KIGLE DE ARROZ

BS’D

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Ingredientes:

1 copo de arroz (180 ml)

3 copos de água

½ colher de chá de sal

4 ovos

1 maçã ralada

1 punhado de passas

2 colheres de sopa de gergelim

2 colheres de sopa de amêndoas picadas

2 colheres de chá de canela em pó

1 copinho de açúcar

Um pouco de óleo

Modo de Fazer:

Coloque as passas de molho em água.

Cozinhe o arroz na água e sal e deixe esfriar.

Numa tigela, misture o arroz cozido, as passas drenadas e os demais ingredientes.

Asse em forma untada durante aproximadamente 1 hora.

Lebriut!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O PODER DO CHITAS

BS’D

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Aharon Denderowitz relata o seguinte:

Quando eu era bem pequeno e vivia em Londres, meu pai esteve muito doente e ficava a maior parte do tempo no hospital, de modo que minha mãe tinha de trabalhar e meus avós cuidavam de mim. Lembro-me que costumava perguntar a minha mãe: “Onde está Papai?” e ela respondia: “Em breve estará em casa”. E eu insistia: “Quando?” E ela respondia: “Não sei.”

Mas aproximadamente na época em que completei cinco anos, algo mudou. No início de 1958, meu pai teve alta e nos mudamos para Gateshead. Foi quando a vida voltou ao normal, fui para a escola e tudo estava bem.

Anos passaram, e quando meu pai estava com quase setenta anos, teve câncer e começou a definhar; entrou numa clínica e acabou falecendo. Na semana de shivá – os sete dias de luto – meu irmão mais novo, Simcha, alav hashalom, contou para mim e para meus outros irmãos uma história. Ele disse, “preciso contar para vocês o que aconteceu quando Papai estava na clínica. Não pude contar antes porque a pessoa que me contou pediu segredo.”

Simcha prosseguiu dizendo que em seus últimos dias, meu pai teve uma visita, Reb Yisrael Rudzinski, que estivera com ele nos campos durante a Segunda Guerra Mundial. Reb Yisrael era um chassid Bobov, alfaiate de profissão, e era um dos melhores amigos de meu pai, os sobreviventes que participavam de todas as comemorações de família conosco. Quando ele foi visitar meu pai pela última vez, meu irmão deixou que os dois conversassem em particular.

Reb Yisrael era especial, sincero e dedicado e, ao sair do quarto de meu pai, viu que meu irmão estava deprimido. De modo que, na tentativa de lhe dar coragem para o que viria pela frente, contou-lhe esta história.

“Você sabe que seu pai esteve muito doente quando jovem?” Reb Yisrael perguntou a meu irmão. Meu irmão disse que sabia, mas que isso fora antes de ele ter nascido.

Reb Yisrael continuou: “Quando seu pai estava muito doente, visitei sua mãe e seus avós. E eles me mostraram uma carta que tinham acabado de receber do hospital após uma junta médica sobre seu pai. Essa carta dizia que os médicos achavam que ele precisava ser operado mas havia um risco de essa intervenção fazer com que seu pai ficasse em estado vegetativo.”

Meus avós perguntaram a opinião de Reb Yisrael. “Quem sou eu para responder um pergunta dessas?” – Disse. E sugeriu que aquela era uma questão para um grande líder do mundo judaico. E se ofereceu para mandar uma carta, por eles, para todas as maiores autoridades rabínicas da época.

Acabou mandando vinte e três cartas, explicando a situação e perguntando se deviam permitir a operação ou não. Mandou tantas cartas porque não sabia quem iria responder. Após a guerra, havia muita tristeza e muitas questões de perda e mágoa com que os rabinos tinham que lidar.

Mas ele recebeu uma resposta.

O único que respondeu foi o Rebe de Lubavitch.

O Rebe respondeu que lhe doía o coração ouvir sobre tamanho sofrimento, mas ele sentia que não podia responder essa pergunta. Porém, gostaria de dar uma sugestão, que escutara de seu sogro, o Rebe Anterior, que uma pessoa que estuda Chitas diariamente verá salvação.

O que é Chitas (Chitat) ? É um acrônimo para Chumash (os Cinco Livros de Moisés), Tehilim (o Livro dos Salmos) e Tanya (o livro básico do Alter Rebe, fundador do movimento Chabad). O Rebe estava recomendando que meu pai começasse a estudar porções diárias desses livros sagrados de acordo com um cronograma prescrito.

Como o Rebe tinha sido o único que respondera, Reb Yisrael resolveu telefonar para ele. Após muito esforço – pois naquela época as ligações internacionais não eram tão fáceis – conseguiu ligar para o escritório do Rebe e pediu ao secretário para fazer o favor de dizer ao Rebe que seu conselho não poderia ser seguido, pois meu pai estava tão doente que não tinha condições de estudar Chitas. “Neste caso”, veio a resposta, “que alguém da família o faça por ele.”

“Mas ele perdeu toda a família na guerra”, disse Reb Yisrael. “Ele não tem ninguém.”

“Neste caso, o Rebe recomenda que um amigo o faça”, disseram-lhe.

Embora ele não fosse um chassid Lubavitch, Reb Yisrael seguiu a orientação do Rebe de Lubavitch e tornou-se o amigo que estudava Chitas por meu pai. Foi isso o que ele disse a meu irmão.

Após seis semanas, meu pai começou a mostrar sinais de melhora, e os médicos começaram a falar em lhe dar alta do hospital. E após mais seis semanas lhe deram alta.

Quando isso aconteceu, meu pai seguiu o conselho do Rabino Moshê Schwab do Gateshead Talmudical College, que lhe disse para se mudar, de acordo com a máxima: “Meshanê makom meshanê mazal – uma mudança de lugar pode mudar a sorte da pessoa.” Foi por isso que nos mudamos para Gateshead quando eu tinha cinco anos de idade.

Desde aquela época, até a velhice, meu pai esteve bem – tinha um emprego, sustentava nossa família e era muito ativo na comunidade judaica local.

Naquela conversa marcante, Reb Yisrael disse a meu irmão algo impressionante – “Desde então, há quarenta anos, falo Chitas. E pretendo continuar.”

E Aharon Denderowitz concluiu:

Acho muito forte esta história porque ela mostra que não sabemos qual é o canal espiritual que nos sustenta. E ela me faz pensar em tudo o que o Rebe fez por todos nós e continua fazendo. Espero que esta história inspire todos os que a lerem.

https://www.chabad.org/therebbe/article_cdo/aid/4309327/jewish/The-Power-of-Chitas.htm

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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… QUE TE TIROU DO EGITO

BS’D

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Shavuot é a festa em que comemoramos a outorga da Torá, quando o Próprio D-us desceu sobre o Monte Sinai diante de todo o povo judeu. O mundo ficou quieto quando D-us proclamou o primeiro dos Dez Mandamentos: “Eu sou Hashem teu D-us que te tirou da terra do Egito.”

Nossos Sábios perguntam: o que houve de tão especial no êxodo do Egito, a ponto de D-us haver escolhido mencioná-lo no primeiro dos Mandamentos? Por que não “Eu sou Hashem teu D-us, que criou o Céu e a Terra”? Será que a criação do Mundo não é mais fundamental do que um fato histórico isolado que envolveu apenas alguns milhões de pessoas?

Além disso, o êxodo do Egito – embora seja um grande milagre – abrangeu apenas aquela geração. A existência do Universo físico, porém, é um fenômeno que todas as gerações podem apontar como evidência da grandeza de D-us. Por que, então, o Criador deu ao êxodo tamanha importância ao Se revelar à humanidade?

A filosofia Chassídica explica que em certos aspectos, a libertação do povo judeu da escravidão no Egito foi um acontecimento maior ainda que a criação do mundo. D-us criou o mundo ex-nihilo – a partir do nada – algo que nós, como seres criados, não podemos compreender. Embora a criação do mundo seja um evento maravilhoso, para um D-us todo poderoso, eterno e infinito não foi uma proeza tão especial.

Além disso, a Torá diz que o mundo foi criado pela fala de D-us. “Pela palavra de D-us os Céus foram criados, e por Seu sopro, todos os seus exércitos.” A fala é uma faculdade externa, produzida sem esforço. O Universo foi criado de modo a expressar, apenas a fração mais periférica do verdadeiro poder de D-us.

O êxodo do Egito, porém, foi um milagre totalmente diverso. Para que os judeus saíssem do Egito, D-us precisou modificar as leis da natureza que Ele já tinha criado para reger o mundo. O Próprio D-us (e não um anjo) liderou os judeus em sua partida. Revogar a lei natural para libertar os filhos de Israel envolveu um nível ainda mais elevado de intervenção Divina que a criação inicial do Universo! Foi por isso que o êxodo do Egito recebeu a merecida ênfase nos Dez Mandamentos.

O mesmo acontece em nossa vida. Por vezes, achamos mais difícil mudar hábitos profundamente arraigados do que iniciar um empreendimento totalmente novo. Quando D-us tirou nossos antepassados do Egito (Mitsrayim), deu a cada judeu a força para romper as fronteiras e as limitações (metsarim) que estão em seu caminho. Esta força congênita, concedida ao povo judeu quando a Torá foi revelada, dá-nos a capacidade de superar qualquer mau hábito e qualquer traço de caráter negativo que nos impede de servir a D-us com todo o coração.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch.

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5763/772.htm#caption2

(Inglês)

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A ALIANÇA

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índice

“Se andardes segundo os Meus estatutos… darei vossas chuvas no tempo certo…” (Vayikrá 26:3,4) O Estudo da Torá e o cumprimento das mitsvot são a aliança de casamento com a qual D-us santificou e desposou Israel (o povo judeu), assumindo o compromisso de alimentá-lo e sustentá-lo.

 Hayom Yom – 28 de Tishrei

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UM SHABAT PARA D-US

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Em Parashat Behar lemos: “Seis anos semearás teu campo, e seis anos podarás teu vinhedo e colherás seus frutos. Mas no sétimo ano haverá um Shabat de repouso para a terra, um Shabat para D-us.” Este sétimo ano Sabático é chamado, em hebraico de “shemitá”.

Ao comentar este versículo, Rashi explica que “Shabat  para D-us” significa “por causa de D-us” (ou por amor a D-us). Em outras palavras, deixar a terra de pousio no sétimo ano deve ser praticado única e exclusivamente por ser uma mitsvá ordenada por D-us.

À primeira vista, proporcionar um repouso periódico à terra parece ser um método natural de rejuvenescer o solo. Sabe-se que evitar o cultivo durante um ano inteiro serve para enriquecer o solo e melhorar a qualidade da produção futura.

Contudo, a Torá ordena que o cumprimento da shemitá seja praticado não com o objetivo de melhorar a qualidade do solo e sim “por causa de D-us”, pelo fato de D-us assim haver ordenado.

Quando os judeus se abstêm de trabalhar a terra no sétimo ano, estão confirmando a supremacia de D-us sobre o Universo. Cumprir shemitá comprova abertamente que nossa ocupação à busca de sustento não faz com que nos esqueçamos do Criador.

A mitsvá de shemitá é um treinamento para que nos lembremos de que não importa o que estejamos fazendo, tudo na vida é “por causa de D-us”. Até mesmo as coisas consideradas “naturais”, como comer, beber, dormir e trabalhar, devem ser feitas puramente por causa do Céu.

Quando um judeu come, deve fazê-lo “por causa de D-us”. Consome alimentos para ficar forte e saudável para poder cumprir mais mitsvot.

Quando um judeu dorme, dorme “por causa de D-us”. Sabe que o corpo precisa de repouso para recuperar as forças, para ficar totalmente alerta e capaz de cumprir os mandamentos.

Tal deve ser a atitude para com cada detalhe da vida: Devemos lembrar sempre que todos os aspectos da existência são “por causa de D-us”.

Agir assim atrai bênçãos de D-us, como consta: “E Eu ordenarei minha bênção sobre você”, e garante que D-us nos dará só coisas boas de Sua mão repleta, aberta e santa.

Adaptado de Maayan Chai, de Likutêi Sichot, Vol. 7

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5774/1320.htm#caption9

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Eliyáhu ben Yaakov

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“Diga Amen!”

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O rabino Alter Bukiet de Lexington, Massachusetts, contou a seguinte história:

Lag Baômer 1984.

Devido aos preparativos para a parada a ao grande movimento em frente ao 770, decidiu-se que os casais que quisessem receber bênçãos do Rebe não deveriam ficar na frente do 770 como de costume. Em vez disso, deveriam esperar às 10h da manhã na porta da residência do Rebe no número 1304 da President Street, onde haveria mais tranqüilidade e privacidade.

Como muita gente aguardaria lá, uma comissão foi nomeada para manter a ordem. Essa comissão era controlada pelos jovens do Kolel, de que eu fazia parte.

Como não era do meu temperamento mandar nas pessoas nem empurrá-las, pedi para ficar encarregado da área ao lado da porta do carro do Rebe para abri-la assim que o Rebe chegasse e fechá-la assim que o Rebe estivesse sentado, para que o motorista pudesse dar partida sem atraso. Jamais me esquecerei daquela cena.

Havia muitos casais. Pessoas de Chabad e aquelas que não eram Chabad. Também havia vários casais Satmar esperando que o Rebe saísse de casa.

O Rebe saiu às 10 da manhã e só chegou ao carro às 10:20. Levou 20 minutos para chegar até o carro. Havia choros e gritaria. Houve quem o Rebe abençoou, e os que o Rebe “não escutou”. A cena era de arrepiar.

O Rebe chegou ao carro e sentou-se, e eu comecei a fechar a porta quando, de repente, alguém enfiou a cabeça no carro e disse ao Rebe que estava casado há vários anos e não tinha filhos e deu ao Rebe seu nome e o nome de sua esposa. Percebi que esse homem era um chassid Satmar. A pressão na porta aumentava e eu tentava, com toda a força, manter a porta aberta, para que o homem não fosse esmagado.

O Rebe lhe deu uma berachá e, de repente, ouvi o Rebe usar uma expressão muito incomum.

O Rebe olhou para o Satmar e disse algo como: “A criança vai precisar ter alguém com quem brincar.” O cara não entendeu nada do que o Rebe estava tentando dizer. O Rebe lhe disse: “Diga Amen!” finalmente, caiu a ficha e o homem gritou bem alto: “Amen!” e se afastou do veículo. Fechei a porta e o carro do Rebe se afastou.

Passaram-se anos. Mudei-me para Boston, em shelichut e a vida continuou.

A história continua:

24 de Menachem Av, 6 de agosto de 1999.

24 de Menachem Av é o aniversário do pai do R. Alter, o Rav Hachassid, R. Chaim Meir Bukiet, A”H. Nesse dia, em 5759, R. Alter resolveu visitar seu túmulo, que fica próximo ao Ohel, no Cemitério Montefiore,. Decidiu sair de Boston após a meia noite, para chegar entre 4 e 5 da manhã, para visitar seu pai, bem como o Ohel do Rebe, e estar de volta em Boston às 9 da manhã para começar seu dia de trabalho normal.

5h da manhã.

Alter Bukiet estava no Ohel lendo Maanê Lashon, quando viu um chassid Satmar entrar com dois meninos. Achou estranho que estivessem lá naquela hora. Ficou mais espantado ainda quando, após todos eles terem lido o Maanê Lashon, o pai falou para os meninos “tirarem o maamar”. Foi quando eles tiraram folhas do maamar que é tradicionalmente falado pelos meninos Chabad quando chegam à idade de Bar Mitsvá, e os dois meninos leram todo o maamar no Ohel. Ao sair do Ohel, R. Alter os encontrou de novo na tenda, perto bancada do café. Não conseguiu se segurar e abordou o homem para matar sua curiosidade. R. Alter perguntou o que o trouxera lá naquela hora. O chassid Satmar respondeu: “Estes são filhos do Rebe. Nasceram de uma berachá do Rebe.” E contou que estava casado há vários anos e não tinha tido filhos, e um dia foi pedir uma berachá ao Rebe e “o Rebe me abeçoou. E em seguida me disse: ‘a criança precisa ter alguém com quem brincar… Diga Amen!’ E por esse mérito minha esposa deu à luz estes gêmeos, como você pode ver.”

Bukiet, todo emocionado, perguntou: “Diga-me, quando, exatamente isso aconteceu? Será que foi em Lag Baômer de 5744, na frente da casa do Rebe?”

– “Sim, sim. Em Lag Baômer em 5744, na frente da casa do Rebe em President Street, no carro do Rebe!” – Exclamou o chassid Satmar.

– “Não acredito”… – disse R. Bukiet. – “Foi eu quem segurou a porta aberta com toda a força para que a porta não fechasse em cima de você.”

“Sim, claro!” – Disse o chassid Satmar olhando bem para ele, para ver se conseguia se lembrar de seu rosto após tantos anos. – “E agora você está vendo o circuito completo, pois estes são meus gêmeos, que nasceram pelo mérito da berachá do Rebe, dois anos após aquele Lag Baômer. E hoje é o Bar Mitsvá deles. São os únicos filhos que tenho. Não temos outros. São filhos do Rebe.

Adaptado de um WhatsApp do grupo de Tanya.

Leilui Nishmat:

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REVELAÇÃO

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“Não andarás com mexericos entre o teu povo…”

(Vayikrá 19:16)

Nada no mundo revela tanto quanto quando uma pessoa abre a boca; isso divulga para todos o que ela realmente é.

(Zohar)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/667.htm#caption8

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LONGEVIDADE NO SERVIÇO DIVINO

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O Rebe Rashab esteve em yechidut com seu pai, o Rebe Maharash, e no desenrolar da conversa, disse-lhe o Rebe Maharash:

 

Quando um minuto é tempo, o tempo passa com sucesso. Sucesso do tempo é através da vigilância do tempo, e a vigilância do tempo é quando se cuida dos minutos, e a vigilância dos minutos é só através da calma.

O Rashba era tranqüilo e tinha tempo para tudo. Escreveu muitas respostas e dava três aulas diariamente. Duas aulas eram com alunos excelentes, uma das aulas sobre o Sha’s em sua ordem, e na outra, conversava com os alunos sobre as respostas que dera para as perguntas que lhe faziam. E a terceira aula era quando ensinava uma Massechet fixa. O Rashba era também médico famoso e um excelente pesquisador nas ciências, e grandes sábios judeus e (lehavdil) sábios não-judeus a ele dirigiam suas perguntas, e diariamente dava uma caminhada.

Para quem cuida do tempo, um momento é tempo, um dia é um ano e esta é a questão do conceito de longevidade (prolongamento dos dias) no serviço Divino.

(Sêfer Hasichot 5700, págs. 113-114)

Adaptado do livro:

Otsar Sipurei Chabad

  1. Avraham Chanoch Glitsenshtein

Vol. VIII, págs.104-105

(Hebraico)

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BOLO DE PÊSSACH II

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Ingredientes:

12 ovos

2 pitadas de sal

12 colheres de sopa de açúcar

12 colheres de sopa de farinha de mandioca flocada          moída

1/3 de copo descartável de óleo

Modo de Fazer:

Bata 11 claras em neve com uma pitada de sal. Reserve.

Noutra tigela, bata as 11 gemas, 1 ovo inteiro, 1 pitada de sal, o açúcar e o óleo.

Em seguida, misture bem delicadamente as claras na mistura das gemas.

Opcional: Acrescentar, no final, 5 colheres de sopa de nozes moídas e continuar misturando muito delicadamente.

Asse em assadeira untada com óleo e polvilhada (só no fundo) com farinha de mandioca flocada moída.

Obs.: Na véspera e no primeiro dia de Pessach até o item corêch do segundo Sêder, é costume Chabad não ingerir os ingredientes de maror charôsset, ou seja, chrein, alface romana, maçã, nozes e pêras (obviamente estes são ingeridos na hora de cumprir a mitsvá do maror e do corêch no primeiro e segundo Sêder). (Do livro: “De Pessach a Shavuot – leis e costumes” do Rabino Shamai Ende).

Lebriut!

 

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METSUYANIM

BS’D

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Shehaiu Yisrael metsuyanim sham

“Os israelitas eram claramente diferenciados lá”

(Hagadá de Pêssach)

Tanto no Egito quanto hoje em dia é importante que um judeu permaneça diferenciado do mundo à sua volta. Quando se trata de alimentação, um judeu deve comer kasher. Suas roupas devem ser livres de shatnez (mistura proibida de lã e linho), e precisa usar tsitsit. Sua ética e seus valores devem vir da Lei Judaica e não da cultura circundante.

Tudo isso poderia ser interpretado como um recado para que nos isolemos ao máximo do restante do mundo, de modo a permanecermos “diferentes”. Talvez a Hagadá nos esteja dizendo para nos desligar da realidade, romper nossas ligações com as pessoas à nossa volta e nos retirar para um refúgio seguro de um enclave isolado e totalmente judaico?

Nada poderia estar mais longe da verdade. Embora devamos estar à parte do mundo, precisamos também fazer parte dele. O plano Divino, de santificar cada cantinho deste mundo, requer, que estejamos envolvidos com a sociedade e em contato com a realidade, que estejamos genuinamente no mundo para poder influenciá-lo positivamente.

Contudo, um judeu também precisa permanecer “distinto” de modo que não seja engolido pela secularidade, e esteja sempre consciente de sua missão sagrada.

(Baseado em uma Sichá do Rebe na segunda noite de Pêssach 5717)

Adaptado da

“The Kol Menachem Haggadah”

Pág. 87

(Inglês)

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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