“O meu e o de vocês pertence a ela”

BS’D

Tiberias

Dos dias de Sefirat Haomer podemos aprender um ensinamento impressionante sobre o poder das mulheres judias:

Rabi Akiva tinha 24.000 alunos, e todos morreram durante um curto espaço de tempo, durante a contagem do Ômer, até Lag Baomer, que foi quando a epidemia acabou. Após Lag Baomer, Rabi Akiva começou a ensinar Torá a outros alunos. Portanto, os dias da Sefirá estão ligados ao nome de Rabi Akiva.

Uma das muitas qualidades de Rabi Akiva foi ter tido alunos que transformaram um mundo desolado num mundo digno de ser uma morada para o Criador nos mundos inferiores; um mundo sobre o qual D-us falou: “Vim para Meu jardim”, um mundo onde D-us pode se revelar e onde Ele pode Se deleitar como alguém que passeia no jardim.

Dizem nossos Sábios que antes de ter começado a estudar Torá, Rabi Akiva era pastor do rebanho de Calba Savua, um dos milionários de Jerusalém. Rachel, filha de Calba Savua, viu Rabi Akiva e percebeu que ele era modesto, e muito elevado. Disse-lhe: “Se eu me casar com você, você vai estudar Torá na Casa de Estudos?” Ele respondeu: “Sim.” Rachel casou-se com ele discretamente e o enviou para estudar Torá. Quando o pai dela soube, expulsou-a de casa e proibiu que ela usufruísse de seus bens. Rabi Akiva saiu de casa e durante doze anos estudou no Beit Hamidrash. Voltou com 12.000 alunos. Quando chegou em casa, ouviu que um ancião dizia a sua esposa: “Você parece uma viúva de marido vivo.” Ela respondeu: “Acho que ele deveria estudar mais doze anos.” Rabi Akiva entendeu que ela estava lhe dando permissão, e voltou. Estudou mais doze anos e voltou com 24.000 alunos. Quando sua esposa soube que ele estava voltando, saiu a seu encontro. As vizinhas lhe disseram: “Peça emprestado um vestido.” Ao que ela respondeu: “Um tsadik conhece a alma de seu animal.” Quando ela se encontrou com ele, abaixou-se e beijou seus pés. Os alunos a empurraram, mas Rabi Akiva falou: “Deixem-na, pois meu (conhecimento de Torá) e o de vocês pertence a ela.”

Rabi Akiva formou alunos que ergueram o mundo, mas apesar da grandeza de sua alma e de sua grande capacidade, reconhecia que “o meu e o de vocês pertence a ela”. Foi Rachel, sua esposa, quem o incentivara a estudar Torá, e foi por seu mérito que ele teve alunos que iluminaram o mundo inteiro, para todas as gerações.

Há mais uma lição que se pode tirar disso: além de ter a habilidade para educar seus filhinhos, a mulher tem a capacidade de fazer com que a casa inteira seja como um lar judaico deve ser. Ela tem a força para incentivar e estimular o marido e toda a família para que revelem as forças sagradas que estão ocultas em sua alma divina, graças a seu carinho e seu temor a D-us. Como Hakadosh Baruch Hu lhe deu essas aptidões, ela tem a missão sagrada de utilizá-las.

Adaptado do livro:

“El Nshei Ubnot Yisrael”

(Hebraico)

Págs.: 341-342

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

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Sefirat Haomer e Sheva Nekiim

BS’D

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A mitsvá da contagem do Ômer, em que contamos sete semanas completas, assemelha-se à mitsvá que a mulher tem, de contar sete dias a partir do final da menstruação a fim de se purificar. Só que a mitsvá da mulher é contar sete dias, apenas; ao passo que a contagem do Ômer é de 49 dias, a fim de purificar o povo judeu para a grande revelação da Outorga da Torá.

Em se tratando dos “sete dias limpos”, enquanto os “sete dias limpos” não foram concluídos e a mulher ainda não mergulhou no mikvê, ela ainda não está pura. Ela só sai do estado de impureza após a imersão completa num mikvê kasher. Só então pode se reunificar com seu marido de modo que sejam “uma só carne”. O mesmo ocorre com a contagem do Ômer. Durante os 49 dias da contagem, o trabalho é repelir os assuntos indesejáveis (sur merá) e só após a conclusão da contagem e da purificação vem a realização das coisas positivas (assê tov) – a outorga da Torá.  

Adaptado do livro:

“El Neshei Ubnot Yisrael” (hebraico)

Pág. 341

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Como resolver conflitos interpessoais?

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“Não odiarás teu irmão em teu coração…”

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O que, de fato significa essa mitsvá?

Por que “em teu coração”?

Na verdade, as palavras da Torá são muito exatas. Deve-se amar ao próximo como a si mesmo, pois os judeus são como órgãos diversos de um mesmo corpo, que formam um todo indivisível.

Mas aqui trata-se de uma outra mitsvá: se, por acaso, acontecer de você ter ficado chateado com seu amigo por algum motivo?

Não deve odiá-lo “no seu coração”. Deve tirar o ódio do coração e conversar com seu amigo. Obviamente sem envergonhá-lo em público. Discretamente, entre quatro olhos, deve lhe dizer-lhe algo assim:

“Aconteceu isto e aquilo. Fiquei ofendido, chateado, magoado ou triste.”

E seu amigo terá, então, a oportunidade de se explicar, esclarecer as coisas, e talvez o problema seja resolvido e a paz volte a reinar.

Baseado numa aula da D. Esther, za’l

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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Onde erraram os alunos de Rabi Akiva?

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Rabi Akiva personificava o amor ao próximo. E transmitiu isso para seus alunos. Por que, então, seus alunos não conseguiram ter respeito uns pelos outros e 24.000 deles pereceram numa epidemia entre Pêssach e Shavuot?

O amor é algo positivo. Une amigos, família, conjugues. Mas o amor também pode ser controlador, egoísta e sufocante. Quem ama tende a querer que o amado seja como ele próprio: que leve a vida do jeito que ele acha certo, que acredite no que ele acredita, que priorize as mesmas coisas. Os alunos de Rabi Akiva se preocupavam tanto uns com os outros que não suportavam que seus colegas interpretassem os ensinamentos do mestre de forma diversa. Tinham amor, mas não tinham respeito pelos colegas.

Há várias maneiras de interpretar a Torá e seus ensinamentos, embora a Halachá seja uma só. A Torá reconhece que há outras opiniões, tanto que o Talmud Babilônico está cheio de discussões.

É possível discordar e continuar amigo. É permitido discordar e discutir, mas é preciso respeitar o próximo e escutá-lo.

Kavod (respeito) é escutar até o fim e depois discordar. Kavod é ter consideração para com o próximo, mesmo discordando dele.

Baseado numa aula do R. Shneur Ashkenazi (hebraico)

http://www.col.org.il /show_news.rtx?fromAdmin=yes&artID=96768

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Efraim Kopl ben Eliyáhu

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Eliyáhu ben Yaakov

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Todos nós, sem exceção!

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Por ocasião do Êxodo, D-us não obrigou os judeus a saírem do Egito. Os que lá quiseram ficar, ficaram. Na Redenção futura, porém, até mesmo os judeus que, a nível consciente, não querem ser redimidos serão retirados do exílio.

Isto porque quando D-us nos outorgou a Torá Ele conectou nossa essência com Sua essência, fazendo com que se tornasse realmente impossível para nós nos opormos a nossa ligação com Ele. É óbvio que podemos agir de modo contrário a nossa conexão com D-us, mas isso é apenas superficial. Mais cedo ou mais tarde, nossa essência mais profunda sobe à tona e isso tornará todos nós dignos de sermos redimidos.

(Daily Wisdom/Likutei Sichot vol. 2)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/ (Inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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Suspiros

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Ingredientes:

4 claras de ovo

10 colhers de sopa de açúcar

Modo de Fazer:

Bata as claras em neve.

Em seguida, vá acrescentando o açúcar, colher por colher e continue batendo até que fique bem firme. Com 2 colheres, molde os suspiros.

Leve ao forno mínimo e deixe a porta do forno um pouquinho aberta. Deixe assar durante uma hora, aproximadamente.

Lebriut!

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Quindão

BS’D

Quindão

Ingredientes:

50g de coco ralado

200g de açúcar

6 gemas

2 ovos

3 colheres de sopa de óleo

Modo de Fazer:

Bata o óleo com o açúcar até obter um creme homogêneo. Acrescente a gema e os ovos. Acrescente o coco ralado.

Assar em forma untada com óleo e polvilhada com açúcar. Assar em banho-maria durante 30 minutos.

Obs: A água do banho-maria já deve estar fervendo ao colocar o quindão.

Lebriut!

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Prioridade Máxima

 

BS’D

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“Todos os dias de sua vida” inclusive na Era Messiânica. (Hagadá)

Lehavi – palavra traduzida como “inclusive” tem o significado literal de “trazer”.

Portanto, este trecho do Talmud citado na Hagadá pode ser interpretado como uma instrução: todos os dias de sua vida devem estar impregnados de uma única intenção: causar a chegada da Era de Mashiach.

(O Rebe Anterior)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

 

A partir de 11 de Nissan de 5776, 114º. aniversário do Rebe, os Chassidim Chabad e os seguidores de Chabad do mundo inteiro passam a dizer o Capítulo 115 de Tehilim.

 

Adaptado de: http://www.collive.com/show_news.rtx?id=39694

 

 

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Trufas de Batata Doce

BS’D

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Ingredientes:

2 copos de purê de batata doce

1 copo de cacau

1 copo de açúcar

4 colheres de sopa de óleo

Cacau para polvilhar

Modo de Fazer:

Purê: Cozinhe as batatas doces em água e em seguida amasse-as, no garfo ou no espremedor de batatas.

Cozinhe o purê, o cacau, o açúcar e o óleo em fogo brando, mexendo sempre, até soltar um pouco da panela.

Deixe esfriar.

Unte as mãos com óleo e faça bolinhas, passando-as em seguida, no cacau.

Obs.:

Usei copos descartáveis de 180 ml.

A quantidade de açúcar varia de acordo com a doçura ou amargura do cacau. Usei cacau meio-amargo 50%.

Lebriut!

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“[Se] ficou todo branco, está puro”

BS’D

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Em Parashat Metsorá uma das leis referentes ao mal bíblico da tsaráat parece um tanto estranha.

Se alguém tivesse uma erupção clara na pele, ou um pêlo branco em alguma parte do corpo, era sinal da doença, e ele era declarado “impuro” pelo Cohen. Se, porém, a “lepra” cobrisse todo o seu corpo, era declarado puro. “[Se] ficou todo branco, está puro”, repete a Torá.

Como pode ser que se a “lepra” estiver limitada a uma área, a pessoa está impura, mas quando se espalhar pelo corpo inteiro está pura? Há duas explicações possíveis:

O único motivo para ser considerada pura é que é esta a vontade de D-us. De acordo com a lógica, uma pessoa cuja “lepra” cobre todo o seu corpo deveria estar impura. D-us, porém, decretou que ela está pura.

A própria lei é lógica. Quando a lepra aparece apenas em uma parte da pele da pessoa, é óbvio que ela está sofrendo de uma doença. Se cobrir toda a superfície de sua pele, mostra que aquela é sua constituição e sua natureza, e não é sintoma de uma doença.

O Talmud cita esta lei relacionando-a ao conceito da redenção, utilizando a “lepra” como metáfora para o pecado. “O descendente de David só chegará quando toda a autoridade se tornar herética”, isto é, quando a iniqüidade for sancionada oficialmente e estiver espalhada pelo mundo todo.

Agora, fazemos a mesma pergunta que foi feita a respeito da lepra: se o mundo inteiro estiver envolto em trevas, como será possível que a luz da Redenção penetre? Será que a Redenção acontecerá, justamente, quando o mal for tão intenso que se apodere do mundo inteiro?

Novamente temos duas explicações para resolver nosso dilema:

Não há lógica. Mashiach só chegará quando D-us assim decretar. Portanto, virá sem ter nada a ver com a situação do mundo. Um D-us eterno e todo poderoso pode trazer Mashiach apesar de toda a degradação do mundo.

A propagação do mal através do planeta demonstra que algo incomum está acontecendo. Se não fosse assim, alguns bolsões de moralidade teriam restado. A supremacia absoluta do mal mostra que todas as forças negativas foram exteriorizadas, tendo sido totalmente derrotadas por dentro.

De modo que o fenômeno de “toda a autoridade se tornar herética”, é parte do processo de purificação do Universo, um processo de separação entre o bem e o mal, que acabará culminando com a revelação de Mashiach, quando o mundo estará suficientemente preparado para a luz da Redenção.

Adaptado de: Likutê Sichot, Vol. 32.

Baseado em: http://lchaimweekly.org/lchaim/5775/1368.htm#caption2

(Inglês)

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Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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