Um báal teshuvá, que tinha o corpo todo tatuado, da cabeça aos pés, envergonhava-se das tatuagens e de seu passado.
Quando ia ao mikve, tentava ir num horário em que não havia muitos homens, e ia envolto na toalha até a beira do mikve, cobrindo-se, em seguida com a toalha para evitar constrangimentos.
Certa vez, por algum motivo, a toalha escorregou e todas as suas abundantes tatuagens ficaram à mostra durante alguns minutinhos. Ele, coitado, ficou morrendo de vergonha.
Lá no mikve encontrava-se um chassid idoso. Percebeu o mal-estar do moço, mostrou o número que ele tinha tatuado no braço (do campo de concentração), e falou para ele:
“Meu amigo, todos nós, tivemos coisas em nosso passado que não foram nada fáceis.”
Certa vez, o Rebe Maharash (Rabi Shmuel, o quarto Rebe de Chabad) viajou a Paris. E com ele viajaram os gabaim R. Levik e R. Pinchas Leib. E os chassidim Rabi M. Monezson e Reb Yeshaya Berlin também foram. Quando lá chegaram, Reb Y. Berlin perguntou a seu tio, o Rebe Maharash para onde deviam ir. E o Rebe respondeu que deveriam ir para o Hotel Alexander, um dos mais luxuosos de Paris, frequentado pela nobreza. E acrescentou:
“Como você não sabe falar francês, deixe que eu falo.”
Quando chegaram ao hotel, o Rebe pediu vários quartos, e lhe disseram que havia quartos disponíveis por 200 francos a diária. O Rebe perguntou se havia quartos melhores, e se estavam no mesmo andar dos salões de jogos.
Responderam que havia tais quartos disponíveis, mas o preço era altíssimo. O Rebe pegou três quartos, apesar do preço: um para si, um para R. Levik e outro para R. Pinchas Leib. R. Yeshaya Berlin e R. Monezson ficaram em outro hotel, menos dispendioso.
Após algumas horas no hotel, o Rebe foi ao salão de jogos, onde jogavam dados. Sentou-se perto de um jovem que estava jogando e que, de vez em quando sorvia vinho. O Rebe pôs a mão sobre o ombro do rapaz e disse:
“Jovem, yáyin nessech (vinho não-kasher) é proibido beber.”
E repetiu:
“Yáyin nessech embota a mente e o coração – seja um bom judeu. Boa noite.”
Em seguida o Rebe voltou para seu quarto muito emocionado. R. Y. Berlin disse que jamais vira seu tio tão entusiasmado.
Naquele hotel quando alguém queria ir de um andar a outro (ainda não existiam elevadores) havia cadeiras especiais em que os hospedes sentavam e eram carregados. Devido a seu estado emocional, o Rebe sentou-se em uma daquelas cadeiras e, quando pegaram a cadeira para levá-lo pelas escadas, lembrou-se de que seu quarto era naquele andar mesmo. Desculpou-se e voltou para seu quarto.
Algumas horas depois, o jovem perguntou onde estava o homem que tinha falado com ele, entrou no quarto do Rebe e lá ficou durante bastante tempo. No dia seguinte o Rebe deixou Paris.
O Rebe explicou, depois, que há várias gerações não havia uma alma tão pura, só que estava nas profundezas das klipot (do mal).
O jovem tornou-se báal teshuvá e o patriarca da família K. da França – uma família religiosa e temente a D-us.
Adaptado de:
“Sipurei Chabad”, R. Avraham Chanoch Glitsenstein,
Vol. VIII, págs. 44-45
(Hebraico)
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Neche bat Shlomo
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
No balcão de Informações havia um rapaz, e um grupo de rapazinhos estava conversando com ele. Aparentemente, os rapazinhos não eram Chabad e disseram ao moço do balcão de Informações:
“Nos falaram para vir aqui e fazer perguntas ao Rebe, que o Rebe encontraria uma maneira de nos responder. Que papo é esse?”
O rapaz do balcão de informações ficou muito empolgado e disse:
“Querem saber como o Rebe encontra uma maneira de responder? Vou lhes dizer. Quando as pessoas vêm ao Ohel, a grande maioria não vem me contar o motivo de estar aqui. Muito raramente alguém me diz por que veio.”
Apontou para o local dos biscoitos e do café e disse:
“Estão vendo ali um homem e uma mulher? Há cerca de meia hora aquela mulher chegou e veio direto a meu encontro. Repito: as pessoas não costumam me contar o motivo de terem vindo ao Ohel. Ela me disse: ‘Quero mandar meu filho para estudar numa Yeshivá, mas não posso pagar. Procurei algumas organizações, com quem obtive um pouco de dinheiro, mas não o suficiente. Perguntei-lhes onde eu poderia conseguir o restante, pois não tenho marido e não tenho dinheiro. Disseram-me que fosse ao Ohel do Lubavitcher Rebe. Aqui estou. O que devo fazer?’“
Ele a orientou sobre o que fazer: escrever um pan (deu-lhe as instruções de como fazê-lo), entrar no Ohel, falar Tehilim, é isso o que você pode fazer, disse ele.
E foi o que ela fez.
Há cinco minutos, pouco antes de vocês chegarem, ela saiu e foi tomar um café. Um ou dois minutos depois, aquele homem saiu do Ohel e, (repito: as pessoas não costumam me contar o motivo de virem ao Ohel, tampouco me perguntam o que fazer no Ohel). Isso é muito raro. Mas aquele homem se aproximou de mim e disse:
“Acabo de estar com o Rebe no Ohel e lá resolvi que quero ajudar alguém que esteja precisando de dinheiro. Tenho muito dinheiro sobrando e quero ajudar alguém que esteja precisando. Será que, por acaso, você conhece alguém que esteja precisando de dinheiro?”
Apontei para aquela mulher.
E eles viram como o homem preencheu um cheque para aquela mulher.
“Estão vendo?” – disse o rapaz. – “O Rebe achou um jeito de responder a ela, a ele e a todos vocês. Todos ao mesmo tempo!”
Parashat Shemini principia com o serviço elevado e sublime do oitavo dia da preparação do Mishkan (Tabernáculo), e termina com a proibição de comer insetos rastejantes, algo que é contrário à natureza humana. Disto aprendemos que até mesmo quem se encontra no nível mais elevado de espiritualidade e observância não está imune a quedas espirituais, que D-us nos livre, e precisa servir a D-us com a mesma submissão que as demais pessoas.
Bata os ovos, o sal, o óleo, o açúcar e o chocolate.
Acrescente aos poucos as farinhas, batendo sempre.
E no final, as nozes.
Asse em forno moderado em assadeira untada e polvilhada, até que um palito saia quase seco.
Obs.: Na véspera e no primeiro dia de Pessach até o item corêch do segundo Sêder, é costume Chabad não ingerir os ingredientes de maror e charôsset, ou seja, chrein, alface romana, maçã, nozes e pêras (obviamente estes são ingeridos na hora de cumprir a mitsvá do maror e do corêch no primeiro e segundo Sêder). (Do livro: “De Pessach a Shavuot – leis e costumes” do Rabino Shamai Ende).
É prática comum no mundo (olam em hebraico, cuja raiz significa “ocultação”) que pessoas que atingem certa faixa etária são dispensadas do trabalho e obrigadas a “se aposentar”.
Isso se deve à falsa noção de que a idade avançada causa debilidade física e, consequentemente, os idosos são incapazes de ser criativos e eficazes.
Isso, obviamente, tem um efeito negativo sobre os idosos, causando sentimentos de desespero e depressão: já são “velhos” e não produtivos, são um “peso” (que D-us nos livre) para a família, etc. De modo que muitos idosos costumam se sentir entediados, e procuram maneiras de passar o tempo.
Porém, de acordo com a “Torá da Verdade”, a situação é exatamente o oposto. É justamente na velhice que se tem a vantagem de “muitos anos ensinarão sabedoria” (Job 32:7) e “os Sábios da Torá… quanto mais velhos ficam, mais afiados fica seu intelecto” (final do Tratado Kanim).
E até mesmo quem não é um erudito da Torá tem a superioridade de possuir sabedoria e conhecimentos que vêm da experiência.
Os jovens precisam do conselho dos mais velhos, com consta em Pirkei Avot: “Aos 50 [chega a qualificação para dar] conselho.”
Entende-se, portanto, que em assuntos que requerem sabedoria e entendimento, os velhos precisam ser mais ativos.
Também é óbvio que quando alguém chega a certa idade e é impedido de trabalhar, etc., seja meio período ou tempo integral, isso causa prejuízo, tanto para a empresa quanto para o idoso.
De uma Sichá do Rebe e, 20 de Av de 5740, e outras.
…E tal qual se fala sobre a geração que saiu do Egito (que foi a última geração do exílio egípcio, e a primeira geração da redenção do Egito): que foi pelo mérito das nashim tsidkaniot (mulheres virtuosas) daquela época que nossos antepassados saíram do Egito. Não apenas as mulheres com seus filhos e filhas, mas [também] nossos antepassados foram redimidos do Egito pelo mérito das mulheres justas.
E como acrescentam outros Midrashim:
Qual foi, exatamente, o mérito delas? É que foi pelo mérito delas que o povo judeu “foi fértil e se multiplicou.”
Os judeus “foram férteis e prolíficos, e sua população aumentou muito e ficaram muito muito fortes (paru veyishretsu vayirbu vayaatsmu bimeod meod) .”
Sabiam que estavam no exílio e à mercê do Faraó e de seus decretos – a ponto de até mesmo Amram ter pensado [em parar de ter filhos] e por isso tinha mandado Yocheved embora.
E foi uma menininha judia (a yidishe meidale) que veio, pediu e questionou:
“Como pode fazer isso?! Seu decreto é pior que o do Faraó!”
É óbvio que isso foi dito com o devido respeito a seu pai – tal qual Avraham demonstrou respeito por Térach. Miriam demonstrou mais respeito ainda para com Amram. De modo que ela, obviamente, comunicou seus sentimentos com o devido respeito. Mas a essência de sua reivindicação foi:
O que importam para um judeu os decretos do Faraó? Os únicos decretos que devem ser levados em conta são os de D-us Todo Poderoso! E quando D-us diz “sejam férteis e se multipliquem”, uma filha judia precisa cuidar para que o povo judeu “seja fértil e prolífico, e sua população aumente muito e seja muito muito forte (paru veyishretsu vayirbu vayaatsmu bimeod meod) .” Seis descrições, uma após a outra!
E foi isso o que com que fez o Faraó ficar “temeroso e com medo”, bem como todo o povo do Egito. O que fez com que começassem a tentar ser mais espertos que o povo judeu. Mas no fim, quem venceu? As mulheres judias!
Adaptado de:
Maor – Daily Rebbe Video
+1 (718) 687-8900
RebbeDaily #2018
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
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Neche bat Shlomo
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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
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Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D