O MENINO COM NOME DE JUDEU

BS’D

Arte by Baruch Nachshon

Tuvia Bolton escreveu a seguinte história, que ele ouviu do Rabino Leibel Groner, secretário do Rebe:

Uma mulher da comunidade Chabad-Lubavitch do Brooklyn foi parada por um guarda de trânsito de Nova York por alguma infração. O guarda, parado ao lado da janela aberta do carro, percebeu uma foto do Rebe de Lubavitch na bolsa da mulher.

“Desculpe, a senhora é seguidora deste rabino?” Perguntou.

“Sou.” Respondeu ela.

“Bom, neste caso, não vou lhe dar multa.” Fechou o bloquinho de multas e continuou. “Sabe por quê? Porque este rabino”, apontou para a foto que ela estava, segurando, “fez um grande milagre para mim.”

“Bom, já que você não está me multando, tenho tempo de escutar sua história.” Disse a mulher, grata.

O policial sorriu e falou: “Esta é minha história predileta, mas não a contei a muitos judeus, na verdade, acho que a senhora é a primeira.” Os carros estavam passando rapidamente por trás dele, fazendo com que tivesse que levantar a voz. “A história é a seguinte:

“Fiz parte da escolta policial que, uma vez por semana, acompanhava o rabino ao Cemitério Montefiore (onde o sogro e antecessor do Rebe está enterrado). Fiquei conhecendo alguns dos jovens que acompanhavam o Rebe, a aprendi muitas coisas. São muito simpáticos, o que a senhora já deve saber, e conversávamos bastante, enquanto o rabino estava rezando lá dentro.

“Bem, certo dia, vi que todos eles estavam conversando muito empolgados, e perguntei o que tinha havido. Disseram que o rabino faz muitos milagres para as pessoas, mas naquele dia, tinha feito um milagre realmente extraordinário. Eu nem cheguei a perguntar qual foi o milagre, só perguntei se o rabino ajuda também não-judeus.

“‘Claro,’ disseram, ‘o Rebe ajuda qualquer pessoa que pede. Por quê? Você está precisando de alguma coisa?’ Aí contei que eu e minha esposa estávamos casados há nove anos e não tínhamos filhos, e na semana anterior os médicos nos disseram que não tínhamos a menor chance. Tínhamos gastado muito dinheiro com tratamentos e todo tipo de grandes especialistas, fazia seis ou sete anos que rodávamos como baratas tontas, e eles tinham acabado de nos dizer que já tinham tentado de tudo e que não havia chance. Vocês não podem imaginar como ficamos arrasados. Minha esposa não parava de chorar e eu comecei a chorar também.

“Aí um dos jovens me disse: ‘Escute, da próxima vez que você acompanhar o Rebe ao cemitério, fique perto da porta do carro dele, e quando ele sair, peça a ele uma bênção.’ E foi o que fiz. Na vez seguinte em que fiz parte da escolta, fiquei perto da porta e quando ele saiu perguntei: ‘Com licença, Rabino, o senhor só abençoa judeus ou não-judeus também?’

“E o Rabino olhou para mim como um bom amigo, impressionante, e disse que tenta ajudar todos que pode. Aí, eu lhe disse o que os médicos tinham falado, e ele disse que eu escrevesse num pedaço de papel meu nome e o nome de meu pai, bem como o nome de minha esposa e o do pai dela, que ele rezaria por nós. Foi o que eu fiz. Minhas mãos estavam tremendo tanto, que quase que eu não conseguia escrever, mas consegui, e sabe o que aconteceu? Minha esposa engravidou e nove meses depois teve um menino! Os médicos ficaram malucos, não conseguiam entender, só coçavam a cabeça e – Uau! Eu me senti como o campeão do mundo!

“Mas agora vem a melhor parte. Sabe que nome demos para nosso filhinho? Adivinhe! Mendel! Em homenagem ao Rabino. Inicialmente minha esposa não gostou do nome, porque não é um nome americano, mas eu disse: Não! Vamos chamá-lo de Mendel! Assim, cada vez que dissermos seu nome vamos nos lembrar que se não fosse pelo Rabino, este menino não estaria aqui.

“Mas quando nossos pais ouviram o nome, foram realmente contra. Disseram: ‘Com um nome assim todas as crianças vão pensar que ele é judeu e vão lhe chamar nomes e maltratá-lo. Por que fazê-lo sofrer sem motivo?’ É justamente o que eu quero’ eu lhes disse. ‘Quando ele chegar em casa dizendo que os outros meninos lhe chamaram nomes e lhe bateram porque ele tem um nome judaico, vou lhe dizer que quero que aprenda com esses meninos como não se comportar. Eles odeiam os judeus sem o menor motivo, mas você deve amar os judeus e ajudá-los. Diga-lhes que sem aquele rabino judeu chamado Mendel você nem estaria aqui, e talvez eles comecem a pesar diferente também!’”

Adaptado de:

https://www.chabad.org/therebbe/article_cdo/aid/3060/jewish/An-Irish-Kid-with-a-Jewish-Name.htm

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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TÃO SIMPLES, TÃO ÓBVIO

Arte by Michoel Muchnik

BS’D

Disse Rabi Yitschak:

A Torá poderia começar com

“Este mês é para vocês…” (Shemot 12:2),

Que é o primeiro mandamento que o povo judeu recebeu. Pois o principal objetivo da Torá é seus mandamentos.

Por que, então, Ele a iniciou com “No princípio – Bereshit”?

Por causa do versículo (Tehilim 111:6):

“A força de Seus trabalhos Ele relatou para Seu povo, para lhe dar a herança das nações.”

Pois se os povos do mundo disserem ao povo judeu:

“Vocês são ladrões, pois conquistaram pela força as terras dos sete povos (de Canaan).”

Os judeus responderão:

“Toda a Terra pertence a D-us, bendito seja. Ele a criou [isto aprendemos da história da Criação] e a deu para quem achou certo. Por Sua própria vontade deu a eles, e por Sua própria vontade tirou deles e deu a nós.”

Rashi

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl haLevi

David ben Moshê Baruch haLevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

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SALADA COM GERGELIM E CHIA

Ingredientes:

Abacate, pepino, sal, azeite, chia e gergelim

Modo de Fazer:

Corte o abacate e o pepino, acrescente o azeite, o sal, o gergelim e as sementes de chia.

Misture tudo e…

Lebriut!

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VESAMACHTA!

BS’D

Arte by Michoel Muchnik

Você deve se alegrar!

No primeiro dia de Sucot, o judeu cumpre três mitsvot separadas:

Comer na Sucá,

Fazer uma berachá (bênção) sobre as Quatro Espécies

e

Simchá (alegria) – alegrar-se na festa.

Nos demais dias de Sucot ele cumpre duas mitsvot:

Sucá

e

Alegria (pois a principal mitsvá das Quatro Espécies é no primeiro dia).

Em Shemini Atseret, porém, fica apenas uma mitsvá:

“E você deve se alegrar”.

(Chatam Sofer)

Adaptado de:

http://www.lchaimweekly.org/

http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5756/388.htm#caption8

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl haLevi

David ben Moshê Baruch haLevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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OY MOISHE!

BS’D

Betsalel Schiff nasceu na antiga União Soviética. Atualmente mora em Israel e faz muito pelo povo judeu. Ele conta o seguinte:

Quando eu era criança, na segunda série primária, meu pai faleceu. Minha mãe também morreu cedo, devido a um incidente trágico. A história que vou contar aconteceu uma semana antes de meu casamento.

Era uma época cheia de perseguição e muito sofrimento. O pavor de cumprir mitsvot era enorme. Qualquer ação praticada em nome da Torá e do judaísmo era perigosíssima. Como eu já não tinha pais e morava sozinho, assumi várias missões por meus companheiros judeus, muitas delas perigosas.

Uma das minhas tarefas era conseguir arba minim (lulav, etrog, etc.) para os judeus de Samarkand. Viajava para a Geórgia para colhê-los para a festa de Sucot. Partia logo após Rosh Hashaná, de modo que eu pudesse estar de volta para Yom Kipur.

Certo ano, cheguei em Tbilisi, na Goeórgia, onde o policial de sempre me esperava. Ele me conhecia, e me levou ao local onde as palmeiras cresciam numa área à beira-mar. Como eu lhe pagava muito bem, o policial me esperou respeitosamente e até me conseguiu uma escada e um serrote. Cortei dez lulavim (ramos de palmeira), o que era suficiente para todos os membros de nossa comunidade. Em seguida, prossegui para Kutaisi, onde colhi hadassim (murta), que cresciam em abundância no pátio da sinagoga. Era isso o que eu fazia todos os anos.

Naquele ano, quando concluí minha tarefa e queria voltar para casa, em Samarkand, antes de Yom Kipur, soube que não havia passagens disponíveis. Ofereci muito dinheiro, o triplo do preço, mas não havia nenhuma passagem.

Eu conhecia um judeu que tinha uma farmácia. Achei que ele poderia me ajudar. “Se não houver passagem para Samarkand, pelo menos me ajude a chegar em Moscou, onde mora meu irmão”, implorei. Eu tinha esperanças de poder passar Yom Kipur lá, com ele.

O homem fez o que pode, mas nada conseguiu. Acabou conseguindo acomodações para mim num hotel especial, perto do aeroporto, na esperança de que na manhã seguinte, véspera de Yom Kipur, eu conseguisse lugar num avião que fosse para Samarkand, ou pelo menos para Moscou.

Quando entrei no quarto, vi um jovem dormindo em uma das camas. Deitei-me na outra cama e adormeci. Na manhã seguinte, acordei cedo e corri para o aeroporto, para ver se havia algum vôo. Vi que eu tinha tempo até que os aviões começassem a partir, e voltei para meu quarto. O outro homem tinha acordado e estava sentado na cama. Eu queria pegar meus tefilin e rezar, mas sua presença me incomodava. Perguntei se ele ia logo embora ou se ia ficar no quarto.

“Não estou com pressa e vou ficar aqui”, disse, dando de ombros. “Por que, precisa de alguma coisa?” – Perguntou.

– “Sim, você está me atrapalhando” – eu disse honesta e corajosamente. “Hoje à noite temos um grande feriado e agora quero rezar.”

“Então reze”, disse ele, “não estou atrapalhando.”

Por falta de opção, voltei-me para a parede, coloquei meus tefilin e comecei a rezar. Quando acabei, virei-me e vi que o jovem já tinha se vestido. Trajava uniforme de oficial do Exército Vermelho. Quando vi sua patente e suas medalhas, vi que tinha entrado pelo cano. Pensei: “Pronto. Estou frito. Eu não sabia o que fazer, pois tinha sido pego no flagra pondo tefilin. Eu ainda estava em estado de choque, e pensando no que diria quando ele me perguntou calmamente: “Que feriado temos hoje?”

Por um instante não captei o que ele queria dizer, e eu disse: “Hoje à noite é Yom Kipur.” Olhei para ele e vi que ele estava sentado na cama, de cabeça baixa, perdido em pensamentos. Em seguida, ouvi que ele suspirou e disse para si mesmo: “Oy, Moishe, o que está havendo com você? Nem isso você lembra?” E caiu no choro.

Depois que se acalmou me perguntou: “O que você quer agora?”

– “Quero voltar para casa antes do feriado”, eu disse.

– “Para onde quer ir?”

– “Para Tashkent.”

– “Então venha comigo.” E se levantou e saiu do quarto.

Lá fora, vi um veículo militar e um motorista. Ele disse ao motorista para nos levar para o aeroporto. Quando chegamos lá, ele perguntou onde ficavam os aviões para Tashkent (que é perto de Samarkand). Saímos para a pista e ninguém ousou detê-lo, tampouco falar alguma coisa. Sua alta patente impunha respeito. Quando achou o avião para Tashkent disse ao piloto: “Para onde está indo?”

“Tashkent.”

“Leve-o”, ordenou.

O piloto não ousou desobedecê-lo e eu consegui chegar em casa antes de Yom Kipur.

Antes de se despedir de mim, o oficial me perguntou: “Se eu quiser encontrar você em Tashkent, como faço?” Eu lhe disse que fosse à sinagoga e perguntasse por Betsalel. Alguns meses depois ele realmente foi a Tashkent e me procurou.

Por Menachem Ziegelboim

Beit Moshiach Magazine

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5763/736.htm#caption3

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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SALMÃO DE FORNO

BS’D

Ingredientes:

2 filés de salmão sem pele

Sumo de 1 limão

Sal a gosto

Mel, cúrcuma, orégano, páprica doce, páprica picante

1 cebola fatiada

3 dentes de alho picados

óleo

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Retire o salmão do freezer na hora de assar, sem deixar descongelar.

Forre uma assadeira média com óleo e rodelas de cebola

Tempere o salmão com o sal e os temperos

Arrume-o na assadeira.

Cubra com alumínio.

Asse coberto durante 30 minutos em forno médio/alto.

Em seguida, descubra-o e asse durante mais 40 minutos.

O salmão deve ficar dourado por fora e macio por dentro.

Opcional: Na hora de servir, acrescente um molho feito apenas de mel com limão. E salpique bastante gergelim por cima.

Fácil e delicioso!

Lebriut!

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SOZINHO COM D-US


Arte by Alex Levin

Em Yom Kipur um judeu jejua. Sabe que não vai ser atingido por um raio se comer, mas não está nem aí para recompensa e castigo. Não come porque entende que é isso que D-us quer. Sabe que um judeu não come em Yom Kipur.

Um dia antes, pode não ter se sentido assim. Pode ter deixado de cumprir uma mitsvá ou outra. Mas em Yom Kipur, sente que tem de fazer o que um judeu deve fazer.

Por que? Porque há algo de especial nesse dia. Nossos Sábios explicam essa ideia utilizando a guematria (a numerologia da Torá). A palavra em hebraico para o perverso Satan tem o valor numérico de 364. Durante 364 dias no ano, o Satan tem o poder de tentar o judeu. Em um dia, em Yom Kipur, não tem poder algum. Um judeu, simplesmente, não está interessado no que ele tem para oferecer. Yom Kipur é um dia para ser judeu.

O que acontecia em Yom Kipur? O Kohen Gadol entrava no Kôdesh Hakdoshim e ficava sozinho com D-us. Nenhum ser humano ou ente espiritual podia se intrometer em sua ligação com Ele.

Anualmente, essa sequência é repetida em nosso coração. A essência da alma judaica é uma com a essência de D-us. Esta ligação é constante, não é produto de nossos esforços. Consequentemente, nem nossos pensamentos nem nossos atos podem enfraquecê-la. Nesse nível de conexão fundamental, não há existência além da Divindade. Não existe  possibilidade de separação d’Ele.

Essa conexão existe acima do tempo. Mas dentro do tempo, é revelada em Yom Kipur. Nesse dia, cada um de nós entra no “Kôdesh Hakdoshim” e passa um tempo “sozinho com D-us”.

Esta é a base da Neilá, as últimas orações de Yom Kipur. Neilá significa “fechamento”. Geralmente esse nome é interpretado com o fechamento dos portões do Céu, sobrando, apenas alguns instantes em que nossas preces podem entrar. O pensamento Chassídico, porém, o interpreta como as portas sendo fechadas atrás de nós. Cada um de nós é “trancado dentro”, sozinho com D-us.

Nesse nível de ligação essencial, não há existência além de D-us, não existe possibilidade de a alma ser afetada por pecado.

A revelação desse nível de conexão remove todas as manchas causadas por pecado. Essa limpeza, tipo, é um processo natural, pois a revelação de nossa ligação íntima com D-us renova nossa conexão com Ele em todos os níveis.

É esse o significado do dito de nossos Sábios que “a essência do dia expia”. Em Yom Kipur, a ligação essencial com D-us é revelada, e no processo, cada elemento de nosso potencial espiritual é revitalizado.

Isso também afeta nossa vida na esfera material, nos concedendo bênção, para um ano bom e doce em todos os nossos interesses.

Adaptado por R. Eli Touger das obras do Rebe de Lubavitch.

Traduzido de:  http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5765/838.htm#caption2

(Inglês)

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Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Libe bat Tzipora

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SOPA DE ERVILHA 

 

BS’D

Ingredientes:


½ copo de ervilhas secas

2 dentes de alho

1 colher de sopa de óleo

1 batata

2 cenouras

Salsão picado a gosto

1 colher de sobremesa de pó parve para sopa

1 colher de chá de sal

Modo de Fazer:


Deixe a ervilha de molho durante uma noite.

Na panela de pressão, frite os alhos no óleo até dourar.

Acrescente a batata descascada e cortada em 4.

Parte das cenouras, corte em rodelas e parte deixe em pedaços grandes.

Acrescente o salsão e os temperos e refogue um pouco.

Acrescente água quente um pouco mais que o necessário para cobrir as verduras.

Cozinhe na pressão durante meia hora.

Quando esfriar um pouco, bata um pouco do liquido com os alhos, a batata e os pedaços grande das cenouras. Devolva a mistura para a panela e mexa bem.

Lebriut!

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ADVOGADOS DE DEFESA

BS’D

Certo ano, quando o Tsêmach Tsêdek (Rabi Menachem Mendel de Lubavitch) concluiu seu discurso na véspera de Rosh Hashaná, disse para seus chassidim:

“Hoje precisamos nos preparar para nos dirigir a D-us, a Quem dirigimos nossas preces como ‘nosso Pai, nosso Rei’. Um pai gosta de ver um coração puro; um rei gosta de uma roupa limpa.”

O Rebe em seguida explicou que a missão Divina adequada para a ocasião do Ano Novo era para que cada um purificasse seu coração e limpasse suas “roupas” – os três meios de expressão – pensamento, fala e ação. E continuou:

“Cada pessoa é acompanhada por dois anjos. Quando, após as preces da noite de Rosh Hashaná, os anjos escutam cada pessoa desejar sinceramente a seu próximo: ‘Que você seja inscrito e selado para um ano bom’, eles sobem e aparecem como advogados de defesa na Corte Celestial. Lá, pedem para que os que desejaram bons votos tenham um ano bom e doce.”

E o Rebe concluiu suas palavras com a bênção:

“Que todos vocês sejam inscritos e selados para um bom ano.”

http://lchaimweekly.org/

Leilui Nishmat:

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Miriam bat Yaakov

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Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

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BOLO DE MEL SEM IGUAL

BS’D

Jamais comi nada igual!

Ingredientes:

3 ovos

1 copo de açúcar

¾ de copo de óleo

1 copo de mel

2 colheres de chá de café solúvel diluídas em 1 copo de água morna

3 copos de farinha

1 colher de sobremesa generosa de canela em pó

1 ½ colher de chá de fermento

1 colher de chá de bicarbonato de sódio

⅔ de copo de chocolate picado

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Unte e polvilhe uma forma de buraco.

Numa tigela, misture o ovo, o açúcar, o óleo, o mel e a canela. Em seguida acrescente, alternando, a farinha e o café. Depois, acrescente o fermento e o bicarbonato e misture tudo. No final, o chocolate, misture mais um pouco e asse em forno médio durante 15 minutos. Baixe o forno e asse durante mais meia hora, aproximadamente.

Lebriut!

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