“ESTE É MEU NOME PARA SEMPRE”

BS’D

“…este é Meu nome para sempre…”

(Shemot 3:15)

“Este é Meu nome para sempre – não sou chamado do jeito que sou escrito” (Pessachim 50.)

Em um encontro de Chassidim, o Rebe Rashab contou como foi que o famoso Chassid, R. Meir Refael’s que era o parnas chodesh (líder da comunidade judaica) de Vilna, tornou-se um chassid ardoroso do Alter Rebe, autor do Tanya. E isso foi durante o conflito contra os chassidim, que estava sendo comandado, principalmente, da cidade de Vilna.

Os motivos foram dois. Duas histórias.

Era uma vez um Chassid, cujo genro abandonara a esposa (filha do Chassid) e a deixara aguná. Fazia três anos que fugira de casa e a família ignorava por completo seu paradeiro. O Chassid e sua filha foram ter com o Alter Rebe, a quem contaram sua aflição e lhe pediram conselho e berachá. O Alter Rebe lhes aconselhou que fossem a Vilna e pedissem ao parnas chodesh que encontrasse o marido que abandonara a esposa.

É óbvio que os Chassidim confiavam totalmente nas palavras de seu Rebe. Os amigos e conhecidos daquela família coletaram dinheiro entre eles e conseguiram o necessário para a viagem da mulher à distante Vilna. E lhes disseram que fosse direto à casa do líder da comunidade e dele exigisse que encontrasse seu marido. Além disso, disseram-lhe que mesmo se a expulsassem da casa, humilhassem-na e lhe chamassem nomes, ou até mesmo se batessem nela, aguentasse tudo e não deixasse o parnas chodesh em paz, enquanto não encontrasse o marido, pois, uma vez que tinha sido isso o que o Rebe dissera, sem sombra de dúvida o encontraria.

E foi o que fez a mulher. Depois de uma viagem longa e exaustiva, chegou a Vilna e foi direto para a casa do gvir, R. Meir Refael’s. R. Meir estava no shul, e a aguná contou tudo à esposa do gvir. Esta, obviamente, achou tudo aquilo ridículo. De onde seu marido ia saber do paradeiro de um avrech que três anos antes fugira da esposa numa cidadezinha tão distante de Vilna? Quando R. Meir voltou do shul, sua esposa lhe contou que não era à toa que perseguiam o “kat” e suas ações, pois suas artimanhas eram inimagináveis: mandaram uma pobre mulher de uma cidadezinha distante até aqui, para que a gente encontre seu marido. A aguná dirigiu-se a R. Meir e lhe disse que não iria embora enquanto não conseguisse seu objetivo: seu marido. R. Meir e sua família a repreenderam, explicaram-lhe como aquilo era ridículo – mas seus argumentos de nada adiantaram. Percebendo que não se livraria dela, R. Meir lhe disse: “Seu marido não vai ser encontrado em um dia, vá, portanto, para o hekdesh (hospedaria da comunidade para pobres e sem teto) e fique por lá. Depois vamos ver como vão se desenrolar os acontecimentos. Foi o que fez a mulher. Só que não deixou R. Meir em paz. Todo dia o procurava, chorava e gritava: cadê meu marido?

R. Meir contou a história na sinagoga, lançando lenha à fogueira da machloket contra o “kat” e suas artimanhas, e a história da aguná era assunto muito comentado na cidade.

Passaram-se alguns dias, e R. Meir foi chamado à delegacia. De vez em quando passavam por Vilna grupos de prisioneiros “indocumentados”, que não possuíam documento de identificação. E costumavam chamar R. Meir Refael’s para identificar os que ele conhecia, e eles eram soltos. E foi o que aconteceu daquela vez. Quando os prisioneiros começaram a falar seu nome e sua cidade de origem, um deles mencionou aquela cidadezinha da aguná. Foi como se um raio tivesse atingido R. Meir. Pediu que esperassem na delegacia, que logo estaria de volta, e foi correndo para casa. Mandou chamar a aguná, pediu-lhe que lhe desse sinais de identificação do marido, e eles batiam exatamente com aquele prisioneiro. R. Meir voltou à delegacia com a aguná, e ela reconheceu o marido. R. Meir conseguiu libertar o homem, foram até o Rabino, e o homem deu guet à mulher.

Naquele dia, algo mudou no modo como R. Meir Refael’s via o “kat”. Ao que parece, as coisas não são como falam aqui em Vilna. Mesmo assim, ainda não chegara a uma decisão. Talvez aquilo não passasse de coincidência. R. Meir resolveu não relatar o fato a ninguém e esperar. Talvez, com o passar do tempo, o assunto dos Chassidim e o Rav deles fosse esclarecido.

Algum tempo depois, um homem pobre, dos arredores de Vilna, grande erudito e chassid, estava indo a pé para Liozna. Quando passou por Vilna, entrou na sinagoga, tirou da estante uma Guemará, e se sentou para estudar. Era quinta-feira de tardezinha. O caminhante resolveu passar o Shabat em Vilna. O shamash percebeu que aquele viajante não era um pobre comum. Não pediu esmolas, comeu pão seco que trouxera em sua mochila com um pedaço de dag-maluach, e voltou aos estudos. Estudou Torá a noite inteira. Na sexta-feira de manhã, o shamash perguntou ao visitante onde passaria o Shabat. Ele respondeu que ficaria na sinagoga. Disse-lhe o shamash:

Baruch Hashem temos muitos gvirim que cumprem a mitsvá de hachnassat orchim com todo o coração, especialmente quando o hóspede é um erudito. Por que, então, o senhor não cumpre a mitsvá de oneg-Shabat e quer ficar aqui na sinagoga e comer pão seco com dag-maluach?

O visitante respondeu que não queria ir na casa de ninguém para Shabat. Que tinha tudo de que precisava.

O shamash contou aquilo para certo gvir erudito, que fazia questão de ter convidado em sua mesa, no Shabat. Quando o gvir soube que o visitante era um erudito e que recusava o convite, pediu ao rabino da sinagoga que fosse junto com ele convencer o visitante a ir passar o Shabat em sua casa. O Rav e o gvir insistiram muito, até que o visitante concordou em ir, com a condição que não dormiria lá. Dormir, ele queria justamente na sinagoga.

Na refeição da sexta-feira de noite, o gvir conversou muito com seu hóspede sobre assuntos de Torá e viu que ele era um grande homem, curtindo muito sua companhia, feliz por D-us lhe ter enviado tamanho talmid-chacham. Antes de Birkat Hamazon, o gvir deu um suspiro profundo, mas nada falou. O visitante espantou-se, mas nada perguntou. Após a refeição, o hóspede foi para a sinagoga e voltou a seus estudos. No dia seguinte, no almoço, o gvir e o convidado discutiram Torá novamente e, antes de Birkat Hamazon,o gvir suspirou novamente. E aquilo repetiu-se na seudá shlishit e também na Melavê Malka do sábado à noite. O convidado não pode mais se conter e perguntou o motivo do suspiro.

O gvir lhe contou que estava em grande apuro. Ele e seu sócio foram acusados falsamente e levados a julgamento. E ambos foram condenados a três anos de exílio na Sibéria. Recorreram ao Tribunal Regional, onde o veredicto foi confirmado. Agora, o assunto estava para ser deliberado em Petersburg, e só D-us sabia quais seriam os resultados. Ao ouvir isso, disse o hóspede ao gvir:

– Tenho algo confidencial a lhe dizer. Poderíamos ir para uma sala onde pudéssemos conversar com privacidade?

Entraram na sala e fecharam a porta, e o hóspede falou para o gvir:

– Meu conselho é que viaje imediatamente para Liozna, para pedir um conselho e uma berachá ao Rebe. Sou discípulo do Rebe, e estou a caminho de Liozna. Sem dúvida encontrará lá sua salvação.

Disse o gvir:

– Para uma coisa dessas preciso consultar meu sócio. Vou mandar chamá-lo agorinha e vamos discutir o assunto.

O gvir mandou chamar o sócio e lhe contou o que o hóspede lhe dissera. Disse o sócio:

– Receio que além de não encontrar salvação lá, ainda vamos nos meter em encrenca aqui. Pois quando aqui na cidade ficarem sabendo que fomos fisgados pelo “kat”vão nos perseguir até acabarem conosco.

Os sócios discutiram o assunto entre si, e resolveram ir consultar R. Meir Refael’s, que era amigo deles, e lhe pedir conselho.

Chegaram à casa de R. Meir Refael’s e o fizeram jurar, antecipadamente, que o assunto que lhes contariam era estritamente confidencial, independente do conselho que lhes desse. R. Meir prometeu guardar segredo, e eles lhe contaram tudo. E R. Meir, que ainda estava impressionado com o caso da aguná, lhes respondeu de imediato:

– Concordo que viajem a Liozna.

Os sócios não vacilaram e logo atrelaram a carruagem. Levaram também o visitante e foram direto para Liozna.

Quando lá chegaram, contaram ao Rebe todo o problema. E o Rebe lhes disse:

– Vocês são judeus eruditos, digam-me, por favor, o significado do dito (Berachot 58:1): “O reino da Terra é semelhante ao reino do Céu.” Em que se parecem?

Os sócios ficaram calados.

E o Rebe falou:

– Vou lhes dizer o significado. Na Guemara (Pessachim 50:1) consta: “Este é Meu nome para sempre – não sou chamado do jeito que sou escrito; sou escrito pelo nome Yud Hei, e sou chamdo pelo nome Alef Dalet. Hakadosh Baruch Hu não é chamado pelo nome. No reino da Terra também é assim. O czar tem seu nome próprio, mas é proibido chamá-lo pelo nome próprio, só pelo nome de “czar”.

E despediu-se deles, sem que tivesse falado nada sobre o assunto que os preocupava.

Os sócios saíram do escritório do Rebe totalmente decepcionados com o Rebe e com o “kat” e também com aquele visitante. Atrelaram a carruagem e voltaram para Vilna. Foram ter com R. Meir Refael’s e lhe disseram que o Rav do “kat” era muito estranho. Não falava coisa com coisa. Pergunta-se uma coisa e ele responde com algo que não tem nada a ver. R. Meir, ao ouvir aquilo, chegou à conclusão que não passava de confuso e enrolão, e achou que o caso da aguná não passara de coincidência.

Alguns meses depois, chegou a hora do julgamento do recurso, em Petersburg, no Senado. Os sócios viajaram à capital, e consultaram vários advogados que não lhes deram muita esperança. Um dos advogados, porém, sugeriu-lhes que tentassem sensibilizar o Ministro da Justiça e implorar sua piedade. Quem sabe se apiedasse deles. Após pesquisas e buscas, descobriram que o Ministro da Justiça fazia uma caminhada diária em um dos parques da cidade. Procuraram o guarda do parque e o subornaram com um belo presente para que lhes permitisse entrar no parque antes que o Ministro chegasse e que, quando ele chegasse, lhes fizesse um sinal, para que pudessem dele se aproximar e fazer sua solicitação.

Acontece que no dia em que o guarda os deixou entrar no parque, o Ministro da Justiça adoeceu e não saiu para seu passeio rotineiro. Só o Ministro da Cultura foi caminhar. O guarda ia ao lado do Ministro para auxilia-lo e, para evitar que os judeus achassem que aquele era o Ministro da Justiça, fez-lhes gestos, com as mãos dizendo que ele não era a pessoa que estavam procurando. Os judeus não entenderam seus gestos e pensaram que ele estava lhes comunicando que se aproximassem para fazer o apelo. Os judeus caíram aos pés do Ministro, contaram-lhe seu problema, e pediram sua ajuda. Ao que o Ministro respondeu:

– Os senhores se confundiram. Este assunto é da alçada do Ministro da Justiça, e sou o Ministro da Cultura.

Os judeus saíram do parque decepcionados. Alguns instantes depois, o Ministro falou para o guarda:

– Corra e traga de volta aqueles dois judeus.

O guarda se assustou. Talvez os estivesse chamando porque tinham entrado no parque sem permissão. Mas, por falta de opção, correu atrás deles e lhes transmitiu a ordem do Ministro, para que voltassem imediatamente ao parque. Eles também se assustaram. Voltaram amedrontados e se postaram diante do Ministro. Este lhes disse:

– Percebo que vocês são judeus eruditos. O Czar me fez uma pergunta recentemente, e se souberem respondê-la de modo que me agrade, darei a resposta ao Czar em nome de vocês e também lhe pedirei que ele anule o julgamento no Senado. A pergunta é a seguinte: No Talmud de vocês tem um dito: “O reino da Terra é semelhante ao reino do Céu.” O Czar não está conseguindo entender a semelhança entre os dois. Perguntou-me, e eu também não sei responder. Será que vocês sabem a resposta?

Ao ouvir a pergunta, o coração dos judeus sentiu temor e alívio, e naquele momento entenderam a intenção das palavras do Rav de Liozna quando o visitaram. Deram ao Ministro a resposta que escutaram do Rebe, e o Ministro gostou muito da solução. Prometeu-lhes que interviria junto ao Czar para que este desse ordens para que o julgamento fosse anulado.

E foi o que aconteceu. O Ministro contou ao Czar que encontrara no parque dois judeus, que pareciam eruditos, fez-lhes a pergunta do Czar e eles lhe deram a resposta correta. O Czar também gostou da resposta. E o Ministro contou ao Czar que aqueles judeus estavam em apuros, e que só ele, o Czar, poderia ajudá-los. Contou-lhe o problema e o Czar deu ordens para que o Senado anulasse o julgamento.

Os sócios voltaram para Vilna em grande júbilo. E quando lá chegaram, foram direto contar a R. Meir Refael’s todo o acontecido.

R. Meir Refael’s foi logo para Liozna, e tornou-se um Chassid importante e dedicado do Alter Rebe.

Adaptado do livro: “Sipurei Chassidim – Torá

Do Rav Shlomo Yossef Zevin

Págs. 155-160

(Hebraico)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

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VACINA

BS’D

Na semana passada fui tomar a terceira dose da vacina contra a Corona.

Fui no posto de saúde próximo a minha casa.

Quando me chamaram ao quartinho/cubículo onde é realizada a vacinação, a moça falou:

– “Vou encostar a porta, porque sei que a vai precisar tirar o casaco e sei que a senhora não quer expor seu braço.”

Gente, tomei lá a primeira dose em abril (estamos em dezembro)! (Para a segunda, precisei ir a outro lugar).

Alguém da equipe de vacinação do posto lembrou que oito meses atrás estive lá e, por ser judia religiosa e prezar minha privacidade e recato, pedi que, se fosse possível, gostaria de evitar que alguém que, por acaso estivesse passando, avistasse meu braço.

Olha, Kol Hakavod para a equipe de vacinação: tem sensibilidade, consideração e respeito!

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

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A MAIOR BERACHÁ

BS’D

“Abençoou Yossef dizendo: ‘O anjo que me redimiu de todo o mau abençoe os rapazes [Menashe e Efraim]”

(Bereshit 48:15-16)

Yaakov começou abençoando Yossef, mas acabou abençoando os filhos deste. A berachá de Yaakov para Yossef foi que seus filhos, Menashe e Efraim, fossem judeus tementes a D-us, de quem Yossef pudesse se orgulhar. Esta é a maior bênção para um pai ou uma mãe.

(Zohar)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5757/449.htm#caption7

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

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David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

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Eliyáhu ben Yaakov

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BOLO INTEGRAL COM ESPECIARIAS

BS’D

Ingredientes:

2 ovos inteiros

1 copo de açúcar mascavo ou de coco

1 ½ copo de suco de laranja

½ copo de óleo de girassol

1 ½ copo de farinha integral

1 pitada de sal

2 colheres de chá de fermento para bolo

½ colher de chá de gengibre moído

½ colher de chá de cardamomo moído

¼ de colher de chá de cravo moído

1 colher de chá de canela

1 punhado generoso de nozes variadas (nozes, amendoim, amêndoas, avelã) e passas – levemente trituradas.

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Misture os ovos, o sal, o açúcar, o óleo e as especiarias.

Acrescente alternadamente o suco e a farinha. Misturando sempre.

Acrescente o fermento, mexa; e por fim a mistura de nozes e passas. Misture mais um pouco.

Asse em forma untada com óleo e polvilhada com farinha integral.

15 minutos em forno médio e depois baixe o forno. Asse até que um palito saia sequinho.

Lebriut!

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COMO EVITAR ESGOTAMENTO

BS’D

Pearl Lebovic, que junto com seu marido foi shluchá do Rebe em Springfield, Massachusetts, relatou o seguinte:

Depois de trabalhar durante algum tempo em Springfield, eu estava me sentindo muito sobrecarregada. Fazia atividades em universidades três vezes por semana, seminários para casais uma vez por semana, além de ensinar diariamente. Tudo isso enquanto criava meus filhos.

Quando contei ao Rebe sobre minhas dificuldades, ele me disse para dar uma pausa. Aconselhou-me a escolher um dos meus projetos e suspender os demais durante alguns meses. Também me disse para me concentrar totalmente na tarefa que estivesse fazendo naquele momento – quer dizer, não devia fazer uma coisa pensando sobre as outras coisas que eu precisava fazer depois. Se viver o momento, não vou me sentir tão sobrecarregada, salientou. Além disso, me disse para estudar ensinamentos Chassídicos sobre o papel da Providência Divina na vida do indivíduo, bem como Chovot HaLevavot (Obrigações do Coração) o clássico do século XI, escrito por Rabeinu Bahya, especialmente o capítulo chamado “Portal da Confiança”.

Levei seu conselho muito a sério, tal como sempre fiz com tudo o que o Rebe me disse. Organizei um grupo para estudar Chovot HaLevavot com outras mulheres, e aprendi a viver o momento, como o Rebe tinha sugerido, e isso me ajudou a não me sentir tão assoberbada. E esse conselho seu realmente me tem motivado desde então.

Todos os conselhos e orientações do Rebe  guiam meu marido e eu a vida inteira. Tudo o que fizemos, foi com as bênçãos do Rebe, e acho que foi por isso que tivemos sucesso.

Adaptado de:

https://www.chabad.org/therebbe/article_cdo/aid/4069575/jewish/How-to-Avoid-Burnout.htm

(Inglês)

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Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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NÃO TEM ERRO

BS’D

Certa vez, um chassid viajou ao Rebe Dov Ber (conhecido como o Miteler Rebe) com um problema terrível. Alugava uma estalagem do pôrets (senhor feudal) e estava para ser despejado, por não ter conseguido pagar o que devia. O judeu corria perigo de perder a casa e o sustento.

chassid entrou no escritório do Rebe para uma audiência particular. Relatou seu problema e pediu que o Rebe escrevesse uma carta para um empresário abastado chamado Moshê M., que era amigo do pôrets, e poderia intervir.

Rebe escreveu a carta, mas quando o chassid saiu da sala do Rebe e a leu, viu que estava endereçada para outro Moshê: Moshê A., que era tão pobre quanto ele próprio. Pensou que o Rebe tivesse se enganado.

Em seu desespero, tentou voltar à sala do Rebe. gabai, porém, explicou-lhe que havia muitas pessoas na fila e demoraria muito para ele conseguir entrar novamente.

chassid, em sua grande aflição, falou que o assunto era urgente e acrescentou: “É rápido, o Rebe só vai precisar mudar umas palavrinhas. É que ele fez a carta para a pessoa errada.”

O filho do Rebe, que estava por perto, ouviu a conversa e comentou:

“Um Rebe não erra.”

chassid, então, resolveu procurar Moshê A. e lhe entregar a carta do Miteler Rebe.

Moshê A. explicou ao chassid que ele não tinha nada a ver com o pôrets. Mas o chassid, agora certo de que o Rebe sabia o que estava fazendo, insistiu. Finalmente, Moshê A. concordou em ir visitar o pôrets no dia seguinte.

No meio da noite, bateram à porta de Moshê A. E para surpresa sua, era o pôrets em pessoa, ensopado e tremendo de frio. Moshê o recebeu, deu-lhe roupas secas, alimentou-o e lhe deu de beber. Quando se sentiu melhor, o nobre  contou que estava caçando na floresta quando foi pego, de surpresa, por uma tempestade. Bateu na primeira casa que encontrou ao sair da floresta, e estava muito grato a Moshê.

Na manhã seguinte, quando o pôrets estava prestes a voltar para seu palácio, insistiu em retribuir a Moshê todo o bem que lhe fizera. Moshê, então, contou-lhe sobre o problema do chassid e pediu que reconsiderasse seu caso.

O nobre prometeu renovar seu contrato e perdoar a dívida. E acrescentou:

“Você está com sorte por ter falado comigo hoje sobre o assunto. Eu ia alugar a estalagem para outra pessoa: um parente de meu grande amigo Moshê M.

Imaginem só o que teria acontecido se o Rebe tivesse endereçado a carta para o Moshê “certo”!

Moral da história:

Um Rebe não se engana.

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5774/1295.htm#caption2

(Hebraico)

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BOLO DE AMENDOIM E CANELA

BS’D

Ingredientes:

2 ovos

1 pitada de sal

5 gotas de baunilha

½ copo de açúcar

½ copo de óleo

1 copo de suco de laranja

2 copos de farinha

2 colheres de chá de fermento

1 xícara de amendoim

½ xícara de nozes picadas

1 colher de sobremesa de canela em pó

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Unte a forma com óleo e polvilhe com uma misturinha de farinha, canela e açúcar.

Numa tigela, misture os ovos, o sal, a baunilha, o açúcar, o óleo.

Depois, vá alternando entre a farinha e o suco.

Em seguida, acrescente o fermento, o amendoim e as nozes e mexa mais um pouco.

Separe uma xícara da massa e a ela acrescente a canela e misture bem. Esta massa com canela e acrescente à massa principal, sem misturar muito, para que fique um pouco mesclada.

Asse até que um palito saia sequinho.

Lebriut!

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AGRADECER E PEDIR

BS’D



“E concebeu mais, e deu à luz um filho, e disse: ‘Esta vez louvarei ao Eterno.’ Portanto chamou seu nome Yehudá. E parou de dar à luz.”

(Bereshit 29:35)

Como consta no Talmud  (Berachot 54), sempre que um judeu agradecer a D-us pelo passado deve, imediatamente, aproveitar a oportunidade para rezar pelo futuro.

Porém, quando Léa agradeceu a D-us pelo nascimento de Yehudá, não fez isso. Portanto, “ela parou de dar à luz”.

(O Rebe de Lublin)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5762/695.htm#caption8

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

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GOOD MORNING SHABES

BS’D

Ingredientes:

2 ovos

¼ de colher de chá de sal

5 gotas de baunilha

1 colher de sopa generosa de chalva

¾  de copo de óleo

¾ de copo de açúcar

2 copos de farinha

1 copo de água

2 colheres de chá de fermento em pó

2 punhados de castanhas picadas

1 punhado de passas

1 punhado de chocolate picado

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Unte com óleo e polvilhe a forma com uma mistura de farinha e chocolate em pó.

Misture os ovos, o sal, a baunilha, a chalva, o óleo e o açúcar.

Vá acrescentando, alternadamente, a farinha e a água, misturando sempre.

Acrescente o fermento, as castanhas, as passas e o chocolate picado e misture tudo.

Asse 10 minutos em forno médio e em seguida, baixe o forno.

 Asse até que um palito saia sequinho.

Lebriut!

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TEHILIM PROTETORES

BS’D

Escreve o Rebe Anterior (Rebe Yossef Yitschak Schneerson:

Ouvi dos Chassidim mais velhos, que em sua época havia um costume de que diariamente, cada pessoa deveria recitar o capítulo de Tehilim correspondente a seus anos de vida [sua idade].

Por exemplo: se a pessoa tivesse 20 anos de idade, deveria dizer o capítulo 21 dos Tehilim.

Também falavam o Tehilim correspondente à idade de seus filhos e filhas, dizendo que isso é uma segulá (simpatia) para que não se desviassem [para se associar a] uma má cultura [“sair do derech”(caminho)].

(Igrot Kôdesh do Rebe Anterior, vol. 1, Igueret 16)

Do livro:

“Teachings of the Rebbe on Chinuch”

Pág. 268

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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