Lokoumades

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Esta é uma receita especial que minha sogra fazia.

É uma receita para Chanuká. Ela também fazia lokoumades (pronunciava likomades) quando as meninas da família tornavam-se signorinas (mocinhas). Nessa ocasião fazia-se uma festinha em que estavam presentes as mulheres da família.

 

Ingredientes:

2 tabletes de fermento fresco (30g)

2 copos de água morna

1 pitada de sal

1 pitada de açúcar

400g de farinha de trigo

Óleo para fritar

 

Modo de Fazer:

Dissolva o fermento na água morna, acrescente o sal, o açúcar, e vá acrescentando a farinha aos poucos, misturando sempre. Deixe a massa descansar aproximadamente meia hora. Em seguida, misture novamente e frite os bolinhos às colheradas em óleo fundo.

          Escorra em papel toalha.

 

Calda:

copos de água morna

2 copos de açúcar

Suco de 1/2  limão

2 colheres de chá de canela em pó

 

Modo de fazer:

Ponha todos os ingredientes numa panela e deixe ferver até ficar em ponto de calda. Regue os bolinhos ainda quentes com a calda quente e sirva com chá.

 

 

 

 

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Bolo de Leite de Coco, Cravo e Canela

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Ingredientes:

1 ½ xícaras de farinha de trigo

½ xícara de farinha de aveia

3 colheres de chá de fermento em pó

1 xícara de açúcar

1 xícara de açúcar mascavo

1 xícara de óleo

4 ovos inteiros

1 vidro pequeno de leite de coco

1 colher de chá de canela em pó

1 colher de chá de cravo moído

1 pitada de sal

 

Modo de Fazer:

Bata na batedeira os ovos, o óleo, os açúcares e o sal.

Em seguida vá acrescentando os demais ingredientes.

Asse em forma untada e polvilhada.

 

Recheio

 

Ingredientes:

¾ de xícara de açúcar

2/3 de xícara de cacau

¼ de colher de chá de café instantâneo

8 colheres de sopa de água.

4 colheres de sopa de óleo

 

Modo de Fazer:

Numa panelinha, ferva a água, o açúcar e o cacau e o café até derreter o açúcar, mexendo sempre.

Em seguida, apague e fogo e acrescente o óleo. Misture bem.

Enquanto ainda quente, recheie e cubra o bolo.

 

 

 

 

 

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Carne de Panela de Pressão

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Ingredientes:

 1kg de acém

4 cebolas médias

Óleo para fritar

Sal, pimenta, mostarda, limão, nós moscada, páprica,tempero sírio a gosto. Opcional: pedacinhos de alho.

 

Modo de Fazer:

Lave a carne, corte em pedaços grandes e deixe nos          

        temperos durante uns 20 minutos.

Enquanto isto, corte a cebola em pedacinhos e frite no óleo, na panela de pressão destampada. Quando dourar, acrescente os pedaços de carne e vá mexendo com uma colher de pau, de vez em quando, até secar toda a água da carne e dourar um pouco. Em seguida, acrescente bastante água. O suficiente para cozinhar durante umas 2 ou 3 horas na pressão. De vez em quando dê uma balançadinha na panela para se certificar de que não está grudando no fundo. Quando abrir a panela, espete a carne com um garfo: ela tem de estar bem molinha, mesmo. Se estiver dura, acrescente mais água e deixe mais tempo na pressão. Se estiver molinha, mas com muita água, cozinhe mais um pouco, com a panela destampada até que o molho fique bem espesso.

 

Variações:

Depois que a carne estiver pronta, pode acrescentar pedaços de batatas e/ou abóbora e/ou chuchu e/ou cenoura. Misture tudo e cozinhe na pressão até que os legumes cozinhem.

 

Chag Sameach e Shabat Shalom!

 

 

 

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Abóbora com Canela

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Ingredientes:

½ abóbora japonesa em cubos

Óleo, sal, pimenta e canela a gosto.

½ copo descartável de água

 

Modo de Fazer:

Numa panela, misture todos os ingredientes.

Ponha a cozinhar (com a panela tampada) em fogo brando até a abóbora ficar macia. É uma delícia! Se faltar água, é só acrescentar. Se ficar molinha antes de a água secar, destampe a panela e cozinhe mais um pouco.

Flora M. Levaton

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Salada de Abacate

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Salada de Abacate

 

Ingredientes:

1 abacate manteiga em cubos

2 tomates picados

1 pepino picado

1 cenoura crua ralada

Um punhado de nozes e/ou amêndoas picadas

Sal, azeite, pimenta e limão a gosto

 

Modo de fazer:

Misture tudo e “Lebriut

Flora M. Levaton

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O Site

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A partir de agora estaremos no site:

https://sites.google.com/site/nashimtsidkaniot/

As matérias publicadas anteriormente

continuam à sua disposição aqui no blog.

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Burekas de Queijo Para Shavuot

 

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Massa:

1 copo de óleo

1 copo faltando 1 dedo de água

Sal a gosto

1 colher de sobremesa de vinagre

Vá acrescentando a farinha aos poucos, até dar o ponto

        (aproximadamente 900 gramas)

 

Recheio

2 batatas cozidas e amassadas

200 gramas de queijo ralado (mussarela ou prato)

Sal e pimenta a gosto

1 ovo

Misture tudo

 

Obs.:

Deixe a massa descansar durante no mínimo 20 minutos.

Ela deve ser aberta bem fininha.

 

(Para elevação da alma de

Miriam bat Esther, minha sogra,

proprietária da receita)

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NUNCA É TARDE DEMAIS

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O conceito de Pêssach Sheni é que “nunca é tarde demais”. Sempre é possível corrigir e completar. Mesmo quem estava impuro, mesmo quem estava afastado, mesmo se [a impureza ou afastamento] foi “lachem” (para vós) – foi proposital; apesar de tudo, é possível consertar.

 Hayom Yom

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Bom dia, como será este dia?

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O Miteler Rebe ouviu de seu pai, o Alter Rebe:

“Toda a ordem da vida de um judeu depende do jeito como ele fala o “Modê Ani” quando acorda. O “Modê Ani” desperta a luz da neshamá (alma), que “sintam” o significado das palavras tal como a alma escuta no Gan Êden.

(Sêfer Hasichot Kaits 5700, pág. 123)

Do livro: “Otsar Sipurei Chabad”, R. Avraham Chanoch Glitsenstein,Vol. 5, pág. 30.

Nota da tradutora: “Modê Ani” é uma prece curta que se fala logo ao acordar de manhã, antes mesmo de lavar as mãos pois, segundo nossos Rebes, nada impurifica o “Modê Ani” de um judeu.

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“Se uma mulher conceber…”

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No início de Parashat Tazría, diz a Torá: “Se uma mulher conceber, e tiver um menino.”

De acordo com um dos comentários, esse versículo é uma alusão ao povo judeu e sua Redenção Final com Mashiach.

“Uma mulher” simboliza o povo judeu; “conceber” é uma alusão ao serviço dos judeus de mitsvot (mandamentos) e boas ações; “um menino” refere-se ao resultado final desse processo – o nascimento da Era Messiânica.

A Redenção Final é chamada de “homem” como símbolo de força, uma vez que após a redenção do Universo através de Mashiach não haverá mais possibilidades de exílios posteriores, e a época Messiânica perdurará para todo o sempre.

Esse mesmo conceito aparece num Midrash que se refere à décima canção, a canção final que o povo judeu cantará com Mashiach. A décima canção é chamada de “shir”, no masculino, ao passo que as nove canções que já foram cantadas são chamadas de “shirá” no feminino.

Para se entender o motivo de ser o povo judeu representado simbolicamente como uma mulher, precisamos analisar a palavra mulher em hebraico.

Eva (Chava) foi chamada de “ishá” (mulher) “porque foi do homem (ish) retirada.” A palavra “ishá”, portanto, expressa o relacionamento da mulher com seu marido, e mostra seu desejo inato de com ele reunir-se.

De modo semelhante, espiritualmente falando, D-us é “masculino”, ao passo que o povo judeu é “feminino”. Tal qual Chava (Eva) foi criada a partir de Adam (Adão), a alma de cada judeu é “retirada” do próprio D-us, e é “realmente uma partícula de D-us Acima.” Portando, o desejo inato de cada judeu é reunir-se com D-us, a fonte de seu ser. Riqueza material e prazeres físicos jamais podem satisfazer o anseio que um judeu sente por D-us; nem deleites espirituais podem saciar por completo esse desejo. Conscientemente ou não, um judeu busca, durante a vida, essa união com D-us; que é a força propulsora de sua existência.

Dando continuidade à metáfora da “semente”, esse desejo inato de unir-se com D-us deve ser plantado justamente no solo, expressando-se no cumprimento de mitsvot na prática.

Se uma semente for plantada no ar, jamais brotará; apenas boas intenções e sentimentos positivos para com o judaísmo jamais darão os resultados almejados. Só através do estudo da Torá e da prática das mitsvot, de modo real e concreto, pode o judeu cultivar a “semente” possibilitando-lhe crescer.  

É óbvio que o objetivo subjacente do serviço de um judeu no mundo é a suprema “germinação” – a Era Messiânica.

Traduzir os sentimentos positivos em ação – fazer mais uma mitsvá, mais uma boa ação para outro judeu – é o que trará a revelação de Mashiach e a redenção do mundo inteiro.

Adaptado de Likutê Sichot do Rebe, Vol. I.

(Traduzido de “L’Chaim Weekly”, www.lchaimweekly.org)

(Reimpresso com permissão do

“Likrat Shabat on line”

da Yeshivá Tomchei Tmimim)

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