REBETSIN RIVKA

BS’D

A MÃE DE LUBAVITCH

A casa da Rebetsin Rivka, esposa do Rebe Maharash de Lubavitch, estava sempre aberta para todos que precisassem. Necessitados e doentes sabiam que daquela casa lhes viria a ajuda, que lhes seria dada sempre com um semblante agradável e com boa vontade.

A Rebetsin era responsável pelo fundo de tsedaká central de Lubavitch, de onde repassava, mensalmente, quantias generosas para as famílias necessitadas ou que estivessem passando por dificuldades.

Toda a distribuição de dinheiro era realizada de maneira discreta. Só a Rebetsin sabia quem recebia o dinheiro e cuidava para lhes dar a ajuda de modo que ninguém mais soubesse – para que não se envergonhassem por estar recebendo dinheiro de tsedaká.

Para o Shabat, ela distribuía chalot e alimentos prontos para as casas dos pobres. Uma parte, ela mesma cozinhava. E delegava a outras pessoas para que preparassem outra parte.

Antes das festas judaicas a Rebetsin também fornecia alimentos para as famílias pobres e tudo isso de modo sigiloso, sem que outras pessoas chegassem a saber.

Todos os habitantes da cidadezinha de Lubavitch e redondezas respeitavam muito a Rebetsin, por suas virtudes e seu bom coração.

Muitos a chamavam “a mãe da cidade”, pelo fato de ela cuidar de todos os moradores de Lubavitch como se fosse, de fato, uma mãe.

VINTE PARA UM

A tefilá da Rebetsin era “uma coisa”! Prolongava sua reza como os “ovdim” – aqueles chassidim que estudam Chassidut e rezam demoradamente.

Certa vez, um dos chassidim foi visitar a Rebetsin, e viu que ela ainda estava no meio da reza. Foi para a sala ao lado e lá ficou esperando que a Rebetsin concluísse suas orações.

Da sala ao lado, dava para ouvir, um pouco, a reza da Rebetsin. De modo que ele percebeu que quando ela chegou no “Shemá”, ficou meditando sobre a palavra “echad” (Um) durante vinte minutos!

Do livro:

Harabaniot – Harabanit Rivka

Sifriat Eshel – Kfar Chabad

Págs. 90 e 108

(Hebraico)

Leilui Nishmat de todos os assassinados pelo ódio de Yishmael, e de todos os falecidos nas tragédias recentes, e pela refuá shleimá de todos os feridos.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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BOLO DE QUEIJO

BS’D

Chalavi

Berachá: Shehakol

Ingredientes:

500 gramas de queijo ricota

3 ovos inteiros

½ copo de amido de milho

½ copo de açúcar

½ copo de doce de leite

1 pitada de sal

3 gotas de baunilha

Óleo para untar

Modo de Fazer:

Aqueça o forno

Amasse a ricota com o garfo.

Acrescente os demais ingredientes e misture tudo.

Despeje a mistura em duas forminhas descartáveis de 500g cada.

Asse em forno médio durante cerca de 1 hora.

Lebriut!

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NOSSA FORÇA>NOSSA PAZ

BS’D

“O D-us de Israel não cochila nem dorme.”

“Hashem dará força a Seu povo, Hashem abençoará seu povo com shalom (paz)”

“Israel é a terra sobre a qual os olhos de D-us estão desde o início do ano até o final do ano.”

Nossa união, nossos atos de bondade, nossas mitsvot e nossas preces ajudarão Israel a vencer mais este desafio, com a ajuda de D-us.

Tenhamos fé nas palavras do Rebe em outras situações semelhantes.

Como diz o Rebe:

Que possamos receber a Torá com alegria e sentimento íntimo!

Chag Sameach!

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

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BUREKONA DE QUEIJO

BS’D

Chalavi

MASSA

Ingredientes:

1 copo de óleo de girassol

1 copo menos 1 dedo de água

1 colher de sobremesa de vinagre

1 colher de chá de sal

Aproximadamente 4 copos de farinha de trigo

Modo de Fazer:

Numa tigela, misture o óleo, a água, o vinagre e o sal.

Vá acrescentando a farinha aos poucos, mexendo sempre, até dar o ponto. A massa é um pouco oleosa.

RECHEIO

Ingredientes:

3 batatas inglesas

250 g de queijo mussarela ralado

1 ovo

½ colherinha de sal

Modo de fazer:

Cozinhe as batatas (fatiadas) em um pouco de água com o sal, até que as batatas fiquem macias e a água seque. Amasse enquanto quente.

Reserve.

Quando amornar, acrescente o queijo ralado e o ovo. Misture bem.

MONTAGEM:

Aqueça o forno.

Use duas formas de pizza de 30 cm de diâmetro.

Divida o recheio em duas metades.

Divida a massa em quatro bolas: duas maiores e duas um pouco menores, para cobrir.

Abra uma das massas maiores, espalhe na assadeira. Não precisa untar, pois a massa é bem oleosa.

Espalhe a metade do recheio.

Abra uma das bolas menores e cubra o recheio.

Ambas as massas (superior e inferior) devem ser bem fininhas.

Faça vários furos com um garfo, alcançando, inclusive, a massa inferior, para que a burekona não fique com bolhas.

Repita a operação com o restante do material, enchendo a segunda assadeira.

Asse em forno moderado durante cerca de 1 hora. A massa fica ligeiramente dourada.

Lebriut!

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ABÓBORA COM YOGURT

BS’D

Chalavi

Ingredientes:

½ abóbora japonesa

¼ de copo de açúcar mascavo

1 colher de chá de canela

500 ml de yogurt natural

Modo de Fazer:

Cozinhe a abóbora com o açúcar e a canela em um pouco de água, até que fique macia e a água seque.

Deixe esfriar ou guarde na geladeira.

Na hora de servir, guarneça com o yogurt.

Lebriut!

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TEHILIM BESHOFI

BS’D

No início do mês de Nissan de 5640, o Rebe Maharash voltou de Petersburgo envolto em aflição. O motivo disso era que um dos altos ministros estava tentando fazer aprovar um novo decreto prejudicial aos judeus, relativo a limitações nos negócios e mais rigor na proibição de os judeus morarem fora do Território de Assentamento (Techum Hamoshav, região limitada onde os judeus tinham permissão de residir).

O Rebe Maharash ficou em Petersburgo durante algum tempo, tentando resolver o assunto. Chegou quase a conseguir algumas melhorias, sendo a principal, o adiamento da votação no Senado até o ano seguinte.

Acontece que um dos senadores, amigo do ministro antissemita que propusera os decretos, fincou o pé e convenceu também alguns dos seus colegas a exigir que todas as propostas do ministro antissemita fossem aprovadas.

O Rebe Maharash continuou seus esforços mesmo após voltar para casa. Isso, por meio de shluchim e cartas a ativistas comunitários conhecidos de seus chassidim.

Na terça-feira, 2 de Yiar, o Rebe Maharash chamou seu filho, o Rebe Rashab, e lhe disse:

– Desde que estive em Petersburgo para tratar do assunto dos decretos, comecei a falar Tehilim Beshofi (seu filho, o Rebe Rashab, explicou: além dos Tehilim da divisão mensal, costumeira, também falava a porção da divisão semanal). E hoje, quando estava falando o passuk “De toda angústia Ele me livrou e meu olho viu (a queda de) meus inimigos” (Tehilim 54,9), Ben Tsion (um dos atendentes) entrou e me trouxe um telegrama com a notícia de que o ministro antissemita teve um ataque súbito e morreu. Mas mesmo assim – concluiu o Rebe  Maharash – concluí toda a porção dos Salmos.

Do livro:

“Sipurei Chassidim”, Moadim.

Do Rav Slomo Yossef Zevin

Pág. 363

(Hebraico)

Dedicado à cura completa de todos os feridos, e para Ilui nishmat de todos os falecidos, na terrível tragédia de Lag Baomer em Meron.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

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O SONHO DE YOCHAI

BS’D

Há muito tempo que se sabe que todos os que rezam sinceramente no túmulo de Rabi Shimon bar Yochai em Meron em Lag Baomer, seu yahrtseit, terão suas preces atendidas. E todos os anos, centenas de milhares de judeus vão lá. Muitos casais conseguiram realizar o sonho de ter filhos, pois consta no Talmud  que “o Portão das Lágrimas está sempre aberto” e que “pode-se confiar em Rabi Shimon bar Yochai em épocas de emergência.”

Embora quase todos nós tenhamos conhecimento da história de como Rabi Shimon e seu filho passaram treze anos numa caverna em Peki’in, onde lhe foram revelados os segredos místicos que se tornaram conhecidos como “o Zôhar”, são poucos os que sabem da história de seus virtuosos pais e dos dramáticos eventos que culminaram com seu nascimento.

Yochai, da tribo de Yehudá, era uma pessoa importante em sua geração. Erudito, abastado e respeitado. E próximo ao palácio real. Sua esposa, Sara, descendia dos líderes oficiais do povo judeu nas gerações anteriores, através de Hilel, o Velho.

Durante muitos anos, Sara não teve filhos. Após muitos anos, o justo Yochai pensou que deveria se divorciar dela e se casar novamente, na esperança de ter filhos. Pediu a um shadchan para procurar uma mulher recatada, honesta e virtuosa que estivesse disposta a ser sua esposa. Pouco tempo depois, sua esposa descobriu que ele estava querendo se divorciar dela. Nada lhe disse, mas jejuou bastante, deu mais tsedaká e rezou mais intensamente ainda. Em prantos, implorou a D-us para que a salvasse do divórcio, permitindo-lhe ter filhos.

E na noite de Rosh Hashaná, seu marido teve um sonho.

Viu-se numa ampla floresta repleta de árvores, até onde a vista alcançava. Algumas eram frescas e davam frutos, enquanto outras eram secas. Yochai recostou-se a uma árvore seca e virou a cabeça. De repente, viu um sábio de aspecto impressionante, carregando uma jarra de água no ombro. Andava por toda a floresta e aguava algumas das árvores secas. Mas passava por outras sem molhá-las.

O sábio aproximou-se de Yochai, pegou uma garrafinha de água pura de sob suas vestes, aguou a árvore sobre a qual Yochai estava encostado e o abençoou. Yochai viu que havia uma bênção naquela diminuta porção de água, que subiu e regou toda a área em volta da árvore em que estava encostado. Imediatamente, a árvore deu frutos: grandes maçãs exóticas, rodeadas por folhas frescas. A árvore começou a florescer, criando novos brotos, galhos e  frutas, que exalavam um perfume tão forte que dava para se sentir de longe. Yochai ficou muito contente com a visão de seu sonho e acordou, de repente, cheio de alegria.

Contou o sonho à esposa, dizendo-lhe: Tive um sonho, e sua interpretação, acho, é óbvia. A floresta é o mundo e as árvores são as mulheres. Há as que dão frutos, e há aquelas que são estéreis, como as árvores secas. Em Rosh Hashaná é decidido quem vai ter filhos e quem vai continuar estéril. Você, minha querida, é a árvore em que me recostei, e foi regada por uma fonte de bênçãos para ter filhos justos e sábios. Só há uma coisa que não entendi na interpretação de meu sonho: por que todas as outras árvores foram regadas com a jarra, ao passo que a árvore em que me apoiei foi regada com a garrafinha. Por que nada (nem antes nem depois) foi regado pela mesma garrafinha, nenhuma das outras árvores, mas todo o conteúdo da garrafinha foi vertido sobre a árvore sobre a qual me apoiei?

Sua esposa lhe disse: De fato, é surpreendente. Permita-me ir visitar Rabi Akiva e lhe contar o sonho. Ele o interpretará para nós.

Ele respondeu: Boa ideia! Nós dois iremos juntos lhe contar o sonho. E ele, por Inspiração Divina com que D-us o abençoou, nos dirá a interpretação.

Depois de Rosh Hashaná, o casal foi junto ter com Rabi Akiva. Yochai lhe contou o sonho, que o grande sábio interpretou exatamente igual a Yochai. E em seguida, Rabi Akiva explicou por que aquela tinha sido a única árvore que fora regada unicamente com a água da garrafinha. Saiba, Yochai, que seu sonho é uma metáfora para as mulheres que têm filhos e as que são estéreis. Sua esposa, Sara, está entre as estéreis. É impossível que ela tenha filhos. Foi só através das preces e das lágrimas que ela derramou diante de D-us que ela mereceu se transformar de estéril em fértil.

A garrafinha que você viu é a garrafinha das lágrimas dela. Foi com elas que foi regada e tornou-se merecedora ter filhos. Foi por isso que nenhuma outra árvore foi aguada por essa garrafinha, só a árvore em que você se recostou, que representa sua esposa.

Rabi Akiva disse então a Sara: Este ano você vai engravidar e ter um filho que iluminará todo Israel com sua sabedoria e feitos!

Yochai e Sara ficaram muito felizes ao ouvir aquelas palavras e voltaram para casa em paz. Em Shavuot, o dia em que a Torá foi outorgada a Israel, foram abençoados com um filho, e seu lar encheu-se de luz. Esplendor e brilho o envolviam. Todos que o viam sabiam que ele era abençoado e que ele traria uma grande luz para Israel. Seus pais estavam encantados com ele. Louvaram a D-us e deram caridade e fizeram um grande banquete no dia do seu brit milá. Eles o chamaram Shimon, que significa que D-us ouviu (shamá) as preces de sua mãe e o som de seus prantos.

A partir daquele dia, o vigiaram muito e o criaram em santidade e pureza. A partir do momento em que começou a falar, o treinaram para falar apenas assuntos sagrados. Eles o enviaram para a yeshivá dirigida por Raban Gamliel em Yerushalayim. Ele era como uma fonte borbulhante e trasbordante.

Desde muito pequeno fez perguntas aos maiores sábios da geração, Rabi Yehoshua ben Chanina e Raban Gamliel, sobre a lei da Torá. Rabi Shimon bar Yochai tornou-se um dos maiores da quarta geração de sábios da Mishná. Faleceu no ano 3890 a partir da Criação do Mundo, 63 anos após a destruição do Segundo Templo.

Como consta no Zôhar, naquele dia ele revelou extraordinários segredos místicos, “que eram desconhecidos no mundo desde os Sete Dias da Criação”, para garantir que o dia de seu falecimento, Lag Baomer, fosse um dia de luz e comemoração para as gerações posteriores.

Translated from Nachalat Avot 8:3 by an accomplished writer and published author who wishes to remain anonymous (with some additions by the Ascent editor in the first and last paragraphs).

Yrachmiel Tilles is co-founder and associate director of Ascent-of-Safed, and editor of Ascent Quarterly and the AscentOfSafed.com and KabbalaOnline.org websites. He has hundreds of published stories to his credit.

Adaptado de:

http://ascentofsafed.com/

http://ascentofsafed.com/cgi-bin/ascent.cgi?Name=393-36

(Inglês)

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BOLO DE CHOCOLATE E ABOBRINHA

BS’D

Ingredientes:

2 abobrinhas médias raladas

1 pitada de sal

4 ovos

½ copo de óleo

½ copo de café pronto

2 copos de açúcar

1 copo de cacau

3 copos de farinha

3 colheres de chá de fermento

1 colher de chá de bicarbonaro

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Rale a abobrinha e acrescente o cacau, o óleo, o café os ovos e o sal.

Misture.

Acrescente o açúcar, misture.

Acrescente a farinha e misture bem.

Por último, o fermento e o bicarbonato.

Misture tudo.

Unte a forma com óleo, e polvilhe com uma mistura de farinha com cacau.

Asse em forno moderado até que um palito saia seco.

CALDA

Ingredientes:

1 copo de açúcar

1 copo de água

1 copo de cacau.

2 gotas de baunilha

Modo de Fazer:

Mistura tudo numa panelinha e leva ao fogo brando, mexendo sempre até obter uma mistura homogênea.

Cuidado para não cozinhar de mais, para não ficar com gosto de queimado.

Joga a calda sobre o bolo morno.

Lebriut!

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O QUE É EMPATIA

BS’D

Um báal teshuvá, que tinha o corpo todo tatuado, da cabeça aos pés, envergonhava-se das tatuagens e de seu passado.

Quando ia ao mikve, tentava ir num horário em que não havia muitos homens, e ia envolto na toalha até a beira do mikve, cobrindo-se, em seguida com a toalha para evitar constrangimentos.

Certa vez, por algum motivo, a toalha escorregou e todas as suas abundantes tatuagens ficaram à mostra durante alguns minutinhos. Ele, coitado, ficou morrendo de vergonha.

Lá no mikve encontrava-se um chassid idoso. Percebeu o mal-estar do moço, mostrou o número que ele tinha tatuado no braço (do campo de concentração), e falou para ele:

“Meu amigo, todos nós, tivemos coisas em nosso passado que não foram nada fáceis.”

Isso é empatia.

Adaptado de um shiur do R. Y. Y. Jacobson em:

https://theyeshiva.net/

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REBE MAHARASH EM PARIS

BS’D

Certa vez, o Rebe Maharash (Rabi Shmuel, o quarto Rebe de Chabad) viajou a Paris. E com ele viajaram os gabaim R. Levik e R. Pinchas Leib. E os chassidim Rabi M. Monezson e Reb Yeshaya Berlin também foram. Quando lá chegaram, Reb Y. Berlin perguntou a seu tio, o Rebe Maharash para onde deviam ir. E o Rebe respondeu que deveriam ir para o Hotel Alexander, um dos mais luxuosos de Paris, frequentado pela nobreza. E acrescentou:

“Como você não sabe falar francês, deixe que eu falo.”

Quando chegaram ao hotel, o Rebe pediu vários quartos, e lhe disseram que havia quartos disponíveis por 200 francos a diária. O Rebe perguntou se havia quartos melhores, e se estavam no mesmo andar dos salões de jogos.

Responderam que havia tais quartos disponíveis, mas o preço era altíssimo. O Rebe pegou três quartos, apesar do preço: um para si, um para R. Levik e outro para R. Pinchas Leib. R. Yeshaya Berlin e R. Monezson ficaram em outro hotel, menos dispendioso.

Após algumas horas no hotel, o Rebe foi ao salão de jogos, onde jogavam dados. Sentou-se perto de um jovem que estava jogando e que, de vez em quando sorvia vinho. O Rebe pôs a mão sobre o ombro do rapaz e disse:

“Jovem, yáyin nessech (vinho não-kasher) é proibido beber.”

E repetiu:

Yáyin nessech embota a mente e o coração – seja um bom judeu. Boa noite.”

Em seguida o Rebe voltou para seu quarto muito emocionado. R. Y. Berlin disse que jamais vira seu tio tão entusiasmado.

Naquele hotel quando alguém queria ir de um andar a outro (ainda não existiam elevadores) havia cadeiras especiais em que os hospedes sentavam e eram carregados. Devido a seu estado emocional, o Rebe sentou-se em uma daquelas cadeiras e, quando pegaram a cadeira para levá-lo pelas escadas, lembrou-se de que seu quarto era naquele andar mesmo. Desculpou-se e voltou para seu quarto.

Algumas horas depois, o jovem perguntou onde estava o homem que tinha falado com ele, entrou no quarto do Rebe e lá ficou durante bastante tempo. No dia seguinte o Rebe deixou Paris.

O Rebe explicou, depois, que há várias gerações não havia uma alma tão pura, só que estava nas profundezas das klipot (do mal).

O jovem tornou-se báal teshuvá e o patriarca da família K. da França – uma família religiosa e temente a D-us.

Adaptado de:

“Sipurei Chabad”, R. Avraham Chanoch Glitsenstein,

Vol. VIII, págs. 44-45

(Hebraico)

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Eliyahu ben Aba

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David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Libe bat Tzipora

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