Meus Atos Importam?

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Para que a Redenção ocorra, de fato, e que este mundo se revele como sendo a morada de D-us, onde Sua essência é expressa, é preciso mais ação.

Cada um tem de fazer sua parte neste esforço, conforme refletido na afirmação de Maimônides de que a pessoa deve se considerar como perfeitamente equilibrada entre o bem e o mal, e deve enxergar o Universo igualmente equilibrado entre o bem e o mal, e com uma boa ação pode gerar a salvação para si mesmo e para o mundo inteiro.

(O Rebe de Lubavitch no aniversário da chegada do Rebe Anterior à America, 9 de Adar de 5751 – 1991)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

Para refuá shleimá bekarov de :

Chaia Mushka bat Margalit Sima Rachel

 

 

 

 

 

 

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Para Entender o Rambam

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Parashat Chukat inicia com as leis da vaca vermelha, com que uma pessoa se purificava de impureza espiritual.

O Rambam (Maimônides), em seu sumário dessas leis, inclui uma interessante observação histórica sobre essa prática:

“Houve, até agora, nove vacas vermelhas desde que esta mitsvá foi dada até a destruição do Segundo Templo Sagrado.

“A primeira foi preparada por Moshê, a segunda, por Ezra, o Escriba, e mais sete entre a época de Ezra e a destruição. A décima vaca vermelha será preparada pelo Rei Mashiach, que seja rapidamente revelado, Amen, que esta seja Tua vontade.”

Essas últimas palavras parecem fora de contexto. Por que Maimônides inclui uma prece pela revelação de Mashiach numa obra legal? Maimônides era muito preciso no uso das palavras.

De fato, deduz-se muitas implicações práticas a partir da linguagem por ele escolhida. Por que, então, ele incluiu essa súplica na discussão dessas leis?

Se sua intenção fosse ensinar a importância de rezar pela vinda de Mashiach, teria incluído essa prece nas leis de Mashiach, e não num capítulo em que Mashiach é mencionado apenas de passagem.

A inclusão dessas palavras após uma breve referência a Mashiach enfatiza, de certo modo, que o assunto da Redenção deve evocar um anseio tão profundo em todo e qualquer judeu, que faz com que ele peça, do fundo do coração: “Que ele seja revelado rapidamente, Amen, que esta seja Tua vontade!”

Sobre a crença em Mashiach, Maimônides escreve: “Quem não acredita nele, nem espera sua chegada… nega… a Torá e Moshê nosso mestre.”

Não basta acreditar que Mashiach vai acabar chegando. Um judeu tem a obrigação de esperar sua chegada o dia inteiro, todos os dias.

Do mesmo modo que a crença em Mashiach é constante, a obrigação de esperar alegremente sua chegada também é um mandamento contínuo. Um judeu deve sempre sentir-se como se Mashiach fosse chegar a qualquer momento, pois esta é a realidade.

Este anseio por Mashiach origina-se de nossa percepção de que um judeu só pode concluir sua missão pessoal na Redenção Final, quando o mundo inteiro atingirá a perfeição. Até lá, nos encontramos em estado de deficiência espiritual.

Portanto, a lição que devemos aprender da escolha de palavras de Maimônides é que quando um judeu espera Mashiach da maneira correta, a simples menção do assunto deve causar uma emoção e um anseio tão fortes a ponto de ele exclamar espontaneamente: “Que ele seja rapidamente revelado, Amen, que esta seja Tua vontade.”

Adaptado de “Likutê Sichot, Vol. 28.

Baseado em:  http://lchaimweekly.org/

Agradecimentos especiais a Minúcia (Mina) Kreimer

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Eliyáhu ben Yaakov

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Para refuá shleimá bekarov de :

Chaia Mushka bat Margalit Sima Rachel

 

 

 

 

 

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O Rebe, Entebe e Mezuzot

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No dia 27 de junho de 1976, quatro terroristas seqüestraram um avião da Air France para Uganda. Em seguida, exigiram que Israel libertasse 53 terroristas presos. Os terroristas libertaram os franceses, membros da tripulação do avião, bem como os passageiros não judeus, e mantiveram 105 reféns judeus e israelenses. No dia 4 de julho, o exército de Israel realizou uma operação de salvamento miraculosa, salvando 102 dos reféns e matando todos os terroristas.

No dia 13 de Tamuz, (11 de julho), o Rebe conduziu um farbrenguen no “770”, em que conclamou para que as mezuzot  dos mais de 100 ex-reféns fossem verificadas. O Rebe pediu que essa informação fosse divulgada para que as pessoas se inspirassem a mandar verificar suas mezuzot.

O Rebe citou o Zohar: “Quando o anjo mau se aproxima da porta de alguém e vê uma mezuzá, sai correndo.” E o Zohar continua: “É este o significado do versículo dos Salmos, que D-us protege a pessoa ao entrar em casa e ao sair dela”, querendo dizer que a mezuzá protege quando estamos em casa e quando estamos fora de casa.

Durante as semanas seguintes, nos farbrenguens, o Rebe continuou a enfatizar a importância de todos os judeus terem mezuzot kasher. Explicou também que de acordo com todas as informações que recebera, as casas de todos os ex-reféns tinham problemas com as mezuzot. Os problemas eram de vários tipos. Algumas casas não tinham mezuzá, outras tinham mezuzot que não estavam kasher, outras não tinham mezuzá em todas as portas e outras, embora tivessem mezuzot em todas as portas, elas não estavam afixadas na posição correta, na altura, ângulo ou relação com a porta.

Do livro:

“Guardian of Israel – Miracle Stories od Tefillin and Mezuzah”, Rabino Aaron L. Raskin (inglês), págs. 9-10.

Leilui Nishmat:

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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O Canal se Abriu

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Harvest

O Rebe contou a seguinte história:

Certa vez, um negociante judeu foi ter com o Rebe Rayats. Naquela época, o Rebe Rayats queria publicar a coleção de livros “Sheelot Uteshuvot” do Tsêmach Tsêdek, e pediu ao homem de negócios que assumisse pagar as despesas da publicação dos livros.

O negociante perguntou ao Rebe Rayats qual a quantia necessária e o Rebe lhe respondeu. Era uma quantia muito      alta que, absolutamente, não estava dentro das possibilidades daquele negociante. Para grande surpresa, porém, o negociante disse ao Rebe que assumiria financiar a publicação dos livros.

Ao ouvir isso, o Rebe Rayats abençoou o empresário para que, pelo mérito dessa decisão, “novos canais” lhes fossem abertos lá de Cima, de modo que pudesse realizar sua decisão.

Nos depósitos do empresário se encontrava, há muito tempo, uma mercadoria da qual ele não conseguia se livrar, pois não havia demanda para ela. Não havia a menor possibilidade de vendê-la, jamais. Para seu grande espanto, assim que regressou para sua cidade, encontrou um comprador que adquiriu toda a mercadoria e por um preço muito bom!

O que ganhou desse ótimo negócio deu para pagar a publicação dos livros do Tsêmach Tsêdek e ainda lhe sobrou dinheiro!

Muito tempo depois, o empresário se encontrou novamente com o comprador. E este lhe disse: “Fique sabendo que até hoje ainda não entendo o que me deu na cabeça de comprar uma mercadoria tão ruim, e por um preço tão alto. A mercadoria não vale, absolutamente, o preço que paguei! Foi uma coisa totalmente ilógica tê-lo procurado e me oferecido para comprá-la, e até paguei à vista!”

O empresário ficou tão admirado, que correu a contar isso ao Rebe Rayats. Ele, porém, não ficou nem um pouquinho impressionado! Ao que parece, o Rebe estava acostumado a milagres…

A lição que nosso Rebe nos ensina dessa história:

Tanto com a mitsvá de tsedaká quanto com os demais assuntos de Torá e mitsvot: quando um judeu faz uma decisão que está acima de suas possibilidades – “novos canais” lhes são abertos para que consiga cumprir sua decisão. Apesar de que em sua situação atual lhe seja impossível – mas a boa decisão, em si, faz com que lhe seja possível realizá-la!

Do livro:

“Má Shesiper li haRabi” (hebraico) Vol. III, págs. 154-155.

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ATÉ QUE A CHAMA SUBA SOZINHA

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Uma das explicações que Rashi traz sobre o acendimento da Menorá que era realizado por Aharon Hakohen é que ele deveria acendê-la até que “a chama suba por si só”. O que isso nos ensina? O que isso tem a ver com chinuch (educação)? O que é que a inauguração (chanuká) do Mizbeach tem a ver com chinuch?

Chanuká e chinuch estão etimologicamente ligados. Têm a mesma raiz, em hebraico. O que todos nós, pais e educadores queremos? Que nossos filhos e alunos sigam no caminho que lhes indicamos, mesmo quando já estiverem longe de nós, fora de nosso controle. Ou seja, que a chama suba sozinha, por si só.

Como se consegue isso? O que é, afinal de contas educar?

De acordo com Rashi e o Rambam, educar é formar hábitos.

O Alter Rebe vai além (Tanya, Chinuch Katan), dizendo que educando a criança no temor e amor a D-us, mesmo quando ela amadurecer, não se desviará do caminho. Como? Entusiasmando a criança, atraindo seu coração.

Falando em termos práticos, aprendemos do Lubavitcher Rebe algumas dicas práticas.

Presentes, recompensas e estímulos positivos, incentivam e estimulam as crianças, principalmente no início. Daí as balas (do anjo Michael) e o mel quando levamos a criança ao cheider, pela primeira vez.

Jamais devemos rotular as crianças, principalmente com rótulos negativos, tipo você é teimoso, malcriado ou outros, pois a criança acaba por incorporar em si essas características.

Se a crítica for necessária, ela deve elevar a criança, como, por exemplo: tal comportamento não combina com você, não lhe fica bem. Jamais despertar na criança o sentimento de impotência e desespero. Sempre mostrar e demonstrar que ela pode superar suas dificuldades com força de vontade.

Chinuch é elevar, atrair a criança com estímulos positivos – atrair o coração.

Até em momentos de falha, lembrar-lhe que não lhe fica bem, que esse não é seu verdadeiro eu, “não reflete o que você é, de fato”. Consequentemente, isso não vai refleti-lo, de fato.

E o principal: educar é ser exemplo. A criança aprende mais de observar o comportamento dos pais do que de ouvir o que os pais dizem.

Além disso, o Rebe fala que é importantíssimo que a mãe conte para os filhos histórias da Torá, histórias chassídicas, com entusiasmo, de modo que as histórias tomem vida diante dos filhos. É assim que as crianças recebem uma educação verdadeira que terá influência sobre elas durante toda a vida. E também, a mãe e o pai falarem, com sentimento, palavras de Torá na mesa de Shabat.

Assim podemos ficar certos de que a chama subirá por si só, mesmo quando não estivermos por perto.

Baseado num shiur do R. Shneor Ashkenazi:

http://www.col.org.il/show_news.rtx?fromAdmin=yes&artID=97628

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Como se combate terrorismo?

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Parte de um discurso do Rebe – (em 1969)

Quando se sabe que alguém está tentando matar você, a solução não é esperar que todas as outras nações – os 119 representantes na ONU – façam uma votação e decidam se você tem o direito de retaliar, e só depois disso convocar uma reunião do Ministério para ver se ele concorda com os 119 representantes. Esta não é a maneira de lidar com alguém que veio para matar você. A única coisa que precisamos fazer é nos certificar de que ele está, de fato, tentando matar você.

Como podemos saber isso?

Isso é semelhante aos antigos egípcios, alguns dos quais eram tementes a D-us. Alguns desses representantes podem até sair para rezar todo domingo, e dizem que aprenderam que “quando alguém te bate numa face, deve-se oferecer a outra”. Mas isso se refere apenas aos judeus, não a eles. Eles dizem: “Vocês querem retaliar, querem desforra? Onde está seu senso de justiça e moralidade? Como vocês podem fazer uma coisa dessas? Primeiro, levem o caso diante da ONU, e ela vai decidir a posição legal do atacante, e depois vai mandar vocês seguirem suas instruções…”

A Torá nos ensina:

“Não! Não é assim.” Além de essa abordagem ser errada para os judeus, acaba sendo prejudicial para os próprios atacantes. Quando o inimigo está tentando matá-lo, e sua reação é apresentar uma queixa: “Desculpe-me Sr. Cossaco, como você está a fim de matar judeus, fique sabendo que isso viola o estatuto da ONU. Então, você tem de, primeiro, convocar uma reunião e pedir permissão… A verdade é que ontem você atacou sem permissão, portanto já foi… mas você pode mudar seu comportamento de agora por diante!”

As conseqüências disso são inevitáveis: eles não vão parar nos judeus. Uma vez que levaram avante seus ataques a judeus, atacarão não-judeus também. Vão acionar o alarme quando isso acontecer? Por que não protestaram quando estavam atacando os judeus?

“Quando alguém vem matar você” não é hora para debates. Ele tem de ver que você “levanta cedo para matá-lo”. O Midrash não está dizendo que você tem de matá-lo, de fato. Não vai se chegar a tal situação. Quando ele vir que você madrugou com uma demonstração de força, e que se ele tentar atacar, você está preparado para atacar primeiro, ele não vai nem tentar. Essa é a única abordagem que eles respeitarão.

Você pode apresentar queixas, mandar representantes, pode falar sem parar… Todos esses métodos foram tentados e isso custou muitas vidas. E de nada adiantou. Pelo contrário, só piorou a situação. Eles vêem que podem atacar uma vez, duas, três, quatro vezes, e uma quinta vez, e nada acontece. Mas quando você “acorda cedo para matá-lo”, só precisa madrugar e ficar de prontidão. E de fato, isso é para o bem do inimigo, também.

Vide vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=IWOACDZHwwk

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Por que o Rebe Rayats riu?

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O Rebe contou a seguinte história:

Aconteceu quando o Rebe Rayats se encontrava em Varsóvia.

Certo dia, um grande milionário foi visitá-lo. Quando ele saiu, meu sogro me contou, rindo, que acontecera uma grande tragédia ao ricaço.

Fiquei muito espantado: se o Rebe estava contando que acontecera uma grande desgraça ao milionário, qual o motivo do riso?!

O Rebe Rayats continuou dizendo que aquele ricaço perdera uma fortuna, mencionou a quantia e continuou rindo. Espantei-me novamente.

Foi quando o Rebe me explicou:

“Se o abastado tivesse doado parte de seu dinheiro para tsedaká – teria tido um prejuízo menor. Só lhe aconteceu essa desgraça porque ficou com todo o dinheiro para si.” (Em outro lugar há outra versão: “Se ele só tivesse, desde o começo, a quantia que lhe restou após a ‘tragédia’, não estaria se queixando. Só está chateado porque antes ele tinha mais.”)

E nosso Rebe nos dá o seguinte ensinamento que pode ser obtido dessa história:

As pessoas pensam que estão fazendo um favor ao Rebe quando dão tsadaká para as instituições do Rebe. Mas não é assim: o Rebe, na verdade, está lhes fazendo um favor por lhes dar o mérito de dar tsadaká. O Rebe quer que as pessoas participem de seu trabalho sagrado contribuindo financeiramente, pois isso é bom para os próprios doadores. Tal como dizem nossos Sábios sobre o passuk asser teasser“asser bishvil shetitasher = dê maasser para que você fique rico”

Do livro:

“Má shesiper li haRabi” (hebraico) Vol. III, págs. 152-153.

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“Vi que D-us existe”

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Em 1985, quando Chaya Rivka, a filha mais velha do Rabino Yitschak Dovid Grossman, rabino-chefe de Migdal Haemek, Israel, chegou da escola com um olho inchado, o rabino e sua esposa não deram importância. Mas seu olho continuou a inchar, e dele começou a sair pus e sangue.

Levaram Chaya Rivka aos melhores especialistas de Israel, mas nenhum deles conseguiu identificar o problema. Alguns disseram que era alergia, outros disseram que havia um problema no próprio olho, ao passo que outros disseram que era um problema dermatológico. Enquanto isso, o olho só piorava.

Pouco depois o rabino precisou fazer uma viagem aos Estados Unidos, onde lhe sugeriram que ele consultasse o Dr. Albert Hornblass, de abençoada memória, que era um oftalmologista muito capacitado. O rabinho levou a documentação médica de sua filha, e explicou todos os detalhes de seu caso. O médico respondeu que precisava examinar a paciente. Imediatamente, o rabino comprou uma passagem para sua filha, que chegou na manhã seguinte.

O vôo de Chaya Rivka aterrissou às 6 da manhã, e assim que ela desceu do avião, pediu que seu pai a levasse para ver o Rebe de Lubavitch. O Rebe costumava chegar a seu escritório às 10 da manhã.  Naquela hora, as pessoas esperavam no caminho para cumprimentar o Rebe ou para receber uma berachá . Quando o carro do Rebe parou, o Rabino Grossman ficou parado bem no meio do caminho, de modo que o Rebe não pudesse deixar de percebê-lo. Quando o Rebe o viu, notou que algo estava errado.

Rebe!” – Exclamou o Rabino Grossman. – “Esta é minha filha, sobre quem escrevi dizendo que ela estava com um problema no olho. Ela precisa de uma recuperação completa. Por favor, o Rebe pode lhe dar uma berachá?”

O Rebe olhou para ela e disse: “Verifique a mezuzá imediatamente, e ela terá uma recuperação completa e imediata.”

Sem perder tempo, o Rabino Grossman telefonou para Israel e pediu que a mezuzá fosse verificada. Sua esposa a levou imediatamente para seu escriba, e o que ele descobriu foi impressionante. Na frase “entre teus olhos”, a palavra einecha, “teus olhos” estava apagada. Sua esposa imediatamente afixou uma mezuzá nova e kasher.

O rabino desligou o telefone e foi rezar a oração matinal. Quando acabou, encontrou Chaya Rivka, que lhe disse que seu olho estava com uma sensação estranha. Ela resolveu dormir um pouco. Quando acordou, seu olho tinha, miraculosamente, voltado ao normal.

Eles tinham um horário marcado com o Dr. Hornblass para aquela tarde e resolveram não desmarcar. Quando o médico examinou Chaya Rivka, ficou espantadíssimo. Não tinha explicação para seu olho ter se curado durante um cochilinho. O Rabino Grossman contou ao médico sobre sua conversa com o Rebe e o milagre com a mezuzá.

Dezoito anos depois, o Rabino Grossman foi o convidado especial para um evento em uma comunidade em New Jersey. No Shabat, quando o rabino entrou na sinagoga, um judeu que estava rezando com um talit, correu a seu encontro, e começou a abraçá-lo e beijá-lo.

Era o Dr. Hornblass. Chorando disse ao rabino: “Vi o milagre do Rebe de Lubavitch com sua filha e vi que D-us existe.”

Adaptado do livro:

“Guardian of Israel – Miracle Stories of Tefillin and Mezuzah”

por Rabino Aaron L. Raskin

(Inglês)

Págs. 28-29

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“O meu e o de vocês pertence a ela”

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Tiberias

Dos dias de Sefirat Haomer podemos aprender um ensinamento impressionante sobre o poder das mulheres judias:

Rabi Akiva tinha 24.000 alunos, e todos morreram durante um curto espaço de tempo, durante a contagem do Ômer, até Lag Baomer, que foi quando a epidemia acabou. Após Lag Baomer, Rabi Akiva começou a ensinar Torá a outros alunos. Portanto, os dias da Sefirá estão ligados ao nome de Rabi Akiva.

Uma das muitas qualidades de Rabi Akiva foi ter tido alunos que transformaram um mundo desolado num mundo digno de ser uma morada para o Criador nos mundos inferiores; um mundo sobre o qual D-us falou: “Vim para Meu jardim”, um mundo onde D-us pode se revelar e onde Ele pode Se deleitar como alguém que passeia no jardim.

Dizem nossos Sábios que antes de ter começado a estudar Torá, Rabi Akiva era pastor do rebanho de Calba Savua, um dos milionários de Jerusalém. Rachel, filha de Calba Savua, viu Rabi Akiva e percebeu que ele era modesto, e muito elevado. Disse-lhe: “Se eu me casar com você, você vai estudar Torá na Casa de Estudos?” Ele respondeu: “Sim.” Rachel casou-se com ele discretamente e o enviou para estudar Torá. Quando o pai dela soube, expulsou-a de casa e proibiu que ela usufruísse de seus bens. Rabi Akiva saiu de casa e durante doze anos estudou no Beit Hamidrash. Voltou com 12.000 alunos. Quando chegou em casa, ouviu que um ancião dizia a sua esposa: “Você parece uma viúva de marido vivo.” Ela respondeu: “Acho que ele deveria estudar mais doze anos.” Rabi Akiva entendeu que ela estava lhe dando permissão, e voltou. Estudou mais doze anos e voltou com 24.000 alunos. Quando sua esposa soube que ele estava voltando, saiu a seu encontro. As vizinhas lhe disseram: “Peça emprestado um vestido.” Ao que ela respondeu: “Um tsadik conhece a alma de seu animal.” Quando ela se encontrou com ele, abaixou-se e beijou seus pés. Os alunos a empurraram, mas Rabi Akiva falou: “Deixem-na, pois meu (conhecimento de Torá) e o de vocês pertence a ela.”

Rabi Akiva formou alunos que ergueram o mundo, mas apesar da grandeza de sua alma e de sua grande capacidade, reconhecia que “o meu e o de vocês pertence a ela”. Foi Rachel, sua esposa, quem o incentivara a estudar Torá, e foi por seu mérito que ele teve alunos que iluminaram o mundo inteiro, para todas as gerações.

Há mais uma lição que se pode tirar disso: além de ter a habilidade para educar seus filhinhos, a mulher tem a capacidade de fazer com que a casa inteira seja como um lar judaico deve ser. Ela tem a força para incentivar e estimular o marido e toda a família para que revelem as forças sagradas que estão ocultas em sua alma divina, graças a seu carinho e seu temor a D-us. Como Hakadosh Baruch Hu lhe deu essas aptidões, ela tem a missão sagrada de utilizá-las.

Adaptado do livro:

El Nshei Ubnot Yisrael

(Hebraico)

Págs.: 341-342

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Sefirat Haomer e Sheva Nekiim

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A mitsvá da contagem do Ômer, em que contamos sete semanas completas, assemelha-se à mitsvá que a mulher tem, de contar sete dias a partir do final da menstruação a fim de se purificar. Só que a mitsvá da mulher é contar sete dias, apenas; ao passo que a contagem do Ômer é de 49 dias, a fim de purificar o povo judeu para a grande revelação da Outorga da Torá.

Em se tratando dos “sete dias limpos”, enquanto os “sete dias limpos” não foram concluídos e a mulher ainda não mergulhou no mikvê, ela ainda não está pura. Ela só sai do estado de impureza após a imersão completa num mikvê kasher. Só então pode se reunificar com seu marido de modo que sejam “uma só carne”. O mesmo ocorre com a contagem do Ômer. Durante os 49 dias da contagem, o trabalho é repelir os assuntos indesejáveis (sur merá) e só após a conclusão da contagem e da purificação vem a realização das coisas positivas (assê tov) – a outorga da Torá.  

Adaptado do livro:

El Neshei Ubnot Yisrael” (hebraico)

Pág. 341

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