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O RABINO E O MINISTRO

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O Rebe Rashab, o quinto Rebe de Chabad, costumava discutir com o Rav Yitschak Yoel Raphalovitch assuntos do interesse da comunidade.

Segundo o Rebe Rashab, o Rav Raphalovitch tinha o dom de refutar os ataques dos ministros do governo, sendo suas respostas sólidas e impossíveis de serem contestadas.

Certa vez, o Rebe Rashab e o Rav Yitschak se encontraram com um dos ministros a fim de convencê-lo a rescindir um decreto anti-semita.  Durante a discussão, o ministro falou: “Temos todo o direito de perseguir vocês, judeus. Vocês nos desprezam, e dizem isso claramente todos os dias nas bênçãos matinais! Basta dar uma olhada no seu livro de rezas. Todas as manhãs vocês dizem: ‘Bendito és Tu, D-us… que não me fez um gentio.’ Vocês nos odeiam!”

Sem um momento de hesitação, Rav Yitschak respondeu: “Excelentíssimo Ministro, o senhor ama sua esposa?”

– “Se amo minha esposa? Mais do que tudo no mundo. Eu faria qualquer coisa por ela!”

– “Também amamos nossas esposas”, disse Rav Yitschak. “Mas mesmo assim, logo após a bênção que o senhor acabou de citar, falamos outra bênção: ‘Abençoado és Tu, D-us… por não me ter feito mulher.’ Qual o significado dessa bênção?”

Percebendo que tinha despertado a curiosidade do ministro, continuou. “Uma mulher carrega uma criança durante nove meses, tem as dores do parto, e a responsabilidade de criar os filhos, além de administrar a casa. Isso requer muita força, resistência e paciência, coisas que faltam à maioria dos homens. Portanto agradecemos a D-us por não nos dar as responsabilidades de uma mulher.”

“O mesmo com relação aos gentios”, concluiu Rav Yitschak. “Todos os seres humanos precisam servir ao Criador. Nós, porém, temos certa facilidade. D-us nos deu 613 leis que dizem exatamente o que precisamos fazer. Um gentio só tem sete leis, e tem de quebrar a cabeça para descobrir o resto. Agradecemos a D-us por facilitar nossa vida.”

Surpreso pela resposta rápida e criativa de Rav Yitschak, o ministro caiu na gargalhada. Voltou-se para o Rebe Rashab e disse: “O senhor tem sorte por ter alguém tão inteligente. Vou retirar meu decreto.”

Adaptado do livro:

“Thank you G-d, for Making me a Woman”

  1. Aaron L. Raskin

(Inglês)

Págs. 110-111)

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TRANSMISSÃO PERFEITA

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Ester, uma moça judia que morava em Minnesota aproximou-se de Chabad, e acabou indo para a escola Beit Chana, onde conheceu o Rabino Manis Friedman, que se tornou seu mestre e mentor.

Ester acabou ficando religiosa e se casou com um rapaz que era seguidor dos ensinamentos Chabad.

Após vários anos de casamento, ela não conseguia ter filhos. Ia ao mikvê todos os meses e estudou as leis de Taharat Hamishpachá para fazer tudo bem certinho. Chegou até a ir a médicos, tentou fertilização in vitro, e tratamentos semelhantes, mas de nada adiantou.

Finalmente, escreveu uma carta para o Rebe de Lubavitch sobre sua situação e pediu uma berachá. Poucos dias depois, o Rabino Leibel Groner, um dos secretários do Rebe, lhe telefonou dizendo: “O Rebe está sugerindo que você peça a sua mãe que ela vá ao mikvê.

Ester pediu a sua mãe, mas esta, por se considerar atéia, recusou-se a atender ao pedido da filha. Ester voltou a escrever para o Rebe relatando que sua mãe não queria ir ao mikvê. Logo recebeu outro telefonema do Rabino Groner dizendo: “O Rebe está sugerindo que você peça a sua avó para ir ao mikvê.

Ester ligou para sua avó e lhe perguntou se ela iria ao mikvê para que ela fosse abençoada com um filho. A avó perguntou a seu marido o que ele achava da idéia e ele respondeu imediatamente: “O que os avós não fazem por seus netos? É claro que você deve ir.”

A avó foi ao mikvê e um mês depois Ester engravidou do primeiro de seus nove filhos!

Esta história mostra claramente que a mitsvá de mikvê não é, simplesmente, uma mitsvá pessoal, e sim algo que tem influência sobre seus descendentes por gerações. Também prova que nunca é tarde demais para começar. Mesmo quando já se está numa fase em que só é necessário ir uma vez (após a menopausa), pode-se impactar muitas gerações futuras.

Adaptado do livro:

“Thank you G-d for Making me a Woman” – R. Aaron L. Raskin

Págs.: 69-70 (Inglês)

Leilui Nishmat:

Neche bat Shlomo

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

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Eliyáhu ben Yaakov

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ETERNA JUVENTUDE

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Rav Hakotel, Rav Shmuel Rabinovitch contou o seguinte:

Ele era amigo de um judeu chamado Garbstein, que era senador no Canadá. Certa vez, esse judeu telefonou para o Rav Rabinovitch dizendo que comemoraria seu aniversário de 80 anos e convidou o Rav do Kotel a ir de Israel ao Canadá participar do evento. “Sua presença será uma honra para mim”, falou. E acrescentou: “Esse evento é duplamente importante para mim, pois também estou começando um novo empreendimento. Estou abrindo um negócio de centenas de milhões de dólares, para a divulgação de jornais na China, no Japão, enfim, no Extremo Oriente.” O Rav Rabinovitch consultou sua agenda e verificou que naquela data não poderia se ausentar de Israel. O senador lhe pediu que ao menos lhe desse sua berachá, e o rabino o abençoou para que tivesse ainda muitos anos felizes de vida. Ao que o homem respondeu: “Mas abençoe também meu novo empreendimento.”

O rabino respondeu: “Para falar a verdade, não sei bem como abençoá-lo nisso, afinal de contas você já tem 80 anos! E está assumindo tamanha carga e tamanha responsabilidade; não sei o que dizer.”

O senador disse, então:

“Vou lhe dizer de onde me veio essa inspiração. No passado, eu entrava em crise cada vez que chegava a uma idade de número múltiplo de dez. Entrava literalmente em depressão. Quando completei 50 anos, a crise foi tão aguda que minha esposa sugeriu que eu fosse conversar com o Rebe de Lubavitch. A princípio recusei, mas ela insistiu e acabei indo. Cheguei a Nova York, entrei em yechidut às 2 da madrugada; e não falei nada sobre o assunto. Conversamos sobre a situação dos judeus, sobre o Canadá, etc. Mas o próprio Rebe percebeu, e me perguntou o que estava me preocupando. Falei: “Rebe, completei 50 anos e sinto que não fiz nada na vida, que não tive sucesso, e isso me deprime.”

O Rebe me perguntou:

“Você sabe um pouco de Tanach?

“Um pouco”, respondi.

Disse o Rebe:

“Quem foi o judeu mais importante da história?”

“Moshê Rabênu”, respondi.

O Rebe me perguntou com que idade Moshê Rabênu começou a carreira. Eu não sabia, mas o Rebe me contou que Moshê Rabênu começou sua carreia aos 80 anos de idade! E me perguntou:

“O que passou pela cabeça de Moshê Rabênu, ao assumir tamanha responsabilidade, de tirar milhões de pessoas do Egito para o deserto?”

E o próprio Rebe respondeu:

“É que Moshê Rebênu era jovem de espírito. Sabe o que é um jovem de espírito? É quem pergunta o que precisa ser feito e não o que fez. Quem olha prá trás, para o que fez, é um velho. Quem olha prá frente e se pergunta o que precisa fazer é um jovem. Moshê Rebênu era jovem porque sempre perguntava o que precisava ser feito. Você só tem 50 anos, está no início da vida. Por que está reclamando?

E o senador concluiu:

“Hoje, com 80 anos, faço o que o Rebe me aconselhou naquela época e me deu forças para sair da depressão. Se Moshê Rebênu aos 80 perguntou o que precisava ser feito, foi o que fiz. Se Hashem me deu mais um dia com certeza há algo de bom que posso fazer nele.”

Adaptado de um shiur do R. Shneiur Ashkenazi. (Hebraico)

http://www.col.org.il/show_news.rtx?fromAdmin=yes&artID=111433

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RUTH

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Ruth era uma princesa, filha do rei de Moav. Mas ela percebia a diferença entre a idolatria de seus compatriotas e as leis Divinas, seguidas pelo povo judeu.

A época era de grande escassez, e muitas pessoas estavam morrendo de fome em Moav. Os ricos, porém, que tinham os celeiros repletos de grãos, além de uma reserva para plantar, não permitiam que os pobres chegassem perto de seus armazéns, sob pena de morte.

A bondosa princesa ficou horrorizada com a crueldade de seu povo e com sua má vontade de ajudar os necessitados. Ela tinha feito amizade com uma pequena família judia que chegara a Moav vinda de Beit Lechem, e ficou muito impressionada com seu modo de vida. Quando um dos filhos de Elimelech e Naomi a pediu em casamento, abdicou de sua posição privilegiada e passou a fazer parte da família daqueles imigrantes. Mesmo após a morte de seu marido, Ruth permaneceu dedicada a sua sogra judia, Naomi.

Naomi acabou resolvendo voltar para Beit Lechem. E Ruth decidiu ir com ela. Naomi tentou convencer sua nora a ficar em Moav; explicou-lhe as muitas obrigações que ela teria como judia, impostas pelos 613 mandamentos da Torá. Mas Ruth permaneceu firme, dizendo:

“Não me peça para deixá-la, nem me impeça de segui-la. Aonde você for eu irei. Onde você morar, morarei. Seu povo será meu povo, e seu D-us, meu D-us.”

Foram essas as palavras que vieram de um coração puro, e de uma alma muito elevada. Ruth foi uma guioret tsedek (uma convertida justa) na verdadeira acepção da palavra.

A verdade é que Ruth jamais se arrependeu de sua decisão. Pelo contrário. Ao chegar em Beit Lechem, pode comprovar a justiça e a compaixão da lei judaica. Na Terra de Israel, os pobres não eram expulsos dos campos. Cansada e faminta, Ruth estava num campo de cevada, quando ouviu uma voz amigável, dando-lhe boas vindas. Aquele era Boaz, o proprietário do campo, que a convidou a pegar o quanto quisesse. Também lhe ofereceu proteção e água para beber.

Ruth ficou muito grata e pegou vários feixes. Já estava indo embora, quando Boaz a aconselhou a esperar mais um pouco, pois a colheita começaria e ela poderia pegar “peá”.

“O que é peá?” – perguntou Ruth.

Boaz explicou que de acordo com a Torá o proprietário de uma plantação de cereais não tem permissão de tocar na peá, canto do campo, que tem de ser deixado para os pobres e os estrangeiros , que não têm o que comer.

Quando a colheita começou, Ruth encheu sua mochila e, quando já estava indo embora, Boaz a aconselhou que esperasse, pois logo estariam amarrando os feixes e ela poderia se beneficiar do “leket”.

“O que é leket?” – Ruth perguntou.

Boaz respondeu que de acordo com a lei judaica, se algumas espigas caem da mão do ceifador, ele não pode pegá-las. Pertencem aos órfãos, pobres, viúvas e estrangeiros, que não têm outra fonte de renda.

Ruth acabou voltando para sua sogra com cereais em abundância, que as sustentariam durante bastante tempo. Foi quando Ruth entendeu quão sagradas e perfeitas são as leis da Torá. Além de a Torá se preocupar com as viúvas e órfãos, também cuida dos estrangeiros que não estão inseridos na estrutura social existente em uma terra estranha.

Ruth, a moabita, apegou-se à Torá e ao povo judeu com amor e devoção. E grande foi sua recompensa: O abastado Boaz, um dos juízes de Israel, a desposou. E ela teve o mérito de se tornar a “mãe da realeza”, pois foi a bisavó do Rei David, o ungido de D-us.

Mashiach também é descendente de Ruth, que ele seja imediatamente revelado e redima o povo judeu, e o mundo, imediatamente!

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/670.htm#caption9

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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O REBE PEDIU PARA AVERIGUAR

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Em 1970, um judeu que tinha se encontrado muitas vezes com o Rebe falou para o Rabino Groner (secretário do Rebe) que ele tinha uma pergunta sobre negócios a fazer ao Rebe. Pediu ao Rabino Groner para anotar sua dúvida e perguntar ao Rebe o que ele deveria fazer.

Quando o R. Groner entrou no escritório do Rebe, o Rebe lhe perguntou:

– “Você tem certeza de que ele vai me escutar? Você sabe que ele esteve aqui no meu escritório durante muitas horas e jamais me pediu nenhum conselho sobre seus negócios. Eu só vou responder se souber que ele vai me escutar. Porque se eu responder e ele não me escutar, vai ser muito pior para ele.”

Foi isso o que o Rebe disse ao Rabino Groner a respeito daquela pergunta. O R. Groner foi até aquele judeu e disse: “Quero lhe contar uma história, pois nós, chassidim, transmitimos tudo com histórias.”

E ele contou:

“Em 1930 (5690) o Rebe anterior passou uns dez a doze dias em Chicago. Depois disso, uns 30 a 40 indivíduos tornaram-se chassidim Lubavitch. Em 1946 (5706) o Rebe Anterior queria abrir uma yeshivá e enviou 5 jovens, de 14, 15, 16 anos. R. Groner disse que ele teve o mérito de ser um deles. O mashpia era R. Yossef HaLevi Weinberg A”H, e ele recebeu um telefonema, provavelmente do R. Hodakov, dizendo que o Rebe queria que os bachurim estudassem Tanach duas vezes por semana, sendo cada aula de uma hora e meia. E encontraram alguém que lhes estava ensinando Tanach. Eles pediram ao professor para que lhes contasse uma história do Rebe Anterior, com quem ele tinha ligação. Ele respondeu que lhes contaria uma história, mas que eles tinham que prometer que se lembrariam da história o resto da vida. Os rapazes disseram que isso era uma coisa difícil de prometer, mas que tentariam. E ele lhes contou a seguinte história que acontecera em 5690 (1930).

“Um jovem de cerca de 30 anos de idade queria ir para a Terra Santa, Israel, que na época estava sob o domínio turco e a segurança lá era muito frágil. O pai falou para o jovem: ‘Temos a oportunidade de perguntar ao tsadik, ao Rebe Anterior, se você deve ir ou não. Deixe-me perguntar ao tsadik e vamos ouvir sua opinião.’ E o filho falou: ‘Não quero que você pergunte, pois provavelmente ele vai dizer não, e eu quero ir. Portanto não pergunte ao Rebe.’ Mas o pai procurou o Rebe Anterior, e lhe perguntou o que fazer. O Rebe Anterior respondeu: ‘Não agora.’ O que significa que o Rebe Anterior não estava contra a viagem, em si, mas estava dizendo que agora não era a hora para ir. O pai contou ao filho que perguntara ao Rebe e ele dissera que ‘não agora’. O filho começou a gritar com o pai, dizendo que dissera para ele não perguntar. E que iria de todo jeito. O filho foi, o navio naufragou e 270 pessoas morreram afogadas (que D-us nos livre), inclusive ele. Depois do shiva, o pai procurou o Rebe Anterior e lhe disse: ‘Estou com um problema: por que o Rebe não nos avisou? Se o Rebe nos tivesse avisado que isso era o que ia acontecer, meu filho teria sido salvo, bem como as demais pessoas que estavam no navio.’ E o professor disse: ‘Vou lhes falar as palavras exatas do Rebe. Ele disse: ‘Acredite-me, nem sempre quando falamos algo, sabemos porque estamos dizendo aquilo. Falamos o que o Céu nos falou para falar. Do Céu nos falam o que dizer, e é isso que falamos. Acredite-me: não vimos tragédia nenhuma. Apenas repeti o que me disseram para falar. Que não agora. Mas não vi nenhuma tragédia. Mas de uma coisa sabemos: o que sai de nossa boca, você tem de escutar. Caso contrário, etc.’

O Rabino Groner acabou de contar àquele judeu essa história e ele garantiu que acataria a orientação do Rebe. R. Groner voltou ao escritório do Rebe e disse que o yehudi acataria seu conselho. E o Rebe perguntou: ‘Como você conseguiu isso?’ R. Groner respondeu que tinha lhe contado uma história. ‘Que história você contou?’ – Perguntou o Rebe. E o Rabino Groner contou a história. O Rebe abriu um largo sorriso e disse: ‘Já tive meu lucro: ouvi uma história do meu sogro que eu não conhecia. Qual é a pergunta?’ O R. Groner entregou o bilhete, e o Rebe falou o que deveria lhe responder. R. Groner transmitiu a resposta do Rebe e o indivíduo ficou calado. Nada respondeu. R. Groner lhe perguntou: ‘Você ouviu o que eu falei?’ Ele respondeu: ‘Sim.’ Mas não comentou nada. Cerca de seis meses depois, telefonou para o R. Groner e disse: ‘Quero lhe agradecer pelo que fez por mim. Quando perguntei ao Rebe o que fazer, meu negócio valia 5 milhões de dólares. E o Rebe me disse o que fazer. Eu achava que se agisse como o Rebe orientou, eu teria falido totalmente, mas como eu tinha prometido obedecer ao Rebe, obedeci; e agora meu negócio vale 10 milhões de dólares!’ Seu negócio duplicou por não ter feito o que ele mesmo achava e sim o que o Rebe falou para fazer.

Baseado num shiur do R. Shmuel Butman em:

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=50255&alias=the-rebbe-asked-to-investigate

(Inglês)

O R. Shmuel Butman escutou essa história do R. Yehuda Leib Groner, secretário do Rebe.

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MEUS FILHOS!

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Durante a Segunda Guerra Mundial, a Yeshivá Tomchei Tmimim da Polônia sofreu muito, economicamente. O dinheiro não dava. Resolveram, então, reduzir a comida que serviam aos alunos para café, almoço e jantar.

Quando os alunos perceberam que quase não havia alimentos para eles, fizeram uma greve, e disseram que era melhor nem ir ao refeitório, do que receber tão pouca comida.

Dentro de pouco tempo, toda a cidade falava sobre o fato de os alunos estarem passando fome na yeshivá.

Na segunda manhã da greve de fome, a Rebetsin Shterna Sara convocou os responsáveis para uma reunião. Disse-lhes que entendia que o dinheiro estava curto, mas “VOCÊS ESTÃO PRIVANDO DE ALIMENTO MEUS FILHOS!”

A partir de então, os filhos do Rebe e da Rebetsin foram alimentados adequadamente.

Adaptado de: ShluchimKids.org

http://slideplayer.com/slide/4422371/

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MOSHÊ EM CADA GERAÇÃO

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“Moshê falava (yedaber), e D-us respondia.”

(Shemot 19:19)

A palavra “yedaber” está, de fato, no tempo futuro, insinuando que “Moshê falará”. Também está etimologicamente ligada à palavra “yadber”, que significa “ele liderará e guiará” – uma referência ao “reflexo do Moshê que existe em cada geração.”

Sêfer HaMaamarim Kuntreisim)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

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Machmud, o judeu

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Na saída da sinagoga, em Jerusalém, Dan abordou um jovem de macacão, mochila nas costas, moreno, cabelo preto cacheado – parecia sefaradi, talvez marroquino.

Shabat Shalom. Meu nome é Dan Eisenblatt. Gostaria de comer na minha casa hoje à noite?

O rosto do jovem, que tinha um ar preocupado, num instante abriu um sorriso.

“Sim, obrigado. Meu nome é Machi.”

Saíram juntos do shul. Poucos minutos depois estavam em volta da mesa de Shabat de Dan. Dan percebeu que seu convidado estava folheando o livro de canções, como se estivesse à procura de algo. E perguntou com um sorriso. “Tem uma canção que quer cantar? Posso ajudar, se tiver dúvidas sobre a melodia.

O rosto do hóspede se iluminou. “Tem uma canção que eu gostaria de cantar, mas não estou encontrando aqui. Gostei muito daquela que cantamos na sinagoga hoje à noite. Como era mesmo? Tinha alguma coisa de ‘dodi’”

Dan quase ia dizendo que não se costuma cantá-la na mesa, mas controlou-se e pensou: “Se isto é o que o menino quer, qual é o problema?” E disse: “Lechá Dodi, vou pegar o sidur.

Quando acabaram de cantar Lechá Dodi, o jovem calou-se até o final da sopa, quando Dan lhe perguntou: “E agora, que canção?” O convidado pareceu um tanto constrangido, mas após um pouco de estímulo, disse com convicção: “Eu, na verdade, gostaria de cantar de novo Lechá Dodi

Dan nem se surpreendeu quando, ao perguntar o que cantar, depois do prato de frango, sua visita pediu Lechá Dodi. Por pouco Dan não pediu para cantarem um pouco mais baixo para que os vizinhos não pensassem que ele estava maluco. Mas disse: “Não quer cantar outra coisa?”

O hóspede enrubesceu e baixou o olhar. “É que gostei muito daquela música, murmurou.

Devem tem cantado umas oito ou nove vezes “a música”. Dan já tinha perdido a conta.

Mais tarde, Dan perguntou: “De onde você é?”

O rapaz ficou triste, olhou para o chão e disse baixinho: “Ramala.”

Dan não tinha certeza de que o rapaz tinha dito ‘Ramala’. Mas rapidamente chegou à conclusão de que deveria ter dito ‘Ramle’. E disse: “Ah, tenho um primo lá. Conhece Efraim Warner? Ele mora na Rua Herzl.

O jovem balançou a cabeça tristemente. “Não há judeus em Ramala.”

Dan suspirou. Ele dissera Ramala, mesmo! Seus pensamentos dispararam. Será que tinha acabado de passar o Shabat com um árabe? Falou para o jovem: “Desculpe, estou um pouco confuso. E agora me dei conta de que nem perguntei seu nome completo. Como é seu nome, por favor?

Durante um instante, o rapaz pareceu nervoso. Em seguida, endireitou os ombros e disse calmamente: “Machmud Ibn-esh-Sharif.”

Dan ficou mudo. O que poderia ele dizer?

Machmud rompeu o silêncio timidamente: “Nasci e cresci em Ramala. Me ensinaram a odiar os judeus e a pensar que matá-los era heroísmo. Mas sempre tive minhas dúvidas. Quero dizer, aprendemos que a Suna, tradição, diz: ‘Deve-se desejar para seu irmão o que se deseja para si.’ E eu me perguntava se os yahud (judeus) não eram gente, também. Será que não tinham o mesmo direito de viver que nós temos? Se devemos ser bons para com todos, por que ninguém inclui nisso os judeus? Quando perguntei a meu pai, ele me expulsou de casa. Decidi que ia fugir e viver com os yahud, até conseguir descobrir como eles são, de fato. Naquela noite, entrei em casa sorrateiramente para pegar minhas coisas e minha mochila.

Minha mãe me viu e eu lhe disse que queria ir morar com os judeus, por um tempo e descobrir como eles realmente são e talvez até eu quisesse me converter.

À medida que eu ia falando, ela foi empalidecendo. Pensei que ela estava brava, mas não estava. O que a afligia era outra coisa. E ela falou baixinho: ‘Você não precisa se converter. Você já é judeu.’

“Fiquei chocado. Minha cabeça começou a girar e, fiquei mudo por um instante, sem conseguir falar. Depois gaguejei: ‘Não estou entendendo.’

‘No judaísmo,’ ela me disse, ‘a religião passa através da mãe. Sou judia portanto, você é judeu.’

“Eu não tinha a menor idéia de que minha mãe era judia. Acho que ela não queria que ninguém soubesse. Aí ela sussurrou: ‘Cometi um erro ao me casar com um árabe. Meu erro será redimido em você.’

“Ela tinha esse jeito poético de falar. Desenterrou uns documentos velhos e me deu: coisas como minha certidão de nascimento, sua velha carteira de identidade israelense, para que eu pudesse provar que sou judeu. Estou com tudo aqui, mas não sei o que fazer com eles.

“Minha mãe hesitou sobre um pedaço de papel. Depois me disse: ‘Pode levar isto também. É uma velha foto de meus avós, que foi tirada quando foram visitar o túmulo de um grande antepassado nosso.’

“Agora estou aqui, tentando descobrir aonde pertenço.”

Dan colocou, gentilmente a mão sobre o ombro de Machmud. Machmud levantou os olhos, assustado e esperançoso ao mesmo tempo. Dan perguntou: “Está com a foto?”

O rosto do garoto se iluminou. “Claro! Sempre a trago comigo. Tirou da mochila um envelope velho e rasgado.

Quando Dan leu o que estava escrito na lápide, quase deixou cair a foto.

Esfregou os olhos para ter certeza. Não havia dúvida. Era um túmulo no cemitério antigo de Tsfat, e a inscrição o identificava como o túmulo do grande Kabalista e tsadik Rabi Shelomô Alkabets.

A voz de Dan tremia de emoção quando explicou a Machmud quem era seu ancestral. “Ele foi um amigo do Arizal, um grande erudito da Torá, um tsadik, místico. E, Machmud, seu ancestral escreveu aquela música que cantamos o Shabat inteiro: Lechá Dodi!”

Agora foi a vez de Machmud ficar impressionado.

Dan lhe estendeu a mão trêmula e disse: “Bem vindo para casa, Machmud!”

Adaptado de:

http://rabbicandybox.blogspot.com.br/2009/09/machmud-jew.html

Do Rabino Avi Rapoport

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O CONSELHO DO CHASSID

BS’D

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Quando as autoridades governamentais chegaram à casa do Rabi Shneur Zalman (o Alter Rebe), fundador da Chassidut Chabad, para prendê-lo pela primeira vez, ele escapou pela porta dos fundos e se escondeu nos campos, evitando, desta maneira, ser preso, ao menos temporariamente. Como a polícia não o encontrou em casa, foi embora. Pouco tempo depois, o Alter Rebe voltou para casa.

Reb Shmuel Munkes refletiu sobre a situação e resolveu que precisava falar com o Alter Rebe. Bateu na porta de seu escritório e se identificou. O Alter Rebe permitiu que ele entrasse e perguntou a Reb Shmuel se estava sabendo da gravidade da situação. Reb Shmuel começou, contando a seguinte história:

O Rebe Menachem Mendel de Horodok tinha um cocheiro judeu que costumava contratar para transportá-lo. Houve uma época em que o Rebe Menachem Mendel passou vários meses sem viajar. O cocheiro e sua família sofreram com a falta dessa renda. Até que o cocheiro resolveu vender seu cavalo e sua carroça e comprar uma vaca leiteira. E o antigo cocheiro conseguiu sobreviver.

Algum tempo depois, o Rebe Menachem Mendel chamou o homem, de repente, e lhe pediu para levá-lo numa jornada.

“Mil desculpas, Rebe”, explicou o homem, “Mas vendi meu cavalo e minha carroça e comprei uma vaca leiteira para poder sustentar minha família.”

“Venda a vaca e compre um cavalo e uma carroça”, orientou o Rebe Menachem Mendel. “Preciso partir o quanto antes.”

Sem pestanejar, o homem fez o que o Rebe pediu. Durante a viagem, o Rebe pressionou o cocheiro: “Estou com muita pressa, precisamos ir mais rápido.”

O cocheiro chicoteou os cavalos e a carruagem saiu correndo, desembestada. Quando começaram a descer uma ladeira, estavam indo tão rápido que o cocheiro mal conseguia controlar os cavalos. Horrorizado, viu que estavam indo direto para um palacete situado no final do declive. Não conseguiu frear os cavalos e a charrete atravessou o jardim e só parou após quebrar uma janela da casa.

O pôrets, dono da mansão, ficou irado e avançou para a carruagem com o rifle apontado para o cocheiro. “Você é o culpado!” – Gritou.

“Não, não! Não fui eu!” – Gritou o homem, aterrorizado. “Não é minha culpa! A culpa é dele!” Disse, apontando para o Rebe Menachem Mendel, que estava sentado atrás dele meditando, alheio a todo o incidente.

O pôrets apontou o rifle para o Rebe. Mas quando já ia atirar, ficou paralisado, sem poder mexer nenhum membro do corpo. Seus familiares, que tinham saído correndo de casa, ao verem o pôrets paralisado, imploraram o perdão do Rebe e lhe pediram para retirar a maldição.

“Se ele prometer jamais fazer mal a um judeu, ficará curado”, respondeu o Rebe.

O pôrets assentiu com um leve movimento de cabeça, e seus movimentos voltaram. Mais tarde, quando continuaram a viagem, o Rebe Menachem Mendel perguntou a cocheiro: “Como você fez uma coisa dessas? Por pôs a culpa em mim? Por pouco o pôrets não me matou!”

Rebe, respondeu o cocheiro com a maior sinceridade e o maior respeito, “quando o senhor passou meses sem viajar, aceitei.   Quando me mandou vender a vaca, obedeci imediatamente. Embora minha família tenha ficado sem renda, confiei que o senhor era um Rebe e tinha seus motivos para pedir aquilo. Quando me mandou ir mais rápido, obedeci, embora nenhum cocheiro permita que seus cavalos corram colina abaixo.

“Então, quando o pôrets saiu, pensei: se o senhor for um Rebe de verdade, ele não vai conseguir lhe fazer mal. E se não for, teria merecido tudo o que lhe acontecesse. Pois como poderia deixar uma família inteira passando fome?”

Ao concluir a história, Reb Shmuel Munkes disse ao Alter Rebe: “Se o senhor é um Rebe, nada tem a temer se for preso. Se não for, que direito teve de privar milhares de chassidim de curtir os prazeres deste mundo?”

“Early Chassidic Personalities” do Rabino Sholom Ber Avtson

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5776/1398.htm#caption9

Leilui Nishmat:

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Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

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Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

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FAZER O BEM

BS’D

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20 de Cheshvan é o aniversário do Rabi Shalom Dovber, o quinto líder de Chabad, conhecido (por suas iniciais) como o Rebe Rashab.

No verão de 1960, o Lubavitcher Rebe visitou o acampamento Gan Israel, no norte do estado de Nova York. Nessa visita, contou uma história pouco conhecida sobre o Rebe Rashab.

Ao que parece, certa vez o Rebe Rashab viajou de Lubavitch, na Rússia, até Viena, para ser tratado por médicos.

Quando estava em Viena, o Rebe Rashab avisou, de repente, que desejava visitar uma vila que ficava a 100 quilômetros de distância. Antes de ir, foi até uma loja e comprou roupas e vários outros artigos.

Ao chegar à cidadezinha, tentou localizar a casa de uma viúva (e suas duas filhas). Deu-lhe as coisas que tinha comprado e dinheiro, dizendo-lhe que era para ajudá-la a casar suas filhas. De fato, a viúva era pobre demais para poder fazê-lo.

Disse o Lubavitcher Rebe:

“Parem e pensem: numa cidadezinha distante, a 100 quilômetros de Viena, o Rebe achou uma oportunidade de causar nachas (satisfação) a D-us. De fato, o Rebe tinha feito aquela longa viagem exclusivamente para esse fim. E ele próprio foi à loja para fazer as compras, para que uma noiva pobre pudesse casar.

“Esta é, portanto, a lição que devemos aprender: onde quer que estejamos, devemos procurar uma boa ação para fazer. Pois com certeza encontraremos uma, e daremos prazer a D-us.”

Que tenhamos o mérito de comemorar o aniversário do Rebe Rashab este ano junto com ele e com todos os grandes tsadikim (justos) de todas as gerações, liderados por nosso Justo Mashiach.

Adaptado de artigo do Rabino Shmuel M. Butman

em:

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

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Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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