ABRA OS OLHOS

BS’D

Neste Shabat abençoamos o novo mês de Elul, um mês auspicioso que tem uma dimensão singular. Pois durante este mês, D-us está mais próximo de nós e nos proporciona uma capacidade extraordinária para a teshuvá – “retorno”.

Como toda porção do Torá tem relação com a época do ano em que é lida, vamos examinar a ligação entre o mês de Elul e a porção daTorá que lemos neste Shabat.

Parashat Reê inicia-se com as palavras: “Veja! Este dia Eu dou a vocês uma bênção e uma maldição.” Cada uma das palavras desse versículo contém uma alusão à natureza especial do Serviço do mês de Elul, e à ajuda Divina que recebemos para realizá-lo.

“Veja!”: A primeira coisa que um judeu deve fazer é abrir os olhos. Nosso sentido da visão nos proporciona uma verificação dos fatos muito mais definitiva que o sentido da audição. Quando um indivíduo vê algo com os próprios olhos, não pode ser dissuadido. O Serviço Divino de um judeu deve ser realizado com o mesmo nível de confiança e convicção.

Mas como podemos nós, meros seres humanos vivendo num mundo material, chegar a esse nível? D-us nos dá a resposta na palavra seguinte do versículo:

“Eu” (Anochi): A palavra “Anochi”está relacionada com a Essência de D-us, um aspecto da Divindade que é mais elevado que Nomes. O motivo pelo qual conseguimos atingir essas alturas espirituais é que a capacidade para isso origina-se nessas Fontes altíssimas. A Torá prossegue:

“Dou”: D-us nos dá esta ajuda Divina de acordo com o princípio de “Ele que dá, dá generosamente”; Suas dádivas são concedidas de boa vontade e em grande abundância.

“Para vocês” (“lifneichem”): Esta palavra está relacionada com a palavra em hebraico “penimiyut”, que significa “dentro” e “no interior”. O impulso especial que recebemos de D-us em Elul não é superficial, abrange a totalidade e a essência do judeu e o capacita a ligar-se com D-us no mais profundo dos níveis.

“Este dia”: Para que ninguém pense que essa assistência Divina só é concedida uma vez, a Torá nos diz que a ajuda de D-us é contínua, possibilitando-nos servi-Lo com forças renovadas em cada um dos dias do mês.

E como devemos utilizar adequadamente essa dimensão maior em nosso Serviço?

“Uma bênção e uma maldição”: Isso se refere ao cumprimento dos mandamentos positivos da Torá e evitar suas proibições.

Direcionar nossa maior capacidade de retornar a nossa fonte nessas duas direções trará, como resultado, um ano bom e doce e uma boa inscrição no Livro da Vida.

Adaptado de LIcutê Sichot, Vol. II.

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5767/982.htm#caption2

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

David ben Avraham (Curico)

Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac bem Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid bem Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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ABÓBORA SAUTÉE

BS’D

Ingredientes:

½ abóbora japonesa

Sal, pimenta, cominho e canela a gosto

Um pouco de óleo

Modo de Fazer:

Coloque a metade da abóbora (sem as sementes, mas inteira, sem cortar), em forno alto, até que fique mole o suficiente para tirar da casca sem dificuldade, ou seja, cozida, mas não mole demais.

Quando amornar, retire a polpa da casca com uma colher de sopa. Corte em cubinhos. E refogue, com os temperos, até dourar um pouco.

Lebriut!

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O QUE HÁ COM VOCÊ, INFELIZ?

O chassid, Reb Ozer Winikorsky za’l, precisava passar pelas sete fogueiras do Guehenom, por onde tinham de passar todos os que se apresentavam para o serviço militar. Apresentou-se cinco vezes diante das autoridades de convocação, e cada vez que precisava aparecer diante do departamento médico, ficava tenso e apavorado.

Procurou o Rabi Levi Yitschak (pai do Rebe) e pediu sua bênção e orientação, para salvar-se das garras dos que conspiravam contra ele. Percebendo a aflição e o sofrimento do chassid, Rabi Levi Yitschak deu-lhe uma orientação detalhada do que deveria fazer a fim livrar-se de seus problemas. Falou-lhe o dia exato em que devia apresentar-se, a hora, e a rua por onde deveria chegar, que capítulos de Tehilim deveria dizer antes de ir, e quantas moedas deveria dar para tsedaká. Disse-lhe, inclusive, que ao chegar à porta do escritório do Serviço Militar, pensasse no Nome de D-us, e só depois se apresentasse. Deu-lhe sua bênção e sua promessa de nada de mal lhe ocorreria. Pediu-lhe também que depois voltasse a vê-lo, para contar tudo o que ocorrera.

“Quando lá cheguei” – relatou Reb Ozer – “após fazer tudo conforme a orientação do Rabi Levi Yitschak, entrei na grande sala onde havia várias mesas ordenadas. Ao lado de cada mesa estava sentado um médico, cada médico tinha sua especialidade, e sua função era examinar o candidato, única e exclusivamente na área de sua especialização. Cada médico estava encarregado de uma área da medicina, de modo que o candidato deveria passar por todos aqueles doutores, para que não pudesse enganar quanto a seu verdadeiro estado de saúde.”

“Fui cuidadosamente examinado por todos aqueles médicos, e cada um escreveu seu relatório. Quando, finalmente, cheguei ao funcionário que deveria me dar o resultado final – fiquei surpreso quando ele me olhou penalizado e perguntou: ‘O que há com você, infeliz? Cada um dos médicos encontrou uma doença!’”

“Deste modo saí de lá como inapto, e fui dispensado do Serviço Militar!” –Reb Ozer concluiu seu relato do milagre pessoal que lhe ocorreu pela berachá de Rabi Levi Yitschak.

(Do livro “Toledot Levi Yitschak”, Vol. I)

Reimpresso com permissão do “Likrat Shabat on line” da Yeshivá Tomchei Tmimim

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

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Neche bat Shlomo

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

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Libe bat Tzipora

Avraham Duvid bem Eliezer

Tzipora bat Zalman

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BOLINHOS DE CENOURA

BS’D

Ingredientes:

3 cenouras

1 dente de alho

Sal e pimenta a gosto

1 ovo

1 colher de sopa de farinha

Óleo para refogar e para fritar

Modo de Fazer:

Descasque e rale as cenouras

Frite o dente de alho até dourar. Acrescente as cenouras raladas e os temperos e refogue, mexendo de vez em quando até que as cenouras fiquem macias.

Amasse bem o dente de alho e misture às cenouras. Deixe esfriar e misture com o ovo e a farinha.

Frite às colheradas, dos dois lados.

Lebriut

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NÃO DESISTIMOS!

BS’D

(O Rebe de Lubavitch, Shabat Parashat Devarim, 5751)

“E implorei a D-us naquela época dizendo… por favor, deixa-me atravessar e ver a boa terra…”

(Devarim 3:23-25)

Conta o Midrash que Moshê implorou a D-us com 515 preces (o valor numérico da palavra “vaetchanan
 – “ e implorei”) para que lhe fosse dada a permissão de entrar na Terra de Israel. Até mesmo quando D-us lhe disse claramente: “Não continue a falar Comigo sobre este assunto”, Moshê persistiu. Disso aprendemos que jamais devemos desistir de pedir e implorar a D-us para que nos permita voltar para a Terra de Israel, com a chegada de Mashiach, pois nos foi assegurado que somos a última geração do exílio e a primeira da Redenção.

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5771/1183.htm#caption8

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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ÊNFASE NO POSITIVO

BS’D

Em educação, a ênfase deve ser dada ao positivo.

“Aproximar com a mão direita”, que é mais forte e só depois “rejeitar com a esquerda”.

Elogiar e recompensar um bom comportamento funciona bem melhor do que criticar ou castigar.

Baseado nos ensinamentos do Rebe.

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CENOURA, CHUCHU e MAÇÃ

BS’D

1 cenoura (em cubos)

1 chuchu (em cubos)

1 maçã (ralada)

Sal, pimenta e cúrcuma (ou os temperos que preferir)

Um pouco de óleo

Modo de Fazer:

Refogue a cenoura, o chuchu e a maçã no óleo com os temperos. Acrescente água, e cozinhe até amolecer.

Lebriut!

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DUAS PALAVRAS

BS’D

Ouvi a história abaixo da Rabanit Rachel Endel, que a contou no Kenes de Taharat Hamishpachá de Guimel Tamuz 5780 (no zoom, obviamente):

Esta história aconteceu há 45 anos em Tsfat. Quando nos mudamos para Tsfat, em shelichut do Rebe, no Bairro dos Artistas morava uma mulher que viera da Rússia e tinha um casal de filhos. Seu marido a abandonara dois anos antes e morava em Rosh Pina, com outra mulher. Um rabino que sabia falar russo foi conversar com o homem, na tentativa de fazer com que fizesse as pazes com a esposa. Mas ele se recusou, dizendo que ela era feia, não era normal, etc.

Pouco tempo depois, abrimos a escola Chabad em Tsfat, e aquela mulher quis matricular os filhos lá. O Rabino sugeriu que ela escrevesse uma carta para o Rebe. O Rebe respondeu com duas palavras apenas:

“Taharat Hamishpachá” (Pureza Familiar).

Não entendemos a intenção do Rebe. E para mim caiu ensinar àquela senhora as leis de Taharat Hamishpachá. Estudei com ela e, inclusive a acompanhei ao Mikvê. E ela voltou prá casa. Chorei a noite toda.

Aquela foi uma noite muito fria. Ventava, chovia. A mulher morava numa casa com quintal e eis que, às 10 da noite, ela ouviu um barulhinho e, pela veneziana, viu o marido entrar no quintal, se aproximar da porta e bater. Ele, que há dois anos não queria saber dela, voltou prá casa e desde então viveram em harmonia.

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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VAGEM AO GENGIBRE

BS’D

Ingredientes:

1 bandeja de vagem holandesa

1 dente de alho inteiro descascado

1 fatia generosa de gengibre

2 colheres de sopa de óleo

Sal, pimenta e pó de sopa parve a gosto

Modo de Fazer:

Examine e lave as vagens. Retire as pontas.

Numa panela de pressão, frite o alho até dourar.

Acrescente as vagens, os temperos e o gengibre.

Refogue um pouco, acrescente um pouquinho de água, misture e tampe a panela. Deixe cozinhar na pressão em fogo BEM BAIXINHO durante uns 10 a 15 minutinhos.  E pronto!

Lebriut!

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CHUVA

BS’D

No Brit Milá do Rebe Rayats, seu avô, o Rebe Maharash, falou, entre outras coisas:

“Quando iniciei meu trabalho em prol da comunidade que meu pai, o Rebe Tsêmach Tsêdek, fazia, pedi-lhe sua berachá (bênção) para sucesso no meu trabalho. Meu pai, o Rebe Tsêmach Tsêdek, me respondeu:

‘Berachá é como chuva. Um campo arado e semeado começa a brotar após a chuva. Para que a chuva exerça suas influências benéficas é preciso, primeiro, arar e plantar. Quando alguém faz o que precisa fazer em benefício da comunidade, a berachá ajuda para que haja sucesso no trabalho.’”

Adaptado de “Sipurei Chabad”, Vol. 8, pág. 71.

(Hebraico)

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