ETERNA JUVENTUDE

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Rav Hakotel, Rav Shmuel Rabinovitch contou o seguinte:

Ele era amigo de um judeu chamado Garbstein, que era senador no Canadá. Certa vez, esse judeu telefonou para o Rav Rabinovitch dizendo que comemoraria seu aniversário de 80 anos e convidou o Rav do Kotel a ir de Israel ao Canadá participar do evento. “Sua presença será uma honra para mim”, falou. E acrescentou: “Esse evento é duplamente importante para mim, pois também estou começando um novo empreendimento. Estou abrindo um negócio de centenas de milhões de dólares, para a divulgação de jornais na China, no Japão, enfim, no Extremo Oriente.” O Rav Rabinovitch consultou sua agenda e verificou que naquela data não poderia se ausentar de Israel. O senador lhe pediu que ao menos lhe desse sua berachá, e o rabino o abençoou para que tivesse ainda muitos anos felizes de vida. Ao que o homem respondeu: “Mas abençoe também meu novo empreendimento.”

O rabino respondeu: “Para falar a verdade, não sei bem como abençoá-lo nisso, afinal de contas você já tem 80 anos! E está assumindo tamanha carga e tamanha responsabilidade; não sei o que dizer.”

O senador disse, então:

“Vou lhe dizer de onde me veio essa inspiração. No passado, eu entrava em crise cada vez que chegava a uma idade de número múltiplo de dez. Entrava literalmente em depressão. Quando completei 50 anos, a crise foi tão aguda que minha esposa sugeriu que eu fosse conversar com o Rebe de Lubavitch. A princípio recusei, mas ela insistiu e acabei indo. Cheguei a Nova York, entrei em yechidut às 2 da madrugada; e não falei nada sobre o assunto. Conversamos sobre a situação dos judeus, sobre o Canadá, etc. Mas o próprio Rebe percebeu, e me perguntou o que estava me preocupando. Falei: “Rebe, completei 50 anos e sinto que não fiz nada na vida, que não tive sucesso, e isso me deprime.”

O Rebe me perguntou:

“Você sabe um pouco de Tanach?

“Um pouco”, respondi.

Disse o Rebe:

“Quem foi o judeu mais importante da história?”

“Moshê Rabênu”, respondi.

O Rebe me perguntou com que idade Moshê Rabênu começou a carreira. Eu não sabia, mas o Rebe me contou que Moshê Rabênu começou sua carreia aos 80 anos de idade! E me perguntou:

“O que passou pela cabeça de Moshê Rabênu, ao assumir tamanha responsabilidade, de tirar milhões de pessoas do Egito para o deserto?”

E o próprio Rebe respondeu:

“É que Moshê Rebênu era jovem de espírito. Sabe o que é um jovem de espírito? É quem pergunta o que precisa ser feito e não o que fez. Quem olha prá trás, para o que fez, é um velho. Quem olha prá frente e se pergunta o que precisa fazer é um jovem. Moshê Rebênu era jovem porque sempre perguntava o que precisava ser feito. Você só tem 50 anos, está no início da vida. Por que está reclamando?

E o senador concluiu:

“Hoje, com 80 anos, faço o que o Rebe me aconselhou naquela época e me deu forças para sair da depressão. Se Moshê Rebênu aos 80 perguntou o que precisava ser feito, foi o que fiz. Se Hashem me deu mais um dia com certeza há algo de bom que posso fazer nele.”

Adaptado de um shiur do R. Shneiur Ashkenazi. (Hebraico)

http://www.col.org.il/show_news.rtx?fromAdmin=yes&artID=111433

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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OHALEI TSADIKIM

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É kasher rezar nos túmulos de tsadikim?

“E subiram pelo sul e chegou até Chevron…”

(Bamidbar 13:22)

Rashi explica que foi só Calev quem foi até Chevron, para rezar no túmulo dos Patriarcas, para que não fosse incitado pelos conselhos dos espiões.

É, portanto, bem antigo o costume judaico de lehishtateach al kivrei tsadikim.

 Pedimos ao tsadik para que ele desperte a piedade Divina sobre nós.

Leilui Nishmat:

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AÇÃO E REAÇÃO

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“…Reflita sobre três coisas e você não pecará: Saiba o que existe acima de você (mimchá)…

(Pirkê Avot 2:1)

De acordo com o Maguid de Mezritch, este ensinamento pode ser interpretado da seguinte maneira:

“Saiba que o que está acima é de você – mimchá.” Ou seja: saiba que tudo o que você recebe de Cima é uma reação direta ao que você faz aqui neste mundo.

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5753/270.htm#caption8

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PASSO A PASSO

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“E quem ofereceu sua oferenda no primeiro dia foi Nachshon, filho de Aminadav, da tribo de Yehudá.” (Bamidbar 7:12)

A ordem em que os líderes das Doze Tribos trouxeram seus sacrifícios ensina a ordem correta de nosso Serviço Divino:

Primeiro veio a tribo de Yehudá, da palavra hebraica que significa “agradecer”. Isso simboliza o primeiro passo no culto a D-us: humildade e aceitação do jugo Celestial.

Em seguida veio a tribo de Issachar, cujos membros são descritos na Torá como “homens de entendimento” – alusão ao segundo passo: o estudo da Torá.

A terceita tribo a fazer sua oferenda foi Zevulun, de quem se afirma: “Alegre-se Zevulun em sua saída.” Isso simboliza o terceiro passo, o cumprimento prático das mitsvot.

(Adendo a Or Hatorá)

Adaptado de http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5772/1223.htm#caption8

(Inglês)

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RUTH

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Ruth era uma princesa, filha do rei de Moav. Mas ela percebia a diferença entre a idolatria de seus compatriotas e as leis Divinas, seguidas pelo povo judeu.

A época era de grande escassez, e muitas pessoas estavam morrendo de fome em Moav. Os ricos, porém, que tinham os celeiros repletos de grãos, além de uma reserva para plantar, não permitiam que os pobres chegassem perto de seus armazéns, sob pena de morte.

A bondosa princesa ficou horrorizada com a crueldade de seu povo e com sua má vontade de ajudar os necessitados. Ela tinha feito amizade com uma pequena família judia que chegara a Moav vinda de Beit Lechem, e ficou muito impressionada com seu modo de vida. Quando um dos filhos de Elimelech e Naomi a pediu em casamento, abdicou de sua posição privilegiada e passou a fazer parte da família daqueles imigrantes. Mesmo após a morte de seu marido, Ruth permaneceu dedicada a sua sogra judia, Naomi.

Naomi acabou resolvendo voltar para Beit Lechem. E Ruth decidiu ir com ela. Naomi tentou convencer sua nora a ficar em Moav; explicou-lhe as muitas obrigações que ela teria como judia, impostas pelos 613 mandamentos da Torá. Mas Ruth permaneceu firme, dizendo:

“Não me peça para deixá-la, nem me impeça de segui-la. Aonde você for eu irei. Onde você morar, morarei. Seu povo será meu povo, e seu D-us, meu D-us.”

Foram essas as palavras que vieram de um coração puro, e de uma alma muito elevada. Ruth foi uma guioret tsedek (uma convertida justa) na verdadeira acepção da palavra.

A verdade é que Ruth jamais se arrependeu de sua decisão. Pelo contrário. Ao chegar em Beit Lechem, pode comprovar a justiça e a compaixão da lei judaica. Na Terra de Israel, os pobres não eram expulsos dos campos. Cansada e faminta, Ruth estava num campo de cevada, quando ouviu uma voz amigável, dando-lhe boas vindas. Aquele era Boaz, o proprietário do campo, que a convidou a pegar o quanto quisesse. Também lhe ofereceu proteção e água para beber.

Ruth ficou muito grata e pegou vários feixes. Já estava indo embora, quando Boaz a aconselhou a esperar mais um pouco, pois a colheita começaria e ela poderia pegar “peá”.

“O que é peá?” – perguntou Ruth.

Boaz explicou que de acordo com a Torá o proprietário de uma plantação de cereais não tem permissão de tocar na peá, canto do campo, que tem de ser deixado para os pobres e os estrangeiros , que não têm o que comer.

Quando a colheita começou, Ruth encheu sua mochila e, quando já estava indo embora, Boaz a aconselhou que esperasse, pois logo estariam amarrando os feixes e ela poderia se beneficiar do “leket”.

“O que é leket?” – Ruth perguntou.

Boaz respondeu que de acordo com a lei judaica, se algumas espigas caem da mão do ceifador, ele não pode pegá-las. Pertencem aos órfãos, pobres, viúvas e estrangeiros, que não têm outra fonte de renda.

Ruth acabou voltando para sua sogra com cereais em abundância, que as sustentariam durante bastante tempo. Foi quando Ruth entendeu quão sagradas e perfeitas são as leis da Torá. Além de a Torá se preocupar com as viúvas e órfãos, também cuida dos estrangeiros que não estão inseridos na estrutura social existente em uma terra estranha.

Ruth, a moabita, apegou-se à Torá e ao povo judeu com amor e devoção. E grande foi sua recompensa: O abastado Boaz, um dos juízes de Israel, a desposou. E ela teve o mérito de se tornar a “mãe da realeza”, pois foi a bisavó do Rei David, o ungido de D-us.

Mashiach também é descendente de Ruth, que ele seja imediatamente revelado e redima o povo judeu, e o mundo, imediatamente!

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/670.htm#caption9

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A IMPORTÂNCIA DAS MULHERES

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As mulheres foram priorizadas sobre os homens pois, antes da Outorga da Torá, D-us dirigiu-se primeiro a elas, pois as mulheres são “o fundamento do lar”. As mulheres possuem uma natureza singular necessária à formação da personalidade dos membros da família, principalmente das crianças.

Uma mulher ensina com todo o coração, vida e energia, bem como com a sensitividade que torna seus ouvintes mais receptivos.

Portanto, foi por meio das mulheres judias que a Torá foi transmitida ao povo judeu através das gerações, inclusive a geração da Redenção.

(O Rebe para a Convenção das Mulheres e Meninas de Lubavitch, 28 de Yiar de 5751-1991)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5772/1221.htm#caption10

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QUEM É SÁBIO?

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Ben Zomá disse:

“Quem é sábio? Aquele que aprende de toda pessoa, conforme foi dito: ‘De todos os que me ensinaram obtive sabedoria…’”

(Pirkê Avot 4:1)

Não é preciso ser um erudito para aprender – todos devem aprender.

Um sábio não é simplesmente uma pessoa que estuda, e sim quem enxerga algo de positivo em cada indivíduo, e dele aprende aquela característica positiva.

(Likutê Diburim)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5774/1321.htm#caption7

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CHOCO-TECHINA

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Ingredientes:

Techina pura

Chocolate em pó

Açúcar mascavo

Água

Modo de fazer:

Misturar todos os ingredientes obtendo sabor e consistência desejados (a gosto).

Usos: para cobertura e recheio de bolos, para passar no pão, bolacha ou bolacha de arroz ou para comer às colheradas. Delicioso e nutritivo.

Lebriut!

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O REBE PEDIU PARA AVERIGUAR

BS’D

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Em 1970, um judeu que tinha se encontrado muitas vezes com o Rebe falou para o Rabino Groner (secretário do Rebe) que ele tinha uma pergunta sobre negócios a fazer ao Rebe. Pediu ao Rabino Groner para anotar sua dúvida e perguntar ao Rebe o que ele deveria fazer.

Quando o R. Groner entrou no escritório do Rebe, o Rebe lhe perguntou:

– “Você tem certeza de que ele vai me escutar? Você sabe que ele esteve aqui no meu escritório durante muitas horas e jamais me pediu nenhum conselho sobre seus negócios. Eu só vou responder se souber que ele vai me escutar. Porque se eu responder e ele não me escutar, vai ser muito pior para ele.”

Foi isso o que o Rebe disse ao Rabino Groner a respeito daquela pergunta. O R. Groner foi até aquele judeu e disse: “Quero lhe contar uma história, pois nós, chassidim, transmitimos tudo com histórias.”

E ele contou:

“Em 1930 (5690) o Rebe anterior passou uns dez a doze dias em Chicago. Depois disso, uns 30 a 40 indivíduos tornaram-se chassidim Lubavitch. Em 1946 (5706) o Rebe Anterior queria abrir uma yeshivá e enviou 5 jovens, de 14, 15, 16 anos. R. Groner disse que ele teve o mérito de ser um deles. O mashpia era R. Yossef HaLevi Weinberg A”H, e ele recebeu um telefonema, provavelmente do R. Hodakov, dizendo que o Rebe queria que os bachurim estudassem Tanach duas vezes por semana, sendo cada aula de uma hora e meia. E encontraram alguém que lhes estava ensinando Tanach. Eles pediram ao professor para que lhes contasse uma história do Rebe Anterior, com quem ele tinha ligação. Ele respondeu que lhes contaria uma história, mas que eles tinham que prometer que se lembrariam da história o resto da vida. Os rapazes disseram que isso era uma coisa difícil de prometer, mas que tentariam. E ele lhes contou a seguinte história que acontecera em 5690 (1930).

“Um jovem de cerca de 30 anos de idade queria ir para a Terra Santa, Israel, que na época estava sob o domínio turco e a segurança lá era muito frágil. O pai falou para o jovem: ‘Temos a oportunidade de perguntar ao tsadik, ao Rebe Anterior, se você deve ir ou não. Deixe-me perguntar ao tsadik e vamos ouvir sua opinião.’ E o filho falou: ‘Não quero que você pergunte, pois provavelmente ele vai dizer não, e eu quero ir. Portanto não pergunte ao Rebe.’ Mas o pai procurou o Rebe Anterior, e lhe perguntou o que fazer. O Rebe Anterior respondeu: ‘Não agora.’ O que significa que o Rebe Anterior não estava contra a viagem, em si, mas estava dizendo que agora não era a hora para ir. O pai contou ao filho que perguntara ao Rebe e ele dissera que ‘não agora’. O filho começou a gritar com o pai, dizendo que dissera para ele não perguntar. E que iria de todo jeito. O filho foi, o navio naufragou e 270 pessoas morreram afogadas (que D-us nos livre), inclusive ele. Depois do shiva, o pai procurou o Rebe Anterior e lhe disse: ‘Estou com um problema: por que o Rebe não nos avisou? Se o Rebe nos tivesse avisado que isso era o que ia acontecer, meu filho teria sido salvo, bem como as demais pessoas que estavam no navio.’ E o professor disse: ‘Vou lhes falar as palavras exatas do Rebe. Ele disse: ‘Acredite-me, nem sempre quando falamos algo, sabemos porque estamos dizendo aquilo. Falamos o que o Céu nos falou para falar. Do Céu nos falam o que dizer, e é isso que falamos. Acredite-me: não vimos tragédia nenhuma. Apenas repeti o que me disseram para falar. Que não agora. Mas não vi nenhuma tragédia. Mas de uma coisa sabemos: o que sai de nossa boca, você tem de escutar. Caso contrário, etc.’

O Rabino Groner acabou de contar àquele judeu essa história e ele garantiu que acataria a orientação do Rebe. R. Groner voltou ao escritório do Rebe e disse que o yehudi acataria seu conselho. E o Rebe perguntou: ‘Como você conseguiu isso?’ R. Groner respondeu que tinha lhe contado uma história. ‘Que história você contou?’ – Perguntou o Rebe. E o Rabino Groner contou a história. O Rebe abriu um largo sorriso e disse: ‘Já tive meu lucro: ouvi uma história do meu sogro que eu não conhecia. Qual é a pergunta?’ O R. Groner entregou o bilhete, e o Rebe falou o que deveria lhe responder. R. Groner transmitiu a resposta do Rebe e o indivíduo ficou calado. Nada respondeu. R. Groner lhe perguntou: ‘Você ouviu o que eu falei?’ Ele respondeu: ‘Sim.’ Mas não comentou nada. Cerca de seis meses depois, telefonou para o R. Groner e disse: ‘Quero lhe agradecer pelo que fez por mim. Quando perguntei ao Rebe o que fazer, meu negócio valia 5 milhões de dólares. E o Rebe me disse o que fazer. Eu achava que se agisse como o Rebe orientou, eu teria falido totalmente, mas como eu tinha prometido obedecer ao Rebe, obedeci; e agora meu negócio vale 10 milhões de dólares!’ Seu negócio duplicou por não ter feito o que ele mesmo achava e sim o que o Rebe falou para fazer.

Baseado num shiur do R. Shmuel Butman em:

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=50255&alias=the-rebbe-asked-to-investigate

(Inglês)

O R. Shmuel Butman escutou essa história do R. Yehuda Leib Groner, secretário do Rebe.

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O CONTAINER DO TEMPO

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O período de Sefirat Haômer liga Pêssach a Shavuot. Contamos os dias do Ômer a partir do segundo dia de Pêssach – dia da nossa libertação da escravidão. Continuamos a contar durante 49 dias, até o dia em que comemoramos a Outorga da Torá – o ápice de nossa libertação.

Qual é o objetivo de se contar dias, medir o tempo? O tempo, simplesmente vai passando. Cada um de nós pode marchar num ritmo diferente, mas não podemos modificar o tempo, em si.

Quantitativamente falando, o tempo não pode ser modificado. Mas da Sefirá aprendemos que qualitativamente, o tempo pode ser modificado. O tempo é como um recipiente. Podemos preenchê-lo com ninharias, desperdiçando-o. Por outro lado, podemos preenchê-lo com atividades significativas.

Nos dias entre Pêssach e Shavuot estamos nos preparando para receber a Torá. Durante esse período de preparação devemos cuidar para encher nosso “container do tempo” com realizações significativas.

Deste modo poderemos “esticar” o tempo. Quando preenchemos nossas ações aqui e agora com conteúdo judaico, preenchemos nosso tempo limitado com atos eternos e infinitos. Fazemos com que nosso próprio tempo seja elevado além e acima do tempo.

A contagem diária do Ômer nos lembra de ocupar nosso tempo com mitsvot que devem ser cumpridas naquele dia e não adiadas para outra ocasião. Fazendo isso, com certeza apressaremos a Redenção e traremos Mashiach, AGORA!

Adaptado do editorial do R. Shmuel Butman em:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5775/1368.htm#caption6

(Inglês)

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