ADMITIR A VERDADE

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“Moshê ouviu e gostou” (Vayikrá 10:20)

De acordo com Rashi, quando Moshê ouviu o argumento de Aharon, admitiu que fazia mais sentido que o seu, reconhecendo que não recebera instruções de D-us sobre o assunto. A lição óbvia é nunca ter medo de admitir a verdade, mesmo que seja constrangedor. Além disso, devemos aceitar a verdade mesmo se acharmos que nossa posição social ou religiosa nos obrigue ao contrário. O próprio D-us nomeara Moshê como transmissor da Torá, e era fundamental que o povo confiasse em sua integridade e verdade. Moshê estava ciente disso, e poderia ter pensado que admitir seu erro poderia comprometer sua autoridade como mensageiro de D-us. Mas entendeu, e com razão, que admitir sua falibilidade e demonstrar disposição para curvar-se diante da verdade aumentaria sua reputação e o respeito do povo por ele.

(Sichot Kôdesh, 5739, Vol. II)

Adaptado de http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5776/1416.htm#caption8

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O QUINTO FILHO

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Embora os Quatro Filhos sejam diferentes, entre si, em relação ao Serviço do Sêder, têm algo em comum: todos eles estão presentes no Sêder. Até mesmo o chamado de “Perverso” está lá, participando. Embora seja rebelde, se interessa pelo que acontece na vida judaica a sua volta. Isto, pelo menos dá esperanças de que um dia o Perverso se torne sábio, e todas as crianças judias no Sêder se tornem judeus conscientes, cumpridores da Torá e das mitsvot.

Infelizmente, na nossa época de confusão e escuridão, há outro tipo de criança judia: aquela que está ausente do Sêder. Não tem o menor interesse em Torá e mitsvot, leis ou costumes. Nem sabe do Sêder de Pêssach, nem do Êxodo do Egito, nem da subseqüente Revelação no Sinai.

Este é um desafio muito grande, a que devemos dar atenção muito antes de Pêsach e da noite do Sêder. Pois não podemos abrir mão de nenhuma criança judia. Nenhuma pode ser esquecida. Precisamos fazer o maior esforço para salvar também aquela criança “perdida”, e trazê-la para a mesa do Sêder. E ao fazê-lo com decisão, compaixão e responsabilidade, não precisamos temer o fracasso.

Infelizmente, o fato de haver uma “geração perdida” foi resultado de uma psicologia equivocada e uma política mal orientada, por parte de alguns imigrantes que chegaram a um ambiente estranho e novo. Por serem minoria, e por ter certas dificuldades, que são, em grande parte, inevitáveis em todos os casos de migrações, alguns pais tiveram a noção equivocada, que também injetaram nos filhos, de que para superar as dificuldades precisariam se assimilar rapidamente ao novo ambiente, abandonando a herança de seus antepassados e o modo de vida judaico.

Por terem grilos e conflitos a respeito, alguns pais resolveram poupar os filhos de tais conflitos. E para aplacar as dores de consciência, criaram uma racionalização, iludindo-se, bem como aos filhos, dizendo que uma vida de Torá e mitsvot não combinava com o Novo Mundo. Começaram a procurar, e acabaram encontrando, falhas no modo de vida judaico, enquanto que tudo no ambiente não-judaico lhes parecia bom e atraente.

Mas trocar o espiritual e sagrado pelo material significou sacrificar a alma pelas amenidades do corpo.

Ao fugirem da Yidishkeit, em vez de liberdade, encontraram a servidão. O complexo de inferioridade levou a uma imitação barata, que em vez do tão almejado respeito, lhes rendeu, apenas zombarias e desprezo.

O Êxodo do Egito e a Festa de Pêssach nos fazem lembrar, entre outras coisas, de que nossa esperança de sobrevivência não está na tentativa de imitar o ambiente e sim, na lealdade constante a nossas tradições e ao modo de vida judaico.

Nossos ancestrais no Egito eram uma pequena minoria e viveram na maior dificuldade. Mas mesmo assim, como relatam nossos sábios, preservaram sua identidade e, com orgulho e dignidade, se agarraram a seu modo de vida, tradições e singularidade. Foi justamente assim que sua existência foi assegurada, bem como sua libertação da escravidão: física e espiritual.

Não há lugar para desespero na via judaica, e não se deve desistir de nenhum judeu, achando que é um caso perdido. Por meio de uma abordagem compassiva, até mesmo aqueles da geração “perdida” podem ser trazidos de volta para o amor a D-us e o amor à Torá, e não apenas ser incluídos na comunidade dos “Quatro Filhos” mas, com o passar do tempo, ser elevados à posição de Filho Sábio.

(trecho de uma carta comunal do Rebe, 11 de Nissan de 5717)

Adaptado de: Adaptado de “The Kol Menachem Haggadah”, págs. 67-68)

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

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Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

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Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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OS 4 FILHOS

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“A Torá fala de Quatro Filhos.” – Hagadá

Num rolo de Torá, se faltar uma letra, não importa qual, isso prejudica a santidade de todas as demais letras. Portanto, o fato de a Torá mencionar Quatro Filhos significa:

  1. Todos os Quatro Filhos são indispensáveis para o povo judeu como um todo.
  2. Todos os Quatro Filhos, sem levar em conta sua posição, são igualmente importantes, do mesmo modo que cada letra é indispensável para a Torá, seja qual letra for.

Nossa obrigação é, portanto, influenciar de modo positivo todos os Quatro Filhos, ou seja: atrair “bênçãos” para todos os aspectos de sua vida (daí a repetição da palavra baruch (bendito) quatro vezes neste trecho da Hagadá.

Que bênção devemos trazer: “Um sábio, um perverso, um ingênuo e um que não sabe perguntar” a percepção do Um D-us que é a fonte de todas as bênçãos.

(Baseado em Likutê Sichot vol. I, pág. 249 e seguintes)

Adaptado de “The Kol Menachem Haggadah”, págs. 61-62)

(Inglês)

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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VACINA ESPIRITUAL

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Se a gente tiver o cuidado de evitar até mesmo a mínima quantia de chamets em Pêssach, será protegido de pecados (não intencionais) durante o ano inteiro.

(O Arizal)

Adaptado de: The Kol Menachem Haggadah

Pág. 4

(Inglês)

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REALIZAÇÃO PESSOAL

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Tudo o que é sagrado para o povo do D-us de Avraham e é fundamental para a casa de Yisrael – estabelecer e educar uma geração justa e correta, a kashrut dos alimentos, a sublime pureza da santidade do Shabat – o glorioso e reverenciado D-us fez questão de confiar às mulheres judias, para preservar e desenvolver.

A mulher que cumpre sua obrigação e destino na vida familiar, conduzindo a casa e educando os filhos de acordo com a Torá, a ela aplica-se o versículo: “A sabedoria das mulheres constrói seu lar.”

Hayom Yom, 26 de Adar II

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O SIMBOLISMO DAS JÓIAS

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“… Todos os doadores de coração trouxeram brincos, e argolas de nariz e anéis e braceletes… e todo objeto de ouro…”

(Shemot 35:22)

Brincos: Pais judeus precisam escutar as diretrizes da Torá a respeito da educação de seus filhos. Também devem ficar atentos às conversas dos filhos com os amigos, para poder guiá-los da maneira certa.

Argolas de nariz: Os pais devem desenvolver um sentido de “olfato” para cuidar para que os amiguinhos dos filhos sejam adequados.

Anéis: Os pais precisam saber “apontar” o caminho certo para os filhos.

Braceletes: Além de explicar as coisas de uma maneira agradável, os pais também precisam ser firmes (a firmeza sendo simbolizada pelo braço) quando se trata de educação judaica. A criança precisa sentir que esta é a prioridade dos pais.

(Likutê Diburim)

http://lchaimweekly.org/

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EM CIMA DO MURO?

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Na Haftará que acompanha Parashat Ki Tissá, lemos sobre o profeta Eliyáhu e sua famosa confrontação com os profetas do Báal. Eliyáhu, disse ao povo judeu:

“Até quando vocês vão ficar vacilando? Se D-us é realmente D-us, então o obedeçam, e se for o Báal, sigam-no.”

O que Eliyáhu estava dizendo ao povo judeu era o seguinte: sua incapacidade para escolher entre as duas alternativas é o pior caminho. Pior ainda do que escolher abertamente a idolatria.

Um idólatra poderá chegar à conclusão que a idolatria está errada retornando, portanto a D-us de todo o coração. Mas é muito mais difícil para quem está “em cima do muro” perceber seu erro. Acha que ainda é um bom judeu.

Além disso, um idólatra é mais facilmente evitado e dificilmente levará outros para o mau caminho.

A mensagem de Eliyáhu ainda é atual. É muito mais fácil se evitar armadilhas espirituais óbvias do que se defender de transigências mais tênues. Mas são justamente esses pontos mais delicados que vão acabar por definir nossa honestidade intelectual e nossa fé.

Adaptado das obras do Lubavitcher Rebe

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5771/1159.htm#caption2

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VOCÊ ESTÁ CONECTADO?

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“E tu ordenarás aos filhos de Israel que tragam azeite de oliveira puro, batido, para iluminação, para acender a lâmpada contínua.” (Shemot 27:20)

Por que era preciso trazer o azeite para Moshê, se era Aharon quem acenderia a Menorá?

O azeite alude à bondade intrínseca oculta em cada judeu, até mesmo o mais simples.

Para despertar essa característica natural, o judeu precisa ligar-se a “Moshê” – ao líder do povo judeu em cada geração – que, por sua vez, a eleva ao mais alto patamar de “batido para a iluminação… uma luz que brilha sempre.”

(Sêfer HaMaamarim Kuntreisim)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

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MÉTODO INFALÍVEL

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Quando Mashiach chegar, os povos do mundo perguntarão:

“Como vocês puderam merecer tamanhos milagres e maravilhas?”

E nós responderemos:

“Nós os merecemos em virtude de nossa simchá (alegria).”

(O Rebe)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5756/407.htm#caption10

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SALADA DE ABACATE E MANGA

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Ingredientes:

Abacate, manga, passas, amendoim triturado, sal, azeite.

Modo de Fazer:

Misture tudo e sirva.

Irresistível!

Lebriut!

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