Archive for história

QUEM PROVOCA NOSSAS BRIGAS?

BS’D

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E quem sai ganhando com elas?

Certa sexta-feira, o Báal Shem Tov disse a seus alunos: “Saiam e procurem um hóspede para Shabat.” Os alunos começaram a busca. Procuraram durante muito tempo, mas não encontraram ninguém. O Báal Shem Tov, porém, estava decidido, e lhes pediu que encontrassem uma visita.

Faltava meia hora para o Shabat, e nada de visita. Os discípulos saíram para a periferia de Mezibush, e esperaram nas encruzilhadas, até que, finalmente, encontraram um judeu que estava chegando, com um saco pesado sobre o ombro. Perguntaram-lhe se ele tinha um lugar para passar o Shabat e ele respondeu que não. Sugeriram que passasse o Shabat com o Báal Shem Tov em Mezibush, e ele aceitou de bom grado.

O Báal Shem Tov ficou muito contente de ver o hóspede, e pareceu estar de muito bom humor. Durante as refeições do Shabat, reinou um clima inspirador e alegre. Na terceira refeição do Shabat, o Báal Shem Tov cantou nigunim, melodias sem palavras. No meio da refeição, parou os nigunim e disse a seus alunos que queria que cada um deles compartilhasse com os demais um pensamento de Torá.

Começando pela direita, cada discípulo compartilhou um pensamento de Torá. Quando chegou a vez do visitante, o Báal Shem Tov lhe disse: “Fale um devar Torá.” O hóspede respondeu que não tinha o que falar. O Báal Shem Tov lhe perguntou se ele podia, ao menos, falar algo curto. Ao que o visitante respondeu que não tinha estudado muito. “Você estudou no cheder, quando criança? Talvez você possa nos contar uma história sobre nosso patriarca, Avraham.”

O judeu, que era uma pessoa simples, não entendeu exatamente o que o Báal Shem Tov estava pedindo. Mas quando ouviu a palavra “história”, achou que queriam que ele contasse qualquer história. “Vou contar uma história que aconteceu comigo”, disse, “se quiserem ouvi-la.” O Báal Shem Tov sorriu e concordou.

“Ontem, sexta-feira, fui solto da prisão de um pôrets. Durante um ano inteiro ele me manteve preso num buraco, pois eu lhe devia aluguel. Naquele poço, eu ouvia vozes, vindo de debaixo da terra, e não sabia se eram vozes de pessoas ou de espíritos. Eu tinha medo até de me mexer.

“Só durante minha última semana no buraco tomei coragem, abaixei-me e perguntei se estavam me ouvindo. Disseram que sim.

“Perguntei se eram pessoas ou espíritos. ‘Somos espíritos’, responderam.

“Continuei a perguntar. ‘Notei que vocês têm um costume estranho de chorar todos os dias da semana, mas quando chega sexta-feira, vocês riem. O que isso significa?’

“Os espíritos responderam: ‘Somos um grupo de espíritos que vive dos pecados de um chassid. Ele jejua todos os dias da semana. Não come nem bebe. Quando chega o Shabat, ele quer comer. Porém, devido aos jejuns, seu estômago encolheu e ele não pode comer nem carne nem peixe. Faz, então, o kidush sobre o vinho e logo depois sua esposa lhe leva um copo de leite. Depois que bebe o leite, espera até poder comer carne, e só então come a refeição de Shabat.

“‘Porém, cada vez que sua esposa lhe leva o copo, fazemos com que um pouco do leite se derrame, e ele fica bravo e chateado com ela. “Jejuo a semana inteira e você derrama meu leite!” Reclama. Por vezes, até ameaça que se o leire derramar de novo vai levá-la para o rabino. Toda semana damos um jeito para que o leite derrame, para que ele brigue com ela de novo. Isso nos deixa muito contentes, porque mais pecados são criados, e é deles que vivemos.’

“Perguntei mais uma coisa. ‘Por que vocês choraram muito mais que de costume, na semana passada e riram muito mais no Shabat?’

“Os espíritos responderam: ‘Esta semana passamos perigo. O chassid dissera a si mesmo que de agora em diante não mais ficaria zangado com sua esposa. ‘Eu mesmo vou servir o copo de leite de tarde e o colocarei no armário, de modo que eu tenha um copo de leite pronto quando o Shabat chegar’, decidiu.

“‘Sexta de tarde o chassid serviu seu copo de leite, guardou-o no armário e foi para a sinagoga para as preces de Shabat. De repente, sua esposa escutou que alguém na rua estava vendendo lenha pela metade do preço. Começou a procurar dinheiro onde seu marido costumava guardá-lo. Enquanto isto, os vendedores da lenha começaram a bater na porta, dizendo que tinham baixado ainda mais o preço. Na pressa de encontrar dinheiro, a mulher abriu o armário, e o copo de leite caiu e se quebrou.

“‘Sexta à noite, o chassid voltou para casa todo contente. “Desta vez, não vou ficar bravo com minha esposa. A paz e a tranqüilidade reinarão em nosso lar,” pensou.

“‘O chassid abriu o armário, e o copo de leite não estava lá. Percebeu que tudo tinha derramado. Quando se voltou para a esposa, à espera de uma explicação, ela começou a se desculpar. Ele ficou furioso e disse, “Agora estou entendendo tudo! Toda vez você derrama meu leite de propósito! Domingo iremos falar com o rabino, para que faça nosso divórcio…”

“‘Se choramos a semana inteira muito mais que de costume por não sabermos o que fazer,’ disseram os espíritos, ‘na sexta de noite rimos muito mais por termos tido sucesso em nossa missão.’”

Quando o hóspede concluiu sua história, o Báal Shem Tov começou a cantar um nigun. Quando acabou, o Shabat já tinha terminado e a sala de estudos estava envolta em escuridão. O Báal Shem Tov mandou trazerem luz e eis que o aluno que estava sentado à sua direita estava no chão, desmaiado. Sabia-se que aquele chassid jejuava a semana inteira.

Relatado pelo Rabino Zalman Notik em Beis Moshiach Magazine

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5775/1360.htm#caption8

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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EM LUBAVITCH TUDO É BOM

BS’D

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Certa vez, alguém estava visitando a Rebetsin Chaya Mushka, esposa do Rebe. Esse  indivíduo vinha de certa comunidade, e começou a contar à Rabanit coisas que estavam acontecendo em sua comunidade que não eram muito agradáveis, brigas, desavenças, politicagem.

A Rebetsin tinha lhe oferecido um copo de chá, que ele estava segurando. Ambos estavam de pé, bebendo chá. Quando ele começou a falar essa, assim chamada lashon hará, sobre sua comunidade, a Rebetsin, educadamente, sem nada dizer, levantou a mão, fazendo sinal para que ele parasse de falar. E seguida, com um gesto, insinuou que ele pousasse seu copo de chá. Em seguida, ela falou o seguinte:

– Meu avô falou que em Lubavitch, tudo é bom.

Mas aquele cavalheiro, seja lá por que motivo, respondeu:

– Mas Rebetsin, mas não está bom. Há brigas, chilul Hashem.

Mais uma vez, gentilmente a Rebetsin falou, no seu jeito inimitável e tranqüilo:

– Se não é bom, não é Lubavitch.

Adaptado de:

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=44281&alias=does-torah-recognize-horoscopes

(Inglês)

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O REBE NÃO ERRA

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Certa vez, um chassid viajou ao Rebe Dov Ber (conhecido como o Miteler Rebe) com um problema terrível. Alugava uma estalagem do pôrets (senhor feudal) e estava para ser despejado, por não ter conseguido pagar o que devia. O judeu corria perigo de perder a casa e o sustento.

O chassid entrou no escritório do Rebe para uma audiência particular. Relatou seu problema e pediu que o Rebe escrevesse uma carta para um empresário abastado chamado Moshê M., que era amigo do pôrets, e poderia intervir.

O Rebe escreveu a carta, mas quando o chassid saiu da sala do Rebe e leu a carta, viu que estava endereçada para outro Moshê: Moshê A., que era tão pobre quanto ele próprio. Pensou que o Rebe tivesse se enganado.

Em seu desespero, tentou voltar à sala do Rebe. O gabai, porém, explicou-lhe que havia muitas pessoas na fila e demoraria muito para ele conseguir entrar novamente.

O chassid, em sua grande aflição, falou que o assunto era urgente e acrescentou: “É rápido, o Rebe só vai precisar mudar umas palavrinhas. É que ele fez a carta para a pessoa errada.”

O filho do Rebe, que estava por perto, ouviu a conversa e comentou:

“Um Rebe não erra.”

O chassid, então, resolveu procurar Moshê A. e lhe entregar a carta do Miteler Rebe.

Moshê A. explicou ao chassid que ele não tinha nada a ver com o pôrets. Mas o chassid, agora certo de que o Rebe sabia o que estava fazendo, insistiu. Finalmente, Moshê A. concordou em ir visitar o pôrets no dia seguinte.

No meio da noite, bateram à porta de Moshê A. E para surpresa sua, era o pôrets em pessoa, ensopado e tremendo de frio. Moshê o recebeu, deu-lhe roupas secas, alimentou-o e lhe deu de beber. Quando se sentiu melhor, o nobre  contou que estava caçando na floresta quando foi pego, de surpresa, por uma tempestade. Bateu na primeira casa que encontrou ao sair da floresta, e estava muito grato a Moshê.

Na manhã seguinte, quando o pôrets estava prestes a voltar para seu palácio, insistiu em retribuir a Moshê todo o bem que lhe fizera. Moshê, então, contou-lhe sobre o problema do chassid e pediu que reconsiderasse seu caso.

O nobre prometeu renovar seu contrato e perdoar a dívida. E acrescentou:

“Você está com sorte por ter falado comigo hoje sobre o assunto. Eu ia alugar a estalagem para outra pessoa: um parente de meu grande amigo Moshê M.

Imaginem só o que teria acontecido se o Rebe tivesse endereçado a carta para o Moshê “certo”!

Moral da história:

Um Rebe não se engana.

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5774/1295.htm#caption2

(Hebraico)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

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AS GELÉIAS DA RABANIT

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A Rebetsin Rivka, esposa do Rebe Maharash (Rebe Shemuel, o quarto Rebe da dinastia Chabad) fazia geléias de frutas, além de muitas outras boas ações. Seus doces eram famosos na região, pois além de gostosos, tinham a segulá de curar diversas doenças.

No final do verão, a Rebetsin Rivka trabalhava durante longas horas na cozinha, preparando as geléias, pois no inverno não havia frutas frescas em Lubavitch devido ao frio intenso. Descascava as frutas, retirava as sementes, cozinhava as frutas com açúcar e especiarias, para que se conservassem durante os frios meses de inverno.

Quando a Rebetsin envelheceu, contratou uma empregada judia de lar humilde, que foi morar com ela, para ajudá-la nos trabalhos domésticos e em todos os atos de bondade que praticava. Miriam era o nome da moça.

Certa vez, no final do inverno, uma mulher que morava na outra extremidade de Lubavitch bateu à porta da Rebetsin dizendo que um dos seus filhos estava muito mal da garganta e se encontrava acamado. E pediu geléias para o filho.

A Rebetsin pediu a Miriam que pegasse de todos os tipos de geléia que havia na cozinha e desse para a mãe, acrescentando: “E com a ajuda de D-us que sirvam para a recuperação completa do coitadinho.”

Miriam preparou porções generosas de todos os doces (como a Rebetsin costumava fazer), e as entregou à mãe do menino enfermo. A mãe agradeceu, pegou rapidamente os potinhos e foi embora.

A Rebetsin retornou a sua leitura de Tehilim, mas Miriam não ficou sossegada. Algo no jeito daquela mulher fez com que desconfiasse. Não se comportara como todas as mães cujos filhos estavam doentes. Não parecia preocupada, e estava com muita pressa de ir embora, como se escondesse algo.

As horas passaram. Ao anoitecer, Miriam não conseguiu se controlar mais. Vestiu seu casaco de inverno e foi lá paro o outro lado da cidade ver o que estava acontecendo na casa daquela mulher.

Já de longe avistou a casa toda iluminada e, ao aproximar-se da janela, viu que havia muitos convidados em volta da mesa, bem como o menino “doente”, que estava muito bem obrigado. E todos tomavam chá e comiam das geléias que tanto trabalho deram à Rebetsin. Percebeu que tivera razão em desconfiar.

A fiel serviçal ficou irada. Que chutspá (atrevimento)! Mentir que o menino estava doente para servir aos convidados das geléias curativas da Rebetsin!

Miriam voltou e contou, indignada, à Rebetsin, tudo o que vira.

A reação da Rebetsin, porém, foi surpreendente. Seu rosto iluminou-se e falou com a maior alegria:

Nu, Baruch Hashem! O que importa é que o menino está bem! Eu estava tão preocupada, agora estou muito feliz em saber que ele está em perfeita saúde!”

E acrescentou:

“Obrigada, Miriam, por ter ido até o outro lado da cidade para me dar a boa notícia que o menino está bem, Graças a D-us…”

Adaptada do livro:

Harabaniot – Harabanit Rivka

(Hebraico)

Por: Menachem Mendel Hershkovits

Págs.: 101-105

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NOVIDADE?

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“Eu descerei agora e verei: se fizeram de acordo com o grito dela, que chegou a Mim, Eu os destruirei; e se não, saberei.”

 (Bereshit 18:21)

Quando Rebe Levi Yitschak foi admitido como rabino de Berditchev, fez um acordo com os líderes da comunidade de que não o perturbariam para que fosse a todas as reuniões. Só o chamariam se quisessem instituir algum costume novo.

Certo dia, os líderes da comunidade se reuniram para instituir um costume novo na cidade: que não fosse permitido aos pobres ir de casa em casa pedindo esmolas. Em vez disso, lhes seria dada uma quantia mensal fixa, do fundo comunitário. E convidaram também Rebe Levi Yitschak para essa reunião. O Rav chegou e lhe foi explicado o novo estatuto que estavam pensando em estabelecer. O tsadik escutou e respondeu:

– Meus irmãos, eu não tinha pedido que não me perturbassem com estatutos antigos?

– Mas, Mestre, estamos querendo introduzir uma novidade!

Respondeu-lhes Rebe Levi Yitschak:

– Vocês estão enganados, meus irmãos. Isso não é novidade. É um costume muito antigo, que vem desde a época de Sdom e Amorá, onde era regulamentado que não se podia dar comida aos pobres…

As palavras fortes do tsadik penetraram no coração dos que lá estavam reunidos e eles retiraram a proposta da pauta.

Adaptado do livro:

Sipurei Chassidim (hebraico)

Do Rabino Shlomo Yossef Zevin

Torá, pág. 57

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SERÃO BENDITAS EM TI

BS’D

 

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O Rav tsadik autor de “Sefat Emet” de Gur za’l costumava escutar de seus filhinhos, todas as semanas, a porção semanal da Torá que haviam estudado, e os testava. Nessas ocasiões, por vezes seus filhos lhe perguntavam algo, e ele lhes respondia.

Certa vez, um de seus filhos lhe perguntou:

– Está escrito: “… e aquele que te amaldiçoar, amaldiçoarei, e serão benditas em ti todas as famílias da Terra.” (Bereshit 12:3) Se todas as famílias da Terra foram abençoadas em Avraham, quem são os que o amaldiçoam?

E o tsadik respondeu:

– A que isso se assemelha? A alguém que amaldiçoa os chassidim, mas mesmo assim gostaria que seus filhos fossem como os chassidim…

Adaptado do livro:

Sipurei Chassidim” do Rav Shlomo Yossef Zevin – Torá

(hebraico)

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De que o Rebe tem medo?

 

 

BS’D

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A Rebetsin Chaya Mushka, esposa do Rebe, disse:

“Meu marido não tem medo de nada.

Meu marido só tem medo de Rosh Hashaná.

De Rosh Hashaná o Rebe tem medo. Por um motivo muito simples: Rosh Hashaná é um dia de julgamento, e ele quer que todos sejam julgados e inscritos no Livro dos Tsadikim (justos). O Rebe jamais se preocupou consigo mesmo, mas sim com o povo judeu, por isso tem receio de Rosh Hashaná.

Rosh Hashaná é quando precisamos nos preparar para ser inscritos e selados no Livro dos Tsadikim. Hashem deve dar a todos os judeus no mundo inteiro ketivá vechatimá tová, que sejamos inscritos e selados no Livro dos Tsadikim, para um ano bom e doce em tudo de que precisamos:

Filhos – e nachas dos filhos, netos e bisnetos.

Vida – e saúde.

Sustento – em abundância.

E tudo isto em abundância

E quando estamos diante de D-us pedindo um bom ano, não devemos esquecer o principal: que seja o ano da Redenção, quando seremos todos reunidos na cidade santa de Yerushalayim, com saúde e alegria, imediatamente, mamash!

Adaptado de:

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=42289&alias=what-the-rebbe-was-afraid-of

(Inglês)

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O Casamento Secreto

BS’D

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A Rebetsin Chana, mãe do Rebe, relata em suas memórias:

Numa noite, no ano 5695 (1935), ouvimos uma batida na porta quase meia-noite. Abri a porta e vi uma mulher. Ela parou e examinou a sala para certificar-se de que não havia estranhos. Em seguida, aproximou-se do Rav e disse baixinho:

Rabi, estou chegando de uma cidade distante, cujo nome não posso revelar. Dentro de uma hora, à meia-noite, minha filha e seu noivo também chegarão. Ambos têm altos cargos no governo, de modo que é muito arriscado para eles vir até aqui. Na verdade, só aceitaram ser casados por um rabino, de acordo com a Lei Judaica, depois que chorei e implorei muito. Mas impuseram uma condição: a cerimônia teria de ser realizada pelo senhor (e nenhum outro rabino), e teria de acontecer em sua casa (e em nenhum outro lugar).”

Exatamente à meia-noite, o casalzinho apareceu. Imediatamente, cobri-lhes o rosto, para que não pudessem ser reconhecidos, e os levei para outra sala, onde não podiam ser vistos.

O Rav deu início aos preparativos para a cerimônia. Inicialmente era preciso encontrar um minyan, eram necessários outros oito homens de confiança, que pudessem “ver e não ser vistos”, e que pudéssemos ter certeza de que não iriam nos dedurar. Dentro de meia-hora, nove homens tinham chegado. Só faltava um para completar o quórum.

Um dos moradores de nosso prédio era um jovem que era o supervisor do edifício, nomeado pelo governo. Uma de suas “funções” era anotar o número de pessoas que entrava em nosso apartamento e verificar se lá estava havendo alguma cerimônia religiosa. O Rav mandou buscá-lo para ser o décimo!

O homem chegou imediatamente para ver por que tinha sido chamado. Quando o Rav lhe explicou que queria que ele completasse o minyan, para que um casamento judaico pudesse ser realizado, exclamou espantado: “Eu?” Em seguida, correu para as janelas e fechou as persianas, trancou as portas do apartamento por dentro e foi para o lugar que lhe tinha sido determinado!

A ketubá foi escrita e assinada, e o jovem casal foi chamado lá do seu esconderijo, na outra sala. O rosto da kalá ficou coberto o tempo todo. Eu trouxe uma toalha de mesa que se parecia um pouco com uma chupá. Os quatro homens mais altos a seguraram pelas pontas por sobre a cabeça do chatan, da kalá e do Rav.

A cerimônia teve início. Velas não puderam ser acesas devido à apreensão do jovem casal. A noiva deu sete voltas em torno do noivo, de acordo com o costume judaico. Ele era alto e trajava um casaco longo de couro. Lá de pé, parecia um comissário – talvez o fosse. Assim mesmo, disse as palavras: “Com este anel, tu és consagrada a mim conforme a lei e Moshê e Israel” E fez tudo o que o Rav lhe disse para fazer.

Uma e meia da manhã, os recém-casados partiram rapidamente. Dois dos que tinham participado, foram até o Rav e, sem conseguir conter a emoção, exclamaram: “Agora que estamos em sua presença, Rabi, não podemos nos separar do senhor. Tudo isto” – e lhe mostraram a carteirinha de membro do Partido Comunista – “não vale nada para nós, quando estamos em sua presença!”

Adaptado do livro:

“A Mother in Israel”

The Life and Memoirs of Rebbetzin Chana Schneerson

(Inglês)

Págs.: 29-31

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O Canal se Abriu

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O Rebe contou a seguinte história:

Certa vez, um negociante judeu foi ter com o Rebe Rayats. Naquela época, o Rebe Rayats queria publicar a coleção de livros “Sheelot Uteshuvot” do Tsêmach Tsêdek, e pediu ao homem de negócios que assumisse pagar as despesas da publicação dos livros.

O negociante perguntou ao Rebe Rayats qual a quantia necessária e o Rebe lhe respondeu. Era uma quantia muito      alta que, absolutamente, não estava dentro das possibilidades daquele negociante. Para grande surpresa, porém, o negociante disse ao Rebe que assumiria financiar a publicação dos livros.

Ao ouvir isso, o Rebe Rayats abençoou o empresário para que, pelo mérito dessa decisão, “novos canais” lhes fossem abertos lá de Cima, de modo que pudesse realizar sua decisão.

Nos depósitos do empresário se encontrava, há muito tempo, uma mercadoria da qual ele não conseguia se livrar, pois não havia demanda para ela. Não havia a menor possibilidade de vendê-la, jamais. Para seu grande espanto, assim que regressou para sua cidade, encontrou um comprador que adquiriu toda a mercadoria e por um preço muito bom!

O que ganhou desse ótimo negócio deu para pagar a publicação dos livros do Tsêmach Tsêdek e ainda lhe sobrou dinheiro!

Muito tempo depois, o empresário se encontrou novamente com o comprador. E este lhe disse: “Fique sabendo que até hoje ainda não entendo o que me deu na cabeça de comprar uma mercadoria tão ruim, e por um preço tão alto. A mercadoria não vale, absolutamente, o preço que paguei! Foi uma coisa totalmente ilógica tê-lo procurado e me oferecido para comprá-la, e até paguei à vista!”

O empresário ficou tão admirado, que correu a contar isso ao Rebe Rayats. Ele, porém, não ficou nem um pouquinho impressionado! Ao que parece, o Rebe estava acostumado a milagres…

A lição que nosso Rebe nos ensina dessa história:

Tanto com a mitsvá de tsedaká quanto com os demais assuntos de Torá e mitsvot: quando um judeu faz uma decisão que está acima de suas possibilidades – “novos canais” lhes são abertos para que consiga cumprir sua decisão. Apesar de que em sua situação atual lhe seja impossível – mas a boa decisão, em si, faz com que lhe seja possível realizá-la!

Do livro:

“Má Shesiper li haRabi” (hebraico) Vol. III, págs. 154-155.

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Por que o Rebe Rayats riu?

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O Rebe contou a seguinte história:

Aconteceu quando o Rebe Rayats se encontrava em Varsóvia.

Certo dia, um grande milionário foi visitá-lo. Quando ele saiu, meu sogro me contou, rindo, que acontecera uma grande tragédia ao ricaço.

Fiquei muito espantado: se o Rebe estava contando que acontecera uma grande desgraça ao milionário, qual o motivo do riso?!

O Rebe Rayats continuou dizendo que aquele ricaço perdera uma fortuna, mencionou a quantia e continuou rindo. Espantei-me novamente.

Foi quando o Rebe me explicou:

“Se o abastado tivesse doado parte de seu dinheiro para tsedaká – teria tido um prejuízo menor. Só lhe aconteceu essa desgraça porque ficou com todo o dinheiro para si.” (Em outro lugar há outra versão: “Se ele só tivesse, desde o começo, a quantia que lhe restou após a ‘tragédia’, não estaria se queixando. Só está chateado porque antes ele tinha mais.”)

E nosso Rebe nos dá o seguinte ensinamento que pode ser obtido dessa história:

As pessoas pensam que estão fazendo um favor ao Rebe quando dão tsadaká para as instituições do Rebe. Mas não é assim: o Rebe, na verdade, está lhes fazendo um favor por lhes dar o mérito de dar tsadaká. O Rebe quer que as pessoas participem de seu trabalho sagrado contribuindo financeiramente, pois isso é bom para os próprios doadores. Tal como dizem nossos Sábios sobre o passuk asser teasser“asser bishvil shetitasher = dê maasser para que você fique rico”

Do livro:

“Má shesiper li haRabi” (hebraico) Vol. III, págs. 152-153.

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

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