Bolo de Mandioquinha

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INGREDIENTES:

500 gramas de mandioquinha crua descascada e cortada em pedaços.

1 pitada de sal.

3 ovos inteiros

1 copo descartável de açúcar.

MODO DE FAZER:

Bata tudo no liquidificador (jogando os pedaços de mandioquinha, aos poucos). E asse em fogo médio numa forma untada com óleo e salpicada de açúcar, até que um palito saia limpo – aproximadamente 1 hora.

A consistência fica semelhante à de um pudim.

Se preferir, pode usar batata doce, em vez de mandioquinha.

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Tapioca

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TAPIOCA

Ingredientes da massa:

2 xícaras de polvilho azedo

Água até dar o ponto, aproximadamente 3/4 de xícara.

Sal a gosto.

Recheio:

Pode ser qualquer coisa:

queijo, requeijão, salada, coco ralado,

doce de leite, manteiga…

Modo de Fazer:

Coloque o polvilho e o sal numa tigela e vá acrescentando água aos poucos, mexendo o polvilho. O polvilho deve ficar ligeiramente úmido, como uma farofa. Em seguida, peneire o polvilho.

Aqueça uma frigideira antiaderente (sem untar) e nela arrume uma camada do pó (mais ou menos 2 ou 3 milímetros). Quando a massa der liga (pouquíssimos minutos), vire-a com uma espátula. Pode fazer todas as panquecas, uma após a outra e em seguida recheá-las e se quiser, reaquecer na frigideira ou no forno quando estiverem prontas.

Agradeço a Bianca Kaufman pela idéia.

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Má Nishtaná

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Por que as perguntas das criança têm tanta importância em Pessach?

Porque o Êxodo foi o nascimento do povo judeu e é, portanto, época adequada para enfatizar a educação judaica.

De fato, o nome da própria Hagadá vem do versículo “E contarás (vehigadeta) a teu filho”. (Shemot 13:8; Pessachim 116b).

É interessante notar que de acordo com a Hagadá do Arizal, a primeira das Quatro Perguntas é sobre o costume de “mergulhar”. E o que chama a atenção é que as demais perguntas referem-se a exigências da Lei Judaica, enquanto  que a primeira pergunta refere-se a um mero costume. Isso demonstra a importância de fazer dos costumes judaicos uma prioridade na educação judaica.  

Como vivemos num mundo secular, não é nada fácil educar nossos filhos no caminho da Torá e das mitsvot. E como há um limite para as ordens e proibições que uma criança vai querer obedecer, um pai ou uma mãe podem ser tentados a escolher sabiamente suas batalhas e focalizar a educação da criança nas partes obrigatórias do judaísmo, como os preceitos bíblicos e a lei rabínica, deixando um pouco de lado os costumes, para não sobrecarregar a criança.

Isso seria um grave erro, como demonstra o Má Nishtaná. A primeira pergunta é sobre um costume judaico porque são justamente os costumes que mais despertam o interesse da criança. E falando de modo prático, os costumes enriquecem muito o “sabor” do judaísmo, e a ajudam a desenvolver uma identidade judaica sólida, que é tão importante para nos proteger do “complexo de inferioridade” de querer imitar os outros.

Os costumes fazem parte do judaísmo tanto quanto todas as outras leis, e há um valor pedagógico imenso em preservá-los, nos mínimos detalhes.

(Maamar de 11 de Nissan de 5740, s.v. ki yishalchá; Likutê Sichot Vol. 32, pág. 189, nota 32; Vol. 1, pág. 244ff)

Adaptado de Kol Menachem Haggadah, págs. 47, 48

Leilui Nishmat Efraim Kopl ben Eliyáhu

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Os Quatro Filhos

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A Torá fala dos quatro filhos a quem devemos contar a história de Pessach: “Um sábio e um perverso e um ingênuo e um que não sabe perguntar.”

Na Hagadá o filho perverso vem logo após o filho sábio, e com a conjunção aditiva “e”.

Ou seja:

a) Também há esperanças para o filho perverso, uma vez que Hashem lhe proporciona o filho sábio, que pode influenciá-lo e ajudá-lo a melhorar seu comportamento – desde que o que até agora era perverso junte-se ao sábio.

b) O sábio não deve dizer: “o que tenho a ver com o perverso?” – pois todos os judeus são responsáveis uns pelos outros. Mas o sábio tem de se lembrar sempre de que ele tem de influenciar o perverso, e não se deixar influenciar por ele.

c) O sábio precisa se lembrar sempre de que quanto maior um indivíduo, maior seu Yetser Hará  (sua má inclinação) e ele precisa estar sempre de prontidão, ser minucioso consigo mesmo e pedir a Hashem que o ajude, pois só assim poderá com o perverso que se encontra dentro de si.

E se é preciso se esforçar para ajudar o perverso, mais ainda precisa ajudar o ingênuo e o que não sabe perguntar.

E quando o sábio refina e eleva o perverso e o ingênuo e o que não sabe perguntar, Hashem atende a nosso pedido de “abençoar todos nós como se fôssemos um”; como foi por ocasião da Outorga da Torá, quando o povo judeu acampou (no singular) – unido.

Pois o objetivo do Êxodo foi, justamente, a Outorga da Torá.

Com nosso trabalho agora, refinamos o mundo que foi corrompido pelo pecado, até que na Era Messiânica a materialidade do mundo e do corpo seja totalmente refinada e a honra do Eterno seja revelada.

Com a berachá de um Pêssach kasher e feliz.

Baseado em uma carta do Rebe de

11 do mês da gueulá, 5712

Igrot Kôdesh vol. 5, pág. 308-309

(hebraico)

Leilui nishmat Efraim Kopl ben Eliyáhu

 

Um brinde para vocês,

o nigun do Rabi Michele Zlotchover:

https://www.youtube.com/watch?v=sDUHsYcSr40&hd=1

 

 

 

 

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Diferenciar o Puro do Impuro

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Parashat Shemini  principia com a descrição do oitavo dia da consagração do Santurário, o dia em que a Presença Divina repousou lá pela primeira vez. O nome da Parashá – Shemini – significa “oitavo” e é uma alusão ao significado especial do número oito. Oito significa o que está acima das leis da natureza e das limitações de nosso mundo físico.

Apesar disso, encontramos na Parashá as diferenças entre os animais kasher e os não-kasher. Qual o motivo de um assunto tão mundano se encontrar numa porção da Torá que deveria tratar de um nível tão elevado de santidade?

Em muitos casos, existe uma linha muito fina que separa o kasher do proibido. A lei judaica prescreve que a traquéia e o esôfago de um animal kasher devem ser cortados mais que a metade com um só movimento da faca. Uma diferença de uma fração de centímetro pode determinar se a carne do animal é kasher ou não.

Na vida também acontece de termos de tomar decisões “da espessura de um fio de cabelo”. Para tais decisões, ajuda do Alto é necessária. O Yêtser Hará (a Má Inclinação) pode até fazer um pecado parecer uma mitsvá.

Como tomar as decisões certas? Aprendendo uma lição que é ensinada em Parashat Shemini. Os seres humanos são limitados. Mas quando nos entregamos a D-us e pedimos Sua ajuda para “distinguir o puro do impuro” podemos vencer o Yêtser Hará.

Quando um judeu faz uma mitsvá (mandamento) – liga-se a D-us. Mitsvá vem da palavra em hebraico que significa “conectar-se” e ao cumprir uma mitsvá o judeu se une com D-us, com uma força sobrenatural. Ele pode, assim, ver através da máscara da Má Inclinação, nos casos em que a decisão é muito delicada.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

(inglês)

Um brinde para você:

Uma música da banda “8th Day:

https://www.youtube.com/watch?v=3fXIMUyrw7s&hd=1

 

Leilui Nishmat Efraim Kopl ben Eliyáhu

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Lembrar, não esquecer

 

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Parashat Zachor é o preparo para Purim. Antes de Purim lemos sobre Amalek e apagamos sua memória.

“Que te esfriou (karchá) no caminho”.

Amalek ataca aquele judeu que anda no caminho da Torá, comporta-se como deve. É ele que Amalek tenta esfriar. Karchá – convence-o a servir a D-us com frieza, distância e indiferença. A palavra karchá também está ligada a mikrê (acaso, conicidência). Amalek cega os olhos da pessoa que reflete, para que não perceba a hashgachá pratit (Providência Divina). Atinge os que se encontram em situação inferior, “hanecheshalim achareichá (os fracos que se desgarraram atrás de ti).

Apagamos a lembrança de Amalek. Negamos toda sua essência. “Al tishkach” (não te esqueças!). Não se esquecer de quem é nem o que é Amalek, tomar cuidado com ele em todas as situações. Juntamente com isso, precisamos “zachor” (lembrar) e “lô lishkoach” (não esquecer) também no sentido positivo: a ligação de todo judeu com D-us está acima da compreensão e tem de estar gravada em sua memória sempre, de modo que nenhum esquecimento a atinja. Tal lembrança fará com que se comporte sempre como deve.

(Adaptado de “Likutê Sichot”,

5749, págs. 327-331)

Baseado em Maayan Chai, Vol. VII, págs. 110-111.

Leilui Nishmat Efraim Kopl ben Eliyáhu

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O Início da Educação

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O costume judaico é que quando levamos uma criança judia à escola pela primeira vez, iniciamos seus estudos de Torá com o terceiro livro da Torá, Vayikrá. O livro Vayikrá também é conhecido como Torat Kohanim, pois lida, principalmente, com as responsabilidades dos Sacerdotes.

Poder-se-ia pensar que seria mais adequado começar a educação formal de uma criança judia “no princípio”, com o livro Bereshit. Ou, pelo menos, com a história de nosso povo, a partir de Avraham.

Este não é o caso. O Midrash diz que as crianças são “puras” e os sacrifícios (que os kohanim ofereciam) são “puros”. “Que os puros se ocupem com o que é puro”, diz o Midrash. O Midrash está se referindo à época em que a criança é tão pequena que, embora já comece a aprender sobre Torá e Mitsvot, não se pode exigir que ela se comporte de acordo com elas.

Precisamos iniciar a educação judaica da criança justamente quando ela é tão pequenininha que ainda não tem a capacidade de entender completamente o que está estudando, e nem mesmo tem ainda a obrigação de pôr em prática seus estudos. Mas sua neshamá (alma) pura deve se ocupar com a “pura” Torá.

Adaptado de um artigo do

Rabino Shmuel M. Butman

em

http://lchaimweekly.org/

Leilui nishmat Efraim Kopl ben Eliyáhu

 

Um brinde para você:

No link abaixo você poderá escutar o

Nigun Rostov – uma melodia chassídica.

https://www.youtube.com/watch?v=OvsmFoceqm8&hd=1

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Repetição?

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“… E os filhos de Israel fizeram tudo o que D-us tinha ordenado a Moshê, fizeram tudo (corretamente).”

Shemot 39:32

O Mishkan (Santuário) cuja construção D-us ordenou a Moshê é descrito nas porções de Terumá e Tetsavê. O Mishkan que os israelitas construíram, de fato, é discutido nas porções Vayak’hel e Pekudê. As duas primeiras porções referem-se a um Santuário espiritual, ao passo que as duas seguintes referem-se a um Santuário material, físico. Por este motivo, todos os detalhes são mencionados duas vezes. Na verdade, trata-se de dois Santuários totalmente diversos.

(Licutê Sichot)

Baseado em:  http://lchaimweekly.org/

Leilui nishmat Efraim Kopl ben Eliyáhu

 

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Parto Difícil

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Reb Shmuel Munkis era um dos mais queridos e pitorescos chassidim do Alter Rebe, Rabi Shneur Zalman, fundador do movimento Chabad.

Quando chegou à corte do Rebe em Liozna, aproximadamente no ano 1778, era ainda jovem, mas já bem versado no Talmud e em muitas outras áreas do conhecimento judaico. Tornou-se imediatamente um dos mais importantes discípulos do Rebe, com quem teve uma relação especial durante toda a vida. Por seu grande refinamento espiritual, foi escolhido pelo Alter Rebe para ser seu emissário especial e mentor de muitas outras personalidades impressionantes de sua época.

Poder-se-ia imaginar que uma pessoa assim elevada deveria ser séria e taciturna, mas ele tinha grande senso de humor, embora suas piadas jamais fossem frívolas: sempre tinham um fundo de verdade essencial.

Certa vez, uma mãe ansiosa entrou de supetão na Casa de Estudos do Alter Rebe, que ela jamais vira, e correu para Reb Smuel, pensando que ele era o tsadik que ela estava procurando. Angustiada, pediu-lhe uma berachá para sua filha, que estava há muito tempo em trabalho de parto e nada de o neném nascer.

Reb Shmuel percebeu a confusão da mulher e, embora não fosse quem ela pensava que ele era, lá estava uma mulher judia que precisava desesperadamente de ajuda, e todo judeu aflito tem de ser ajudado. Falou para a mulher num tom de voz tranquilizador: “Não se preocupe. Vá para casa e fale o Yizkor (a prece em memória dos pais falecidos) sete vezes.”

Era um estranho conselho, mas a mulher confiou nas palavras do tsadik. Correu para casa e apressou-se em cumprir sua orientação. Poucos dias depois, a mulher voltou à Casa de Estudos com uma bandeja cheia de iguarias. Pediu permissão para entrar no escritório do Rebe e lhe agradeceu muito pela bênção e pelo conselho. Contou que assim que acabara de falar Yizkor pela sétima vez o bebê nascera, forte e saudável. Estava tão emocionada contando sua história que nem percebeu que não estava falando com o homem que lhe dera o conselho.

O Alter Rebe a parabenizou e a abençoou. Em seguida, chamou Reb Shmuel Munkis e perguntou: “Onde você encontrou a segulá (um ato que traz boa sorte) de falar Yizkor sete vezes?”
Reb Shmuel respondeu: “Se quando dizemos Yizkor na sinagoga uma vez todas as crianças, e até mesmo alguns adultos, saem correndo, achei que se fosse falado sete vezes, com certeza a criança sairia rapidinho!”
[As pessoas cujos pais estão vivos costumam sair da sinagoga na hora em que o Yizkor é falado.]

Adaptado de “Early Chassidic Personalities”
Reb Shmuel Munkis
do Rabino Shalom D. Avtzon – Sichot in English
http://www.chabad.org/sie
Baseado em http://www.lchaimweekly.org/
Leilui Nishmat Efraim Kopl ben Eliyáhu

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Vale a Pena Ler de Novo

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Uma história linda.

É só clicar no link abaixo:

 

 

https://nashimtsidkaniot.wordpress.com/2010/03/03/reb-gavriel-nosse-chen/ 

 

 

 

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