PARA O CHEDER BESSIMCHÁ

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Quando levamos uma criança para o cheder pela primeira vez, devemos fazê-lo bessimchá (com alegria). É assim que devemos fazer, também, todos os dias quando mandamos nossos filhos para o cheder para estudar: bessimchá.

Não devemos nos preocupar com o que acontecerá quando a criança crescer, perguntando: “Como ele vai ganhar parnassá (sustento)?” Quando a enviamos para estudar Torá, nós a conectamos com o Sustentador de toda a vida, e “Quem dá a vida, dará sustento”. A promessa de Hashem se cumprirá: “Darei tua chuva no tempo certo, e a terra dará seu produto.” Portanto, quando mandamos nosso filho para estudar, isso deve ser feito com a maior alegria, sabendo que esse é o único caminho para a realização, não apenas espiritual, mas também material.

Adaptado do livro:

“Teachings of the Rebbe on Chinuch” (Inglês)

Pág. 161

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BOLINHOS DE ERVILHA

BS’D

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Ingredientes:

200 gramas de ervilha seca

1 cebola pequena

1 dente de alho

Sal a gosto

1 colher de chá de pó parve para sopa

Cúrcuma a gosto

Óleo para fritar

Modo de Fazer:

Deixe a ervilha de molho durante uma noite.

Após escorrer, examinar e lavar a ervilha, escalde-a com água fervendo e deixe-a de molho nessa água quente durante uns 10 minutos.

Escorra, lave-a com água fria numa peneira.

Processe a ervilha, a cebola, o alho, o sal, o pó parve e o açafrão no processador até obter uma consistência uniforme.

Molde os bolinhos e frite em óleo raso ou fundo.

Lebriut!

 

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DE ONDE VÊM AS BERACHOT

BS’D

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“E comerás e ficarás satisfeito, e abençoarás o Eterno teu D-us…” (Devarim 8:10)

Um judeu não reza para D-us apenas em situações difíceis, quando é pobre e está faminto. Até mesmo no melhor dos tempos, quando “comeu e ficou satisfeito”, deve se lembrar que é D-us que lhe concede todas essas bênçãos e deve Lhe agradecer adequadamente.”

(Lev Simcha)

http://lchaimweekly.org/

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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Chana Liba bat Tuvia

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Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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SOPA DE ABÓBORA

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Ingredientes:

1/3 de abóbora japonesa

Sal

parve para sopa

Pimenta do reino

Um pedacinho bem pequeno de gengibre

(de preferência moída na hora)

Alho poró

Um pouco de óleo para fritar

Água

Modo de Fazer:

Corte o alho poró miudinho e frite num pouco de óleo até dourar.

Lave bem a abóbora por fora, retire as sementes (não descasque) e corte em pedaços bem grandes.

Refogue um pouco a abóbora com a casca com o alho poró, o sal, a pimenta o gengibre e o pó parve.

Acrescente água até cobrir a abóbora e cozinhe na pressão durante uns 20 a 30 minutos. Quando esfriar um pouco, bata no liquidificador.

Lebriut!

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SEMPRE EM MOVIMENTO

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Por algum motivo estranho, as escolas, yeshivot e Talmudei Torá ficam fechadas o verão inteiro. Por isso as crianças vão para os acampamentos de verão onde ficam totalmente repletas da “Torá de vida”, e recebem o chinuch (educação judaica) que as prepara para cumprir as mitsvot. Pois é através delas que vivemos (vechai bahem). Pois é esse preparo e essa educação que as capacita para que mesmo após crescerem ou envelhecerem continuem com os mesmos valores, como consta no Tanya.

… As crianças devem saber que cada judeu deve estar vivo (chai) e o primeiro sinal de vida é a energia: não há descanso, como percebemos, literalmente, nas crianças, que não param quietas, estão sempre em movimento. Essa é a natureza das crianças. E o mesmo ocorre com a educação: a criança está sempre perguntando. E os madrichim precisam achar maneiras de mantê-las ocupadas. Porque ficar ocioso e parado é totalmente oposto à natureza de uma criança. E é responsabilidade dos educadores cuidar para que fiquem ocupadas com coisas positivas e educativas.

Adaptado das palavras do Rebe.

RebbeDaily.com/1227

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

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A PRIORIDADE NA EDUCAÇÃO

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Qual a prioridade absoluta quando se está educando uma criança?

O principal, o mais importante de tudo é educar para que seja “mensh” (gente). Não estudar apenas para acumular conhecimentos e saber o que está escrito neste ou naquele livro didático e se torne uma enciclopédia ambulante.

Antes de se tornar advogado, médico ou líder; ou alguém cuja conta bancária tem 6 dígitos ou mais, o primordial é que aprenda que antes de tudo é um ser humano.

E o que significa ser “mensh”? Que as pessoas não devem “engolir vivas umas às outras”. Especialmente quando se tem dinheiro e se pode comprar o juiz, a polícia e os advogados. E pode “se esconder” a ponto de ganhar uma medalha por “engolir vivo o próximo”.

Em vez disso, a criança deve saber que há “um olho que vê, um ouvido que ouve” e que não aceita suborno nem conexões, nem dinheiro nem sorriso. Nem nada do que pode influenciar uma pessoa de carne e osso. Para D-us nada disso importa. E a criança precisa saber que D-us “enxerga o coração”…

Adaptado das palavras do Rebe

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PARA CAIR NA REAL

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Parashat Devarim é a primeira do quinto livro da Torá: Devarim. O livro Devarim também é chamado de Mishnê Torá (Repetição da Torá). Moshê começou a repetir a Torá para o povo judeu no primeiro dia do mês judaico Shevat.

A época exata da Repetição da Torá foi muito significativa para o povo judeu, pois o preparou para entrar na Terra Prometida. Durante os anos em que o povo perambulou pelo deserto, todas as suas necessidades – alimento, água, vestimentas e abrigo – lhe foram proporcionadas miraculosamente por D-us.

Os judeus estavam prestes a deixar o lugar onde estiveram durante anos, e onde não tiveram nenhuma preocupação material. Estavam prestes a se estabelecer num país e num modo de vida que demandava arar, semear, colher e todas as demais preocupações mundanas da vida. Foi justamente nessa ocasião que foram expostos à Repetição da Torá, pois careciam de uma porção especial de reforço e inspiração, para que não se tornassem materialistas e degradados no mundo material que estava por vir.

Além do mais, todo o objetivo de chegar à Terra Prometida era introduzir santidade nos aspectos materiais da vida diária, elevá-los e torná-los mais espiritualizados – transformando assim o material em espiritual. Chegar-se-ia a isso através do estudo da Torá, de servir a D-us, do cumprimento dos preceitos Divinos, da doação para caridade e da realização de atos de bondade.

O objetivo Divino de entrarmos na Terra Santa – elevar o ambiente e transformar o material em espiritual – é exatamente o mesmo objetivo de cada judeu em suas atividades diárias.

Rabi Shneur Zalman, fundador da Chassidut Chabad, explicou: “As coisas materiais dos judeus são espirituais; D-us nos proporciona coisas materiais para que as transformemos em espirituais.” D-us dá sustento ao judeu e este, por sua vez, utiliza o dinheiro para mitsvot, em geral, e para patrocinar o estudo da Torá, em particular. Deste modo, realmente transformamos o material (dinheiro e posses mundanas) em espiritual.

A transformação do material em espiritual pode ser conseguida de outras maneiras, também. Podemos elevar e purificar nosso ambiente profissional sendo um exemplo pessoal de honestidade e boa conduta, de acordo com a Torá.

Em todos os assuntos de santidade, precisamos ir de força em força, acrescentando constantemente em santidade. Deste modo, a bênção de “prosperidade através da caridade” é realizada, com D-us dando bênçãos materiais em medida crescente, nos possibilitando criar cada vez mais espiritualidade num ritmo recíproco.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5756/427.htm#caption2

 

(Inglês)

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O RABINO E O MINISTRO

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O Rebe Rashab, o quinto Rebe de Chabad, costumava discutir com o Rav Yitschak Yoel Raphalovitch assuntos do interesse da comunidade.

Segundo o Rebe Rashab, o Rav Raphalovitch tinha o dom de refutar os ataques dos ministros do governo, sendo suas respostas sólidas e impossíveis de serem contestadas.

Certa vez, o Rebe Rashab e o Rav Yitschak se encontraram com um dos ministros a fim de convencê-lo a rescindir um decreto anti-semita.  Durante a discussão, o ministro falou: “Temos todo o direito de perseguir vocês, judeus. Vocês nos desprezam, e dizem isso claramente todos os dias nas bênçãos matinais! Basta dar uma olhada no seu livro de rezas. Todas as manhãs vocês dizem: ‘Bendito és Tu, D-us… que não me fez um gentio.’ Vocês nos odeiam!”

Sem um momento de hesitação, Rav Yitschak respondeu: “Excelentíssimo Ministro, o senhor ama sua esposa?”

– “Se amo minha esposa? Mais do que tudo no mundo. Eu faria qualquer coisa por ela!”

– “Também amamos nossas esposas”, disse Rav Yitschak. “Mas mesmo assim, logo após a bênção que o senhor acabou de citar, falamos outra bênção: ‘Abençoado és Tu, D-us… por não me ter feito mulher.’ Qual o significado dessa bênção?”

Percebendo que tinha despertado a curiosidade do ministro, continuou. “Uma mulher carrega uma criança durante nove meses, tem as dores do parto, e a responsabilidade de criar os filhos, além de administrar a casa. Isso requer muita força, resistência e paciência, coisas que faltam à maioria dos homens. Portanto agradecemos a D-us por não nos dar as responsabilidades de uma mulher.”

“O mesmo com relação aos gentios”, concluiu Rav Yitschak. “Todos os seres humanos precisam servir ao Criador. Nós, porém, temos certa facilidade. D-us nos deu 613 leis que dizem exatamente o que precisamos fazer. Um gentio só tem sete leis, e tem de quebrar a cabeça para descobrir o resto. Agradecemos a D-us por facilitar nossa vida.”

Surpreso pela resposta rápida e criativa de Rav Yitschak, o ministro caiu na gargalhada. Voltou-se para o Rebe Rashab e disse: “O senhor tem sorte por ter alguém tão inteligente. Vou retirar meu decreto.”

Adaptado do livro:

“Thank you G-d, for Making me a Woman”

  1. Aaron L. Raskin

(Inglês)

Págs. 110-111)

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Yaakov ben Eliyáhu

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SOPA DE PALMITO

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Ingredientes:

Palmito picado

Cenoura em cubos

Cheiro verde picado

Pimentão vermelho descascado e picado

Uma cebola pequena inteira

Cebolinha verde fatiada

Mandioquinha

Sal e pó parve para sopa, a gosto

Água

Modo de Fazer:

Misture tudo e cozinhe na pressão durante ½ hora.

Lebriut!

 

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TRANSMISSÃO PERFEITA

BS’D

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Ester, uma moça judia que morava em Minnesota aproximou-se de Chabad, e acabou indo para a escola Beit Chana, onde conheceu o Rabino Manis Friedman, que se tornou seu mestre e mentor.

Ester acabou ficando religiosa e se casou com um rapaz que era seguidor dos ensinamentos Chabad.

Após vários anos de casamento, ela não conseguia ter filhos. Ia ao mikvê todos os meses e estudou as leis de Taharat Hamishpachá para fazer tudo bem certinho. Chegou até a ir a médicos, tentou fertilização in vitro, e tratamentos semelhantes, mas de nada adiantou.

Finalmente, escreveu uma carta para o Rebe de Lubavitch sobre sua situação e pediu uma berachá. Poucos dias depois, o Rabino Leibel Groner, um dos secretários do Rebe, lhe telefonou dizendo: “O Rebe está sugerindo que você peça a sua mãe que ela vá ao mikvê.

Ester pediu a sua mãe, mas esta, por se considerar atéia, recusou-se a atender ao pedido da filha. Ester voltou a escrever para o Rebe relatando que sua mãe não queria ir ao mikvê. Logo recebeu outro telefonema do Rabino Groner dizendo: “O Rebe está sugerindo que você peça a sua avó para ir ao mikvê.

Ester ligou para sua avó e lhe perguntou se ela iria ao mikvê para que ela fosse abençoada com um filho. A avó perguntou a seu marido o que ele achava da idéia e ele respondeu imediatamente: “O que os avós não fazem por seus netos? É claro que você deve ir.”

A avó foi ao mikvê e um mês depois Ester engravidou do primeiro de seus nove filhos!

Esta história mostra claramente que a mitsvá de mikvê não é, simplesmente, uma mitsvá pessoal, e sim algo que tem influência sobre seus descendentes por gerações. Também prova que nunca é tarde demais para começar. Mesmo quando já se está numa fase em que só é necessário ir uma vez (após a menopausa), pode-se impactar muitas gerações futuras.

Adaptado do livro:

“Thank you G-d for Making me a Woman” – R. Aaron L. Raskin

Págs.: 69-70 (Inglês)

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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