Archive for Devar Malchut

SEMPRE 49 – PARA QUE CONTAR?

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“E contareis para vós desde o dia seguinte ao Shabat, desde o dia em que tiverdes trazido o Ômer da movimentação: sete semanas completas serão.”

(Vayikrá 23:15)

Por que precisamos contar o Ômer, quando já sabemos exatamente quantos dias são até Shavuot? O número é sempre 49 – nem mais, nem menos. O que ganhamos ao contá-los?

Contamos o Ômer para mostrar nosso amor por cada dia que nos é concedido. De fato, cada minuto e segundo de uma vida judaica é igualmente precioso e deve ser valorizado.

(O Rebe de Lubavitch)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PODEMOS FICAR MAIS RICOS!

BS’D

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“Quando você emprestar dinheiro a Meu povo, ao pobre…” (Shemot 22:24)

Nossos Sábios comentaram que a obrigação de emprestar dinheiro não se refere só a pobres. É também mitsvá emprestar dinheiro a quem é rico!

Por vezes, uma pessoa abastada precisa de fundos para algum objetivo específico. Naquele momento ela é considerada pobre.

Além disso, por mais rico que seja o indivíduo, sempre pode enriquecer mais.

Portanto, comparado a sua situação posterior, pode ser considerado pobre no estado em que se encontra.

O mesmo é válido para épocas da história do mundo.

Comparada à Era Messiânica, até mesmo a Idade de Ouro do povo judeu sob o reinado do Rei Salomão (quando o Templo Sagrado existia em toda sua glória) será considerado empobrecido.

Portando, por mais seguros que possamos estar no exílio, esperamos ansiosamente pela Era da Redenção, do mesmo modo que um pobre espera ficar rico.

(O Rebe, Shabat Parashat Acherê, 5746)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5755/353.htm#caption8

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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PODEMOS COBRAR DE D-US?

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Em Parashat Verá lemos:

“Moshê voltou a D-us e disse: ‘D-us! Por que fizeste mal a este povo? Desde que vim ao Faraó para falar em Teu Nome, ele piorou as coisas e Tu não salvaste Teu povo’” (Shemot 5:22-23)

Desse diálogo aprendemos que não podemos nos resignar ao exílio atual com a desculpa de que “esta é a vontade de D-us”. A Redenção está próxima, mas a situação ainda é amarga e dolorosa.

Portanto, mesmo enquanto reafirmamos nossa fé absoluta de que “os caminhos de D-us são justos”, também devemos expressar nossa angústia com a súplica e o clamor: “Até quando?” E pedir a vinda imediata de Mashiach.

(O Rebe de Lubavitch, 5743-1983)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

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Chaim Shemuel ben Aba

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

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Yaakov ben Eliyáhu

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QUER TER BONS FILHOS?

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(Art by Muchnik)

A Guemará relata:

“Kimchi tinha sete filhos e todos eles serviram como kohanim guedolim (sumos sacerdotes).

Os Sábios lhe perguntaram:

– O que você fez para merecer isso?

Ao que ela respondeu:

– As vigas de minha casa jamais viram meu cabelo.”

Até aqui a citação do Talmud.

Toda mulher judia precisa saber disso – que a educação judaica de seus filhos e o jeito como vão crescer depende dela, da mãe judia, mais do que do pai.

E o que se pede dela?

Não que a casa seja impecavelmente limpa e arrumada, etc. O que se pede dela é que “as vigas de minha casa jamais viram meu cabelo” – literalmente a questão da tsniut (do recato).

(Torat Menachem, Vol.XVI, pág. 262)

Adaptado do livro :

Shaarei Chinuch, pág. 122

(Hebraico)

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SOMBRA E ÁGUA FRESCA?

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Parashat Bereshit é a primeira poção da Torá. Fala sobre a Criação do Universo e da função de Adam e Chava no mundo.

É um tanto paradoxal que desde o início, estando ainda no cenário utópico do Gan Êden, Adam tenha sido logo posto a trabalhar. Jamais teve a oportunidade de curtir repouso ou relaxamento completo, sem deveres nem responsabilidades. Isto é bem diferente do conceito popular. Mesmo antes de desobedecer à ordem Divina, a raison d’etre de Adam era “trabalhar e vigiar” ( o Jardim do Êden). A vida de Adam no Gan Êden, porém, é considerada o epítome da “boa vida”. É óbvio, portanto, que trabalho duro não é incompatível com vida boa. De fato, o trabalho duro torna a vida boa, como veremos.

Poderíamos perguntar: Será que D-us, Todo Misericordioso, não poderia ter sido mais generoso ainda, criando um mundo perfeito onde nada faltasse, trabalho fosse supérfluo e a labuta fosse desnecessária? Onde o Homem vivesse apenas de Sua benevolência, e pudesse viver “tranqüilo”, em vez de trabalhar para se sustentar?

Aprendemos que o Homem foi criado no final para que encontrasse todas as suas necessidades satisfeitas. Por que, então, essa obrigação de trabalhar? Se são necessários trabalho e melhoramento do mundo, é porque a Criação ainda não está perfeita. O Todo Poderoso, porém, parecia estar satisfeito com esse estado de coisas, pois cada passo sucessivo dos primeiros seis dias da Criação é chamado de “bom”. Isto é um sinal claro de que essas imperfeições e falhas – que tornam necessários trabalho e melhoria – são parte do bem definitivo.  

D-us não quis cobrir a humanidade de felicidade não merecida. Pelo contrário, quis deixar espaço para que as pessoas trabalhassem e exercessem sua criatividade. D-us quis nos dar uma sensação de realização, sucesso, de algo que pudéssemos considerar nosso. Damos mais valor ao que obtemos com nosso próprio trabalho do que ao que ganhamos de mãos beijadas. De fato, o Talmud nos diz que as pessoas preferem um único alqueire de sua própria produção agrícola a nove alqueires recebidos como doação.

É óbvio que a vida seria mais fácil se recebêssemos tudo numa “bandeja de prata”, sem que precisássemos nos esforçar. Mas isso seria comer “o imerecido pão da vergonha” como diz o Zohar.

Há um provérbio que diz: “é difícil ser judeu”, uma minoria numa sociedade alheia (quando não hostil), onde a vida é dura, desanimadora e difícil. Tudo o que conseguimos é com grande esforço, mas isso é para nosso próprio bem. Só o que obtemos com trabalho persistente nos dá verdadeira satisfação, uma sensação de vitória só vem após um desafio. Se a vida fosse mais fácil e as dificuldades fossem eliminadas, poderíamos conseguir muito mais. Mas as notas das “provas” da vida são dadas pelo esforço mais do que pelo resultado.

Baseado nos ensinamentos do Rebe de Lubavitch

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

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UNIDOS APESAR DE DIFERENTES

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http://fineartamerica.com/profiles/michoel-muchnik.html?tab=artwork

Um dos milagres que aconteciam quando os judeus subiam para o Bet Hamikdash em Yerushalayim nas três festas de peregrinação – Sucot, Pêssach e Shavuot  – era que embora quando todos estavam de pé no Templo, estivesse tão apertado que mal dava para se mexer, quando se prostravam no solo diante de D-us havia espaço de sobra para todos.

A revelação da Divindade, porém, não era perceptível apenas quando se prostravam. A união dos judeus, de pé juntos na mais completa união e harmonia era incomparável. Porém, quando chegava a hora de cada um se prostrar e servir a D-us do seu jeito único, individual, havia espaço suficiente para a individualidade de cada um.

(O Rebe de Lubavitch)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

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“Puxareis água com alegria”

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Ushavtem mayim bessasson” – (Yeshayáhu 12:3)

Enquanto a água é insípida, o vinho tem um sabor maravilhoso. Á água simboliza nosso cumprimento das mitsvot puramente por que D-us assim nos ordenou. O vinho representa o prazer advindo da compreensão racional da Torá e das mitsvot (mandamentos).

O mandamento de verter água sobre o altar – “puxareis água com alegria” – é, portanto, uma alusão à obediência incondicional a D-us que os judeus têm.

Ao mesmo tempo, nossa submissão total a D-us causa um sentimento de júbilo – deleite e gratidão por ter a possibilidade de cumprir Sua vontade.

Quando um judeu se alegra com o cumprimento de uma mitsvá, sua “água”, sua aceitação não intelectual da vontade de D-us, transforma-se nas “fontes da salvação”. Pois do mesmo modo que uma fonte está eternamente conectada com sua nascente, ele se torna eternamente ligado a D-us, merecendo a salvação em todos os seus empreendimentos.

(Likutê Sichot, Vol. 2)

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

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Se D-us não perdoar, quem sobreviverá?

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“Se Tu, D-us, preservasses as iniquidades, Hashem, quem poderia sobreviver? Pois Contigo está o perdão para que Tu possas ser temido.”

Tehilim 130: 3 e 4

 

Nos Dez Dias de Teshuvá falamos diariamente o Salmo 130 como parte da reza. Neste Salmo há algo que parece incompreensível:

“Pois Contigo está o perdão para que Tu possas ser temido.”

Tehilim 130: 4

Como é que o fato de ser perdoado nos leva a temer a D-us? Será que a perpétua bondade de D-us não teria o efeito contrário, uma vez que a pessoa sabe que sempre será perdoada?

Isso pode ser explicado da seguinte maneira:

Um pobre pegou emprestada uma grande quantia e só pode devolver metade do empréstimo, e mesmo assim, em muitas suaves prestações, em vários anos.

Se o credor aceitar esses termos, for gentil e compreensível, é mais provável que o devedor se esforce e tente devolver toda a quantia.

Mas se o credor for intransigente e insistir para que toda a dívida seja devolvida imediatamente à vista, o devedor vai desistir e vai achar que jamais conseguirá devolver o dinheiro. A bondade do credor, portanto, leva o devedor a temê-lo mais ainda.

O Rebe de Lubavitch

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5772/1191.htm#caption8

(Inglês)

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Moshê traduziu a Torá para 70 línguas

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“Na margem (oriental) do Jordão, na terra de Moav, Moshê começou a explicar a Torá”, lemos em Parashat Devarim. Rashi, o grande comentarista da Torá, explica que, logo antes de o povo judeu entrar na Terra de Israel, Moshê “traduziu toda a Torá para os setenta idiomas da humanidade, de modo que cada nação pudesse entendê-la.”

Nossa geração foi comparada à geração dos judeus que saíram do Egito e entraram na Terra Prometida. Tal qual eles, nós também teremos o mérito de entrar na Terra de Israel mas, diferente daquela geração, nosso retorno será duradouro e permanente, pois será conseqüência da Redenção Final.

Além disso, nossa geração tem um mérito adicional no campo da tradução e elucidação da Torá. Moshê traduziu apenas a parte revelada da Torá para os povos do mundo, ao passo que hoje em dia, há traduções para muitos idiomas de uma imensa quantidade de obras de chassidut (o significado esotérico, profundo da Torá). Essas traduções tornam os mais profundos conceitos da Torá acessíveis às pessoas do mundo inteiro, até mesmo a quem jamais teve a oportunidade de estudar a língua sagrada.

Esta etapa do plano Divino para a disseminação do conhecimento da Torá é positiva, tanto para os judeus quanto para os não-judeus. Para o mundo não-judaico, esse estudo serve como preparação necessária para a Era Messiânica, quando todas as nações reconhecerão a posição singular do povo judeu e acreditarão no verdadeiro Criador Único do Universo. A filosofia chassídica, que explica os princípios da verdadeira fé em D-us, prepara o mundo, em geral, para a revelação de Divindade que se dará com a chegada de Mashiach.

O fato de fontes autênticas de Torá estarem acessíveis em muitas línguas também é de grande benefício para o povo judeu que, obviamente também tem a obrigação de se preparar para a Era Messiânica. Não temos tempo para esperar até que cada judeu se torne fluente em hebraico, pois estamos quase na Era Messiânica. Portanto, cada judeu tem a obrigação de estudar o significado profundo da Torá, no idioma que lhe seja mais conveniente, como preparo necessário para a chegada de Mashiach.  

De um pronunciamento do Rebe, Parashat Tavô, 5746

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

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O Pedido de Reuven e Gad

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Em Parashat Matot há um pedido aparentemente estranho das tribos de Reuven e Gad. Alegando possuir muitos rebanhos, os descendentes de Reuven e Gad pediram a Moshê que lhes desse sua porção da Terra de Israel do outro lado do Jordão.

Mais espantoso ainda é o fato de Moshê ter concordado, pois esse território não fazia parte da Terra de Canaan, que ficava ao oeste do Rio Jordão.

Para entender isso, precisamos voltar à primeira promessa de D-us a Avraham: “Para tua semente darei esta terra… a [terra de] Keni, Knizi e Kadmoni…” D-us enumerou um total de dez povos onde o povo judeu, um dia habitaria.

Sete dessas nações foram derrotadas pelos filhos de Israel quando saíram do Egito, as outras três serão conquistadas pelo povo judeu na Era Messiânica.

A verdadeira intenção por trás do pedido de Reuven e Gad era para apressar este processo. O terreno onde fixaram residência fazia parte do território das três nações que ainda deveriam ser conquistadas.

Foi por isso que Moshê concordou com seu pedido, pois considerou uma “preparação” para o completo assentamento da Terra de Israel que acontecerá na Era Messiânica.

De fato, as ações das tribos de Reuven e Gad acrescentaram uma nova dimensão à primeira conquista da terra, aproximando assim a conquista definitiva de toda a Terra de Israel na Era da Redenção.

Adaptado de um pronunciamento do Rebe de Lubavitch

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/  (inglês)

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