Na época do Maguid de Mezeritch, vivia em Mezeritch um pai de família que era rico e erudito. Durante toda a vida dedicara-se ao estudo da Torá e às preces. Sua esposa era quem cuidava da loja que eles possuíam. Ele só ia à loja durante duas horas por dia. O resto dia ficava na casa de estudos. Era um mitnagued,e jamais se dera ao trabalho de ir ver o Maguid.
Certa sexta-feira foi, bem cedinho de manhã, ao Beit Hamidrash, e lá encontrou alguns jovens pais de família que não eram moradores da cidade. Eles estavam lá sentados, estudando. O homem lhes perguntou: “De onde são vocês e o que vieram fazer aqui?” Responderam-lhe que tinham vindo para ver o Rebe. O homem mudou de ideia: “Ora, pessoas vêm de longe para ver o Maguid, e eu, que moro aqui, ainda não o vi nenhuma vez! É óbvio que não vou desperdiçar meu tempo de estudo de Torá, mas vou deixar de ir à loja uma vez e irei vê-lo.”
Quando chegou ao Maguid ficou tão impressionado com o brilho da Shechiná e o esplendor sagrado que pairava sobre sua face, que passou também a abrir mão de suas aulas de Torá a fim de abrigar-se à sombra do Maguid, e a ele ligou-se como um dos chassidim.
Mas a roda do sucesso virou para ele, desde então, e seus negócios começaram a descer e descer até que chegaram lá embaixo. O homem não conseguiu se conter e perguntou a seu mestre, o Maguid: “Por que depois que me aproximei do sagrado minha situação desmoronou?”
Respondeu-lhe o Maguid:
– Ora, você é estudioso e, obviamente, conhece o dito de nossos Sábios, de abençoada memória (Baba Batra 25, 2): “Quem quer ficar sábio, volta-se para o sul, e quem quer enriquecer, para o norte, pois a Mesa fica localizada no norte, e a Menorá, no sul”. O que deve fazer quem deseja ser tanto sábio quanto rico, uma vez que a distância entre o norte e o sul é imensa?
O homem não respondeu.
Disse-lhe o Maguid:
– Se a pessoa se considera insignificante, torna-se espiritual, e o espiritual não ocupa espaço, podendo, portanto, estar tanto lá como cá.
Essas palavras penetraram nas profundezas do coração do homem, e desde então, tornou-se humilde, e seu sucesso voltou.
Do livro: Sipurei Chassidim – Torá
Do Rabino Shlomo Yossef Zevin
(Hebraico)
Págs. 232-233
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Numa tigela, misture o óleo, o açúcar, os ovos, a baunilha, a techina e o sal.
Vá acrescentando a farinha aos poucos, mexendo sempre. Acrescente o fermento e continue misturando, e por fim, o chocolate picado.
Obs.: a massa fica meio durinha.
Asse em assadeira forrada de papel manteiga untado com óleo. 10 minutos em forno médio e, em seguida, baixe o forno e asse até que um palito saia sequinho.
E suas esposas serão viúvas – atadas como viúvas de marido vivo, de cuja morte não houve testemunhas, e estarão proibidas de se casar novamente, ou seja, agunot.
(Rashi)
Um chassid, que era shochet em Odessa, viajou, certa vez, com sua esposa a um local onde havia fontes de águas medicinais. No caminho, pararam num hotel numa aldeia, e viram que a dona do hotel era muito idosa, e no hotel também moravam seus filhos e netos, que também eram bem idosos. E espantaram-se.
A velhinha, percebendo que o hóspede era um chassid, contou-lhe sua história, dizendo:
“Quando eu tinha 25 anos, fiquei aguná. O Báal Shem Tov ainda era vivo, na época. Eu queria muito viajar até ele, para que me ajudasse em minha aflição. E com muito esforço consegui chegar até ele. Contei-lhe que tinha ficado aguná. Meu marido tinha desaparecido e eu não sabia onde ele estava, e eu tinha dele um filho pequeno.
“O Báal Shem Tovo apoiou a cabeça em suas mãos. Em seguida, levantou a cabeça e me disse, muito triste:
“ ‘Minha filha, não posso ajuda-la: seu marido morreu, e não há nenhuma testemunha do fato. Terá, portanto, de ficar aguná pro resto da vida.’
“Em seguida acrescentou:
“ ‘Minha filha, se me garantir que será uma mulher direita (ksherá) a vida inteira, vou abençoá-la para que veja muitas gerações deste filho, e você também será rica.’
“Garanti para ele e, veja, agora tenho 105 anos de idade, e 5 gerações de descendentes estão aqui comigo.”
Do livro: “SipureiChassidim – Torá”
Rabino Shlomo Yossef Zevin
Págs. 221-222
(Hebraico)
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
Homenagem ao aniversário de falecimento da Rebetsin Chaya Mushka, esposa do Rebe de Lubavitch, 22 de Shevat
“Assim dirás à casa de Yaakov e anunciarás aos filhos de Yisrael.”
(Shemot XIX, 3)
Antes da Outorga da Torá, no Monte Sinai, D-us falou a Moshê Rabênu: “Assim dirás à casa de Yaakov e anunciarás aos filhos de Yisrael.” Quem é bet Yaakov (a casa de Yaakov)? Consta no Midrash: “São as mulheres.” E o Midrash explica que na ordem para os homens, a palavra usada foi “tagueid” – uma linguagem severa, no comando para as mulheres, porém, consta “tomar” – um linguajar brando.
Essa não é a única diferença entre as maneiras de transmitir as ordens Divinas aos homens e às mulheres. Na Mechilta é enfatizada mais uma diferença: Moshê foi instruído para transmitir às mulheres “apenas roshê devarim (os fundamentos)”. Aos homens, porém, deveria comunicar “dikdukê devarim (os detalhes)”, ou seja todos os detalhes e pormenores.
As Bases e as Normas
À primeira vista, parece haver, aqui, um desprezo pelas mulheres – fala-se para elas as palavras da Torá em uma linguagem branda, além de lhes transmitir apenas assuntos fáceis e resumidos, assumindo-se que elas possuem inteligência limitada e que lhes será difícil entender e assimilar todos os detalhes da Torá.
Ao atentar às palavras da Mechilta, porém, surge uma abordagem totalmente diversa. “Roshê devarim” não significa assuntos fáceis e sim, as bases e as normas. Ou seja, D-us ordenou a Moshê Rabênu transmitir às mulheres os fundamentos e as bases da Torá, de onde se originam todos os pormenores das halachot (leis), que foram detalhadas para os homens.
O Mérito das Mulheres
Os fundamentos e as bases são a essência da Torá. Foi essa, também, a ordem da revelação dos Dez Mandamentos – inicialmente foram pronunciados os dois primeiros Mandamentos, “Anochi (Eu sou)” e “Lô ihiê lechá (Não terás)”, que são “os fundamentos de toda a Torá”, uma vez que “Anochi” contémtodas as 248 mitsvot positivas, e “Lô ihiê lechá” contém todas as 365 mitsvot negativas. Vemos, portanto, que os fundamentos incluem a essência e o âmago de toda a Torá.
As mulheres receberam a essência da Torá, por lhes ter sido transmitidas as bases e fundamentos da Torá. Os homens, porém, receberam os detalhes e pormenores, que são de um nível inferior. Vemos daí que essas palavras enfatizam, justamente, a vantagem das mulheres.
A Fé Ilumina
O motivo disso é que nas mulheres brilha a fé simples e o temor a D-us de uma forma mais revelada. D-us criou as mulheres de tal forma que o intelecto não domina sua personalidade e, obviamente, não atinge nem enfraquece a força da fé sincera que possuem. Estão, portanto, mais ligadas à essência da Torá, e por isso a pertinência ao povo judeu é determinada, justamente pela mãe, e não pelo pai (quem é filho de mãe judia – é judeu, e quem tem mãe não-judia, mesmo se tiver o pai judeu – não é judeu).
Tal qualidade das mulheres também está ligada à Redenção: Do mesmo modo que o povo judeu foi redimido do Egito pelo mérito das mulheres justas daquela geração, de acordo com nossos Sábios, igualmente “como nos dias de tua saída do Egito, lhe mostrarei maravilhas” – a futura Redenção também ocorrerá pelo mérito das mulheres justas (nashim tsidkaniot), e teremos o mérito de aprender a Torá de Mashiach, que revelará para todos nós a “a grande regra” da Torá – o âmago da parte íntima da Torá, imediatamente mamash (mesmo).
Baseado em Likutê Sichot, Vol.XXXI, pág. 93.
(Traduzido de “Shulchan Shabat”, Shemot)
(Reimpresso com permissão do
“Likrat Shabat on line”
da Yeshivá Tomchei Tmimim
Parashat Yitrô 5764)
Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.
Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.
Pela cura dos feridos.
Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.
Que as famílias atingidas tenham consolo.
“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”
Pela vinda do nosso Justo Mashiach.
Leilui Nishmat:
Eliyahu ben Aba
Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel
Moshe Haim ben Kaila z’l
David ben Avraham (Curico)
Arie Leib ben Yaakov
Miriam bat Yaakov
Chava bat Libi
Efraim Kopl ben Eliyáhu
Chaim Shemuel ben Aba
Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi
Miriam bat Yaakov Kopl Halevi
Beile (Berta) bat Refael
Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas
Pinchas ben Moshê
Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi
Lea bat Hersh
Efraim Shlomo ben Motl Halevi
Eliyáhu ben Yaakov
Yaakov ben Eliyáhu
Miriam bat David
Chana Liba bat Tuvia
Isaac ben Luzer
Libe bat Tzipora
Avraham Duvid ben Eliezer
Tzipora bat Zalman
Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D
No liquidificador, moa a farinha de milho flocada até obter uma farinha fininha.
Reserve-a numa tigela, com a farinha de trigo, o açúcar, o sal e o fermento.
No liquidificador, bata os ovos, o óleo e a canela. Vá acrescentando, aos poucos, os pedaços da maçã, e por último as passas.
Verta a mistura líquida sobre os produtos secos da tigela e misture tudo.
Asse em forma untada e polvilhada com a farinha de milho pulverizada: 10 minutos em forno médio e aproximadamente mais 40 minutos em forno baixo, até que um palito saia sequinho.
O júbilo e a felicidade que a gente sente no Shabat é diretamente proporcional ao esforço despendido em sua preparação, durante os seis dias anteriores.
Pois, de fato, consta no Talmud: quem se esforça na sexta-feira, comerá no Shabat.”
D-us lhe deu o poder de determinar quanta santidade e quanto prazer você sentirá no Shabat.
O dia 10, do mês judaico Shevat (Yud Shevat) é o aniverisário de falecimento do Rebe Anterior, o Rebe Rayats, Rebe Yossef Yitschak Schneerson, sogro do Rebe. Marcando também o aniversário da liderança do nosso Rebe, Rebe Menachem Mendel Schneerson, MH’M.
Simon Jacobson, autor de “Rumo a uma Vida Significativa”, baseado nos ensinamentos do Rebe, relata o seguinte a respeito da liderança do Rebe:
Certa vez, recebi uma carta de uma senhora idosa que morava na Pensilvânia. Na carta, contava a seguinte história:
Na década de 40 ela vivia em Crown Heights, no Brooklyn. Seu avô lhe mostrou o Rebe dizendo:
“Este é um grande rabino, genro do Rebe. Seria bom que você lhe pedisse uma bênção.”
Algum tempo depois ela conseguiu coragem para ir até aquele rabino de aspecto tão digno. O Rebe lhe perguntou:
“O que você está estudando?”
Ela respondeu:
“Asimov.”
Ao que o Rebe lhe explicou:
“Asimov, quando escreve ciência para crianças utiliza um exemplo chamado ‘Fundação’, em que no futuro, todos os planetas serão civilizados por serem conectados a uma fonte na Terra. Tenho uma visão parecida: em que um dia, haverá postos avançados judaicos em todo o mundo, todos ligados a uma fonte.”
Isso foi apenas uns poucos anos após a Segunda Guerra Mundial – após o Holocausto – e essa era a visão do Rebe. Em retrospecto, podemos ver que foi isso exatamente o que aconteceu. Em 1960 talvez houvesse cinco emissários do Rebe no mundo todo. Em 1970, havia cerca de 100. Hoje há mais de 5000 emissários, sheichiú, todos eles participando de uma missão unificada.
É óbvio que o Rebe já tinha pensado nisso antes de aceitar o cargo de liderança. No primeiro discurso público do Rebe ao aceitar a liderança de Chabad-Lubavitch, o Rebe expôs seu projeto. Fez isso no discurso Chassídico Bati LeGani. Neste discurso está claramente explicado que nossa geração trará Mashiach:
“Isto, que nos encontramos na sétima geração não é, simplesmente, um slogan abstrato, mas sim algo que nos deve impulsionar a trazer Mashiach aqui prá baixo.”
Que possamos presenciar muito em breve a realização da visão do Rebe, com o início da Redenção e a revelação de Mashiach.