TSNIUT DAS MOROT

BS’D

O recato das mulheres é fundamental para o crescimento emocional e espiritual das crianças. Isso se refere não apenas às mães, mas também às professoras, inclusive das classes das crianças bem pequenas.

A tsiniut no trajar é tão importante que na época do Tsemach Tsêdek, o shochet de uma cidadezinha foi demitido porque usava galochas.

É óbvio que não há proibição de se calçar galochas. Porém, era um sinal externo do que acontecia em seu íntimo.

Do livro:

El Nshei Ubnot Yisrael

(A visão do Rebe sobre a mulher, a mãe e a menina judias)

(Hebraico)

Págs. 194-195

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac bem Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid bem Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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BOLO DE LENTILHAS

BS’D

(doce)

Ingredientes:

1 copo de lentilhas (que ficaram de molho durante a noite – a medida de um copo é de lentilhas já infladas)

1 copo de farinha de trigo

¾ de copo de chocolate em pó

1 colher de chá de fermento para bolo

1 pitada de sal

5 gotas de baunilha

3 ovos inteiros

½ copo de óleo

1 copo de açúcar

Modo de Fazer:

Cozinhe as lentilhas em 2 copos de água até ficarem macias e secar a água. Reserve e deixe esfriar. (Pode-se fazer isso de véspera e guardar na geladeira)

Aqueça o forno.

Numa tigela, misture os ingredientes secos.

Bata os ingredientes líquidos no liquidificador junto com as lentilhas. Verta a mistura sobre os ingredientes secos e misture tudo muito bem.

Asse em assadeira 25x17x5cm durante cerca de 25 minutos. Os primeiros 10 minutos em forno médio e em seguida, baixe o forno e asse até que um palito saia quase sequinho. Deixe no forno durante mais 5 minutos. Pode ficar ligeiramente úmido no meio.

Lebriut!

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SONHO BOM

Conta sua mãe, a Rebetsin Rivka, esposa do Rebe Maharash (Rebe Shemuel, quinto rebe da dinastia Chabad):

No dia 10 de Kislev de 5620 sonhei que vi minha mãe (Rebetsin Sara, filha do Miteler Rebe) e meu avô, o Miteler Rebe, e ambos estavam com o rosto iluminado.

Minha mãe me disse:

– Rivka, você e seu marido escrevam um Sêfer Torá.

E meu avô, o Miteler Rebe, disse:

– E vocês terão um filho bom, e não se esqueçam de lhe dar meu nome.

E minha mãe acrescentou:

– Rivka, você está ouvindo o que meu pai está lhe dizendo.

E eu acordei.

O dia inteiro fiquei preocupada com o sonho, mas com meu marido, o Rebe Maharash, não falei nada nem lhe contei sobre o sonho.

Dois ou três dias depois, minha sogra ficou com febre, e eu cuidei dela. De noite a febre passou e de manhã ela melhorou.

Depois da reza meu sogro, o Rebe Tsêmach Tsêdek, entrou no quarto de minha sogra para visitá-la, e ela lhe contou que tinha sonhado um sonho, de noite. Meu sogro disse: “Consta na Guemará (Berachot 55,2) que sonhar é bom para os doentes. E sobre sonhos há duas opiniões, uma delas acredita em sonhos e a outra não acredita neles.” E voltou-se para mim e disse:

“Um bom sonho, é óbvio que é preciso realizá-lo…”

Quando meu sogro saiu e refleti no que havia dito sobre os sonhos, e suas últimas palavras sagradas, de que um bom sonho é óbvio que é preciso realizá-lo, refleti sobre a visão do sonho que tive em 10 de Kislev, e resolvi contar o sonho a meu marido.

Porém, quando cheguei em casa encontrei nossa filha Devora Léa com dor de garganta e febre alta, e durante alguns dias estive tão ocupada que me esqueci do assunto. Depois de uns três dias a febre passou e Devora Léa ficou boa.

Na noite de Yud Tet Kislev sonhei novamente que vieram ter comigo minha mãe, a rabanit, meu avô, o Miteler Rebe e mais um homem idoso.

Minha mãe me disse:

– Rivka, você e sue marido devem escrever um Sêfer Torá.

Meu avô, o Miteler Rebe, disse:

– E vocês terão um filho bom.

O homem idoso falou:

– Amen, assim fale Hashem.

E minha mãe concluiu:

– Vovô (o Alter Rebe), dê-lhe uma berachá. E ele me abençoou.

Meu avô, o Miteler Rebe, e minha mãe responderam amen e eu também falei amen em voz alta, e acordei.

Meu marido, o Rebe Maharash, já tinha acordado, mas ainda estava no quarto, e me perguntou o que foi aquilo, que ele me ouviu falar amen. Fiz netilat yadayim e lhe falei que tive um sonho e que iria a seu escritório uma hora depois para contar-lhe.

Contei para meu marido sobre o sonho de 10 de Kislev palavra por palavra, bem como o sonho da noite anterior. Disse-me meu marido: “É um sonho bom, por que você não me contou logo que sonhou em 10 de Kislev?Sonhos assim são sobre coisas muito elevadas.

E expressou seu desejo de que o Sêfer Torá fosse escrito em pergaminho de couro de animais em que foi feita shechitá kesherim.

Um pergaminho assim não é fácil de encontrar, e umas cinco semanas se passaram até que foram conseguidas algumas folhas de pergaminho.

Meu sogro, o Tsêmach Tsêdek, disse a meu marido que o Sêfer Torá deveria começar a ser escrito secretamente, apenas com a presença de seu irmão, e que o começo da escrita seria em seu escritório. E no dia 15 de Shevat teve início a escrita do Sêfer Torá discretamente no escritório de meu sogro.

Meu marido apressou o sofer, e no mês de Elul, o Sêfer estava quase pronto. Meu marido pensou que um dia depois de Yom Kipur, que caiu numa quinta-feira, seria a conclusão, para mazal tov, e meu sogro concordou.

Eu estava grávida e não pude participar dos preparativos para a refeição de mitsvá da conclusão, pois meu marido queria fazer uma grande refeição, e meu sogro concordou, e contrataram um homem especial para organizar tudo.

Em Rosh Hashaná e nos Dez Dias de Arrependimento foi divulgado que um dia depois de Yom Kipur seria o siyum (conclusão) do Sêfer Torá, e vários dos hóspedes que tinham vindo para Yom Kipur ficaram para o siyum.

No dia seguinte a Yom Kipur, de manhã bem cedo, meu sogro chamou meu marido e lhe disse: “Hoje haverá uma grande refeição, eu também estarei presente na seudá e falarei chassidut, mas o siyum não será hoje.” Não explicou o motivo.

Na segunda-feira, 13 de Cheshvan, meu sogro chamou meu marido e lhe disse:

“Hoje à noite, chame o sofer para meu escritório e chame sua mãe e vamos fazer o siyum do Sefer Torá discretamente.

Eu costurei a capa do Sêfer Torá, e quando levei a capa para o escritório de meu sogro, ele me disse: “Mazal Tov, que Hashem realize a berachá que lhe deram meu sogro (o Miteler Rebe) e meu avô (o Alter Rebe).”

Na segunda-feira, 20 de Cheshvan de 5621 às 9:00 da manhã, dei à luz meu filho, para mazal tov  e para longos dias e anos.

(“Otsar Sipurei Chabad”, Vol IX, págs.3-6)

(Hebraico)

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Libe bat Tzipora

Avraham Duvid bem Eliezer

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ABÓBORA COM CEBOLINHA

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Ingredientes:

½ abóbora japonesa

Cebolinhas verdes fatiadas a gosto

2 dentes de alho

Sal, pimenta, cominho e canela a gosto.

Óleo para refogar

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Lave a abóbora,corte-a ao meio e retire as sementes com uma colher.

Leve ao forno médio durante cerca de 15 minutos para amolecer um pouco, para que seja descascada e cortada com mais facilidade.

Quando esfriar o suficiente, descasque-a e corte em cubos.

Numa caçarola funda, frite os dentes de alho inteiros, até dourar.

Acrescente a cebolinha e refogue um pouquinho.

Acrescente a abóbora em cubos e os temperos e refogue um pouco.

Acrescente água suficiente para cobrir, misture um pouco, cubra a panela e deixe cozinhar, sem mexer, até que a abóbora fique macia.

Delícia. Fria ou quente.

Lebriut!

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GRANDE RIQUEZA

BS’D

Em Parashat Lech Lechá lemos sobre o Brit Bein Habetarim (o Pacto das Partes) que D-us fez com nosso patriarca Avraham. Foi quando D-us prometeu dar a Avraham a Terra de Israel como herança eterna para seus descendentes.

Entre as muitas coisas que D-us disse a Avraham foi que seus filhos seriam, um dia, exilados no Egito. Porém, D-us prometeu que seu exílio acabaria. E que além de voltar do exílio, “sairiam depois com grande riqueza.”

A intenção da promessa de D-us de “grande riqueza” não foi, simplesmente, para servir de pagamento por seu sofrimento. Na verdade, a afirmação de D-us de que “depois sairiam com grande riqueza” revelava todo o propósito por trás da descida ao Egito.

À primeira vista, isso é difícil de entender. Se D-us tivesse pedido aos judeus para abrir mão da “grande riqueza” que lhe tinha sido prometida, para que seu sofrimento terminasse mais rápido, com certeza teriam concordado. Porém, vemos que D-us não deu essa opção, uma vez que a “grande riqueza” que deveriam obter no Egito tinha uma importância especial.

Qual era essa “grande riqueza” que fez com que o povo judeu tivesse de aguentar um exílio amargo de centenas de anos, e por que era tão importante?

O objetivo profundo da descida dos judeus ao Egito era que por meio de seu Serviço Divino, as “centelhas de santidade” contidas naquele país fossem refinadas e elevadas. De fato, o Serviço Divino dos judeus teve sucesso, como consta: “E uma multidão mista (erev rav) também subiu com eles”, pois o valor numérico de “rav” é 202. Ou seja: todas as 202 centelhas de santidade que o Egito continha foram purificadas com sucesso.

Foi essa, portanto, a “grande riqueza” que os judeus levaram do Egito. De fato, isso foi para o próprio benefício do povo judeu. Se isso não tivesse ocorrido, Avraham teria uma queixa válida contra D-us.

Mas qual foi o benefício?

Cada alma tem seu papel único no processo místico de “elevar as centelhas”. Quando um judeu purifica as “centelhas” específicas que encontra na vida, ele traz redenção para sua alma e para o mundo em geral.

A lição que devemos tirar de tudo isso é que a função do judeu é envolver-se no mundo material com o objetivo claro de elevar essas centelhas ocultas de santidade. Pois com essas centelhas mereceremos receber Mashiach que se aproxima.

Adaptado de Likutê Sichot, Vol. 3

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/643.htm#caption2

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ASSUNTOS DELICADOS

BS’D

Como falar com as crianças sobre os assuntos delicados que constam no Chumash e no Nach?

Quando se ensina Chumash e Nach, não se deve pular nada (como Yehudá e Tamar, David e Bat-Sheva e semelhantes).

O material deve ser estudado de acordo com os princípios de nossos Sábios.

Do livro:

“Teachings of the Rebbe on Chinuch”

Pág. 83

(Inglês)

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Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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TRABALHO PARA SER FEITO

BS’D

“D-us descansou de todo o trabalho que Ele tinha criado para ser feito.”

(Bereshit  2:3)

Rashi explica que as palavras “para ser feito” ensinam que o Universo foi criado incompleto, por assim dizer, necessitando da participação ativa da humanidade para atingir a perfeição.

Mas como podemos nós, insignificantes que somos, completar o ato da criação?

As próprias palavras da Torá, “criado para ser feito” nos assegura de que essa perfeição está a nosso alcance, e faz parte do plano de D-us.

Cada um de nós tem as forças e os talentos necessários para melhorar o mundo e elevá-lo, tornando-o algo sagrado e Divino.

(O Rebe de Lubavitch)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5763/738.htm#caption8

(Inglês)

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CONFISSÕES DA QUARENTENA

BS’D

Vou contar a vocês um segredinho: sobre a melhor festa de Shemini Atséret e Simchat Torá que já tive.

Vocês bem sabem que, com essa pandemia de corona, mal saímos de casa. Pois bem. Recebemos do Rabino Yossi Alpern, do Beit Chabad Central, as instruções detalhadas para comemorar em casa esses dias de alegria. Todas as rezas, com os devidos números das páginas no nosso querido Sidur Tehilat Hashem. (Muito útil!!!!). Também nos forneceu instruções detalhadas para as Hakafot (as voltas que se dá com a Torá), inclusive nos sugeria que fizéssemos as Hakafot segurando um Chumash (Os Cinco Livros de Moshé). E foi o que fizemos. E como meus netos tinham ganhado do Beit Chabad Torazinhas infláveis, elas entraram na dança também. Confesso que foi a mechaye (uma maravilha)!

Pois bem: fizemos todas as Hakafot dançando e cantando em volta da mesa da sala, na maior animação e alegria!

O Rebe fala numa carta que, desde o pecado da “árvore do conhecimento bom e mau” tudo neste mundo é uma combinação de bom e mau. Em tudo há vantagens e desvantagens.

Pois bem, embora a corona tenha causado muito estrago e muito sofrimento, dá para ver nela aspectos positivos.

Um deles foi nossa festa de Shemini Atséret  e Simchat Torá.

Acho que foi a melhor que tive até agora. Será, porém superada na grande festa que teremos muito em breve com a chegada de Mashiach.

Nossos agradecimentos ao Beit Chabad do Brasil.

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CAMINHOS PARA O INFINITO

BS’D

“Em Sucot  habitareis durante sete dias.”

A Sucá envolve totalmente o indivíduo e nela devemos realizar todos os nossos assuntos mundanos durante sete dias.

O fato de a pessoa inteira ser envolvida pela Sucá, até mesmo seus sapatos, nos ensina que não é só através da prece e do estudo que veneramos D-us.

A Sucá nos ensina que nos aproximamos de D-us, e atraímos santidade, também por meio do mundo material, como consta: “Em todos os teus caminhos deves conhecê-Lo.”

A mitsvá da Sucá fortalece nossa percepção disso e nos dá a força para cumprir nossa missão Divina o ano inteiro.

(O Rebe de Lubavitch)

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http://lchaimweekly.org/lchaim/5765/839.htm#caption8

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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UNIDOS EMBORA DIVERSOS

BS’D

Um dos milagres que ocorriam quando os judeus faziam a peregrinação obrigatória para o Beit Hamikdash  nas três festas principais – Sucot, Pêssach e Shavuot – era que embora ao ficarem de pé lado a lado no Templo, fosse tão apertado que mal dava para se mexer, quando se prostravam diante de D-us havia bastante espaço.

A revelação de Divindade, porém não era óbvia apenas quando se prostravam.

A união e harmonia dos judeus reunidos no Templo Sagrado era inigualável. Além disso, quando chegava a hora de cada indivíduo se prostrar e servir a D-us de seu modo singular, havia bastante espaço para a individualidade de cada um.

(O Rebe de Lubavitch)

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http://lchaimweekly.org/lchaim/5763/737.htm#caption8

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