A SÍNDROME DE DEFICIÊNCIA ESPIRITUAL

BS’D

Arte by Yoram Raanan

Na medicina, conhecemos diversas “síndromes de deficiência”, ou seja, doenças causadas pela falta de algum nutriente no corpo. Cada uma dessas síndromes tem sintomas específicos.  Por exemplo, a deficiência de vitamina C causa hematomas frequentes, e sangramentos nas gengivas. A falta de vitamina D pode causar crescimento ósseo defeituoso. Cada síndrome só pode ser corrigida se o nutriente específico que está faltando for suprido. Síndrome de vitamina C não será curada por mega doses de vitaminas A, B, D e E. Os sintomas persistirão até que a vitamina que está faltando seja fornecida.

O ser humano é uma criatura composta de corpo e espírito. Para todos os intentos e propósitos, o corpo humano é, essencialmente, animal. A singularidade do ser humano não está em seu corpo, e sim, em seu espírito. O corpo é acessível ao estudo e, através das épocas, os cientistas da medicina aprenderam muita coisa sobre as necessidades do corpo. O espírito, porém, é impalpável. Sendo, portanto, muito menos acessível para análise.

Nossos Sábios disseram que a neshamá ou espírito, tem “necessidades nutricionais” específicas, tal qual o corpo. Os nutrientes da neshamá são as mitsvot da Torá. A falha em fornecer à neshamá seus nutrientes essenciais resultam em uma “síndrome de deficiência espiritual”. O principal sintoma dessa síndrome é a sensação de descontentamento.

Como as necessidades espirituais da pessoa não podem ser examinadas em laboratório, é comum que a causa do descontentamento não seja detectada. A pessoa que se sente insatisfeita procura, obviamente, um jeito de aliviar essa sensação desagradável. Uma pessoa pode tentar ganhar mais dinheiro; outra, pode se voltar para a comida; e outro, ainda, para a bebida, calmantes e outras drogas. Nenhum desses são os nutrientes específicos que estão faltando para a neshamá. E é por isso que esses escapes não podem dar mais do que um alívio passageiro. A pessoa que se sente um pouco aliviada do desconforto depois de comer, logo descobre que a sensação desagradável voltou, e vai procurar mais comida.

Se a pessoa procura alívio na comida, no dinheiro, em honrarias, drogas, álcool, ou qualquer outra coisa, a recaída do descontentamento trará como consequência, voltar a procurar esse modo de alívio. É assim que o “vício em trabalho” se desenvolve.

As trajetórias dos vícios em trabalho, comida, álcool e drogas são todas semelhantes. Não têm fim. É impossível de se chegar a uma satisfação duradoura, porque nenhum deles proporciona o nutriente espiritual que está faltando. A deficiência espiritual não pode ser aliviada por nenhum deles, do mesmo modo que as vitaminas A, B, D e E não curam a deficiência da vitamina C.

Nas obras éticas judaicas, encontramos referência ao conceito de simchá shel mitsvá. Isso costuma ser traduzido por “a alegria do cumprimento de uma mitsvá. Mas simchá pode ter vários significados. Pode, de fato, significar “alegria”, ou “júbilo”, mas também pode significar “satisfação”, como quando o Talmud diz que uma pessoa verdadeiramente rica é quem está sameach bechelkô – satisfeito com seu quinhão. Isso não significa, necessariamente, que se espera que a pessoa esteja feliz se estiver vivendo em condições muito apertadas. Mas, embora possa não estar eufórica, pode estar satisfeita com sua porção. Do mesmo modo, não é todo mundo que está no nível de ficar extasiado com o cumprimento de uma mitsvá, mas deve-se sentir satisfação, que é o alívio do descontentamento da síndrome de deficiência espiritual.

A fome espiritual não é muito diferente da fome física. A fome pode ser saciada por qualquer comida, mas há uma diferença óbvia entre comer algo sem gosto e comer alimentos deliciosos. Cumprir uma mitsvá, realmente, supre o nutriente que está faltando à neshamá,mas há uma diferença entre fazer uma mitsvá de modo rotineiro, “insípido”, ou como uma “coisa gostosa”, com a kavaná (intenção) adequada. Se nos encontramos persistentemente descontentes, seria sensato reavaliar a qualidade de nossas mitsvot.

Rabino Doutor Abraham Twerski

Reprinted with permission from Jewish Action, the magazine of the Orthodox Union

http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5762/694.htm

http://lchaimweekly.com

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

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O QUE VEM PRIMEIRO?

BS’D

“Se me der pão para comer e roupas para vestir”

(Bereshit 28:20)

No “grande casamento”, dos netos do Rebe Levi Yitschak de Berditchev e do Alter Rebe, autor do Tanya, os dois avós tsadikim estavam presentes.

Na hora da refeição do casamento, o Alter Rebe bebeu lechaim para seu mechutan (consogro), o tsadik de Berditchev:

Lechaim, mechutan! Que Hashem nos ajude material e espiritualmente.

Ao que Rebe Levi Yitschak de Berditchev perguntou:

– Como pode ser, mechutan?A materialidade antecede a espiritualidade?!

Ao que respondeu o Alter Rebe:

– É o que consta com Yaakov, nosso patriarca, em Parashat Vayetsê: “Se me der pão para comer e roupas para vestir…então será o Eterno para mim por D-us.” Ele pôs o material antes do espiritual.

Rebe Levi Yitschak de Berditchev voltou a perguntar:

– Mas podemos comparar a materialidade de Yaakov, nosso Patriarca à nossa?!

O Alter Rebe respondeu:

– E podemos comparar nossa espiritualidade à de Yaakov, nosso Patriarca?!

Do livro: Sipurei Chassidim, Torá

Rav Shlomo Yossef Zevin

Pág. 95

(Hebraico)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

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Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

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ESPINAFRE ACEBOLADA

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Ingredientes:

1 maço de espinafre (lavado, examinado e cortado)

1 cebola média fatiada

1 cenoura em rodelas

Óleo para fritar

Sal e pó parve para sopa a gosto

(Obs: o espinafre encolhe muito na panela, portanto é melhor temperar depois de ele ter encolhido, para que não saia salgado.)

Modo de Fazer:

Numa panela grande, frite a cebola até dourar.

Acrescente a cenoura, em seguida o espinafre.

Tampe a panela e misture de vez em quando até que o espinafre encolha.

Acrescente os temperos, misture bem e deixe cozinhar até que seque quase toda a água.

Lebriut!

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SUBIR OU DESCER?

BS’D

“Uma escada estava apoiada no chão, e seu topo chegava ao Céu.” (Bereshit 28:12)

Escada, sulam em hebraico, tem o mesmo valor numérico que dinheiro (mamon).

Isso nos ensina que o dinheiro é como uma escada – pode ser utilizado para subir e se aproximar do Céu ou, com ele pode-se descer às profundezas.

Tudo depende de como o usamos e com que objetivo.

(O Báal Shem Tov)

http://lchaimweekly.com/lchaim/5756/394.htm#caption8

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(Inglês)

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COMPRADO E DOCUMENTADO!

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Arte by Alex Levin

O fato de Avraham haver comprado o campo onde está Maarat Hamachpelá representa o início da redenção geral de todos os judeus.

O comentário Paaneach Razá explica que com os 400 shekels de prata que Avraham pagou (Chayei Sara 23:16), ele adquiriu 1 cúbito quadrado da Terra de Israel para cada uma das 600.000 almas-raízes de Israel. Pois pelo cálculo de “as sementes de um chomer de cevada a cinquenta shekels de prata” (Vayikrá 27:16), 400 shekels de prata resgatam exatamente 600.000 cúbitos quadrados.

Do livro:

“Living with Moshiach” do R. J. Immanuel Schochet

Págs.: 30-31

(Inglês)

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SHALOM SHALOM VEEIN SHALOM

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Arte by Baruch Nachshon

Nas Leis de ShabatOrach Chaim, cap. 329, parágrafo 6, consta:

“Quando não-judeus sitiam cidades judias, se vierem por motivos financeiros, não profanamos o Shabat por causa deles [lutando contra eles]. Mas se vierem com a intenção de tirar vidas, ou até mesmo se vierem sem anunciar seu objetivo, e haja motivo para suspeitar de que, talvez, estejam vindo para tirar vidas; mesmo se não tiverem chegado ainda, saímos contra eles com armas e profanamos o Shabat por causa deles. Quando se trata de uma cidade próxima à fronteira, mesmo se sua intenção for apenas [pegar] palha e restolho, devemos profanar o Shabat por causa deles; pois [se não impedirmos que cheguem] podem conquistar a cidade, e de lá será fácil para eles conquistar [o restante de] o país [uma vez que é uma cidade de fronteira].

Esta é a Lei Judaica.

É só olhar o mapa de Israel para perceber claramente que, devido ao tamanho, todo o país está na categoria de cidade próxima à fronteira.

>><< 

“É óbvio que Israel não vai ganhar nada se abrir mão de territórios, como vimos no passado.”

(De uma carta do Rebe do mês de Kislev de 5729 – 1969)

>><< 

“O motivo pelo qual os árabes estão se recusando a sentar-se na mesa de negociação é que D-us está endurecendo o coração deles”

(O Rebe, Shabat Parashat Matot-Massê, 5729)

Baseado em:

https://www.sie.org/

(Inglês)

Em homenagem ao aniversário do Rebe Rashab (20 de Cheshvan)

Em homenagem ao aniversário de Avraham Wolf ben Julie Orit (20 de Cheshvan)

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ACIMA DA NATUREZA NA NATUREZA

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Arte by Baruch Nachshon

Parashat Lech Lechá concentra-se na vida de Avraham e sua família. Molda a base, e reflete o futuro do povo judeu. O auge dos acontecimentos desta Parashá  gira em torno da educação dos dois filhos de Avraham: Yishmael e Yitschak.

Nossa matriarca, Sara, não tinha filhos. Num ato de supremo altruísmo, incentivou Avraham a casar-se com sua empregada, Hagar, na esperança de que, por meio dela, D-us realizasse Sua promessa a Avraham de que seus descendentes seriam Seu povo escolhido. Quando nasceu um filho para Avraham e Hagar, Avraham expressou sua satisfação com Yishmael. De fato, quando D-us prometeu a Avraham um filho de Sara, Avraham suplicou a D-us: “Tomara que Yishmael viva diante de Ti.” (Berehsit 17:18) insinuando que Yishmael lhe era suficiente. Contudo, D-us disse a Avraham que Seu pacto seria estabelecido através de Yitschak.

Qual a diferença entre Yishmael e Yitschak, para que D-us insistisse em criar Seu pacto exclusivamente através de Yistschak? Tudo o que se refere ao nascimento, educação e vida de Yishmael baseava-se na ordem natural e no processo lógico. Nasceu quando Hagar ainda era jovem. Aceitou seu pacto com D-us (circuncisão) com a idade de 13 anos, quando pode tomar uma decisão racional de aceitar a crença no D-us único.

O nascimento de Yitschak, por outro lado, foi todo rodeado de eventos sobrenaturais. Nasceu, miraculosamente, quando Sara tinha 90 anos de idade. Foi levado para o pacto de D-us quando era um bebezinho de 8 dias, antes de poder se comportar de modo racional ou intelectual. Além disso, D-us participou na educação de Yitschak: ordenou a Avraham que atendesse ao pedido de Sara para que Yishmael fosse mandado embora, porque ele era uma má influência para Yitschak.

Nossos Sábios nos dizem que as “ações de nossos ancestrais são um sinal para nós” de como conduzir nossa vida. O fato de D-us ter escolhido Yitschak para com ele estabelecer Seu pacto é uma indicação clara para nós. Mesmo quando parece ser correta uma abordagem analítica e sistemática ao judaísmo e à fé, a Torá enfatiza algo diferente. Para assegurar nossa ligação contínua e ininterrupta com D-us, precisamos conduzir nossa vida no reino supernatural e supra racional. Também temos de ter uma posição firme, como  fez Sara, e educar nossos filhos como Yitschak. Nossos filhos precisam ser criados e imbuídos com os milagres e elementos sobrenaturais do judaísmo, num ambiente desprovido de influências negativas.

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch

http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5766/894.htm#caption2

http://www.lchaimweekly.org/

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Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa,  de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

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Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Libe bat Tzipora

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O MENINO COM NOME DE JUDEU

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Arte by Baruch Nachshon

Tuvia Bolton escreveu a seguinte história, que ele ouviu do Rabino Leibel Groner, secretário do Rebe:

Uma mulher da comunidade Chabad-Lubavitch do Brooklyn foi parada por um guarda de trânsito de Nova York por alguma infração. O guarda, parado ao lado da janela aberta do carro, percebeu uma foto do Rebe de Lubavitch na bolsa da mulher.

“Desculpe, a senhora é seguidora deste rabino?” Perguntou.

“Sou.” Respondeu ela.

“Bom, neste caso, não vou lhe dar multa.” Fechou o bloquinho de multas e continuou. “Sabe por quê? Porque este rabino”, apontou para a foto que ela estava, segurando, “fez um grande milagre para mim.”

“Bom, já que você não está me multando, tenho tempo de escutar sua história.” Disse a mulher, grata.

O policial sorriu e falou: “Esta é minha história predileta, mas não a contei a muitos judeus, na verdade, acho que a senhora é a primeira.” Os carros estavam passando rapidamente por trás dele, fazendo com que tivesse que levantar a voz. “A história é a seguinte:

“Fiz parte da escolta policial que, uma vez por semana, acompanhava o rabino ao Cemitério Montefiore (onde o sogro e antecessor do Rebe está enterrado). Fiquei conhecendo alguns dos jovens que acompanhavam o Rebe, a aprendi muitas coisas. São muito simpáticos, o que a senhora já deve saber, e conversávamos bastante, enquanto o rabino estava rezando lá dentro.

“Bem, certo dia, vi que todos eles estavam conversando muito empolgados, e perguntei o que tinha havido. Disseram que o rabino faz muitos milagres para as pessoas, mas naquele dia, tinha feito um milagre realmente extraordinário. Eu nem cheguei a perguntar qual foi o milagre, só perguntei se o rabino ajuda também não-judeus.

“‘Claro,’ disseram, ‘o Rebe ajuda qualquer pessoa que pede. Por quê? Você está precisando de alguma coisa?’ Aí contei que eu e minha esposa estávamos casados há nove anos e não tínhamos filhos, e na semana anterior os médicos nos disseram que não tínhamos a menor chance. Tínhamos gastado muito dinheiro com tratamentos e todo tipo de grandes especialistas, fazia seis ou sete anos que rodávamos como baratas tontas, e eles tinham acabado de nos dizer que já tinham tentado de tudo e que não havia chance. Vocês não podem imaginar como ficamos arrasados. Minha esposa não parava de chorar e eu comecei a chorar também.

“Aí um dos jovens me disse: ‘Escute, da próxima vez que você acompanhar o Rebe ao cemitério, fique perto da porta do carro dele, e quando ele sair, peça a ele uma bênção.’ E foi o que fiz. Na vez seguinte em que fiz parte da escolta, fiquei perto da porta e quando ele saiu perguntei: ‘Com licença, Rabino, o senhor só abençoa judeus ou não-judeus também?’

“E o Rabino olhou para mim como um bom amigo, impressionante, e disse que tenta ajudar todos que pode. Aí, eu lhe disse o que os médicos tinham falado, e ele disse que eu escrevesse num pedaço de papel meu nome e o nome de meu pai, bem como o nome de minha esposa e o do pai dela, que ele rezaria por nós. Foi o que eu fiz. Minhas mãos estavam tremendo tanto, que quase que eu não conseguia escrever, mas consegui, e sabe o que aconteceu? Minha esposa engravidou e nove meses depois teve um menino! Os médicos ficaram malucos, não conseguiam entender, só coçavam a cabeça e – Uau! Eu me senti como o campeão do mundo!

“Mas agora vem a melhor parte. Sabe que nome demos para nosso filhinho? Adivinhe! Mendel! Em homenagem ao Rabino. Inicialmente minha esposa não gostou do nome, porque não é um nome americano, mas eu disse: Não! Vamos chamá-lo de Mendel! Assim, cada vez que dissermos seu nome vamos nos lembrar que se não fosse pelo Rabino, este menino não estaria aqui.

“Mas quando nossos pais ouviram o nome, foram realmente contra. Disseram: ‘Com um nome assim todas as crianças vão pensar que ele é judeu e vão lhe chamar nomes e maltratá-lo. Por que fazê-lo sofrer sem motivo?’ É justamente o que eu quero’ eu lhes disse. ‘Quando ele chegar em casa dizendo que os outros meninos lhe chamaram nomes e lhe bateram porque ele tem um nome judaico, vou lhe dizer que quero que aprenda com esses meninos como não se comportar. Eles odeiam os judeus sem o menor motivo, mas você deve amar os judeus e ajudá-los. Diga-lhes que sem aquele rabino judeu chamado Mendel você nem estaria aqui, e talvez eles comecem a pesar diferente também!’”

Adaptado de:

https://www.chabad.org/therebbe/article_cdo/aid/3060/jewish/An-Irish-Kid-with-a-Jewish-Name.htm

(Inglês)

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TÃO SIMPLES, TÃO ÓBVIO

Arte by Michoel Muchnik

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Disse Rabi Yitschak:

A Torá poderia começar com

“Este mês é para vocês…” (Shemot 12:2),

Que é o primeiro mandamento que o povo judeu recebeu. Pois o principal objetivo da Torá é seus mandamentos.

Por que, então, Ele a iniciou com “No princípio – Bereshit”?

Por causa do versículo (Tehilim 111:6):

“A força de Seus trabalhos Ele relatou para Seu povo, para lhe dar a herança das nações.”

Pois se os povos do mundo disserem ao povo judeu:

“Vocês são ladrões, pois conquistaram pela força as terras dos sete povos (de Canaan).”

Os judeus responderão:

“Toda a Terra pertence a D-us, bendito seja. Ele a criou [isto aprendemos da história da Criação] e a deu para quem achou certo. Por Sua própria vontade deu a eles, e por Sua própria vontade tirou deles e deu a nós.”

Rashi

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SALADA COM GERGELIM E CHIA

Ingredientes:

Abacate, pepino, sal, azeite, chia e gergelim

Modo de Fazer:

Corte o abacate e o pepino, acrescente o azeite, o sal, o gergelim e as sementes de chia.

Misture tudo e…

Lebriut!

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