Archive for história

De que o Rebe tem medo?

 

 

BS’D

65356_news_16082013_11261

A Rebetsin Chaya Mushka, esposa do Rebe, disse:

“Meu marido não tem medo de nada.

Meu marido só tem medo de Rosh Hashaná.

De Rosh Hashaná o Rebe tem medo. Por um motivo muito simples: Rosh Hashaná é um dia de julgamento, e ele quer que todos sejam julgados e inscritos no Livro dos Tsadikim (justos). O Rebe jamais se preocupou consigo mesmo, mas sim com o povo judeu, por isso tem receio de Rosh Hashaná.

Rosh Hashaná é quando precisamos nos preparar para ser inscritos e selados no Livro dos Tsadikim. Hashem deve dar a todos os judeus no mundo inteiro ketivá vechatimá tová, que sejamos inscritos e selados no Livro dos Tsadikim, para um ano bom e doce em tudo de que precisamos:

Filhos – e nachas dos filhos, netos e bisnetos.

Vida – e saúde.

Sustento – em abundância.

E tudo isto em abundância

E quando estamos diante de D-us pedindo um bom ano, não devemos esquecer o principal: que seja o ano da Redenção, quando seremos todos reunidos na cidade santa de Yerushalayim, com saúde e alegria, imediatamente, mamash!

Adaptado de:

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=42289&alias=what-the-rebbe-was-afraid-of

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »

O Casamento Secreto

BS’D

índice

 

A Rebetsin Chana, mãe do Rebe, relata em suas memórias:

Numa noite, no ano 5695 (1935), ouvimos uma batida na porta quase meia-noite. Abri a porta e vi uma mulher. Ela parou e examinou a sala para certificar-se de que não havia estranhos. Em seguida, aproximou-se do Rav e disse baixinho:

Rabi, estou chegando de uma cidade distante, cujo nome não posso revelar. Dentro de uma hora, à meia-noite, minha filha e seu noivo também chegarão. Ambos têm altos cargos no governo, de modo que é muito arriscado para eles vir até aqui. Na verdade, só aceitaram ser casados por um rabino, de acordo com a Lei Judaica, depois que chorei e implorei muito. Mas impuseram uma condição: a cerimônia teria de ser realizada pelo senhor (e nenhum outro rabino), e teria de acontecer em sua casa (e em nenhum outro lugar).”

Exatamente à meia-noite, o casalzinho apareceu. Imediatamente, cobri-lhes o rosto, para que não pudessem ser reconhecidos, e os levei para outra sala, onde não podiam ser vistos.

O Rav deu início aos preparativos para a cerimônia. Inicialmente era preciso encontrar um minyan, eram necessários outros oito homens de confiança, que pudessem “ver e não ser vistos”, e que pudéssemos ter certeza de que não iriam nos dedurar. Dentro de meia-hora, nove homens tinham chegado. Só faltava um para completar o quórum.

Um dos moradores de nosso prédio era um jovem que era o supervisor do edifício, nomeado pelo governo. Uma de suas “funções” era anotar o número de pessoas que entrava em nosso apartamento e verificar se lá estava havendo alguma cerimônia religiosa. O Rav mandou buscá-lo para ser o décimo!

O homem chegou imediatamente para ver por que tinha sido chamado. Quando o Rav lhe explicou que queria que ele completasse o minyan, para que um casamento judaico pudesse ser realizado, exclamou espantado: “Eu?” Em seguida, correu para as janelas e fechou as persianas, trancou as portas do apartamento por dentro e foi para o lugar que lhe tinha sido determinado!

A ketubá foi escrita e assinada, e o jovem casal foi chamado lá do seu esconderijo, na outra sala. O rosto da kalá ficou coberto o tempo todo. Eu trouxe uma toalha de mesa que se parecia um pouco com uma chupá. Os quatro homens mais altos a seguraram pelas pontas por sobre a cabeça do chatan, da kalá e do Rav.

A cerimônia teve início. Velas não puderam ser acesas devido à apreensão do jovem casal. A noiva deu sete voltas em torno do noivo, de acordo com o costume judaico. Ele era alto e trajava um casaco longo de couro. Lá de pé, parecia um comissário – talvez o fosse. Assim mesmo, disse as palavras: “Com este anel, tu és consagrada a mim conforme a lei e Moshê e Israel” E fez tudo o que o Rav lhe disse para fazer.

Uma e meia da manhã, os recém-casados partiram rapidamente. Dois dos que tinham participado, foram até o Rav e, sem conseguir conter a emoção, exclamaram: “Agora que estamos em sua presença, Rabi, não podemos nos separar do senhor. Tudo isto” – e lhe mostraram a carteirinha de membro do Partido Comunista – “não vale nada para nós, quando estamos em sua presença!”

Adaptado do livro:

“A Mother in Israel”

The Life and Memoirs of Rebbetzin Chana Schneerson

(Inglês)

Págs.: 29-31

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »

O Canal se Abriu

BS’D

Harvest

O Rebe contou a seguinte história:

Certa vez, um negociante judeu foi ter com o Rebe Rayats. Naquela época, o Rebe Rayats queria publicar a coleção de livros “Sheelot Uteshuvot” do Tsêmach Tsêdek, e pediu ao homem de negócios que assumisse pagar as despesas da publicação dos livros.

O negociante perguntou ao Rebe Rayats qual a quantia necessária e o Rebe lhe respondeu. Era uma quantia muito      alta que, absolutamente, não estava dentro das possibilidades daquele negociante. Para grande surpresa, porém, o negociante disse ao Rebe que assumiria financiar a publicação dos livros.

Ao ouvir isso, o Rebe Rayats abençoou o empresário para que, pelo mérito dessa decisão, “novos canais” lhes fossem abertos lá de Cima, de modo que pudesse realizar sua decisão.

Nos depósitos do empresário se encontrava, há muito tempo, uma mercadoria da qual ele não conseguia se livrar, pois não havia demanda para ela. Não havia a menor possibilidade de vendê-la, jamais. Para seu grande espanto, assim que regressou para sua cidade, encontrou um comprador que adquiriu toda a mercadoria e por um preço muito bom!

O que ganhou desse ótimo negócio deu para pagar a publicação dos livros do Tsêmach Tsêdek e ainda lhe sobrou dinheiro!

Muito tempo depois, o empresário se encontrou novamente com o comprador. E este lhe disse: “Fique sabendo que até hoje ainda não entendo o que me deu na cabeça de comprar uma mercadoria tão ruim, e por um preço tão alto. A mercadoria não vale, absolutamente, o preço que paguei! Foi uma coisa totalmente ilógica tê-lo procurado e me oferecido para comprá-la, e até paguei à vista!”

O empresário ficou tão admirado, que correu a contar isso ao Rebe Rayats. Ele, porém, não ficou nem um pouquinho impressionado! Ao que parece, o Rebe estava acostumado a milagres…

A lição que nosso Rebe nos ensina dessa história:

Tanto com a mitsvá de tsedaká quanto com os demais assuntos de Torá e mitsvot: quando um judeu faz uma decisão que está acima de suas possibilidades – “novos canais” lhes são abertos para que consiga cumprir sua decisão. Apesar de que em sua situação atual lhe seja impossível – mas a boa decisão, em si, faz com que lhe seja possível realizá-la!

Do livro:

“Má Shesiper li haRabi” (hebraico) Vol. III, págs. 154-155.

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

 

Leave a comment »

Por que o Rebe Rayats riu?

BS’D

rebbe-weekly-children-tzedakah

O Rebe contou a seguinte história:

Aconteceu quando o Rebe Rayats se encontrava em Varsóvia.

Certo dia, um grande milionário foi visitá-lo. Quando ele saiu, meu sogro me contou, rindo, que acontecera uma grande tragédia ao ricaço.

Fiquei muito espantado: se o Rebe estava contando que acontecera uma grande desgraça ao milionário, qual o motivo do riso?!

O Rebe Rayats continuou dizendo que aquele ricaço perdera uma fortuna, mencionou a quantia e continuou rindo. Espantei-me novamente.

Foi quando o Rebe me explicou:

“Se o abastado tivesse doado parte de seu dinheiro para tsedaká – teria tido um prejuízo menor. Só lhe aconteceu essa desgraça porque ficou com todo o dinheiro para si.” (Em outro lugar há outra versão: “Se ele só tivesse, desde o começo, a quantia que lhe restou após a ‘tragédia’, não estaria se queixando. Só está chateado porque antes ele tinha mais.”)

E nosso Rebe nos dá o seguinte ensinamento que pode ser obtido dessa história:

As pessoas pensam que estão fazendo um favor ao Rebe quando dão tsadaká para as instituições do Rebe. Mas não é assim: o Rebe, na verdade, está lhes fazendo um favor por lhes dar o mérito de dar tsadaká. O Rebe quer que as pessoas participem de seu trabalho sagrado contribuindo financeiramente, pois isso é bom para os próprios doadores. Tal como dizem nossos Sábios sobre o passuk asser teasser“asser bishvil shetitasher = dê maasser para que você fique rico”

Do livro:

“Má shesiper li haRabi” (hebraico) Vol. III, págs. 152-153.

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »

“Vi que D-us existe”

BS’D

25836

 

Em 1985, quando Chaya Rivka, a filha mais velha do Rabino Yitschak Dovid Grossman, rabino-chefe de Migdal Haemek, Israel, chegou da escola com um olho inchado, o rabino e sua esposa não deram importância. Mas seu olho continuou a inchar, e dele começou a sair pus e sangue.

Levaram Chaya Rivka aos melhores especialistas de Israel, mas nenhum deles conseguiu identificar o problema. Alguns disseram que era alergia, outros disseram que havia um problema no próprio olho, ao passo que outros disseram que era um problema dermatológico. Enquanto isso, o olho só piorava.

Pouco depois o rabino precisou fazer uma viagem aos Estados Unidos, onde lhe sugeriram que ele consultasse o Dr. Albert Hornblass, de abençoada memória, que era um oftalmologista muito capacitado. O rabinho levou a documentação médica de sua filha, e explicou todos os detalhes de seu caso. O médico respondeu que precisava examinar a paciente. Imediatamente, o rabino comprou uma passagem para sua filha, que chegou na manhã seguinte.

O vôo de Chaya Rivka aterrissou às 6 da manhã, e assim que ela desceu do avião, pediu que seu pai a levasse para ver o Rebe de Lubavitch. O Rebe costumava chegar a seu escritório às 10 da manhã.  Naquela hora, as pessoas esperavam no caminho para cumprimentar o Rebe ou para receber uma berachá . Quando o carro do Rebe parou, o Rabino Grossman ficou parado bem no meio do caminho, de modo que o Rebe não pudesse deixar de percebê-lo. Quando o Rebe o viu, notou que algo estava errado.

Rebe!” – Exclamou o Rabino Grossman. – “Esta é minha filha, sobre quem escrevi dizendo que ela estava com um problema no olho. Ela precisa de uma recuperação completa. Por favor, o Rebe pode lhe dar uma berachá?”

O Rebe olhou para ela e disse: “Verifique a mezuzá imediatamente, e ela terá uma recuperação completa e imediata.”

Sem perder tempo, o Rabino Grossman telefonou para Israel e pediu que a mezuzá fosse verificada. Sua esposa a levou imediatamente para seu escriba, e o que ele descobriu foi impressionante. Na frase “entre teus olhos”, a palavra einecha, “teus olhos” estava apagada. Sua esposa imediatamente afixou uma mezuzá nova e kasher.

O rabino desligou o telefone e foi rezar a oração matinal. Quando acabou, encontrou Chaya Rivka, que lhe disse que seu olho estava com uma sensação estranha. Ela resolveu dormir um pouco. Quando acordou, seu olho tinha, miraculosamente, voltado ao normal.

Eles tinham um horário marcado com o Dr. Hornblass para aquela tarde e resolveram não desmarcar. Quando o médico examinou Chaya Rivka, ficou espantadíssimo. Não tinha explicação para seu olho ter se curado durante um cochilinho. O Rabino Grossman contou ao médico sobre sua conversa com o Rebe e o milagre com a mezuzá.

Dezoito anos depois, o Rabino Grossman foi o convidado especial para um evento em uma comunidade em New Jersey. No Shabat, quando o rabino entrou na sinagoga, um judeu que estava rezando com um talit, correu a seu encontro, e começou a abraçá-lo e beijá-lo.

Era o Dr. Hornblass. Chorando disse ao rabino: “Vi o milagre do Rebe de Lubavitch com sua filha e vi que D-us existe.”

Adaptado do livro:

“Guardian of Israel – Miracle Stories of Tefillin and Mezuzah”

por Rabino Aaron L. Raskin

(Inglês)

Págs. 28-29

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

Leave a comment »

Assim Mesmo!

BS’D

Rebbe 2

Mashiach vai chegar de repente?

O Rabino Yoel Kahan relata:

Certo dia, os chassidim Shmuel Itche Raices e Moshe Dubinsky estavam parados no 770, na escada que vai do grande zal para o corredor de cima. Estavam conversando sobre como será a chegada de Mashiach, e citaram o Alter Rebe, que disse que enquanto o alfaiate estiver costurando e o sapateiro estiver fazendo sapatos, Mashiach vai chegar de repente.

Naquele instante, o Rebe saiu de seu escritório e se aproximou deles. Um deles cochichou:

“Olhe, Mashiach vai chegar de repente, assim.”

O Rebe ouviu esse comentário e respondeu:

“Sim, exatamente assim!”

De “Kfar Chabad Magazine”

Adaptado de:

http://www.shmais.com/articles/stories?start=240

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »

ATÉ UM NÃO-JUDEU ENTENDE

BS’D

flores 7 Hebrew-University-Jerusalem34

Durante um farbrenguen em 5713 (1953), o Rebe contou que quando os oponentes do Alter Rebe o denunciaram ao governo russo, o governo enviou um ministro, chamado Dershavin, para descobrir mais sobre ele. O ministro, que era um anti-semita declarado, além de alcoólatra, escreveu que o dinheiro arrecadado pelo Alter Rebe, vinha dos Chassidim. E definiu Chassidim como sendo aqueles que acreditam na chegada de Mashiach, e que, consequentemente, o Templo Sagrado seria construído em breve. Por isso, angariavam fundos para custear a construção do Templo.

O Rebe concluiu dizendo que até mesmo um anti-semita bêbado entendia que um Chassid é alguém que acredita na chegada imediata de Mashiach e está fazendo os preparativos para sua chegada. E isso foi há 150 anos!  

De: “Kfar Chabad Magazine”

Adaptado de:

http://www.shmais.com/articles/stories?start=200

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

Leave a comment »

Escadas e Desafios

BS’D

95038_6_2441_3214227055

O rabino Shabsi Slavatitski, shaliach Chabad na Antuérpia, conta sobre o encontro de um dos membros de sua comunidade com o Rebe:

O Rebe olhou para ele. Ele estava tão emocionado que não conseguia falar. O Rebe lhe deu o dólar. Ele estendeu a mão e segurou o dólar, mas o Rebe não soltou a nota, continuou segurando-a. De modo que ele ficou diante do Rebe, segurando o dólar de um lado, enquanto o Rebe o segurava do outro lado. Durante todo esse tempo, o Rebe olhava para ele carinhosamente, sentia que o Rebe estava fazendo seu ultra-som espiritual.

Finalmente, as palavras saíram:

“Estou com um problema…”

O Rebe inclinou-se em sua direção.

“Comecei a me aproximar do judaísmo, mas tenho uma namorada não-judia com quem decidi casar…”

Não conseguiu dizer mais nada. Mas sabia que o Rebe o compreendia. Esperava que o Rebe lhe desse uma bronca, passasse um sermão. Mas o Rebe falou, apenas:

“Tenho inveja de você.”

O rapaz não estava entendendo, mas o Rebe continuou:

“Na vida há muitas escadas. A escada é a escolha. D-us dá a cada um a possibilidade de decidir, e esta é a escada, cujo topo chega até o Céu. Este teste é um desafio para você, ele o elevará às alturas. Jamais tive um teste assim. Se D-us está lhe dando este desafio, é sinal de que Ele acredita em você e lhe dá as forças para resistir e vencer.”

O Rebe concluiu, e só então soltou o dólar.

Conta o rapaz:

“Não sei o que aconteceu comigo depois. Só sei que pouco depois me encontrei num canto da sinagoga chorando. Chorei como uma criança. Senti que as lágrimas estavam me purificando. Alguém perguntou, delicadamente, se eu queria beber alguma coisa. Não esperou a resposta e me deu uma garrafinha de bebida. E consegui me acalmar. Voltei para a Bélgica e me tornei outra pessoa. O encontro com o Rebe mudou minha vida.”

Esse judeu aceitou o desafio. Subiu na escada. Atualmente, M. é um homem chassídico em todos os aspectos. Mora em Êrets Yisrael constituiu uma bela família.

Quanto a nós…

Cada um tem sua escada.

M. entendeu que as dificuldades são, de fato, escadas, que os testes são desafios. Não há outro jeito de se elevar. Só através das escadas. Por mais difíceis que pareçam.

Quando não há dificuldades, não há testes. Quando não há testes, não há escadas. Quando levamos a vida sem desafios, não estamos avançando. Estamos andando em círculos e voltando sempre ao mesmo lugar.

Cada teste revela a confiança que D-us tem em nós. Revela as forças que possuímos. Quando pais amorosos querem revelar o poder de andar que seu filho tem, se distanciam um pouco e o encorajam a caminhar sozinho. Sabemos que os pais acreditam na criança e sabem que ela pode andar. De modo semelhante, quando D-us nos coloca diante de um desafio, está mostrando o amor e a confiança que tem em nós.

Cada teste é uma escada por onde as almas sobem e a Shechiná desce. Quando todas as nossas escadas forem galgadas, a Shachiná descerá por elas, e o Rei Mashiach se revelará. Que seja em breve, realmente!

Adaptado do livro:

Lechanech et Hamêlech Shebaieled”

(Hebaico)

R. Menachem Mendel Hacohen Fridman

Págs.: 45-47

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »

Por Entre as Gotas de Chuva

BS’D

450px-Menucha_Rochel_Slonim's_grave_tombstone

A Rebetsin Menucha Rachel Slonim, filha do Miteler Rebe muito desejava ir morar em Êrets Yisrael.

Certa vez, adoeceu gravemente e os médicos já tinham perdido as esperanças de que sobrevivesse. Seu pai, o Miteler Rebe, mandou que cochichassem na sua orelha que ele estava dizendo que ela ficaria boa e ainda conseguiria ir morar na Terra Santa. Ela curou-se imediatamente.

E, realmente, no ano 5605, a conselho de seu cunhado, oTsêmach Tsêdek, fez aliá com sua família.

Quando foi se despedir de seu cunhado, o Tsêmach Tsêdek, queixou-se de que estava com medo de viajar devido às chuvas.

O Rebe (o Tsêmach Tsêdek) respondeu:

“Não se preocupe, você vai viajar por entre as gotas de chuva!”

E, de fato, desde aquele dia, até o último dia de sua vida, jamais caiu sobre ela uma gota de chuva.

A Rebetsin e sua família se estabeleceram na cidade de Chevron.

Adaptado de: “Yemei Chabad” (Hebraico),

pág. 67.

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »

Dedicação

BS’D

Elisha.TheRebbetzin-1-Copy-2

O Rabino Binyomin Klein, de abençoada memória, secretário do Rebe, relatou o seguinte fato:

Numa madrugada de inverno em 1966, cerca de 3:30 da manhã, o Rebe já tinha ido para casa – cedo, pois naquela noite não houvera audiências particulares. Naquele instante o telefone tocou. Atendi e perguntei: “Quem fala?”

No outro lado da linha, uma mulher histérica falou:

“Meu bebê! Acaba de cair e se machucou muito.”

Ao que parece, os médicos estavam indecisos a respeito dos procedimentos, devido ao estado grave do neném.

“Por favor, o senhor pode entrar em contato com o Rebe para mim? Preciso de uma berachá e de um conselho, urgente.” Chorava ela.

“Sinto muito”, expliquei, “mas o Rebe já saiu do escritório. Infelizmente isso terá de esperar até amanhã. Mas prometo que pergunto ao Rebe, logo que ele chegar.”

A mãe implorou: “É uma questão de vida ou morte. Preciso de uma resposta agora.”

Olhei para o telefone. O Rebe poderia já estar dormindo. Mas resolvi tentar. Se atendessem ao telefone, eu me desculparia por telefonar tão cedo.

Constrangido, disquei. A Rebetsin atendeu. “Quem fala?”

Disse meu nome e imediatamente comecei a pedir desculpas por telefonar tão tarde.

Em seguida continuei. “Mas há uma senhora que precisa muito. Ela diz que é uma questão de vida ou morte. E descrevi seu problema.

A Rebetsin exclamou:

“Por que você está pedindo desculpas? Pelo contrário, é para isto que meu marido e eu estamos aqui. Nossa missão é servir aos judeus, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Não temos folga.”

Adaptado de “Portrait of a Leader”

Baseado em: http://lchaimweekly.org/ (inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »