Archive for Devar Malchut

Sucesso em seu dia!

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Sol-2

Parashat Vayikrá, que é a primeira do Chumash Vayikrá, fala do serviço das oferendas e dos sacrifícios que eram levados ao Santuário e aos Templos Sagrados. Embora hoje em dia não possamos levar sacrifícios materiais, a Torá é eterna e vale para todas as épocas. De fato, cada judeu é comparado a um santuário, cujo objetivo também é atrair Divindade para o mundo. Podemos, portanto, aplicar as lições que aprendemos desses sacrifícios para nos guiar em nosso Serviço Divino.

O sacrifício “tamid” (perpétuo) era a fundação do todo o serviço diário, pois era o primeiro a ser oferecido de manhã e o último a ser levado no final do dia. O tamid era relativamente barato. Era composto de um carneiro, um pouco de azeite e uma porção de farinha e sal. O tamid não era trazido por indivíduos: todos os judeus contribuíam anualmente com uma pequena quantia de dinheiro para que com ele fossem comprados os itens necessários. Esse sacrifício trazia as bênçãos de D-us para todos os judeus, onde quer que estivessem.

Disso aprendemos que D-us não nos pede que abdiquemos de todos os nossos bens materiais, sem nada deixar para nosso próprio uso. O que se pede, porém, é que o que oferecemos seja dado de todo o coração e com sinceridade. Qualidade é mais importante que quantidade, e nosso Serviço a D-us deve ser feito com alegria e entusiasmo.

Outra lição a ser aprendida é que embora o tamid fosse ofertado apenas duas vezes por dia, era chamado de oferenda “perpétua” porque sua influência era sentida durante todo o restante do dia.

A mesma coisa acontece em nossa própria vida. A maioria de nossas tarefas diárias são dedicadas a assuntos mundanos e necessários, e   muitas vezes estamos ocupados demais para sentar e meditar sobre Divindade o dia inteiro. É por isso que assim que abrimos os olhos pela manhã, trazemos nosso próprio “sacrifício perpétuo”, para expressar a mesma dedicação total a D-us que era expressa pelo tamid:

Modê ani lefanecha, Mêlech chai vekayam, shehechezarta bi nishmati bechemlá rabá emunatecha – Dou graças a Ti, Rei vivo e eterno, pois Tu misericordiosamente restauraste minha alma dentre do mim. Tua fidelidade é grande.”

Com esta declaração, além de agradecer a D-us por ter restaurado nossa alma, O designamos como nosso Rei, cuja autoridade aceitamos de bom grado.

Falar o “Modê ani” leva apenas um momento, mas dá o tom certo para o restante do dia. Deste modo trazemos nosso próprio sacrifício tamid, inclusive atualmente, possibilitando nossa conexão com a Divindade mesmo quando estivermos ocupados com nossos assuntos diários e assegurando que todos os nossos esforços sejam abençoados com sucesso.

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/ (inglês)

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9 de Adar – America não é Diferente

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O dia 9 de Adar (II) é o dia em que o centro da Chassidut Chabad transferiu-se para o “hemisfério inferior”, com a chegada do Rebe anterior para os Estados Unidos, no ano 5700 (1940).

A Outorga da Torá foi do outro lado do globo terrestre. No “hemisfério inferior” a Outorga da Torá não se dera de maneira revelada. A transferência da sede da Chassidut Chabad para esta região foi uma espécie de descida. Sabe-se, porém, que a subida é equivalente à descida anterior. É justamente através da descida da parte íntima da Torá para o “hemisfério inferior” que se dá a grande e perfeita subida, até a subida da Redenção Completa.

Este assunto diz respeito, principalmente à Chassidut Chabad, em que se unem a Torá íntima e a Torá revelada, formando uma “única Torá”.

O trabalho do Rebe que chegou aos Estados Unidos está insinuado em seu (primeiro) nome: “Yossef (acrescentou) Hashem para mim outro filho.” Acréscimo e ações especiais inclusive entre os que ainda são considerados “outro”. Levar a luz Divina para o mundo inteiro, inclusive para o “hemisfério inferior”. Essa situação se revelará com a chegada da Redenção, quando a luz Divina iluminará de maneira clara em todo lugar. A Era da Redenção também está insinuada no nome do Rebe, como está escrito em Yshayá: “E eis que nesse dia, Yossif (acrescentará) Hashem novamente Sua mão.”

“E esses dias são lembrados e se repetem todos os anos.” O dia 9 de Adar é o dia em que, todos os anos, esta grande inovação é repetida – a chegada da parte íntima da Torá para o “hemisfério inferior”.

(Adaptado de “Sefer Hasichot – 5750”, págs. 326-327)

Baseado em “Maayan Chai”, Vol.7, págs. 104-105.

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UMA “CASA” PARA D-US

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A ordem de construir um Santuário para D-us aparece em Parashat Terumá. A mitsvá (mandamento) foi dada para todos os judeus – homens, mulheres e, de acordo com o Midrash, até mesmo crianças.

O Santuário no deserto foi uma inovação enorme, um fenômeno totalmente novo que jamais existira: uma “casa” material para D-us, onde a Presença Divina estava “revestida” e lá habitava. De fato, é um conceito tão radical que o Rei Salomão foi levado a perguntar: “Se nem o Céu, nem o Céu dos Céus podem contê-Lo, quanto menos esta casa que construí?”

Portanto, como algo tão espantoso pode ser realizado por todo judeu, até mesmo o mais simples?

De fato, vemos que apenas um punhado de pessoas foi responsável por fazer as diversas partes do Santuário, como Betsalel, que D-us preencheu com “o espírito do Eterno”. Contudo, a Torá diz, claramente, que a construção do Santuário dependeu das ações de todos os judeus. Mas como poderia um indivíduo ter a capacidade de fazer com que a Presença de D-us habitasse numa estrutura física, quando o Universo inteiro é pequeno demais para contê-Lo?

A questão torna-se maior ainda quando analisamos as palavras do mandamento, em si: “E eles pegarão para Mim uma oferenda.” De acordo com Rashi, isso significa que as contribuições para o Santuário tinham de ser feitas para o Céu, sem segundas intenções. Uma vez que nem todo mundo pode chegar a um nível tão elevado de Serviço Divino, como essa ordem poderia estar direcionada a todos os judeus?

Para entender isso, precisamos voltar para a Outorga da Torá, no Monte Sinai, quando o povo judeu passou por uma transformação essencial. Quando D-us escolheu os judeus, dentre todas as nações, pegou seres humanos comuns, físicos, e os transformou num “reino de sacerdotes e um povo sagrado.”

Desde então, cada judeu está conectado com D-us, num nível básico, o que fez com que nossos Sábios dissessem: “Embora tenha pecado, continua sendo judeu.” Dentro de cada judeu há um “pintele yid”, uma centelha judaica que não lhe permite afastar-se de D-us. O verdadeiro desejo íntimo de cada judeu é obedecer à vontade de D-us. Se nem sempre isso é perceptível, é apenas porque a Má Inclinação tem controle provisório. Além disso, mesmo se a motivação de um judeu para servir a D-us possa parecer não ser totalmente “pura”, no nível mais profundo e íntimo, é.

Como a essência da alma está sempre inseparavelmente ligada a D-us; cada judeu tem a capacidade de construir uma morada para Ele.

Adaptado de Sêfer HaSichot 5752, Vol. II.

Intenções X Resultados

“E pegarão para Mim uma contribuição” (Shemot 25:2)

Sobre a prece diz-se “É melhor um pouco com as intenções adequadas que muito sem intenções apropriadas.”

Quanto à tsedaká (caridade), porém, “muito sem as intenções apropriadas” também é bom!

O principal objetivo de dar tsedaká é ajudar ao próximo; a motivação por trás do ato é secundária. Em termos simples: quanto mais dinheiro se dá, os resultados positivos são maiores.

(O Báal HaTanya)

Adaptado de:  http://lchaimweekly.org/

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Empréstimos e sua Devolução

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Em Parashat Mishpatim encontramos o versículo: “Se emprestares dinheiro a Meu povo…” (Shemot 22:24)

Embora a palavra inicial do versículo signifique , em geral, um ato opcional, emprestar dinheiro (sem juros) é, de fato, uma mitsvá, um mandamento!

De acordo com o Midrash, D-us só ordena ao povo judeu fazer e cumprir o que Ele Próprio faz. Portanto, D-us também cumpre o preceito de “Se emprestares dinheiro a Meu povo…”

Um empréstimo é concedido até mesmo a quem não merece. Mas não é um presente, tem de ser devolvido.

D-us também nos concede vários talentos que nem sempre merecemos. Mas exige que esse “empréstimo” seja pago – que os talentos sejam utilizados para o cumprimento de nossa missão na vida.

Há dois tipos de empréstimos: de objetos e de dinheiro. A diferença entre eles é que quando pegamos um objeto emprestado, precisamos devolver o mesmo objeto, pois ele não se torna nossa propriedade. Um empréstimo de dinheiro, porém, é “dado para ser gasto”, torna-se propriedade do devedor, que pode utilizá-lo como bem lhe aprouver.

Quando D-us proporciona talentos ao ser humano, é como um empréstimo de dinheiro. O indivíduo decide como usará essas habilidades. Para seus próprios objetivos ou para realizar sua missão na vida?

Um empréstimo, mesmo de aptidões, é dado para ser gasto. Cada judeu pode pegar seu empréstimo e usá-lo para seus assuntos pessoais. Mas não pode se esquecer do principal intuito do crédito.

Falando em termos práticos, o Midrash comenta que emprestar dinheiro aos pobres equivale a emprestar a D-us. E nos Provérbios consta: “Quem é generoso para com os pobres, empresta ao Eterno e Ele lhe devolverá…”

Quando D-us quita sua dívida, porém, Ele o faz de acordo com Sua medida. Como Ele é infinito, recompensa ilimitadamente.

A caridade é equivalente a todas as mitsvot (mandamentos). O nível mais elevado de caridade é guemilut chassadim, que literalmente significa fazer bondade. Mas essa expressão, em geral, refere-se, a emprestar dinheiro sem juros.

Nossos Sábios dizem que guemilut chassadim é superior a caridade, pois a caridade é dada só aos pobres, ao passo que empréstimos sem juros são concedidos tanto aos pobres quantos aos ricos. Para haver caridade tem de haver um rico e um pobre. Mas não há limites para guemilut chassadim.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch

Baseado em:  http://lchaimweekly.org/

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A Praga do Sangue e Mikvê

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Como o povo judeu tinha se multiplicado muito e os egípcios perceberam que isso era conseqüência do fato de as mulheres judias imergirem na água, eles planejaram uma estratégia para combater isso: “fechariam” as águas! Para que não houvesse mikves, que D-us nos livre. O Midrash fala o seguinte sobre esse assunto: a praga do sangue foi “medida por medida”: as águas do Nilo, dos lagos e de todos os lugares deixaram de ser água e se transformaram em sangue.

Disso vemos uma orientação clara, como foi mencionado diversas vezes: que a mitsvá de pru urbu (frutificai e multiplicai-vos) deve ser cumprida até que “preencham a Terra”, o que é seguido, na Torá, pela ordem de “conquistá-la”, que faz parte da mitsvá. Todos os cálculos vêm como resultado “da terra”, ou seja, do mundano. Deve-se dominar esses cálculos e tornar-se senhor deles, sejam eles cálculos financeiros, de despesas, ou cálculos do trabalho que vai dar, ou cálculos dos prejuízos financeiros que pode ter, ou que devido ao sofrimento da gravidez, do parto, de criar os filhos e coisas assim poder-se-ia pensar que não se poderia ter a tranqüilidade necessária para estudar Torá ou cumprir mitsvot.

Baseado num pronunciamento do Rebe em 24 de Tevet de 5741

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CHEGAREMOS “INTEIROS” À ERA MESSIÂNICA!

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Parashat Vayishlach relata o retorno de Yaakov a Israel após os muitos anos que passou trabalhando para Lavan, e após o confronto com seu irmão Essav. A Torá declara: “E Yaakov chegou inteiro para a cidade de Shechem…” (Bereshit 33:18). Rashi explica que Yaakov estava ileso e “inteiro” em três aspectos: seu corpo estava intacto, pois já não mancava; perfeito em seus recursos, pois sua riqueza ainda estava intacta; e completo em Torá, pois não esquecera nada do seu amplo conhecimento de Torá, durante sua ausência.

Aparentemente, a Torá poderia ter encontrado uma maneira mais direta para dizer que Yaakov saiu incólume de sua experiência com Lavan. Além disso, diante do fato que D-us já prometera a Yaakov que o protegeria tanto de Lavan quanto de Essav, por que a Torá precisa nos dizer que Yaakov estava, de fato, ileso?

As palavras “Yaakov chegou inteiro” não se referem, apenas, a Yaakov ter escapado do trapaceiro Lavan e da fúria de Essav, referem-se a um tipo totalmente diverso de perfeição.

Nossos Sábios ensinaram que a história da permanência temporária de Yaakov com Lavan simboliza a saga do povo judeu no exílio. A história de sucesso e superação de Yaakov em sua experiência pessoal com Lavan é para nós, seus descendentes, uma fonte de inspiração durante nosso longo exílio.

Além de as nações do mundo não poderem destruir a eternidade do povo judeu (tal qual Yaakov não foi atingido pelos estratagemas de Lavan e de Essav), a Torá nos assegura que o povo judeu acabará saindo “inteiro” em três aspectos, quando nosso exílio terminar.

“De corpo intacto” – Embora nosso exílio atual seja caracterizado por testes e sofrimento, seu propósito é despertar os recursos inatos do judeu. D-us prometeu que apesar de todo nosso sofrimento, o povo judeu estará perfeito e incólume depois que Mashiach chegar para estabelecer a era Messiânica.

“Perfeito em recursos” – Tal qual Yaakov acumulou uma grande fortuna enquanto trabalhou para Lavan, todos os judeus acumularão grande riqueza durante seus anos de dificuldades. Todo o propósito do exílio é utilizarmos os recursos materiais do mundo no serviço Divino, elevando as faíscas de santidade que existem até mesmo nos objetos mais baixos e mundanos que encontramos.

Além disso, nos é assegurado que todo o tempo e energia empregados na busca da perfeição em nossos assuntos mundanos não terão sido desperdiçados, e serão, também, elevados e transformados em santidade com a chegada de Mashiach.

“Completo em Torá” – Finalmente, nos é garantido que o povo judeu não perderá nada de sua antiga grandeza espiritual nem do amor à Torá dos tempos idos. Do mesmo modo que os longos anos de labuta de Yaakov não o fizeram esquecer o que tinha aprendido, nós também acabaremos triunfando, sem que sejamos afetados pelos nossos esforços no exílio.

Adaptado de “Likutê Sichot”, Vol. 25.

Baseado em: http://lchaimweekly.org/lchaim/5760/595.htm#caption2

(Inglês)

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Iluminar com Alegria

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Em Parashat Toledot lemos sobre o nascimento de Essav e Yaakov, sobre como Essav vendeu sua primogenitura para Yaakov e como Yitschak abençoou Yaakov e Essav.

De acordo com o judaísmo, o nome de uma porção da Torá revela de que se trata aquela Parashá. Toledot vem das palavras iniciais da Parashá: “E essas são as gerações (toledot) de Yitschak.” Há uma porção anterior da Torá, Noach, que principia com um versículo semelhante: “Essas são as gerações de Noach.”

Qual a diferença fundamental entre essas duas porções, refletida nos nomes escolhidos pela Torá?

A porção Toledot enfatiza o conceito de descendentes. “E essas são as gerações de Yitschak, filho de Avraham: Avraham gerou Yitschak.”

Toledot, que tem a ver com a palavra em hebraico que significa nascimento (holadá), sugere tanto filhos biológicos quanto herdeiros espirituais. Quando ajudamos outro judeu, ensinando-lhe sobre a beleza e o calor do judaísmo, estamos criando novas “gerações”, novos filhos espirituais. Mesmo se não formos tão versados no conhecimento da Torá ou na prática das mitsvot (mandamentos), devemos compartilhar com outros tudo o que sabemos. Cada judeu tem a obrigação de agir como uma “vela” para seu ambiente, espalhando a luz e o calor da Torá para cada vez mais judeus.

As gerações que criamos, porém, têm de ser “gerações de Yitschak”, não basta produzir “gerações de Noach”.

O que significa isso? O nome Noach está ligado com a palavra “niyacha” que significa tranqüilidade e repouso. Noach simboliza uma pessoa tranqüila. É uma situação louvável, mas menos elevada que o nível que o nome Yitschak sugere.

Yitschak está relacionado com a palavra que significa riso. Simboliza, portanto, uma pessoa jubilosa, cheia de risos e alegria. É óbvio que a felicidade é mais louvável que o estado de relaxamento, pois além de relaxada, a pessoa está feliz.

Esta é, portanto a maneira como devemos cumprir nossa missão de “velas que iluminam”: Não basta que um judeu compartilhe calmamente a luz da Torá e das mitsvot pelo mundo afora de modo calmo e tranqüilo. De Parashat Toledot aprendemos que nossos esforços para inspirar nossos irmãos judeus, em particular; bem como “ser uma luz para as nações”, em geral, precisam ser empreendidos com júbilo e alegria, como está insinuado no nome de Yitschak.

Adaptado de Hitvaaduyot, Vol. I, 5744.

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

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Eleição e Política

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Hashem disse a Avram:

“E também a nação a quem [teus descendentes] servirão Eu julgarei, e depois eles sairão com grande riqueza.” (Bereshit 15:14)

Os judeus que, durante os exílios egípcio e babilônico, depositaram suas esperanças nas nações e em seus governantes estavam redondamente enganados. O mesmo acontece no exílio atual: os que pensam que temos de depender das nações do mundo para continuar a existir, e para a redenção, também estão equivocados.

Quando Mashiach chegar e D-us julgar todos os povos, os judeus verão que tinham depositado sua fé no lugar errado. Nessa época, também “sairemos com grande riqueza”, a maior riqueza de todas: a Redenção final.

(O Rebe de Lubavitch)

No link abaixo: nigun Rostov:

https://www.youtube.com/watch?v=rGR2VJnAyuE

 

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

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CADA UM DO SEU JEITO

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Muitos milagres aconteciam quando os judeus iam ao Bet Hamikdash em Yerushaláyim, em Sucot, Pêssach e Shavuot, as três Festas de Peregrinação. Um dos milagres era que quando estavam de pé, lado a lado, no Templo Sagrado, mal dava para se mexer, tão lotado que ficava. Porém, quando se prostravam sobre o chão diante de D-us, havia bastante espaço para todos.

A revelação Divina, porém, não era perceptível apenas quando se curvavam. A união perfeita dos judeus quando estavam de pé, em harmonia, era inigualável. Porém, quando cada indivíduo se inclinava e servia a D-us de seu jeito, havia bastante lugar para a individualidade de cada um.

(O Rebe de Lubavitch)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

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Carta do Rebe para Rosh Hashaná

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Dias de Selichot, 5715 (1954)

Na véspera de Rosh Hashaná transmito a todos os meus irmãos, cada judeu e cada judia, a consagrada saudação de “Shaná tová umetuká” – um ano bom e doce.

Nossa Torá ordenou que a comemoração de Rosh Hashaná, o início no ano, fosse no aniversário da Criação, mas não em seu primeiro dia, e sim no sexto dia da Criação, o dia em que foi criado o Homem.

A importância desse dia e desse acontecimento não está no fato de uma nova criatura ter sido acrescentada à Criação, uma criatura que está um patamar acima do restante do reino animal, do mesmo modo que o animal é superior ao vegetal e o vegetal ao mineral.

Sua importância está no fato de que a nova criatura – o Homem – era diferente, em sua essência, das demais.

Pois foi o Homem que reconheceu o Criador na Criação (e através dela) e, além disso, causou uma elevação em toda a Criação para esse reconhecimento e, portanto, para o cumprimento de seu desígnio e propósito Divinos. E o reconhecimento do criador (e a gratidão a Ele) é o maior objetivo da Criação.

Um dos aspectos principais que distinguem o Homem das demais criaturas é a dádiva Divina do livre arbítrio.

O ser humano pode utilizar esse presente de D-us em dois sentidos totalmente opostos. Pode, que D-us nos livre, escolher um caminho que leva à autodestruição e à destruição de tudo o que há à sua volta ou pode escolher o modo correto de viver, que pode elevá-lo, juntamente com toda a Criação ao mais alto nível de perfeição.

E para nos ajudar a reconhecer e optar pelo caminho certo recebemos a Torá, que é Divina e eterna, e, portanto, seus ensinamentos são válidos em todas as épocas e em todos os lugares.

_ _ _

É impossível um ser humano conseguir fazer essa escolha sem ajuda, com seu intelecto, apenas, pois o intelecto humano é limitado. O intelecto pode servir apenas para descobrir e gerar a intuição e a fé interiores nas coisas que estão além e acima do intelecto; a fé e a intuição que são a herança de todo e qualquer judeu, e com elas iluminar todo o seu ser, guiando-o em sua vida diária para que seja inspirada pela Torá e pelas Mitsvot (mandamentos).

– – –

Em Rosh Hashaná o Homem está diante do Julgamento Divino, mas também diante de seu próprio julgamento.

O veredicto de seu próprio julgamento, quanto ao futuro, tem de ser: que ele assuma cumprir seu dever, ou seja, trabalhar para a realização – em si mesmo e em seu ambiente – da convocação:

“Venham, vamos rezar, curvar-nos e nos ajoelhar diante de D-us nosso Criador”, uma convocação para uma submissão absoluta a D-us foi pronunciada pelo primeiro homem, Adam, no dia de sua criação, no primeiro Rosh Hashaná.

Pode-se chegar a isso única e exclusivamente através de uma vida inspirada e guiada pela Torá.

E (o veredicto de seu próprio julgamento, quanto ao futuro, tem de ser) também de que ele precisa, de uma vez por todas, abandonar o caminho inverso, que só leva à destruição e à ruína.

– – –

Ninguém deve pensar: quem sou eu para ter tamanho poder para construir ou destruir?

Pois vimos, infelizmente, o que até mesmo uma minúscula quantidade de matéria pode fazer em termos de destruição, espalhando energia atômica. Se tanta força está contida numa pequena quantidade de matéria – para a destruição – negando o desígnio e o propósito da Criação, muito maior é o poder criativo de que cada indivíduo é dotado para trabalhar em harmonia com o propósito Divino. Pois neste caso, a Providência dá, também, habilidades e oportunidades especiais para atingir o propósito para que fomos criados: a realização de um mundo em que:

“Cada criatura reconhecerá que Tu a criaste, e cada alma que respira declarará: ‘D-us, o D-us de Israel, é Rei e seu reinado é supremo sobre tudo o que existe.’”

Com bênção de Ketivá vechatimá tová (uma boa inscrição e uma boa assinatura)

Baseado em:   http://lchaimweekly.org/

(inglês)

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