BS’D

Ingreditentes:
Abacate em pedaços
Azeite de oliva
Sal
Amendoins torrados
Modo de Fazer:
Misture tudo e…
Lebriut!
BS’D

Foto by Pinchas Margolis
Ben Zomá disse: “Quem é sábio? Quem aprende com todo mundo, como foi dito: ‘De todos aqueles que me ensinaram adquiri sabedoria…’”
(Pirkei Avot 4:1)
Não é preciso ser sábio para aprender – todos devem aprender. Um sábio não é, simplesmente, alguém que estuda e sim, quem vê algo de positivo em cada indivíduo, e dele aprende aquela qualidade positiva.
(Likutei Diburim)
Adaptado de:
(Inglês)
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D
BS’D
KIGEL (KUGEL) RECHEADO

Ingredientes:
10 batatas médias
2 ovos
Sal a gosto
1 colher de sopa de óleo
Cominho (opcional)
Frango pronto desfiado
Modo de Fazer:
Cozinhe as batatas e faça purê com um pouco de sal.
Espere esfriar.
Acrescente os ovos e misture bem.
Unte um pyrex com óleo.
Espalhe nele a metade do purê.
Sobre o purê espalhe o frango desfiado.
E sobre ele, a outra metade do purê.
Se quiser, pode salpicar um pouco de cominho por cima.
Asse a 180 graus durante cerca de 45 minutos e está pronto.
Lebriut!
BS’D

Parasht Tazria contém a mitsvá de circuncisão, Brit Milá, “E no oitavo dia a carne de seu prepúcio será circuncidada.”
Conta o Midrash que nossos Sábios fizeram a seguinte pergunta: Se D-us quer que os judeus sejam circuncidados, porque não os cria assim? É óbvio que o Criador Onipotente poderia fazê-lo.
O motivo, explicam, é o princípio do tikun, ou correção. D-us, deliberadamente, cria muitas coisas no mundo em estado incompleto ou parcial, com o objetivo de que o judeu as aperfeiçoe. De fato, esta é a missão Divino do judeu: levar a criação de D-us à perfeição por meio de Torá e mitsvot.
É óbvio que D-us não precisa de nossa ajuda. Ele podia muito bem ter criado tudo no auge da perfeição. Porém, ao nos nomear seus “sócios”, nos permite ganhar mérito e, de fato, “trabalhar” pelas bênçãos que recebemos na vida.
Quando o judeu cumpre sua missão ordenada por D-us, e preenche o mundo com santidade, toda a bondade que D-us lhe concede – vida, filhos e sustento – transforma-se de “doação de caridade” para seu devido direito.
D-us não está lhe dando um presente. Ele merece todas essas bênçãos porque trabalhou por elas.
Ao mesmo tempo, ter consciência dessa relação estimula o judeu a querer fazer mais ainda para cumprir sua parte do acordo, pois a natureza humana é tal que a pessoa detesta ser sustentada pelo “pão da vergonha”. Circuncisão é apenas um exemplo de como adquirimos esse mérito.
Pode-se fazer uma pergunta semelhante sobre a distribuição aparentemente desigual de riqueza no mundo. Por que D-us dá tanto dinheiro para alguns e tão pouco para outros? Por que o pobre não pode receber seu sustento diretamente de D-us, em vez de depender da generosidade dos outros? A resposta é que D-us quer que o rico adquira um mérito adicional dando tsedaká para o pobre. Na verdade, nem todo o dinheiro que está em sua posse lhe pertence. D-us simplesmente o coloca em suas mãos para que possa ser redistribuído de modo mais igualitário.
Sim, a pessoa mais abastada enfrenta um teste mais difícil, pois sua Má Inclinação se eleva em protesto. Mas o fato é que quando ele vence sua Inclinação e dá para o necessitado, além de não perder sua riqueza, D-us lhe dá mais ainda, como pagamento por sua boa ação.
Adaptado de “Likutei Sichot” do Rebe, Vol. 27
http://lchaimweekly.org/lchaim/5756/414.htm#caption2
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D
BS’D

Ingredientes:
2 abobrinhas médias
4 dentes de alho
¼ de colherinha de sal
1 colher de sopa de óleo
Modo de Fazer:
Lave as abobrinhas e retire as duas pontas.
Com um descascador, vá cortando tirinhas ao comprido.
Frite os dentes de alho no óleo até dourar.
Acrescente as tirinhas de abobrinha e refogue durante cerca de 10 minutos.
Está pronto!
Lebriut!
SEMPRE PRESENTE

BS’D
R. Leibl Groner, A’H, relatou o seguinte:
Uma conhecida de minha esposa estava se mudando para outro apartamento. Procurou minha esposa e lhe pediu ajuda para escrever uma carta para o Rebe, pedindo-lhe uma berachá para a mudança. Como ela não sabia nem yidish nem hebraico, pediu a minha esposa para escrever a carta.
“Escreva a carta em inglês”, disse-lhe minha esposa. “O Rebe entende inglês.”
A mulher escreveu a carta e, em seguida a colocou num volume de Igrot Kôdesh que ela tinha retirado de nossa estante.
Minha esposa abriu o livro na página onde a carta havia sido colocada aleatoriamente, e traduziu a carta que havia naquela página.
Era uma carta para um casal que estava se mudando para um novo apartamento, abençoando-os para que tudo o que fosse relacionado com a mudança tivesse sucesso.
A mulher ficou satisfeita com a bênção, mas minha esposa notou que o livro que ela tinha retirado da estante era uma coletânea de cartas do Rebe Anterior, sogro do Rebe.
“É óbvio que o Rebe Anterior era um tsadik e um Rebe, mas eu ficaria mais segura tendo uma bênção do nosso Rebe, também”, disse a mulher.
Minha esposa lhe mostrou onde estavam os volumes de Igrot Kôdesh do Rebe, em outra prateleira.
A mulher escolheu um volume daquela prateleira e pôs sua carta aleatoriamente naquele livro. Entregou-o a minha esposa, e lhe pediu para traduzir a carta que estava naquela página.
Minha esposa leu:
“Estou surpreso que você está me consultando sobre um assunto que meu sogro já respondeu…”
Baseado em:
http://lchaimweekly.org/lchaim/5769/1056.htm#caption3
(Inglês)
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D

BS’D
A história abaixo foi relatada pelo Rabino Zalman Notik, da Yeshivá Torat Emet, em Yerushaláyim:
Um grupo de alunos da Yeshivá cumpria seu programa rotineiro das tardes de sexta-feira: incentivar meninos e homens judeus a pôr tefilin. Os estudantes encontraram um grupo de novos imigrantes, provenientes da União Soviética. Quando os alunos estavam ensinando os rapazes e homens a colocar tefilin, um velho judeu nascido na Rússia aproximou-se, emocionado, e perguntou: “Vocês são de Lubavitch? Tenho uma história para lhes contar!”.
“Quando eu era jovem, lá na Rússia, costumava frequentar as reuniões secretas (farbrenguens) dos Lubavitchers. Também costumava rezar com eles e ir a suas aulas. Em um farbrenguen que jamais esquecerei, o assunto principal era o desejo de se reunir com o Rebe (Rabino Yossef Yitschak, o Rebe anterior, sexto Rebe da dinastia Chabad). Cantamos: ‘Que D-us nos dê boa saúde e vida, e que possamos nos reunir a nosso Rebe.’ Nosso desejo intenso de estar com o Rebe era quase palpável, e crescia de minuto a minuto.
“No meio do farbrenguen, alguns chassidim levantaram-se, de repente, e resolveram ‘agir’. Pegaram algumas cadeiras, viraram-nas de cabeça para baixo e as arrumaram em fila, formando um trenzinho. Imaginem só, um bando de marmanjos comportando-se como criancinhas do jardim da infância, sentados em cadeiras viradas e fazendo de conta que estavam indo para o Rebe!
“Quase todos os outros, inclusive eu, ficaram de lado, olhando. Ríamos deles dizendo que tinham pirado. Que ridículo… besteira de criança!
“Mas, sabem, dentro de pouco tempo, todos os chassidim que viajaram no ‘trem’ receberam permissão para deixar a Rússia, e realmente foram ao Rebe; ao passo que o restante de nós, os ‘normais’, ficamos para trás. Como vocês podem ver, a maioria de nós não teve forças para manter a observância da Torá e das mitsivot, e só agora estamos começando a recuperar…”
Da revista “Beis Moshiach”, traduzido de:
Reimpresso com permissão do: “Liktat Shabat”
da Yeshivá Tomchei Tmimim
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D
BS’D

Pêssach Matsá e Maror
e seu Simbolismo na Educação Judaica
Falando de uma maneira geral, há três tipos de alimentos:
Há alusão a essas três categorias nas três comidas especiais de Pêssach:
Com base nisso, podemos perceber três tipos de “alimentos” espirituais que devem ser dados a uma criança no processo educacional:
(de uma carta do Rebe de 11 de Nissan de 5737)
(Adaptado de “The Kol Menachem Haggadah” págs.133-134
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D
BS’D

Bernard Hillstein (o nome foi mudado) finalmente admitira que já não podia viver sozinho e teria de ir para uma casa geriátrica.
Sempre gostara de clima ameno.
De modo que, quando Bernie encontrou um “lar de velhos” no sul da Flórida, que tinha uma sinagoga e era totalmente Shomer Shabat, logo assinou o contrato.
Percebeu as letras miúdas só após ter pago o sinal e ter “desalugado” seu apartamento em New Jersey.
Ethel, com quem fora casado durante 56 anos, falecera há seis anos. Foi quando os médicos de Bernie o aconselharam a receber Oakley em sua casa.
Bernie adquiriu Oakley, um pastor alemão, cão-guia de serviço, para ajudá-lo a se virar sizinho.
Há seis anos Oakley era o companheiro constante de Bernie.
Sem Oakley, Bernie não sabe como teria sobrevivido à Covid.
Ele e Ethel não tiveram filhos e sua visão estava falhando. Sem Oakley no apartamento Bernie teria sofrido a maior das tristezas: solidão completa.
Como dá para imaginar, Bernie ficou preocupado quando viu, nas letras miúdas, que aquela residência para idosos não permitia animais de estimação, nem mesmo os de serviço.
Imediatamente Bernie veio ao meu escritório e me pediu para conseguir alguma exceção ou dispensa na proibição dos “pets”.
Bernie não conseguia se imaginar vivendo sem seu querido Oakley.
Escutei Bernie e telefonei para o “lar”.
O diretor me ouviu calma e educadamente, porém foi firme, explicando que a cláusula da proibição dos “pets” significava: nada de “pets”. Ponto final. Não havia dispensa nem exceções.
Telefonei para o rabino, capelão do lugar, e ele também, explicou que estava de mãos atadas. Não tinha influência nem autoridade para permitir que Bernie levasse Oakley para lá. Bernie estava à beira do desespero. Já tinha se desligado do apartamento de New Jersey e já pagara o sinal para a Flórida.
O pensamento de abandonar Oakley, o que significava viver só, lhe parecia uma sentença de morte.
Dei mais telefonemas e, finalmente, o diretor da casa geriátrica, já irritado, disse: “Essas são as regras. Se quiser, ligue para o Sr. Hertzler. Ele é o dono, e só ele pode lhe dar permissão. Porém, ele e um chassidishe yid bem idoso. Duvido muito que esteja interessado em ter um cão em sua propriedade.”
As coisas foram arranjadas como só Hashem pode fazer. O Sr. Hertzler, que raramente saía da Flórida, estaria em Nova York para uma festa de família. E consegui marcar um encontro com ele para a noite daquele domingo.
Quando cheguei na casa onde ele estava hospedado, em Boro Park, não tinha grandes esperanças de sucesso.
O Sr. Hertzler, que se sentia melhor falando em Yidish do que em inglês, era um judeu chassídico. Quando lhe apertei a mão, não pude deixar de perceber os números azuis em seu antebraço.
Percebi que seria uma missão inútil, pois que sobrevivente do Holocausto de 95 anos permitiria que um pastor alemão fosse hóspede em sua propriedade?
Com tudo isso, depois de ter dado tantos telefonemas para marcar esse encontro e ter viajado de Passaic até Brooklyn, eu tinha de fazer meu apelo. E se (ou mais provavelmente, quando) ele dissesse não, eu saberia que tinha feito tudo o que estava ao meu alcance.
O Sr. Hertzler foi extremamente hospitaleiro, ofereceu-me um delicioso kokush (rocambole) e chá forte e doce.
Depois de conversar um pouco sobre meu shul, fui direto ao ponto, e expliquei a situação e por que Bernie precisava de Oakley. Enfatizei que Oakley era tudo o que Bernie tinha na vida e a grande mitsvá que seria permitir que Oakley morasse com ele.
O Sr. Hertzler escutou pacientemente e em seguida respondeu citando um passuk, “Lo Yecherats Kelev Leshonô” (“Mas para todos os filhos de Israel, nenhum cão aguçará sua língua.” – Shemot 11:7).
Pensei que, talvez, o Sr. Hertzler não estivesse prestando atenção ao que eu dissera.
Repeti meu pedido, e ele repetiu o passuk.
Em seguida, ele olhou para mim e disse, com um sorriso.
“Esperei você durante setenta e oito anos. É óbvio que seu amigo pode levar o cachorro. De fato, eu mesmo pagarei por tudo de que o cachorro precisar.”
O Sr. Hertzler deve ter percebido minha confusão, e explicou:
“Em 1945, lá pro final da guerra, os nazistas estavam evacuando o lager (campo de concentração). Como eu sabia que os Russos deveriam chegar em poucos dias, resolvi me esconder debaixo das barracas, agachado. Os nazistas pegaram seus pastores alemães para encontrar todo e qualquer judeu, pelo faro. Sempre que um cachorro farejava um judeu, começava a latir. Quando o nazista e seu cão se aproximaram de meu esconderijo, rezei, repetidamente, com todo o coração: “Ulechol Benei Yisrael Lo Yechratz Kêlev Leshono.”
Para meu espanto, o cachorro passou bem perto de mim. Dava para sentir seu hálito. Contudo, o cão não fez o menor ruído, e seguiu adiante.
Foi quando fiz uma promessa a Hashem.
Do mesmo modo que Hashem recompensou os cães por não terem latido no Êxodo, eu também retribuiria a um pastor alemão por não ter latido na hora de minha própria Yetsiat Mitsrayim.
Finalmente, chegou o dia que tanto esperei.
“Diga a seu amigo que ele e Oakley serão meus hóspedes de honra.”
Fiquei mudo de espanto.
O Sr. Hertzler colocou mais um pedaço de kokush no meu prato e disse alegremente: “Você pensou que estava vindo me pedir um favor. Mas na verdade, é o oposto: Hashem o mandou aqui para que eu pudesse pagar minha dívida de setenta e oito anos. Por favor, vamos fazer juntos um lechaim para agradecer a Hashem por sua bondade.”
“Se não agora, quando?” – Hilel
(Ron Yitschak Eisenman –
Rav da Congregation Ahavat Israel –
Passaic, NJ)
(Recebi por WhatsApp)
“Vocês deverão ser pessoas santas para Mim. Não comam carne dilacerada no campo; atirem-na aos cães”
(Shemot 22:30)
D-us não fica devendo nada a ninguém.
No relato de Êxodo consta:
“Mas para todos os filhos de Israel, nenhum cão aguçará sua língua.” (Shemot 11:7).
Disse o Santo, Bendito Seja:
“Dêem a ele sua recompensa.” (Mechilta)
Rashi
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D
BS’D

Há uma história sobre um chassid Chabad idoso que passara a vida inteira estudando Torá e servindo a D-us. E não estava lá muito interessado no que acontecia no mundo.
Certa vez, alguém lhe disse que Nicolau acabara de ser coroado como czar da Rússia. O chassid ficou muito surpreso e disse: “Mas ele já foi coroado. Prá que ele precisa de mais uma coroação?”
O chassid se lembrava muito bem de que era ainda criança quando o czar Nicolau tinha sido coroado (na época do Tsêmach Tsêdek, o terceiro Rebe de Chabad). Mas ignorava totalmente o fato de aquele Nicolau ter morrido muitos anos antes, e que houvera vários outros czares nesse meio-tempo. E o czar que estava sendo coroado agora era Nocolau II.
Era assim que os judeus viviam antigamente: vida boa e longa, e tranquila. Não havia psiquiatras nem psicoanalistas, e ninguém tomava tranquilizantes.
Por que estou falando disso?
Há quem pense que já que devemos tirar uma lição para o Serviço Divino de tudo o que acontece (como o Báal Shem Tov ensinou) é preciso saber de tudo o que está acontecendo no mundo, com todos os detalhes. Têm de ler o jornal e ouvir o rádio, para poder mostrar como são bem informados, quando vão à sinagoga no Shabat . Para que as pessoas não pensem que ele é ignorante ou algo pior…
Mas a intenção do Báal Shem Tov não era que o judeu deve se interessar pelos acontecimentos mundiais para poder tirar uma lição. E sim que, se acontecer de ele ouvir sobre algum acontecimento, nesse caso ele deve tentar tirar uma lição dele.
(O Rebe – de um discurso no Shabat Parashat Vayigash 5729, não revisado)
http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/663s.htm#caption15
(Inglês)
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Todas as vítimas do terror HY’D