik

Certa vez, Rebe Levi Yitschak de Berditchev estava fazendo o Sêder, na primeira noite de Pêssach, e lhe parecia que tinha tido todas kavanot corretas. Mas do Céu lhe foi revelado:

– Não se vanglorie de seu Sêder, aqui na cidade há um judeu chamado Chaim “Treiger” (carregador) e o Sêder dele é melhor que o seu.

Foi quando chegaram à casa do tsadik muitos chassidim, que já tinham concluído o Sêder em suas casas, e tinham ido ouvir e ver o Sêder do tsadik. Disse-lhes Rebe Levi Yitschak de Berditchev:

– Vocês conhecem R. Chaim “Treiger”?

Um dos chassidim disse que o conhecia, mas não sabia onde ele morava.

Disse-lhes Rebe Levi Yitschak de Berditchev:

– Se for possível chama-lo até aqui, ficarei muito contente.

Os chassidim se espalharam pelas ruas de Berditchev a sua procura, até que conseguiram descobrir onde morava. Chegaram na casa dele e bateram na porta. A esposa do carregador saiu e disse:

– Para que precisam de meu marido? Ele está bêbedo, dormindo na cama.

Mas os Chassidim não ligaram para o que ela disse. Acordaram-no e o levaram, quase carregado nos ombros, até a casa do tsadik. Rebe Levi Yitschak de Berditchev falou que lhe dessem uma cadeira para sentar, e começou a lhe fazer perguntas.

– Meu amigo R. Chaim, no Shabat Hagadol você falou “Avadim haínu”?

– Sim, respondeu o carregador.

– Você fez bedikat chamets?

– Sim, respondeu.

– Hoje à noite, fez o Sêder?

R. Chaim respondeu:

– Rebe! Vou contar a verdade ao senhor. Ouvi dizer que durante oito dias seguidos é proibido beber vodca.  Então, hoje de manhã bebi para os oito dias. Daí, fiquei cansado e dormi. Quando anoiteceu, minha esposa começou a me acordar. E falei para ela: “O que você quer de mim? Não sabe que sou um ignorante, e que meu pai também era um ignorante, e não sei de nada? Só uma coisa eu sei: que nossos antepassados estavam na galut nas mãos dos ciganos, e temos um D-us que nos tirou de lá para a liberdade. E agora também estamos na galut, e Hashem também agora vai nos tirar da galut.” Depois disso, vi que sobre a mesa havia matsot, vinho e ovos. E comi as matsot com os ovos e bebi o vinho, e como estava muito cansado, precisei voltar a dormir.

Rebe Levi Yitschak de Berditchev ouviu suas palavras e mandou os Chassidim acompanhá-lo de volta a sua casa.

Depois o tsadik falou:

– Suas palavras causaram uma ótima impressão no Céu, pois as disse com a maior sinceridade, e com a mais pura das intenções, pois mais do que isso não sabe.

Do livro: Sipurei Chassidim – Moadim

Do Rabino Shlomo Yossef Zevin

Págs. 295-296

(Hebraico)

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Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

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PURO X IMPURO

BS’D

Kosher Farm in Maui, Havaí

Parashat Shemini  principia com a descrição do oitavo dia da consagração do Santurário, o dia em que a Presença Divina repousou lá pela primeira vez. O nome da Parashá – Shemini – significa “oitavo” e é uma alusão ao significado especial do número oito. Oito significa o que está acima das leis da natureza e das limitações de nosso mundo físico.

Apesar disso, encontramos na Parashá as diferenças entre os animais kasher e os não-kasher. Qual o motivo de um assunto tão mundano se encontrar numa porção da Torá que deveria tratar de um nível tão elevado de santidade?

Em muitos casos, existe uma linha muito fina que separa o kasher do proibido. A lei judaica prescreve que a traquéia e o esôfago de um animal kasher devem ser cortados mais que a metade com um só movimento da faca. Uma diferença de uma fração de centímetro pode determinar se a carne do animal é kasher ou não.

Na vida também acontece de termos de tomar decisões “da espessura de um fio de cabelo”. Para tais decisões, ajuda do Alto é necessária. O Yêtser Hará (a Má Inclinação) pode até fazer um pecado parecer uma mitsvá.

Como tomar as decisões certas? Aprendendo uma lição que é ensinada em Parashat Shemini. Os seres humanos são limitados. Mas quando nos entregamos a D-us e pedimos Sua ajuda para “distinguir o puro do impuro” podemos vencer o Yêtser Hará.

Quando um judeu faz uma mitsvá (mandamento) – liga-se a D-us. Mitsvá vem da palavra em hebraico que significa “conectar-se” e ao cumprir uma mitsvá o judeu se une com D-us, com uma força sobrenatural. Ele pode, assim, ver através da máscara da Má Inclinação, nos casos em que a decisão é muito delicada.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

(inglês)

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Eliyahu ben Aba

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David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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ESPELHO, ESPELHO MEU….

BS’D

Art by Sefira Lightstone (chabad.org)

“Espelho, espelho meu,

existe alguém mais perfeito do que eu?”

Consta na Torá: “Fale para os Filhos de Yisrael que lhe tragam uma vaca totalmente vermelha, que não tenha defeito, que nunca tenha carregado jugo.”

Daí aprendemos que se uma pessoa se considera perfeita e “sem defeito”, isso prova que jamais carregou o jugo de Céu e, portanto, desconhece suas faltas.

(O Chozê de Lublin)

Adaptado de:

http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5760/612.htm#caption8

http://www.lchaimweekly.org/

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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