NEGÓCIO DA CHINA

BS’D

Quanto Vale seu Mundo Vindouro?

Um negociante, que já fora bem de vida, empobreceu e, tendo uma filha em idade de casar, foi procurar o Apter Rebbe (o Rav de Apta) za’l para que rezasse por ele, e para pedir-lhe um conselho. O Rav perguntou-lhe quanto dinheiro precisava para o casamento da filha e quanto tinha. Respondeu que precisava de mil rublos e que seu bolso estava vazio. Possuía um rublo, apenas. Disse-lhe o Rav:

– Vá em paz, e faça o primeiro negócio que surgir, e D-us lhe dará sucesso. O homem ficou espantado: que negócio poderia fazer sem dinheiro? Mas acreditou nas palavras do tsadik e seguiu seu caminho.

Chegou a um hotel onde encontrou um grupo de negociantes de pedras preciosas. Aproximou-se da mesa onde estavam e começou a contemplar os diamantes lá expostos. Um dos mercantes perguntou-lhe:

– O que está olhando aqui? Quer comprar um diamante?

– Sim. – Respondeu o homem.

O negociante perguntou-lhe quanto dinheiro ele tinha e ele respondeu que tinha um rublo. Os empresários caíram na gargalhada ao ouvir sua resposta, e o dono dos diamantes lhe disse:

– Tenho um negócio de um rublo para você: compre meu Mundo Vindouro.

– Concordo – respondeu o homem – desde que você documente a venda por escrito. O negociante concordou e, ao som das risadas dos presentes, escreveu e assinou o contrato da venda, recebeu o rublo e deu-lhe o documento. Ele recebeu o documento e, por falta de mais o que fazer, tirou de sua mochila uma Guemará, foi sentar-se num canto e começou a estudar.

Os negociantes ainda estavam rindo daquele incompetente que gastara sua última moeda para comprar algo totalmente abstrato, quando entrou a esposa daquele negociante. Na verdade, a maior parte dos diamantes lhe pertenciam, uma vez que toda a riqueza do mercador originara-se da herança da esposa. Quando ela perguntou sobre o motivo das risadas, contou-lhe o ocorrido. Ficou chocadíssima e disse para o marido:

– Se, por acaso, você tinha alguma porção no Mundo Vindouro, vendeu-a e ficou assim, “desnudo”? Não quero morar com uma pessoa assim. Venha comigo ao rabino e me dê divórcio.

O negociante começou a gaguejar, dizendo que a venda não passara de uma brincadeira, mas ela insistiu que não queria viver com alguém que não tem porção no Mundo Vindouro.

O mercante mandou um dos empregados do hotel procurar o judeu e chamá-lo.

– Escute, Reb Yid – disse o negociante – entenda que o que houve entre nós não passou de brincadeira. Pegue seu rublo e devolva-me o papel.

– Não – respondeu o homem – negócio é negócio. Para mim não foi brincadeira.

– Já que é assim – disse o negociante – vou lhe dar um lucro de alguns rublos e você me vende de volta o que me pertence.

– Quero mil rublos de lucro.

– O quê? – Gritou o negociante – Por um pedacinho de papel que lhe dei você quer tanto dinheiro?

E a mulher falou:

– Até se ele pedir cinco mil, você tem de “resgatar” seu Mundo Vindouro.

O negociante sugeriu cem rublos, como lucro. Mas o homem recusou.

– Fique sabendo – disse – que não sou nenhum ocioso como você e seus amigos pensam. Também já fui negociante. Mas empobreci, e o Rav de Apta me aconselhou a fazer o primeiro negócio que me aparecesse, pois preciso de mil rublos para casar minha filha. E não vou dar desconto nenhum.

O negociante começou a barganhar e propor duzentos, trezentos, etc. Mas ele ficou firme: nada menos que mil.

Quando o negociante viu que aquele judeu era muito teimoso e que de nada adiantaria discutir, teve que lhe pagar toda a quantia que exigiu, e só então recebeu o papel de volta.

A mulher pediu ao judeu que a levasse ao tsadik de Apta.

– Claro. – Disse o homem.

Lá chegando, a mulher perguntou ao rabino:

– De fato, estou feliz de ter podido ajudar aquele pobre judeu, mas tenho uma pergunta: será que o Mundo Vindouro de meu marido vale mil rublos?

O Apter Rebe respondeu-lhe:

– No primeiro negócio, quando ele vendeu seu Mundo Vindouro por um rublo, ele não valia nem mesmo aquele rublo. No segundo negócio, porém, quando comprou o Mundo Vindouro por mil rublos, e ajudou um judeu pobre a casar sua filha, seu Mundo Vindouro passou a valer muito mais que mil rublos, e não pode ser avaliado em dinheiro.

Adaptado de

“Sipurei Chassidim”

R. Shlomô Yossef Zevin

Torá, pág. 517-519.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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NADA DE ENROLAÇÃO

BS’D

É proibido misturar umas poucas frutas ruins com muitas frutas boas para vendê-las como boas, bem como misturar bebida ruim com de boa qualidade. Mas se dá para sentir o gosto, pode, pois o comprador perceberá.

Adaptado do Kitsur Shulchan Aruch do Alter Rebe 62:5

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

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LEMON-ZEBRA-MINT CAKE

BS’D

Ingredientes:

3 ovos inteiros

1 pitada de sal

2 copos de farinha

1 copo de açúcar

½ copo

½ copo de água

2 colheres de chá de fermento de bolo

Raspa (só o verde) e caldo de 1 limão

1 xícara (de café) de chá de hortelã bem forte

4 colheres de sopa de chocolate em pó

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Unte e polvilhe uma forma de buraco.

Na batedeira, bata os ovos, o açúcar, o óleo e o sal até formar um creme bem clarinho e homogêneo.

Acrescente o suco e as raspas do limão, batendo sempre.

Em seguida, vá alternando a farinha e a água, sempre batendo, e por último o fermento.

À parte, misture bem o chocolate com o chá de hortelã até obter uma mistura bem cremosa e homogênea e a misture com 1/3 da massa.

Agora, verta, alternadamente, as duas massas (a escura e a clara) uma sobre a outra.

Asse em forno moderado durante uns 15 minutos e depois, baixe o fogo até que um palito saia sequinho.

Lebriut!

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HONESTIDADE NOS NEGÓCIOS

BS’D

É preciso ter muito cuidado para não enganar o amigo.

Quem vende não pode enganar quem compra, e quem compra não pode enganar quem vende.

Pois são proibições da Torá.

Pois está escrito:

“Quando vender algo a seu amigo ou comprar de seu amigo, não deve enganar seu irmão.”

E esta é a primeira pergunta que é feita no julgamento da alma após o falecimento:

“Você negociou com honestidade?”

Baseado no Kitsur Shulchan Aruch do Alter Rebe – 62:1

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

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Eliyáhu ben Yaakov

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VIDA LONGA

BS’D

O Rabino Yitschak Wineberg, sheliach do Rebe em Vancouver, Canadá, relatou o seguinte:

Em 1987, minha mãe veio de Nova York para visitar minha família em Vancouver, e quando estava conosco, teve um ataque cardíaco. Depois que ela foi hospitalizada, meu pai telefonou para o escritório do Rebe pedindo uma berachá, mas a resposta que recebeu foi que o Rebe tinha dito: “Já a abençoei com uma vida longa.” (Depois eu soube que o Rebe estava se referindo a 1965, quando ele tinha dado a ela aquela bênção.)

Minha mãe faleceu três dias depois. Ela tinha apenas sessenta e sete anos.

Ficamos arrasados e não estávamos entendendo o que a mensagem do Rebe tinha a ver com o que acontecera. Mas quando saí para comprar algo, me encontrei com o cirurgião que operara minha mãe. Começamos a conversar e ele disse: “Sua  mãe teve uma vida longa.”

“Como pode falar uma coisa dessas?” – Respondi. – “Ela só tinha sessenta e sete anos!”

“Sim”, disse ele, “mas quando ela estava no hospital, descobri que ela tinha um defeito no coração. As pessoas que têm esse defeito, geralmente, não passam dos quarenta ou, no máximo, cinqüenta. Principalmente mulheres, que têm filhos. Muitas morrem no parto ou pouco depois. Portanto, sua mãe, realmente teve uma vida longa.”

Imediatamente telefonei para meu pai. Quando ele ouviu isso, ficou muito emocionado. “Agora entendo o que o Rebe quis dizer!” – Disse.

Minha mãe tinha quarenta e dois anos quando teve minha irmã, sua criança mais nova. O Rebe lhe deu aquela berachá para uma longa vida três anos depois. E ela viveu mais vinte e dois anos depois disso!

Adaptado de:

“My Real Name is Chana”

Leilui Nishmat:

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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BELEZA PURA

BS’D

De manga 3/4 num calor desses?

Já percebeu como tratamos a Torá? Jamais a deixamos aberta, por aí. É guardada debaixo de várias camadas. Dentro da sinagoga, na Arca, atrás de uma cortina, envolta em um manto, bem segura por um cinto. Só é retirada quando vai ser utilizada para seu objetivo sagrado: a leitura durante os serviços religiosos. Nesses momentos especiais abrimos, carinhosamente, a cortina, em seguida as portas da Arca e retiramos a Torá. Nós a descobrimos e desamarramos. Assim que acabamos nós a envolvemos de novo e a guardamos.

Por que fazemos tudo isso? Para que se dar a tanto trabalho para esconder a Torá?

Pelo fato de a Torá ser o mais sagrado dos objetos, por ser tão sagrada, especial e preciosa, jamais a deixamos exposta desnecessariamente. Nós a mantemos envolta porque não queremos tratá-la com desprezo, para não subtrair de sua santidade.

O mesmo acontece com nosso corpo, que é uma criação de D-us. É a sagrada morada da alma. Mantemos o respeito pelo corpo, mantendo-o coberto. Não por ser ele vergonhoso, mas por ser tão belo e precioso.

O recato aplica-se aos homens e, principalmente, às mulheres pois seu corpo possui uma beleza e um poder que estão acima  do masculino. Os Kabalistas ensinam que o corpo da mulher tem uma beleza mais profunda por originar-se de um lugar mais elevado. Por isso deve ser mantido discretamente coberto.

É por isso que as mulheres judias andam tão cobertas, vestidas com recato. Não para esconder algo feio e sim, para valorizar algo precioso.

Baseado em artigo do Rabino Aron Moss em

http://mikvah.org/article/do_women_have_something_to_hide%3f

(Inglês)

Jejum de 10 de Tevet

Este ano, 5781, o jejum de 10 de Tevet cai na sexta-feira 25 de dezembro.

Este jejum marca o início do cerco à cidade de Jerusalém, no ano 3336 da Criação do Universo (425 AEV), pelas tropas do imperador da Babilônia, Nebuchadnezar (Nabocodonosor).

Este jejum é da aurora ao anoitecer.

Como este jejum cai, este ano (5781 – 2020), numa sexta-feira, só podemos comer após o Kidush.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac bem Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid bem Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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FAZER O BEM

Há uma divergência entre Beit Shamai e Beit Hilel quanto à ordem do acendimento das velas de Chanuká. A Escola deShamai diz: “No primeiro dia acende oito, daí por diante vai diminuindo.” Ou seja, na primeira noite de Chanuká, acende-se oito velas, na segunda noite, sete, e assim por diante, até que, na oitava noite, se acende uma vela. A Escola deHilel diz: “No primeiro dia acende uma, daí por diante vai acrescentando.” Ou seja, na primeira noite acende-se uma vela, na segunda noite, duas velas, e assim por diante, até que na oitava noite acende-se oito velas – e a Halachá  é conforme Beit Hilel.

O acendimento das velas de Chanuká simboliza a expulsão da escuridão e a difusão da luz. As velas de Chanuká representam o cumprimento das mitsvot, e por meio das mitsvot, banimos a escuridão e espalhamos a luz. O banimento da escuridão é realizado por meio das mitsvot negativas (mitsvot lô taassê = de não fazer), cujo objetivo é “afastar-se do mal”. A difusão da luz é feita por meio das mitsvot positivas (mitsvot assê – de fazer), que têm como objetivo “fazer o bem”. Por exemplo: Quando vemos um alimento e não sabemos se é kasher, é necessário se afastar dele, controlar-se e não comê-lo, até verificar sua kashrut – “afastar-se do mal”. Contudo, devemos dar tsedaká e praticar boas ações – “fazer o bem”.

Todo judeu tem a obrigação de cumprir ambos os tipos de mitsvot – as negativas (de não fazer) e as positivas (de fazer) – “afastar-se do mal e fazer o bem”. Há judeus que dão mais ênfase às mitsvot negativas – “afastar-se do mal”; eles capricham em afastar-se, sempre, de tudo o que é desaconselhável e, deste modo, têm muito cuidado em guardar-se de tudo o que é mau. Por outro lado, há judeus que dão mais ênfase às mitsvot  positivas (de fazer) – “fazer o bem”. Capricham em sempre fazer mais uma boa ação e, deste modo, acrescentam sempre bons atos.

A Escola de Shamai realçava as mitsvot lô taassê – “afastar-se do mal”; a Escola de Hilel, porém, enfatizava as mitsvot assê– “fazer o bem”.

Agora podemos entender a diferença na maneira de acender as velas de Chanuká. As velas de Chanuká simbolizam o cumprimento das mitsvot e a ordem do acendimento simboliza a maneira do cumprimento das mitsvot.

No Serviço Divino de “afastar-se do mal” é necessário, inicialmente, forças da alma muito poderosas e, posteriormente, dá para investir menos esforço. Por exemplo, quando o coração deseja algo negativo – a maior dificuldade é o movimento inicial de desligar-se daquilo. Inicialmente, é necessário investir muito esforço para se afastar do mal. Posteriormente, com o passar do tempo, o desejo pelo proibido vai se enfraquecendo e é dá para se investir um esforço menor.

Por isso, Beit Shamai é de opinião que se começa com “oito velas” e se conclui com “uma vela”.

No Serviço Divino de “fazer o bem”, porém, pode-se, no início, investir pouco esforço – um único ato positivo; posteriormente, porém, aumenta a vontade de fazer boas ações, e vai-se acrescentando mais e mais bons atos.

É por isso que Beit Hilel é de opinião que se começa com “uma vela” e se conclui com “oito velas”.

A Halachá (Lei Judaica) é conforme a Escola de Hilel. Disso aprendemos que o principal do Serviço Divino é “fazer o bem” – e acrescentar cada vez mais boas ações. E deste modo, as coisas negativas são anuladas, automaticamente – cada vez mais a luz vai aumentando!

(Adaptado de “Likutê Sichot”, Vol. XXV, para as crianças de “Tsivot Hashem”, págs. 396-397)

Baseado em “Maayan Chai” (hebraico), Vol.I, págs. 123-125.

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Eliyáhu ben Yaakov

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TEM TUDO A VER

BS’D

Tudo tem a ver com Mashiach… até mesmo brincar com o dreidel!

O Bnei Issachar explica:

Há quatro letras hebraicas no dreidel:

Nun Guimel Hei Shin.

Isso é uma abreviatura das palavras:

“nes gadol haiá sham” =

“um grande milagre aconteceu lá”.

Quando somamos o valor numérico das quatro letras do dreidel, obtemos um total de 358.

358 também é o valor numérico da palavra “Mashiach”!

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5760/596.htm#caption10

(Inglês)

Leilui Nishmat:

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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KATANTI

BS’D

“Sinto-me pequeno diante de todas as bondades e toda a verdade que Tu fizeste para com Teu servo.”

(Bereshit 32:11)

Quanto mais benevolência D-us demonstrava a Yaakov, mais ele se sentia humilde e pequeno. Quando D-us dá Sua bondade a uma pessoa, isso indica uma proximidade especial entre esse indivíduo e D-us. Portanto, quanto mais próximo o relacionamento de     alguém com D-us, mais humilde e modesto deve ficar.

(Tanya)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5762/696.htm#caption8

(Inglês)

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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BOLO 1000

BS’D

Ingredientes:

3 ovos inteiros

¼ de colher de chá de sal

5 gotas de baunilha

1 copo de açúcar

1 copo de óleo

1 colher de sopa de techina

1 colher de sopa de chocolate em pó

1 colher de chá de café instantâneo

1 copo de suco de laranja

3 copos de farinha

2 colheres de chá de fermento para bolo

Opcional: passas e nozes para guarnecer

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Bata bem os 8 primeiros ingredientes na batedeira. Acrescente, alternando, a farinha e o suco, batendo sempre.

Por último, o fermento e bata mais um pouco.

As nozes e passas podem ser misturadas na massa ou por cima.

Asse em forno moderado nos primeiros 20 minutos.

Em seguida, baixe o forno e asse até que um palito saia sequinho.

Lebriut!

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