BATATA DOCE COM CANELA II

BS’D

BATATA DOCE COM CANELA II

Ingredientes:

4 batatas doces.

Canela em pó

Modo de Fazer:

Descasque as batatas doces, retire as pontas e corte ao meio ao comprido.

Salpique canela em todas as superfícies.

Junte as metades e enrole uma por uma das batatas em papel alumínio

Asse em forno médio durante cerca de 50 minutos, ou até que, espetando com um garfo, perceba que estão macias.

Lebriut!

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O KADISH GERAL

BS’D

Pressburg era uma das cidades mais importantes do Império Austro-Húngaro, e sua yeshivá era uma das maiores e mais respeitadas de toda a Europa. Nos meados do Século XIX, lá viveu um rico mercador, que tinha uma grande loja no centro da cidade. Era respeitado e ativo na comunidade judaica, e era também conhecido por sua generosidade. Tinha um costume notável. Diariamente calculava os rendimentos de seu negócio, via qual tinha sido o lucro e disso separava 10% como dízimo, que entregava diariamente para a yeshivá.

Tragicamente, esse homem excepcional adoeceu de repente, e faleceu relativamente jovem, deixando uma viúva e cinco filhas jovens. Sua esposa era inteligente e ativa. Sempre ajudara o marido no negócio, que conhecia bem. Depois de seu falecimento, assumiu o controle e manteve seu sucesso. Também teve o cuidado de continuar o jeito generoso do marido e, diariamente, entregava o dízimo dos lucros ao Rosh Yeshivá, o ilustre Ktav Sofer.

Logo após o falecimento do marido, como não tinha filhos, pediu ao Rosh Yeshivá para organizar para que estudiosos da Torá dissessem o Kadish, a prece dos enlutados, pela a alma de seu marido, durante todos os onze meses, e também anualmente no yahrzeit. Também pediu que um segundo Kadish fosse dito diariamente, tendo em mente todas as almas que não tinham ninguém dizendo Kadish por elas.

Isso continuou durante cerca de dez anos. Às vezes os 10% chegavam a centenas de kroner por dia. Mas por mais que fossem, ela sempre perguntava se a yeshivá estava cumprindo sua parte do acordo.

Mas a roda virou. Em vez de lucros diários, começaram os prejuízos. Mesmo assim, a viúva seguia seu cronograma de aparecer diariamente na yeshivá, só que informava ao Rosh Yeshivah que hoje, infelizmente, nada tinha para dar. Mesmo assim, continuava perguntando se ainda estavam dizendo os Kadishim, embora ela já não pudesse contribuir financeiramente. Garantiam-lhe que, obviamente estavam, e que ela não se preocupasse.

Dia após dia, a situação foi piorando, até que ela teve de começar a vender algumas de suas joias e outros objetos de valor para poder pôr comida na mesa para suas filhas. Ninguém sabia de sua situação, exceto os estudantes mais velhos e os funcionários da yeshivá, que sabiam que seu negócio estava praticamente falido.

Certo dia, um casamenteiro foi à sua casa e, após algumas gentilezas, disse: “Minha cara senhora, suas filhas cresceram, e são muito bonitas. Talvez, devido a seu grande envolvimento nos negócios, a senhora não tenha percebido que já estão na hora de casar. Estou seguro de que posso encontrar muitos alunos de Yeshivá extraordinários que estariam interessados por elas, e a senhora poderia escolher. Basta me dizer quanto pretende dar de dote para cada uma.”

Sabiamente, ela resolveu não lhe revelar sua verdadeira situação. Em vez disso, falou apenas que pensaria no assunto e voltaria a falar com ele sobre sua oferta. Ele foi embora e ela caiu no choro.

Em seguida, vestiu-se e correu para a yeshivá. Desbafou para o Rosh Yeshivá. Chorando, disse: “Não entendo como minha situação piorou tanto.” Voltou a perguntar se os kadishim ainda estavam sendo ditos, e ele lhe assegurou que estavam.

De repente, a porta se abriu. Um senhor distinto entrou, voltou-se para a viúva, e lhe perguntou por que estava chorando. Disse-lhe que sabia de sua situação e estava disposto a ajudar. E pediu ao Rosh Yeshivá para que fossem para seu escritório e que dois estudantes da yeshivá se juntassem a eles. O Rosh Yshivá concordou e chamou dois dos seus cinco grandes discípulos daquele ano: seu filho, Rabi Shimon Sofer e Rabi Yossef Chaim Sonnenfeld.

Quando todos estavam reunidos, o visitante misterioso disse: “Sei que você tem cinco filhas em idade de casar. Vamos fazer as contas. Cada uma precisa de mil kroner para dote e mais outros mil kroner para as despesas do casamento e para comprar móveis e montar uma casa. De modo que são dois mil para cada uma, ou dez mil no total. Além disso, para levantar novamente seu negócio, vai precisar de mais outros dez mil kroner. Isso dá um total de vinte mil kroner.

“Tudo bem,” disse, “vou fazer um cheque.” Tirou um talão de cheques e destacou um. Escreveu nele o nome da mulher, fez um cheque de vinte mil kroner e assinou! Mas antes de lhe dar, pediu aos dois jovens estudantes que assinassem no verso, como testemunhas da transação. Também lhes pediu que pegassem seus cadernos pessoais para que ele assinasse em cada um deles, caso a assinatura do cheque fosse questionada. Voltando-se, em seguida, novamente para a mulher, disse-lhe que deveria levar o cheque ao banco do governo, quando abrisse, às nove horas, e que eles descontariam o cheque. Em seguida, foi embora, tão de repente quanto tinha chegado.

Todos os presentes estavam chocados, ainda sem acreditar no que acontecera. Foi como se estivessem num sonho. Foi quando um dos rabinos de repente falou: “Um homem assim poderia, realmente, ajudar a yeshivá. Vamos falar com ele.” Os dois saíram correndo atrás dele, mas não conseguiram encontrá-lo, nem ninguém que o tivesse visto.

Às nove, na manhã seguinte, a viúva estava no banco. O guarda que estava na porta a mandou falar com um dos caixas, a quem ela mostrou o cheque. Ele procurou nos registros e lhe disse que a conta tinha fundos para cobrir o cheque, mas uma quantia tão elevada necessitava da autorização do diretor. Pediu que ela esperasse e foi até a administração. Lá, mostrou o cheque a o diretor do banco que, ao vê-lo, desmaiou!

Foi o maior pandemônio. Foi a maior correria. Chegou a polícia e, após questionar alguns funcionários, prenderam a mulher numa sala de segurança aguardando investigação adicional.

O médico que foi chamado fez com que o diretor do banco recuperasse os sentidos rapidamente. Assim que recuperou a consciência, o diretor pediu para que a portadora do cheque fosse levada até ele. Quando lhe disseram que a segurança a prendera, disse que precisava ir até ela e que prender uma mulher tão justa não passara de engano. Foi logo a seu encontro e, após desculpar-se, a convidou a acompanhá-lo até seu escritório.

“Diga-me, por gentileza, como conseguiu este cheque?”

Ela lhe relatou suas dificuldades e a aparição repentina de seu benfeitor desconhecido. Explicou sobre seu falecido marido e sua prática diária de maasser, e dos kadishim que ela tinha organizado, através da yeshivá, para ele e para as almas que não tinham ninguém para dizer Kadish por elas.

Ele lhe perguntou se ela reconheceria seu benfeitor pessoalmente ou em foto. Ela disse que sim. E acrescentou que dois rabinos da yeshivá tinham sido testemunhas oficiais do acontecimento e que suas assinaturas estavam no verso do cheque, e que o homem também tinha assinado em seus cadernos pessoais. O diretor ficou empolgado ao ouvir isso e, ao ver as assinaturas, entrou em contato com a yeshivá para pedir que o Rabino Sonnenfeld e o Rabino Shimon Sofer fossem até seu escritório.

Quando eles chegaram, confirmaram o que a mulher tinha relatado. O diretor do banco disse-lhes, então que ele próprio descontaria o cheque, pois a conta bancária pertencia a sua família, mas que sua esposa também tinha que endossá-lo. Mandou chamar a esposa, pedindo-lhe que viesse rápido, porque havia pessoas esperando; mas que primeiro deveria juntar todas as fotos da família que tinha em casa, e trazê-las.

Embora o diretor do banco fosse judeu, sua esposa não era. Quando ela chegou, ele pediu que a viúva e os dois rabinos esperassem em outra sala. Contou à esposa o que estava acontecendo e disse que eles deveriam ver se a mulher conseguiria identificar nas fotos, o homem que assinou o cheque. A esposa afirmou que se tudo aquilo fosse verdade, ela se converteria ao judaísmo.

O diretor, então, espalhou todas as fotos sobre sua mesa. Pediu a cada um dos três que entrasse separadamente e visse se o homem que deu o cheque aparecia em alguma das fotos. Cada um dos três identificou a mesma pessoa, sem vacilar.

O diretor do banco pediu que todos entrassem. “Sabem quem é esse homem que deu o cheque?” – Perguntou. “É meu pai, que foi o diretor deste banco antes de mim… Mas ele faleceu há dez anos! Confesso que jamais falei Kadish  por ele. Ontem à noite, ele me apareceu em sonho. Disse que tinha sido salvo do Guehinom (purgatório) pelos Kadishim que ela arranjou para que os estudantes da yeshivá dissessem pelas almas por quem não estavam falando Kadish, e agora, que ela estava em apuros, tínhamos que ajudá-la. Disse que lhe daria um cheque de vinte mil kroner, e se eu não o descontasse, ele me estrangularia enquanto eu dormisse. Acordei assustado. De manhã, contei o sonho a minha esposa, e ela também ficou perturbada. Quando vi o cheque, desmaiei. Soube, então, que o sonho era verdadeiro. Pagarei os vinte mil que meu pai prometeu, pois é muito merecido. Mas além disso, acrescentarei outros vinte mil por minha conta, porque você cumpriu uma obrigação que era minha e ajudou a alma de meu pai com os Kadishim que organizou.”

Voltou-se, novamente para os três. “Muito me arrependo de meu afastamento do judaísmo. Vejo agora que nosso D-us é o único, verdadeiro D-us, e Ele dá a todos sua justa recompensa. De agora em diante, vou seguir Seus mandamentos, conforme revelados em nossa Torá. Minha esposa também confirmou sua promessa de se converter e viver de acordo com a Lei Judaica. Por favor, nos orientem, para que possamos entender o que precisamos fazer.”

Falou para o caixa dar à mulher quarenta mil Kroner. A primeira coisa que ela fez foi dar dez por cento para a yeshivá. Logo depois, seu negócio recomeçou a prosperar, e suas cinco filhas casaram muito bem, com jovens eruditos da Torá, tementes a D-us.

[Traduzido e adaptado do Hebraico por Yrachmiel Tilles, de Otsar Hamaasiyot, Vol. I, Págs. 42-47, em nome do Rabino Y. Shapira de Jerusalém, que a escutou do próprio Rabino Sonnenfeld.]

http://ascentofsafed.com

http://ascentofsafed.com/cgi-bin/ascent.cgi?Name=145-45

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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DAVID MÊLECH YISRAEL

BS’D

Certa vez, um nobre polonês estava passando por um “shteitl” judaico, e viu judeus que estavam rezando na rua. “O que será que esses judeus estão gritando do lado de fora da sinagoga, numa noite fria de inverno?” – pensou. Pediu a seu cocheiro que parasse sua carruagem de quatro cavalos, e chamasse o líder do grupo.

“O que vocês estavam gritando?” – Perguntou.

“Que David, Rei de Israel, vive e perdura!” – Respondeu o judeu.

“O quê?” – Perguntou o nobre. “Não está escrito nas Escrituras: ‘E David repousou com seus ancestrais, e foi enterrado na cidade de David?’ (Reis I, 2:10)

O que se responde a um nobre polonês que te joga as Escrituras na cara?

Contudo, todos os Sidurim (livros de reza), trazem esta prece:

“David Mêlech Yisrael Chai Vekaiam

(David , Rei de Israel, vive e perdura)”

Este conceito, portanto, além de estar na Halachá e nas fontes clássicas da Torá, foi incorporado nas preces ditas por todos os judeus até hoje! É importante notar que essas palavras são conhecidas pelos judeus de todas as origens – praticamente todos os judeus do mundo já ouviram as palavras:

“David Mêlech Yisrael Chai Vekaiam”!

Adaptado do livro (inglês):

“Countdown to Moshiach”

do Rabino Shmuel Butman

Leilui Nishmat:

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Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Libe bat Tzipora

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O SOL PAROU

BS’D

O DIA EM QUE O SOL PAROU

Na época da conquista da Terra de Cnaan, quando o povo judeu era liderado por Yehoshua, sucessor de Moshê, em uma das batalhas o Sol  parou (“Shemesh beGiv’on dom, veyareach beEmek Ayalon”).

Sabem em que dia do calendário isso aconteceu?

Em Guimel Tamuz, no dia 3 do mês de Tamuz!

Foi o dia em que o Sol parou até a vitória do povo judeu.

(Agradecimentos especiais ao Rabino Shamai Ende.)

Leilui Nishmat:

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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Libe bat Tzipora

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COSTUME ANTIGO

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Quando os doze espiões foram percorrer a Terra de Cnaan na época de Moshê, Calev ben Yefunê foi até Chevron, rezar em Maarat Hamachpelá para que D-us o protegesse das más intenções dos dez espiões.

Vem daí o costume de ir rezar em Ohalei Tsadikim.

Leilui Nishmat:

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David ben Avraham (Curico)

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Miriam bat Yaakov

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Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

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COMPLEXO DE INFERIORIDADE

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COMPLEXO DE INFERIORIDADE

“…e éramos aos nossos olhos como gafanhotos e assim éramos nos olhos deles.”

(Bamidbar 13:33)

Perceberam a ordem do versículo?

Primeiro os 10 espiões se sentiram inferiores e insignificantes, consequentemente os povos de Cnaan os viram como diminutos.

 (Baseado nos ensinamentos do Rebe)

Leilui Nishmat:

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Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

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Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Lea bat Hersh

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

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Tzipora bat Zalman

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2 em 1

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SHUIT LEVANÁ

Feijão branco (Parve)

Ingredientes:

3 dentes de alho

3 colheres de sopa de óleo

1 folha de louro

1 colher de chá de sal

½ colher de chá de cominho

¼ de colher de chá de cúrcuma

1 copo (250 ml) de feijão branco

Modo de Fazer:

Deixe o feijão de molho de véspera (na geladeira)

Examine e lave o feijão.

Na panela de pressão, frite o alho. Acrescente os demais ingredientes e refogue um pouco.

Acrescente água suficiente para estar com nível uns 4 dedos acima do nível do feijão.

Cozinhe na pressão durante 40 minutos.

Pulo do gato:

Quando der para abrir a panela, retire a folha de louro e descarte.

Retire uma concha do feijão, junto com os alhos e amasse bem com um garfo. Jogue de volta na panela e misture bem.

Lebriut!

MARAK KOL BÔ

Sopa que contém tudo de que você precisa.

(Parve)

Ingredientes:

Deixe um pouco de feijão da receita acima na panela e acrescente:

1 mandioquinha

2 colheres de sopa de arroz integral cateto

1 folha de couve cortada fininha

1 talo de salsão picado

1 fatia de gengibre

Uma colher de sopa de techina pura

1 colherinha de sal

E 3 copos de água.

Modo de Fazer:

Misture tudo e cozinhe na pressão durante 40 minutos.

Quando der para abrir a panela, amasse a mandioquinha e retire o pedaço de gengibre.

Lebriut!

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O MELHOR MERGULHO

BS’D

O seder da tevilá (a ordem da imersão):

O Rebe Tsêmach Tsêdek disse para sua nora, a Rabanit Rivka, esposa do Rebe Maharash, que a principal maneira de fazer a imersãono mikve é estirada, deitada e colocando a cabeça próximo ao degrau inferior.

(Likutei Sipurim, pág. 131)

Do livro: Otsar Sipurei Chabad, Vol. XVII, pág. 236

(Agradecimentos especiais ao R. Shamai Ende).

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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ADASHIM ADUMOT

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Ingredientes:

2 dentes de alho

2 colheres de sopa de óleo

½ colherinha de sal

½ colherinha de cominho

½ copo de lentilhas vermelhas

3 folhas de couve

2 cenouras

4 copos de água

Modo de Fazer:

Refogue o alho no óleo até dourar.

Acrescente as lentilhas, as cenouras fatiadas, a couve cortada fininha e os temperos. Refogue um pouco. Acrescente a água e cozinhe tampado, em fogo lento até que todos os ingredientes estejam macios.

Lebriut!

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QUER OU PRECISA?

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O QUE SE QUER – NÃO É PRECISO FAZER

Rabi Nachum de Rodomisel contou:

Na época do Tsêmach Tsêdek, um de seus netos, um menino pequeno, segurava uma maçã e chorava.

Os chassidim lhe perguntaram por que estava chorando. Ao que ele respondeu:

– Porque quero comer maçã.

Disseram os chassidim:

– Coma, então! Você está com uma maçã na mão.

O menino respondeu:

– Vovô, o Rebe Tsêmach Tsêdek, disse:

 ‘O QUE QUEREMOS NÃO PRECISAMOS FAZER.’

Moral da história: não precisamos fazer tudo o que dá vontade….

Adaptado do livro:

“ Otsar Sipurei Chabad”, Vol. XVII, pág. 246

(Hebraico)

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Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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