Archive for história

FRACASSO OU APRENDIZADO?

BS’D

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Conta-se uma história sobre um executivo de uma grande empresa multinacional que cometeu um erro que custou à empresa um prejuízo de vinte bilhões de dólares.

O homem, envergonhado e sentindo-se um fracasso, redigiu um pedido de demissão e foi entregá-lo ao presidente da empresa, dizendo que diante do que causara, estava se desligando, sem nada pedir. Não queria indenização, nada. Ficaria grato se não o processassem.

O presidente, porém, não aceitou o pedido de demissão do funcionário. Disse-lhe: “Acabamos de investir vinte bilhões de dólares em sua especialização. Com a experiência que você adquiriu agora, vai continuar trabalhando conosco.”

Um dos motivos que transformam os pecados em mitsvot, quando se faz teshuvá, é que aprendemos com nossos erros e fazemos deles yeridá letsórech aliyá (uma descida que possibilita a subida).

Que possamos utilizar nossos erros como preparo para as mitsvot, e sempre com alegria, besimchá!

Adaptado de um shiur do R. Y. Y. Jacobson

em:

theyeshiva.net

 

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

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MIKOL MELAMDAI…

BS’D

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DE TODOS OS QUE ME ENSINARAM APRENDI

R. Mendel Futerfas conseguia sempre aprender algo de tudo o que via, até mesmo no inferno das prisões comunistas.

Certa vez, seus companheiros de cela conseguiram um jogo de baralho, algo que era proibido na prisão. E começaram a jogar uma partida. O carcereiro, ouvindo barulho, olhou pela janelinha da porta da cela e viu o que estava acontecendo. Mais que depressa, abriu a porta e entrou para confiscar as cartas. Misteriosamente, porém, elas desapareceram. O guarda vasculhou a cela inteira e nada encontrou. Confuso, saiu da cela, de mãos abanando.

Isso aconteceu repetidas vezes. Os prisioneiros começavam a jogar cartas, o guarda via pela janelinha, mas quando entrava, as cartas simplesmente desapareciam.

R. Mendel, que também se encontrava naquela cela, espantou-se tanto quanto o carcereiro. Onde estariam eles escondendo as cartas? Havia uma fraternidade inabalável e uma confiança mútua entre os prisioneiros. R. Mendel, portanto, sentiu-se seguro a ponto de abordar um dos jogadores de cartas e perguntar: “Qual é o segredo de vocês? Vi, com meus próprios olhos vocês jogando. Onde esconderam o baralho?”

O indivíduo revelou o truque: “Um de nós é um exímio batedor de carteiras. Quando ouvimos o guarda abrindo a porta, ele apanha as cartas da mesa e espera o carcereiro entrar. Quando ele entra, nosso amigo põe as cartas no bolso do guarda, sem que ele perceba. É óbvio que nem passa pela cabeça do guarda verificar seu próprio bolso – só procura em nós! Quando ele sai da cela, nosso amigo surrupia as cartas do bolso do carcereiro, novamente, e continuamos a jogar.”

R. Mendel contava que do batedor de carteiras aprendeu a seguinte lição: “Antes de inspecionar outra pessoa, examine-se a si mesmo…”

Adaptado do livro:

“Samarkand”

Do Rabino Hillel Zaltzman

Págs. 366-367

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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MUITO ALÉM DO SHWARMA

BS’D

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David Deri tinha um restaurante kasher de carne em Manhattan. Certo dia, um homem entrou lá e, um tanto hesitante, começou a olhar o cardápio que estava sobre a mesa mais próxima da porta. Trajava jeans furados e remendados, e uma camisa bem usada – algo bem comum nas ruas de Nova York, naquela época. David abordou o freguês, que não parecia nada promissor.

“Olá, senhor. Meu nome é David. Posso ajudá-lo?”

“Oi, sou James. Gostaria de um shwarma.

David olhou para ele, curioso. Tinha incluído shwarma no cardápio apenas porque havia israelenses que gostavam de aparecer de vez em quando. Mas os israelenses que ele conhecia dificilmente responderiam ter o nome de ‘James’.

Não pôde deixar de perguntar: “Como você sabe o que é shwarma?”

“O que você está falando?” – respondeu James como um judeu de verdade. “Comi shwarma a vida toda.” Em seguida acrescentou enfático: “Sou israelense.”

“E seu nome é ‘James’?” David pensou que talvez não tivesse ouvido direito.

James riu. “Meu verdadeiro nome é Chaim. Porém, aqui nos Estados Unidos resolvi usar um nome mais popular.”

David resolveu aproveitar a oportunidade. Afinal de contas, era Chabad, seguidor do Rebe de Lubavitch. Começou a temperar a conversa com palavras de Torá. As expressões faciais de James mostraram que ele captava o tema com facilidade e que gostava de ouvir novas idéias.

Após várias visitas ao restaurante, onde James sempre pedia grandes porções de shwarma, e as recebia sempre com o tempero de pensamentos de Torá, David lhe sugeriu que se matriculasse em aulas particulares semanais com um aluno da Yeshivá Lubavitch, que o procuraria para marcar um horário que fosse conveniente para ambos.

“Por que não?” Respondeu James, sorrindo, e deu a David seu cartão de visitas comercial. David não tinha perguntado em que ele trabalhava, e ficou surpreso ao descobrir que ele era o CEO de uma grande firma de investimentos de Wall Street!

Naquela noite, David deu o cartão para um estudante de yeshivá seu conhecido, chamado Shneur. Nas semanas seguintes, David não viu James. Será que tinha mudado de restaurante? Será que viera nas horas em que David não estava lá? Não sabia. Em todo caso, logo se esqueceu de James.

Vários meses depois, porém, David se lembrou que fazia muito tempo que não via James e ligou para Shneur, perguntando se ainda estavam em contato.

“Claro que estou em contato com ele. E muito!”. E acrescentou outras boas notícias:

“Saiba que James comprou um par de tefilin e os coloca todos os dias (de semana). E também começou a guardar Shabat, embora parcialmente.”

Anos passaram. David estava atrás da caixa registradora quando um judeu de aspecto religioso entrou no restaurante. O homem olhou em volta e, ao ver David, correu para ele, lhe deu um aperto de mão caloroso.

“Lembra-se de mim?” Perguntou.

David não se lembrava.

O homem sorriu triunfante: “Sou James!”

David engoliu em seco. “Claro que me lembro de você. Mas você está bem diferente”, acrescentou, olhando para a kipá que estava na cabeça de James e para sua boa aparência geral.

“É. Agora estou sempre de kipá. E tudo por sua culpa!” Disse brincando.

“O que aconteceu foi o seguinte” – James continuou. “Comecei a estudar com Shneur, o rapaz da yeshivá a quem você falou para me ligar. Estudamos por telefone uma vez por semana. Em uma dessas aulas, chegamos a uma idéia do Rebe de que os que têm muito pouco conhecimento de Torá devem assumir a responsabilidade de ensinar o pouco que sabem a outro judeu que, infelizmente sabe menos ainda do que ele.

“Essa idéia foi difícil para eu digerir. Perguntei a Shneur como alguém como eu, que além de saber muito pouco não cumpria as mitsvot, poderia ensinar a sagrada Torá?

“Shneur passou por cima de minhas preocupações e me convenceu de que eu podia fazê-lo, que o Rebe tinha pensado em mim, também.

“Naquele instante, resolvi que organizaria uma festa de Shabat toda semana para meus funcionários e clientes judeus. E que além da comida que eu encomendaria, compartilharia com eles o que estava aprendendo com Shneur.

“Para as festas de Shabat, aluguei um espaço num edifício de luxo em Manhattan. As festas foram um tremendo sucesso. Sem dúvida a comida farta e variada do melhor buffet kasher da região era um fator muito importante. Porém, o destaque do evento era minha apresentação sobre os ensinamentos de Torá do Rebe de Lubavitch.

“O número de pessoas pedindo para ser convidadas foi crescendo, até que, após uns poucos meses, precisei organizar os participantes assíduos em turnos em semanas alternadas.

“Até que chegou uma hora em que eu não mais pude negar que não ficava bem ter festas de Shabat onde as leis do Shabat não eram cumpridas. E que, além disso, eu, o organizador, anfitrião e professor, só cumpria o Shabat parcialmente. Após um breve conflito interior, tive de encarar que chegara a hora em que eu teria de me tornar totalmente shomer Shabat!

“A partir do meu compromisso em cumprir o Shabat, as demais mitsvot foram se seguindo naturalmente. Até que acabei resolvendo mergulhar de cabeça e me tornar um judeu totalmente religioso, com todas as suas implicações.

“Mais um tempo passou, e conheci uma judia religiosa sensacional. Casamos, graças a D-us, e fomos morar no Canadá.”

“Está vendo o que o shwarma faz?” Comentou David, irônico. Em seguida, deu uma piscadela e deu uma tapinha no ombro de James.

“Pera lá”, exclamou James. “A história não terminou ainda.

“Há poucas semanas vim, como agora, a Nova York, a negócios. Estava andando por uma rua em Manhattan quando, de repente, um judeu de kipá me abordou e me cumprimentou muito empolgado. ‘Rabino James, oi!’ Exclamou emocionado.

“Me chamou de ‘rabino’, nada mais, nada menos! Mas eu não fazia a menor idéia de quem ele era.

“E ele, sem parar de puxar minha mão, continuou: ‘Saiba que você mudou minha vida!’ Disse, para espanto meu.

“Ele era um dos freqüentadores daquelas festas de Shabat que eu organizava quando ainda morava em Nova York. As palavras de Torá que ele ouviu semanalmente acabaram penetrando em seu coração. E tal como acontecera comigo, ele acabou percebendo que tinha de modificar seu modo de vida e passar a viver de acordo com a Torá e as mitsvot.

“Está vendo, David? Sem que eu percebesse, o Rebe de Lubavitch fez de mim um sheliach – um de seus emissários, para inspirar outros judeus para que voltassem a suas raízes, aproximando, assim a redenção final.”

James sorriu. “Sim, seu shwarma foi realmente poderoso.”

Traduzido e adaptado por Yerachmiel Tilles do semanário “HaGueúla”, #990

Adaptado de:

http://ascentofsafed.com/cgi-bin/ascent.cgi

Weekly Chassidic Story  # 1126  (5 Tamuz, 5779)

http://ascentofsafed.com/cgi-bin/ascent.cgi?Name=1126-44

 

(Inglês)

Leilui Nishmat:

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“Diga Amen!”

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O rabino Alter Bukiet de Lexington, Massachusetts, contou a seguinte história:

Lag Baômer 1984.

Devido aos preparativos para a parada a ao grande movimento em frente ao 770, decidiu-se que os casais que quisessem receber bênçãos do Rebe não deveriam ficar na frente do 770 como de costume. Em vez disso, deveriam esperar às 10h da manhã na porta da residência do Rebe no número 1304 da President Street, onde haveria mais tranqüilidade e privacidade.

Como muita gente aguardaria lá, uma comissão foi nomeada para manter a ordem. Essa comissão era controlada pelos jovens do Kolel, de que eu fazia parte.

Como não era do meu temperamento mandar nas pessoas nem empurrá-las, pedi para ficar encarregado da área ao lado da porta do carro do Rebe para abri-la assim que o Rebe chegasse e fechá-la assim que o Rebe estivesse sentado, para que o motorista pudesse dar partida sem atraso. Jamais me esquecerei daquela cena.

Havia muitos casais. Pessoas de Chabad e aquelas que não eram Chabad. Também havia vários casais Satmar esperando que o Rebe saísse de casa.

O Rebe saiu às 10 da manhã e só chegou ao carro às 10:20. Levou 20 minutos para chegar até o carro. Havia choros e gritaria. Houve quem o Rebe abençoou, e os que o Rebe “não escutou”. A cena era de arrepiar.

O Rebe chegou ao carro e sentou-se, e eu comecei a fechar a porta quando, de repente, alguém enfiou a cabeça no carro e disse ao Rebe que estava casado há vários anos e não tinha filhos e deu ao Rebe seu nome e o nome de sua esposa. Percebi que esse homem era um chassid Satmar. A pressão na porta aumentava e eu tentava, com toda a força, manter a porta aberta, para que o homem não fosse esmagado.

O Rebe lhe deu uma berachá e, de repente, ouvi o Rebe usar uma expressão muito incomum.

O Rebe olhou para o Satmar e disse algo como: “A criança vai precisar ter alguém com quem brincar.” O cara não entendeu nada do que o Rebe estava tentando dizer. O Rebe lhe disse: “Diga Amen!” finalmente, caiu a ficha e o homem gritou bem alto: “Amen!” e se afastou do veículo. Fechei a porta e o carro do Rebe se afastou.

Passaram-se anos. Mudei-me para Boston, em shelichut e a vida continuou.

A história continua:

24 de Menachem Av, 6 de agosto de 1999.

24 de Menachem Av é o aniversário do pai do R. Alter, o Rav Hachassid, R. Chaim Meir Bukiet, A”H. Nesse dia, em 5759, R. Alter resolveu visitar seu túmulo, que fica próximo ao Ohel, no Cemitério Montefiore,. Decidiu sair de Boston após a meia noite, para chegar entre 4 e 5 da manhã, para visitar seu pai, bem como o Ohel do Rebe, e estar de volta em Boston às 9 da manhã para começar seu dia de trabalho normal.

5h da manhã.

Alter Bukiet estava no Ohel lendo Maanê Lashon, quando viu um chassid Satmar entrar com dois meninos. Achou estranho que estivessem lá naquela hora. Ficou mais espantado ainda quando, após todos eles terem lido o Maanê Lashon, o pai falou para os meninos “tirarem o maamar”. Foi quando eles tiraram folhas do maamar que é tradicionalmente falado pelos meninos Chabad quando chegam à idade de Bar Mitsvá, e os dois meninos leram todo o maamar no Ohel. Ao sair do Ohel, R. Alter os encontrou de novo na tenda, perto bancada do café. Não conseguiu se segurar e abordou o homem para matar sua curiosidade. R. Alter perguntou o que o trouxera lá naquela hora. O chassid Satmar respondeu: “Estes são filhos do Rebe. Nasceram de uma berachá do Rebe.” E contou que estava casado há vários anos e não tinha tido filhos, e um dia foi pedir uma berachá ao Rebe e “o Rebe me abeçoou. E em seguida me disse: ‘a criança precisa ter alguém com quem brincar… Diga Amen!’ E por esse mérito minha esposa deu à luz estes gêmeos, como você pode ver.”

Bukiet, todo emocionado, perguntou: “Diga-me, quando, exatamente isso aconteceu? Será que foi em Lag Baômer de 5744, na frente da casa do Rebe?”

– “Sim, sim. Em Lag Baômer em 5744, na frente da casa do Rebe em President Street, no carro do Rebe!” – Exclamou o chassid Satmar.

– “Não acredito”… – disse R. Bukiet. – “Foi eu quem segurou a porta aberta com toda a força para que a porta não fechasse em cima de você.”

“Sim, claro!” – Disse o chassid Satmar olhando bem para ele, para ver se conseguia se lembrar de seu rosto após tantos anos. – “E agora você está vendo o circuito completo, pois estes são meus gêmeos, que nasceram pelo mérito da berachá do Rebe, dois anos após aquele Lag Baômer. E hoje é o Bar Mitsvá deles. São os únicos filhos que tenho. Não temos outros. São filhos do Rebe.

Adaptado de um WhatsApp do grupo de Tanya.

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REDIMIU – REDIME

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O tsadik, Rabi Avraham Yaakov de Sadigura, costumava, na noite de bedikat chamets, contar a seguinte história:

Numa aldeia próxima à cidade de Kolbassov, vivia um judeu que alugava uma taverna ao nobre da aldeia. Como os negócios daquele judeu não iam bem, não conseguiu pagar o aluguel em dia. O proprietário mandou cobrar o aluguel várias vezes, mas ele não tinha com que pagar. O proprietário fez várias ameaças, mas de nada adiantou.

E eis que no Shabat Hagadol, o nobre mandou seus cossacos à casa do judeu para que revirassem tudo, à guisa de castigo. Os cossacos fizeram uma grande destruição. Reviraram, quebraram e sujaram tudo.

Depois que os cossacos foram embora, o judeu e sua família quedaram-se deprimidos e sem palavras, diante de tamanho sofrimento. O judeu resolveu, então, aliviar um pouco sua dor, e dirigiu-se à cidade, para escutar a drashá do Shabat Hagadol do rabino.

E ouviu que no desenrolar da drashá o rabino falou:

– Há duas berachot: “gaal Yisrael”(redimiu Israel) no passado (nas berachot  após o Shemá, e na Hagadá de Pêssach), e “Goel Yisrael” (redime Israel) no presente (na Amidá). “gaal Yisrael” refere-se à redenção do exílio do Egito, e “goel Yisrael” refere-se à redenção constante. Que se houver, até mesmo numa aldeia, um judeu que não tem com que pagar o aluguel, e o senhorio manda seus cossacos para fazerem uma “destruição” em sua casa, e eles chegam e quebram tudo o que há na casa, também para este judeu Hashem dá um jeito de tirá-lo de seus apertos e redimi-lo.

Quando o aldeão escutou aquelas palavras, encheu-se de alegria, e foi para sua casa, na aldeia, dançando e cantando.

O rabi falou “goel Yisrael”! O rabi falou “goel Yisrael”!

De noitinha, o pôrets enviou novamente seus homens à casa do judeu, para ver o que ele estava fazendo diante de toda a destruição. Os cossacos chegaram à casa e viram que o judeu estava “repleto de alegria”, dançando e cantando. Espantados diante do que viram, voltaram ao pôrets e lhe disseram que aparentemente, o judeu perdera o juízo, devido ao sofrimento, pois o encontraram dançando e cantando alegremente.

De noite, o pôrets mandou chamar o judeu. Este pensou que por certo o pôrets queria castigá-lo. Mas lembrou-se das palavras do rav sobre “goel Yisrael”, e não temeu nem se assustou. Pelo contrário, foi para lá com grande alegria.

Quando chegou ao castelo do pôrets, este começou a lhe dar lição de moral:

– Por que, “Moshke” você é tão fracassado? Além de viver na pobreza não tem com que me pagar.

Ao que o judeu lhe respondeu:

– Que posso fazer?

– Escute, Moshke, – disse o pôrets – vou lhe dar um bilhete para a destilaria da cidade e lhe venderão, a crédito, aguardente no valor x. Venda a aguardente e lucre um pouco, e repita a operação várias vezes. Assim terá dinheiro para me pagar e para as despesas de sua casa.

E assim ele fez. E nos poucos dias entre o Shabat Hagadol e Êrev Pessach conseguiu comprar e vender aguardente várias vezes e ganhou um dinheirão. Pagou ao pôrets, comprou tudo o que era necessário para Pêssach.

Na véspera de Pêssach, embrulhou num lenço uma quantia de moedas e levou para o Rav de Kolbassov, dizendo:

– Trouxe para o rabi o dinheiro de “goel Yisrael

Adaptado de:

“Sipurei Chassidim” do Rav Shlomo Yossef Zevin

Moadim

Págs. 277-278

(Hebraico)

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QUEM SAI GANHANDO?

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“Porque se calares agora, de outra parte se levantarão para os judeus socorro e auxílio, mas tu e a casa de teu pai perecerão…”

(Meguilat Ester 4:14)

Em uma das viagens do Rebe Rayats, seu pai, o Rebe Rashab, mandou que ele se esforçasse para fazer um favor para um dos chassidim empresários. Quando o Rebe Rayats regressou, falou para seu pai:

“Fiz tudo o que o senhor mandou, e caprichei no favor que fiz a fulano.

O Rebe Rashab respondeu:

“Você está enganado. O favor, você fez para você mesmo, e não para fulano. Foi Hashem quem fez o favor para fulano, fazendo com que houvesse mensageiros por meio de quem a intenção Divina fosse realizada.

E o Rebe Rashab contou um fato que havia acontecido:

No ano 5640 houve muito anti-semitismo em nosso país, e em muitos lugares os anti-semitas instigaram a população local a fazer pogroms contra os judeus. Meu pai – o Rebe Maharash – viajou a Petersburgo, para fazer o que pudesse para ajudar os judeus. Meu pai tinha conhecimentos e contatos com altos ministros, e logo nos primeiros dias já tinha encontrado meios de controlar os desordeiros. Porém, para tornar público o assunto, os altos ministros sugeriram que uma delegação importante fosse visitar o Ministro do Interior e o Presidente do Senado, e que nessa delegação participassem também pessoas abastadas e maskilim (pertencentes ao movimento Iluminista) famosos. Meu pai convocou para uma reunião em seu hotel alguns milionários e “iluminados”. E propôs que eles escolhessem uma comissão dentre suas fileiras para participar dessa delegação. E como, em geral, meu pai não os levava em consideração nos assuntos comunitários, eles não gostaram muito da ideia. Quando ouviram a proposta de meu pai, um dos líderes dos convidados disse:

“Não somos fantoches, para que joguem conosco como se fôssemos peças de xadrez. Se somos pessoas importantes, é preciso nos levar sempre em consideração. Caso contrário, podem se virar sozinhos, agora.

Meu pai lhes respondeu:

“Na Meguilá está escrito: ‘se calares agora, de outra parte se levantarão para os judeus socorro e auxílio, mas tu e a casa de teu pai perecerão’. Está claro para mim que ‘socorro e auxílio se levantarão para os judeus’ e se vocês não quiserem participar, será ‘de outra parte’, mas aí: ‘tu e a casa de teu pai perecerão’ ou seja, vocês perderão a oportunidade.”

Quando o Rebe Rashab acabou a história acrescentou:

“É preciso lembrar sempre que com toda boa ação fazemos o bem para nós mesmos. É preciso lembrar com fé simples e confiança total que ‘socorro e auxílio se levantarão para os judeus’, e se não através de nós, ‘de outra parte’. Mas nesse caso, ‘tu e a casa de teu pai perecerão’. Pela Cabalá ‘tu’ é a luz da neshamá (alma) no corpo, e ‘a casa de seu pai’ é a raiz e origem da neshamá. A verdadeira elevação de ambas – a luz da alma e a essência da alma – depende do trabalho prático justamente aqui embaixo, e é necessário cuidar para que nenhum dos dois, ‘você e a casa de seu pai’, não perca o grande mérito de ser o mensageiro de D-us para fazer uma bondade para um judeu.

Adaptado de:

“Sipurei Chassidim”, Moadim, págs. 255-256.

R. Shlomo Yossef Zevin

(Hebraico)

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A VERDADE QUE PERDOA

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“…verav chêssed veemet.

(“… e grande em benignidade e verdade.)

(Shemot 34:6)

Certa vez, foi ter com o R. Meir’le de Premishlan z”l um indivíduo que se conduzia como rabino, e vestia trajes de rabino. R. Meir’le percebeu que ele não era o que fingia ser. Só por fora, parecia um rabino tsadik e elevado. Por dentro, porém, não passava de um homem muito simples.

Disse-lhe R. Meir’le:

– Nos treze atributos de misericórdia está escrito: “e verdade”. Isso parece estranho, uma vez que o atributo da verdade pertence à severidade, não à piedade. E se D-us se comportar conosco de acordo com o atributo da verdade e for rigoroso conosco, verificando se cumprimos as mitsvot realmente de verdade, quem é o tsadik que será inocentado diante d’Ele no julgamento? Acontece que às vezes – explicou R. Meir’le – a midá da emet é um atributo de misericórdia. Por exemplo: se D-us vê um indivíduo que se parece com um tsadik, usa roupa de rabino, etc, seria justo que D-us fosse muito rigoroso com ele, como é rigoroso com os tsadikim. D-us, porém, se comporta com ele de acordo com o atributo da verdade;  uma vez que Hashem  enxerga o coração e sabe que, de fato, ele não passa de um homem simples, só exige dele o que pede das pessoas simples, portanto é uma grande bondade que D-us se comporta com ele de acordo com o atributo da verdade…

Adaptado do livro:

Sipurei Chassidim, Torá

(Hebraico)

Do Rav. Shlomô Yossef Zevin

Pág. 255

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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VOCÊ É QUEM MANDA!

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“…E lhes farás cintos…”

(Shemot 28:40)

 

O cinto perdoa o pensamento do coração.

(Arachin 16)

 

Certa vez, um homem foi ter com o Maguid de Mezritch, e se queixou de não conseguir purificar sua cabeça de pensamentos não bons e más reflexões, que se intrometiam, contra sua vontade, e o atrapalham. O Maguid lhe disse para viajar para o tsadik, R. Zev de Zhitomir.

Na época, R. Zev tinha um bar numa aldeia. O homem foi até aquela aldeia, e quando chegou na casa de R. Zev, já era noite. A casa estava trancada. Bateu na porta, mas ninguém abriu. Esperou um pouco, bateu de novo, mas ninguém lhe abriu a porta. Estava frio, e ele começou a implorar que lhe abrissem a porta, mas de nada adiantou. Começou a falar irado:

– Como é que não têm pena de um judeu e não o deixam entrar em casa?

Mas ninguém respondeu. Tampouco lhe abriram a porta.

Quando amanheceu o dia, abriram a porta, ele entrou, e lá se hospedou durante alguns dias. R. Zev nada lhe perguntou. O homem, por sua vez, perguntava-se:

– Por que será que o Maguid me mandou prá cá?

Resolveu, então, voltar prá casa. Antes de ir embora, porém, perguntou a R. Zev:

– Nosso mestre, o Maguid, mandou-me procurar o senhor, mas não entendi o motivo.

Ao que R. Zev respondeu:

– Vou lhe dizer por que nosso mestre o enviou a mim: para que você aprenda de mim, que o ser humano é o dono da casa, e só deixa entrar quem ele quer…

Adaptado do livro:

Sipurei Chassidim, Torá

(Hebraico)

Do Rav. Shlomô Yossef Zevin

Págs. 236-237

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A SHEELÁ

BS’D

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Na época do Alter Rebe (o Rav Schneur Zalman de Liadi, autor do Tanya e do Shulchan Aruch) houve uma mulher que durante mais de dois anos não conseguiu purificar-se. A sheeilá (“pergunta”), que ficou famosa, foi apresentada a muitos dos grandes rabinos da época e todos eles a consideraram impura.

Quando a sheeilá chegou diante do Alter Rebe ele disse:

“Embora de acordo com a Lei Judaica, atualmente não sejamos peritos em manchas de sangue, neste caso estou certo de que se trata de sangue de pombo.”

Alter Rebe aconselhou ao pai da mulher que quando chegassem seus dias de purificação ela fosse morar em outro lugar, distante da família. E deveria ficar fechada em seu quarto. Ninguém poderia visitá-la, exceto seus pais. E ninguém deveria saber de seu paradeiro. E quando fosse ao mikvê, deveria ir com sua mãe, e numa hora em que não houvesse lá nenhuma outra mulher.

O pai da mulher seguiu à risca as instruções do Alter Rebe. E para grande espanto da mulher e de sua mãe, quando chegou a época de sua purificação tudo estava normal e ela imergiu no dia certo. Como, porém, seu marido era muito especial em Torá e temor a D-us, ficou desconfiado e resolveu esperar até o mês seguinte.

Naquele verão, teve início uma epidemia de cólera nos arredores de Mohilev e os rabinos divulgaram medidas para evitar que a epidemia se alastrasse e, de passagem, despertaram a população para a teshuvá e o arrependimento por pecados entre o homem e D-us e entre o homem e seu semelhante. Muitos dos habitantes da cidade ficaram com medo. E eis que uma mulher foi procurar o rabino e contou-lhe, arrependida e chorando muito, sobre o pecado que cometera contra aquela mulher, fazendo-a sofrer durante dois anos sem conseguir purificar-se.

E foi esse o teor de sua confissão: quando ela era jovem, foi-lhe sugerido um shiduch com o marido daquela mulher. Por motivos diversos, o shiduch não se realizou e ela acabou casando com um homem muito simples. Desde então, ficou com ódio daquela mulher e resolveu vingar-se dela. Para isso, fingiu ser sua amiga e, quando chegavam seus dias de purificação, matava uma galinha ou um pombo e sujava de sangue as roupas da mulher.

Sêfer Toldot Admor Hazaken

(Baseado em “Leket Lakalá Velamadrichá”, pág. 87)

https://sites.google.com/site/nashimtsidkaniot/a-sheeila

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Eliyáhu ben Yaakov

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“SOBRE MEUS OMBROS”

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Rabi Peretz Chein era um grande estudioso da Torá e chassid do Rebe Dov Ber Shneuri, o segundo Rebe de Chabad-Lubavitch, conhecido como o Miteler Rebe. Reb Peretz foi enviado pelo Miteler Rebe para ser o rabino da cidade de Beshenkowitz.

Reb Peretz estava muito apreensivo quanto a assumir a posição em Beshenkowitz. Um homem chamado Reb Aharon tinha causado problemas para todos os rabinos chassídicos anteriores da cidade. Reb Aharon era um grande estudioso, e veemente opositor ao chassidismo. Usava sua genialidade para confundir os rabinos a ponto de conseguir livrar-se deles.

Reb Aharon agia da seguinte maneira: apresentava todo tipo de perguntas difíceis quando o rabino chegava em Beshenkowitz. Após o rabino dar sua decisão, Reb Aharon e seus amigos apresentavam um caso sólido para uma posição contrária. Se, em qualquer momento, o rabino admitisse ter errado, era ridicularizado por Reb Aharon e seus correligionários até que deixasse a cidade, humilhado.

Portanto, quando o Miteler Rebe nomeou Rabi Peretz para se tornar o rabino dessa cidade, não é de se admirar que ele tenha ficado ansioso. Falou pro Rebe de suas preocupações, dizendo que, diante das circunstâncias, não se sentia capaz de ir prá lá. O Rebe lhe disse que “no Céu tinham aprovado sua nomeação”, mas Rabi  Peretz continuava apreensivo. Até que o Rebe lhe disse, finalmente, que fosse prá lá “oif meina pleitzes” (sobre meus ombros). Ao ouvir isso, Rabi Peretz se alegrou e disse: “Rebe, eu vou! Se é sobre os ombros do Rebe, nada tenho a temer.”

Rabi Peretz chegou em Beshenkowitz e começou a liderar a cidade como rabino. Obviamente, Reb Aharon começou a mandar todo tipo de perguntas por meio de seus diversos emissários, mas Rabi Peretz sempre conseguia provar a validade de suas decisões legais.

Certa vez, Reb Aharon mandou uma questão especialmente complicada. Rabi Peretz examinou o item em questão e o declarou kasher. Reb Aharon imediatamente convocou seus amigos e estes atacaram a decisão do rabino com provas convincentes. Rabi Peretz trabalhou duro para justificar sua posição.

No auge do debate, os antagonistas perguntavam repetidamente, “Qual sua fonte? De onde você tirou sua decisão?” Finalmente, Rabi Peretz apontou para uma estante abarrotada de livros e disse: “Dali.”

O que ele queria dizer era que, em geral, sua decisão era baseada nos livros sagrados que estavam naquela estante. Mas um de seus oponentes entendeu que ele estava se referindo a um determinado livro. Portanto, pegou aquele livro, e o abriu, para ver o que dizia.

E eis que aquele era um livro de responsa legal judaica e, por incrível Providência Divina, ele abriu o livro exatamente no assunto em discussão! Lá, o autor mencionava as fontes que os antagonistas estavam citando na tentativa de desmentir Rabi Peretz, e explicava como cada tópico tinha sido retirado do contexto. No livro de responsa, a decisão final estava de acordo com a opinião de Rabi Peretz.

Quando Reb Aharon e seu grupo viram a prova com seus próprios olhos, preto no branco, saíram da casa humildemente e nunca mais perseguiram Rabi Peretz.

“Foi quando eu vi”, disse depois Rabi Peretz, “que o Rebe tinha, realmente me levado sobre seus santos ombros.”

Adaptado de uma história de Beis Moshiach Magazine.

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5763/744.htm

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