REDIMIU – REDIME

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O tsadik, Rabi Avraham Yaakov de Sadigura, costumava, na noite de bedikat chamets, contar a seguinte história:

Numa aldeia próxima à cidade de Kolbassov, vivia um judeu que alugava uma taverna ao nobre da aldeia. Como os negócios daquele judeu não iam bem, não conseguiu pagar o aluguel em dia. O proprietário mandou cobrar o aluguel várias vezes, mas ele não tinha com que pagar. O proprietário fez várias ameaças, mas de nada adiantou.

E eis que no Shabat Hagadol, o nobre mandou seus cossacos à casa do judeu para que revirassem tudo, à guisa de castigo. Os cossacos fizeram uma grande destruição. Reviraram, quebraram e sujaram tudo.

Depois que os cossacos foram embora, o judeu e sua família quedaram-se deprimidos e sem palavras, diante de tamanho sofrimento. O judeu resolveu, então, aliviar um pouco sua dor, e dirigiu-se à cidade, para escutar a drashá do Shabat Hagadol do rabino.

E ouviu que no desenrolar da drashá o rabino falou:

– Há duas berachot: “gaal Yisrael”(redimiu Israel) no passado (nas berachot  após o Shemá, e na Hagadá de Pêssach), e “Goel Yisrael” (redime Israel) no presente (na Amidá). “gaal Yisrael” refere-se à redenção do exílio do Egito, e “goel Yisrael” refere-se à redenção constante. Que se houver, até mesmo numa aldeia, um judeu que não tem com que pagar o aluguel, e o senhorio manda seus cossacos para fazerem uma “destruição” em sua casa, e eles chegam e quebram tudo o que há na casa, também para este judeu Hashem dá um jeito de tirá-lo de seus apertos e redimi-lo.

Quando o aldeão escutou aquelas palavras, encheu-se de alegria, e foi para sua casa, na aldeia, dançando e cantando.

O rabi falou “goel Yisrael”! O rabi falou “goel Yisrael”!

De noitinha, o pôrets enviou novamente seus homens à casa do judeu, para ver o que ele estava fazendo diante de toda a destruição. Os cossacos chegaram à casa e viram que o judeu estava “repleto de alegria”, dançando e cantando. Espantados diante do que viram, voltaram ao pôrets e lhe disseram que aparentemente, o judeu perdera o juízo, devido ao sofrimento, pois o encontraram dançando e cantando alegremente.

De noite, o pôrets mandou chamar o judeu. Este pensou que por certo o pôrets queria castigá-lo. Mas lembrou-se das palavras do rav sobre “goel Yisrael”, e não temeu nem se assustou. Pelo contrário, foi para lá com grande alegria.

Quando chegou ao castelo do pôrets, este começou a lhe dar lição de moral:

– Por que, “Moshke” você é tão fracassado? Além de viver na pobreza não tem com que me pagar.

Ao que o judeu lhe respondeu:

– Que posso fazer?

– Escute, Moshke, – disse o pôrets – vou lhe dar um bilhete para a destilaria da cidade e lhe venderão, a crédito, aguardente no valor x. Venda a aguardente e lucre um pouco, e repita a operação várias vezes. Assim terá dinheiro para me pagar e para as despesas de sua casa.

E assim ele fez. E nos poucos dias entre o Shabat Hagadol e Êrev Pessach conseguiu comprar e vender aguardente várias vezes e ganhou um dinheirão. Pagou ao pôrets, comprou tudo o que era necessário para Pêssach.

Na véspera de Pêssach, embrulhou num lenço uma quantia de moedas e levou para o Rav de Kolbassov, dizendo:

– Trouxe para o rabi o dinheiro de “goel Yisrael

Adaptado de:

“Sipurei Chassidim” do Rav Shlomo Yossef Zevin

Moadim

Págs. 277-278

(Hebraico)

Leilui Nishmat:

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Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

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Efraim Shlomo ben Motl Halevi

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Yaakov ben Eliyáhu

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LINKS PARA RECEITAS DE PÊSSACH

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MITSVOT PARA TODOS

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Os que não pertencem à nação judaica também têm mandamentos a eles outorgados por Hashem. E precisamos divulgar que não se deve roubar do próximo. Pelo contrário: deve-se dar caridade, ajudar outras pessoas. Como foi discutido muitas vezes, que tanto a caridade quanto as 7 Leis de Noé são igualmente aplicáveis a todos os povos.

E o povo judeu tem uma missão singular. E como foi discutido anteriormente, não se trata de “chauvinismo”, que D-us nos livre. Temos uma missão muito difícil: a de transformar o mundo inteiro, de modo que a mensagem da Torá chegue a todos os lugares. E cada indivíduo de toda a Terra deve saber que todo o Universo foi criado por Hashem – a fonte da paz e da bondade. E que “os caminhos de Sua Torá são agradáveis e todas as suas condutas são pacíficas”.

De uma sichá do Rebe em 23 de Adar de 5750

Adaptado de Maor – +1-718-687-8900

Daily Rebbe Video #1425

myMaor.org

Leilui Nishmat:

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A ÁGUIA-PESCADORA

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A águia-pescadora, um tipo de falcão graúdo, é uma das aves não-kasher mencionadas em Parashat Shemini. A águia-pescadora, que se alimenta de peixes, desce ao fundo do mar e pesca habilmente sua presa.

Conta o Talmud que Rabi Yochanan considerava a águia-pescadora um exemplo excepcional de Providência Divina. Sempre que via uma águia-pescadora se alimentando, citava o versículo:

“Teus julgamentos estão nas maiores profundezas.”

D-us vigia e supervisiona Seu Universo, até mesmo nas profundezas do mar. Rabi Yochanan percebia que a águia-pescadora não passa de um instrumento para o julgamento de D-us. Ela come exatamente os peixes que D-us decretou que seriam devorados.

A declaração de Rabi Yochanan tem um teor semelhante ao ensinamento do Báal Shem Tov de que tudo o que acontece no mundo deve-se à Providência Divina. D-us, além de direcionar os passos do homem, dirige os reinos animal, vegetal e mineral, guiando cada detalhe minúsculo de Seu Universo.

O Báal Shem Tov ensinou que cada fenômeno que acontece é determinado por D-us, até mesmo a trajetória de uma folha caindo e o percurso que ela faz ao ser soprada pelo vento.

O exemplo da águia-pescadora tampouco é acidental, pois nos ensina como D-us supervisiona Sua criação. Embora muitas vezes nos pareça que o mundo funciona apenas de acordo com a lei natural, e seja, às vezes, difícil de detectar a mão de D-us “por trás das cenas”, a filosofia Chassídica nos dá um conceito inusitado. A palavra em hebraico para “natureza” – “teva” – tem a mesma raiz da palavra que significa “afogado” ou “submerso”. Do mesmo modo que um tesouro submerso, oculto nas profundezas do mar, continua a existir, apesar de ser invisível ao olho nu, a natureza obscurece a verdadeira realidade que ela contém. As leis da natureza ocultam a Providência Divina que controla cada fenômeno físico, fazendo com que pareça que as coisas acontecem sozinhas.

A águia-pescadora nos ensina que se quisermos descobrir a verdade que as leis da natureza ocultam, tudo o que precisamos fazer é mergulhar abaixo da superfície para descobrir a Providência Divina que está no controle.

Quando olhamos para além do óbvio e meditamos nessas coisas, chegamos à conclusão de que nada é por acaso. Este fato ficará muito claro após a chegada de Mashiach, quando a Divindade oculta na matéria será revelada e ficará evidente para todos.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch.

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5753/263.htm

(Inglês)

Leilui Nishmat:

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ANSIOLÍTICO NATURAL

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Vale a pena olhar para a famosa foto do Rebe Rayats rindo.

É segulá para reduzir o medo e atrair alegria.

O Rebe Rayats quer que todos riam.

Isto está insinuado em seu nome – “Yossef Yitschak” – aumentar o riso.

O remédio para o medo é rir dele, como está escrito “pachad Yitschak” – “o temor de Yitschak” ou, “o medo sorrirá”.

Adaptado de: pnimi.org.il

Baseado em aulas do R. Yitschak Ginsburg

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QUEM SAI GANHANDO?

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“Porque se calares agora, de outra parte se levantarão para os judeus socorro e auxílio, mas tu e a casa de teu pai perecerão…”

(Meguilat Ester 4:14)

Em uma das viagens do Rebe Rayats, seu pai, o Rebe Rashab, mandou que ele se esforçasse para fazer um favor para um dos chassidim empresários. Quando o Rebe Rayats regressou, falou para seu pai:

“Fiz tudo o que o senhor mandou, e caprichei no favor que fiz a fulano.

O Rebe Rashab respondeu:

“Você está enganado. O favor, você fez para você mesmo, e não para fulano. Foi Hashem quem fez o favor para fulano, fazendo com que houvesse mensageiros por meio de quem a intenção Divina fosse realizada.

E o Rebe Rashab contou um fato que havia acontecido:

No ano 5640 houve muito anti-semitismo em nosso país, e em muitos lugares os anti-semitas instigaram a população local a fazer pogroms contra os judeus. Meu pai – o Rebe Maharash – viajou a Petersburgo, para fazer o que pudesse para ajudar os judeus. Meu pai tinha conhecimentos e contatos com altos ministros, e logo nos primeiros dias já tinha encontrado meios de controlar os desordeiros. Porém, para tornar público o assunto, os altos ministros sugeriram que uma delegação importante fosse visitar o Ministro do Interior e o Presidente do Senado, e que nessa delegação participassem também pessoas abastadas e maskilim (pertencentes ao movimento Iluminista) famosos. Meu pai convocou para uma reunião em seu hotel alguns milionários e “iluminados”. E propôs que eles escolhessem uma comissão dentre suas fileiras para participar dessa delegação. E como, em geral, meu pai não os levava em consideração nos assuntos comunitários, eles não gostaram muito da ideia. Quando ouviram a proposta de meu pai, um dos líderes dos convidados disse:

“Não somos fantoches, para que joguem conosco como se fôssemos peças de xadrez. Se somos pessoas importantes, é preciso nos levar sempre em consideração. Caso contrário, podem se virar sozinhos, agora.

Meu pai lhes respondeu:

“Na Meguilá está escrito: ‘se calares agora, de outra parte se levantarão para os judeus socorro e auxílio, mas tu e a casa de teu pai perecerão’. Está claro para mim que ‘socorro e auxílio se levantarão para os judeus’ e se vocês não quiserem participar, será ‘de outra parte’, mas aí: ‘tu e a casa de teu pai perecerão’ ou seja, vocês perderão a oportunidade.”

Quando o Rebe Rashab acabou a história acrescentou:

“É preciso lembrar sempre que com toda boa ação fazemos o bem para nós mesmos. É preciso lembrar com fé simples e confiança total que ‘socorro e auxílio se levantarão para os judeus’, e se não através de nós, ‘de outra parte’. Mas nesse caso, ‘tu e a casa de teu pai perecerão’. Pela Cabalá ‘tu’ é a luz da neshamá (alma) no corpo, e ‘a casa de seu pai’ é a raiz e origem da neshamá. A verdadeira elevação de ambas – a luz da alma e a essência da alma – depende do trabalho prático justamente aqui embaixo, e é necessário cuidar para que nenhum dos dois, ‘você e a casa de seu pai’, não perca o grande mérito de ser o mensageiro de D-us para fazer uma bondade para um judeu.

Adaptado de:

“Sipurei Chassidim”, Moadim, págs. 255-256.

R. Shlomo Yossef Zevin

(Hebraico)

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O SAGRADO E O PROFANO

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Em yeshivot onde além dos estudos judaicos (limudei kôdesh) são ensinadas também matérias laicas (lehavdil bein kôdesh lechol), é indispensável que o aluno perceba claramente que, embora ambos sejam ensinados na mesma instituição de ensino, o principal é o estudo de nossa Torá, chamada de Torá de vida, e que os estudos laicos não passam de algo totalmente secundário.

A ênfase nos estudos sagrados deve ser tanto na instituição de ensino quanto em casa. Isto em todos os aspectos.

Adaptado de uma carta do Rebe em:

Igrot Kôdesh, vol. XXII, págs. 221-222

 

O principal dever de uma professora e educadora é imunizar seus alunos para que possam vencer as tentações da vida e enfrentar com sucesso os desafios diante dos ventos que sopram no mundo, de modo que não se desviem do modo de vida de nossa sagrada Torá. Isto diz respeito, inclusive aos que ensinam matérias que, à primeira vista, não têm nada a ver com isso. E devem aproveitar seu cargo para imbuir nos alunos uma fé profunda no Criador e Dirigente do Universo, que é a essência do bem, e que, em sua infinita bondade nos deu um modo de vida que tem como conseqüência uma vida feliz. É só refletir um pouco para se encontrar um modo de explicar a verdade aos alunos numa linguagem adequada a sua idade e a seu entendimento. E a vontade vence todas as barreiras.

Adaptado de uma carta do Rebe em:

Igrot Kôdesh, Vol.XIII, p’gs. 332-333

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MONTANHAS DE PARNASSÁ

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É um costume neste país que muitas mulheres e moças ajudam no sustento da família tendo um emprego, um cargo, que lhes proporciona um bom salário, e de modo agradável.

Elas, portanto, precisam dar tsedaká do dinheiro que elas próprias ganham e, obviamente, devem exercer uma influência positiva sobre o marido e os filhos mais velhos, para que eles também dêem tsadaká do que ganham. Mais ainda, a mulher deve mostrar que a primeira coisa que ela faz com seu salário é dar tsedaká. E só após encher a caixinha de tsadaká gasta o restante no que é necessário para sua casa, sua família, seu marido e seus filhos.

E é óbvio que quando a mulher dá tsedaká de modo amplo, com sentimento e atenção, como foi mencionado muitas vezes, todo judeu terá parnassá (sustento) como uma “montanha”. Não ganhará apenas de acordo com suas necessidades, e sim, montanhas de parnassá, que será distribuída por sua esposa de modo bom e correto. No modo “Bechukotai” “gravado” porque a idéia de tsedaká está gravada no coração das mulheres.

O Rebe

Sichá de 28 de Iyar 5751/ 1991

Adaptado de: Maor – Daily Rebbe Video # 1389

+1 (718) 687-8900

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A VERDADE QUE PERDOA

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“…verav chêssed veemet.

(“… e grande em benignidade e verdade.)

(Shemot 34:6)

Certa vez, foi ter com o R. Meir’le de Premishlan z”l um indivíduo que se conduzia como rabino, e vestia trajes de rabino. R. Meir’le percebeu que ele não era o que fingia ser. Só por fora, parecia um rabino tsadik e elevado. Por dentro, porém, não passava de um homem muito simples.

Disse-lhe R. Meir’le:

– Nos treze atributos de misericórdia está escrito: “e verdade”. Isso parece estranho, uma vez que o atributo da verdade pertence à severidade, não à piedade. E se D-us se comportar conosco de acordo com o atributo da verdade e for rigoroso conosco, verificando se cumprimos as mitsvot realmente de verdade, quem é o tsadik que será inocentado diante d’Ele no julgamento? Acontece que às vezes – explicou R. Meir’le – a midá da emet é um atributo de misericórdia. Por exemplo: se D-us vê um indivíduo que se parece com um tsadik, usa roupa de rabino, etc, seria justo que D-us fosse muito rigoroso com ele, como é rigoroso com os tsadikim. D-us, porém, se comporta com ele de acordo com o atributo da verdade;  uma vez que Hashem  enxerga o coração e sabe que, de fato, ele não passa de um homem simples, só exige dele o que pede das pessoas simples, portanto é uma grande bondade que D-us se comporta com ele de acordo com o atributo da verdade…

Adaptado do livro:

Sipurei Chassidim, Torá

(Hebraico)

Do Rav. Shlomô Yossef Zevin

Pág. 255

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VOCÊ É QUEM MANDA!

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“…E lhes farás cintos…”

(Shemot 28:40)

 

O cinto perdoa o pensamento do coração.

(Arachin 16)

 

Certa vez, um homem foi ter com o Maguid de Mezritch, e se queixou de não conseguir purificar sua cabeça de pensamentos não bons e más reflexões, que se intrometiam, contra sua vontade, e o atrapalham. O Maguid lhe disse para viajar para o tsadik, R. Zev de Zhitomir.

Na época, R. Zev tinha um bar numa aldeia. O homem foi até aquela aldeia, e quando chegou na casa de R. Zev, já era noite. A casa estava trancada. Bateu na porta, mas ninguém abriu. Esperou um pouco, bateu de novo, mas ninguém lhe abriu a porta. Estava frio, e ele começou a implorar que lhe abrissem a porta, mas de nada adiantou. Começou a falar irado:

– Como é que não têm pena de um judeu e não o deixam entrar em casa?

Mas ninguém respondeu. Tampouco lhe abriram a porta.

Quando amanheceu o dia, abriram a porta, ele entrou, e lá se hospedou durante alguns dias. R. Zev nada lhe perguntou. O homem, por sua vez, perguntava-se:

– Por que será que o Maguid me mandou prá cá?

Resolveu, então, voltar prá casa. Antes de ir embora, porém, perguntou a R. Zev:

– Nosso mestre, o Maguid, mandou-me procurar o senhor, mas não entendi o motivo.

Ao que R. Zev respondeu:

– Vou lhe dizer por que nosso mestre o enviou a mim: para que você aprenda de mim, que o ser humano é o dono da casa, e só deixa entrar quem ele quer…

Adaptado do livro:

Sipurei Chassidim, Torá

(Hebraico)

Do Rav. Shlomô Yossef Zevin

Págs. 236-237

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