CURRÍCULO ESCOLAR

BS’D

Arte by Yoram Raanan

“Uma pessoa de 20 anos de idade deve ir atrás de ganhar seu sustento.”

(Pirkei Avot 5:22)

Os primeiros 20 anos da vida de um homem devem ser dedicados, principalmente, ao estudo da Torá (começando aos cinco anos):

Cinco anos dedicados à Escritura, cinco anos totalmente Mishná, e cinco anos dedicados ao Talmud.

Esse método de estudo não visa influenciar o mundo, como tal, e sim desenvolver o próprio indivíduo, para que possa evoluir de modo adequado.

A partir dos 20 anos, o dever de um homem é ser um “soldado”. Precisa ir à guerra para conquistar o mundo e torna-lo uma moradia adequada para D-us cumprindo as mitsvot.

(Biurim LePirkei Avot)

http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5756/417.htm#caption8

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Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

Efraim Kopl ben Eliyáhu

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CHOCOLATE CAKE

Ingredientes:

2 ovos

1 copo de açúcar

¾ de copo de óleo

2 colheres de sopa generosas de techina

3 colheres generosas de cacau 50%

2 copos de farinha

1 copo de café pronto

2 colherinhas de fermento

Modo de Fazer:

Aqueça o forno.

Unte 2 assadeiras de bolo inglês com óleo e

polvilhe com cacau.

Numa tigela, misture os ovos, o óleo, o açúcar, a techina e o cacau.

Acrescente, alternando, a farinha e o café, misturando sempre.

No final, acrescente o fermento e misture mais um pouco.

Asse em forno médio durante uns 10 minutos, e em seguida, baixe o fogo e asse mais uns 20 ou 30 minutos, até que um palito saia sequinho.

Lebriut!

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CONTRADIÇÃO

BS’D

Arte by Michoel Muchnik

Já era quinta-feira, e Yakel ainda não tinha um tostão para as despesas do Shabat. Estava disposto a aceitar qualquer trabalho para conseguir pelo menos dinheiro para vinho e chalot. Quando veio a sexta-feira e ele ainda estava sem trabalho, apesar de muito tentar, sua esposa teve uma ideia.

“Sabe, Yankel, há um grande rabino em nossa cidade que está precisando de um shiduch para um de seus filhos. Ouvi dizer que ele dá três rublos para qualquer pessoa que tenha uma proposta decente. Tenho certeza de que podemos pensar em alguém adequado. Aí você dá a sugestão para o rabino e, pelo menos, teremos três rublos com que honrar o Shabat.

Por não ver alternativa, Yankel deu tratos à bola e acabou tendo uma ideia interessante. Correu à casa do rabino e sugeriu o casamento.

Os olhos do rabino se iluminaram. “Este shiduch é digno de consideração”, disse. “Venha após o Shabat e lhe direi se quero ir atrás.”

O coitado do Yankel ficou arrasado. Apesar de envergonhado, não conseguiu conter a decepção. “Mas… não vou ganhar os três rublos como pagamento pela sugestão?” Gaguejou.

“Meu bom homem”, respondeu o rabino. “Minha resposta depende da solução de dois textos contraditórios no Talmud. Em um deles, nossos Sábios dizem (Talmud Sotá 2 a) que quarenta dias antes da concepção de uma criança, a Corte Celestial anuncia: ‘A filha de Fulano se casará com o filho de Sicrano.’ Por outro lado, mais adiante na mesma página também afirmam: ‘Encontrar a alma gêmea é tão difícil quanto a abertura do Mar Vermelho.’ Essa afirmação é problemática. Se o casamento já tinha sido anunciado, qual é a grande dificuldade?

“A dificuldade vem das más interpretações feitas pelos anjos que têm a função de juntar o casal. Infelizmente, há muitos anjos defeituosos. Foram criados a partir de mitsvot  cumpridas indevidamente, bênçãos pronunciadas sem o devido cuidado e preces desprovidas de pensamento concentrado. Esses anjos imperfeitos saem surdos, mudos ou mancos. Por isso não podem transmitir direito o nome do verdadeiro par de uma pessoa.

“Consequentemente, casamenteiros aparecem com muitas sugestões. As diversas ideias que eles têm são os nomes mal interpretados pelos anjos aleijados. Quando essas sugestões me são apresentadas, sinto que não são a alma gêmea. Contudo, sinto-me obrigado a pagar esses rublos pelo esforço e a boa vontade.

“Sua sugestão, porém, parece ser a correta, anunciada no Céu. Depois do Shabat, discutiremos como proceder com esse shiduch e você ganhará bons honorários pelo seu esforço – muito mais do que três rublos.”

[Lightly edited by Yrachmiel Tilles from “From My Father’s Shabbos Table” (pp. 110-111), Eliyahu Touger’s excellent selection and translation from the first two volumes of Rabbi Yehuda Chitrik’s 4-volume series, Reshimat Devorim.]

Adaptado de:

Ascent of Safed

http://ascentofsafed.com/cgi-bin/ascent.cgi?Name=394-37

(Inglês)

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FALE, E TE DIREI QUEM ÉS

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“Não vá por aí fofocando por entre seu povo.”

(Vayikrá 19:16)

Não há no mundo nada mais revelador do que quando uma pessoa abre a boca; isso revela para todos quem ele realmente é.

(Zohar)

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“Os olhos e os ouvidos de uma pessoa não estão sob seu controle, mas sua boca está.”

(Zohar)

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“Ama a teu próximo como a ti mesmo, Eu sou D-us.”

(Vayikrá 19:18)

O verdadeiro cumprimento da mitsvá de Ahavat Yisrael, amor por seu amigo judeu, exige muito esforço. É por isso que a Torá acrescenta as palavras “Eu sou D-us”: D-us está disposto a nos ajudar a cumprir essa mitsvá, se nosso desejo for sincero.

(Sefat Emet)

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BOLINHAS DE BATATA DOCE

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Ingredientes:

1 batata doce grande ou 2 médias (cozidas ou assadas)

1 colher de sopa de açúcar

2 colheres de sopa de cacau 50%

1 colher de sopa de azeite

1 colher de sopa de castanhas de caju trituradas

2 colheres de sopa de gergelim

Cacau 50% para polvilhar

Modo de Fazer:

Amasse as batatas doces com um garfo.

Acrescente os demais ingredientes.

Faça bolinhas.

Role as bolinhas no cacau.

Lebriut!

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CUIDADO COM O QUE BEBES

BS’D

No dia 2 de Iyar  (tiferet shebetiferetde 5694, nasceu em Lubavitch, o filho temporão do Rebe Tsemach Tsêdek, chamado Shmuel, o Rebe Maharash.

Certa vez, o Rebe Maharash (Rabi Shmuel, o quarto Rebe de Chabad) viajou a Paris. E com ele viajaram os gabaim R. Levik e R. Pinchas Leib. E os chassidim Rabi M. Monezson e Reb Yeshaya Berlin também foram. Quando lá chegaram, Reb Y. Berlin perguntou a seu tio, o Rebe Maharash para onde deviam ir. E o Rebe respondeu que deveriam ir para o Hotel Alexander, um dos mais luxuosos de Paris, frequentado pela nobreza. E acrescentou:

“Como você não sabe falar francês, deixe que eu falo.”

Quando chegaram ao hotel, o Rebe pediu vários quartos, e lhe disseram que havia quartos disponíveis por 200 francos a diária. O Rebe perguntou se havia quartos melhores, e se estavam no mesmo andar dos salões de jogos.

Responderam que havia tais quartos disponíveis, mas o preço era altíssimo. O Rebe pegou três quartos, apesar do preço: um para si, um para R. Levik e outro para R. Pinchas Leib. R. Yeshaya Berlin e R. Monezson ficaram em outro hotel, menos dispendioso.

Após algumas horas no hotel, o Rebe foi ao salão de jogos, onde jogavam dados. Sentou-se perto de um jovem que estava jogando e que, de vez em quando sorvia vinho. O Rebe pôs a mão sobre o ombro do rapaz e disse:

“Jovem, yáyin nessech (vinho não-kasher) é proibido beber.”

E repetiu:

Yáyin nessech embota a mente e o coração – seja um bom judeu. Boa noite.”

Em seguida o Rebe voltou para seu quarto muito emocionado. R. Y. Berlin disse que jamais vira seu tio tão impactado.

Naquele hotel, quando alguém queria ir de um andar a outro (ainda não existiam elevadores) havia cadeiras especiais em que os hospedes sentavam e eram carregados. Devido a seu estado emocional, o Rebe sentou-se em uma daquelas cadeiras e, quando pegaram a cadeira para levá-lo pelas escadas, lembrou-se de que seu quarto era naquele andar mesmo. Desculpou-se e voltou para seu quarto.

Algumas horas depois, o jovem perguntou onde estava o homem que tinha falado com ele, entrou no quarto do Rebe e lá ficou durante bastante tempo. No dia seguinte o Rebe deixou Paris.

Rebe explicou, depois, que há várias gerações não houvera uma alma tão pura, só que estava nas profundezas das klipot (do mal).

O jovem tornou-se báal teshuvá e o patriarca da família K. da França – uma família religiosa e temente a D-us.

Adaptado de:

“Sipurei Chabad”, R. Avraham Chanoch Glitsenstein,

Vol. VIII, págs. 44-45

(Hebraico)

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FRITADA DE MATSÁ

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Ingredientes:

1 ½ matsá shemurá

3 ovos

Sal a gosto

Óleo para fritar

Modo de Fazer:

Quebre a matsá em pedacinhos.

Acrescente água para cobrir e aguarde uns 10 minutos até que a matsá absorva a água. Vire a tigela para que o excesso de água escorra, mas não aperte (não esprema) a matsá.

Acrescente os ovos e o sal e misture bem.

Aqueça umas duas colheres de sopa de óleo em uma frigideira de 20 cm de diâmetro e no mínimo 5 cm de altura. Quando o óleo estiver bem quente. Verta a mistura na frigideira, baixe o fogo BEM BAIXINHO MESMO e tampe a frigideira. Quando a parte inferior estiver dourada, vire a fritada, com o auxílio de um prato, e frite o outro lado.

Observação: se o fogo não estiver bem baixinho a fritada queima por fora e fica crua por dentro.

Variações:

Pode fazer fritada recheada: verte metade da massa na frigideira, espalha o recheio e despeja o restante da massa por cima.

Esta receita é boa para o último dia de Pessach e/ou paradepois de Pessach.

Lebriut!

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28 DE NISSAN

BS’D

Após a reza de Maariv, na noite de quinta-feira, véspera de 28 de Nissan de 5751, o Rebe começou a falar uma sichá que começou num estilo semelhante a centenas de sichot anteriores.

Em pouco tempo, porém, tudo mudou.

O Rebe falou do fundo do coração:

“O que mais posso fazer para motivar todo o povo judeu a clamar e bradar, causando deste modo a vinda de Mashiach de fato? Tudo o que foi feito até agora não adiantou. Pois ainda estamos no exílio… O que posso fazer é delegar o assunto a vocês. Agora façam o que puderem para trazer Mashiach, aqui e agora, imediatamente… Fiz tudo o que posso: de agora em diante, vocês precisam fazer o que podem…”  

No Shabat seguinte, Parashat Shemini, o Rebe explicou o que queria dizer: A responsabilidade de apressar a vinda de Mashiach é de cada indivíduo: aumentando seu estudo de Torá, tanto o nível revelado (Talmud, lei da Torá, etc.) quanto no nível místico de Pnimiyut haTorá (Chassidut), bem como aprimorando seu cumprimento de mitsvot – behidur, de maneira escrupulosa e bela.

A mensagem do Rebe está aí, alta e clara: cabe a nós escutá-la.

Baseado em:

chabad.org

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COMO TEVE UMA IDÉIA TÃO BOA?

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COMO TEVE UMA IDÉIA TÃO BOA?

Gershon Ber Jacobson era um jornalista famoso, alguns até o consideravam o jornalista dos jornalistas. Escrevia para vários jornais importantes do mundo, e era fluente em muitas línguas, inclusive francês, inglês, yidish, russo, georgiano e hebraico. Tinha um estilo polêmico e enxergava detalhes, muitas vezes, delicados, e tinha uma energia inesgotável para furos perigosos.

Mas além de tudo isso, ou talvez devamos dizer principalmente, era um judeu totalmente observante e um chassid dedicado do Rebe.

E foi o que salvou sua vida, no mínimo uma vez.

Aconteceu logo depois da Guerra dos Seis Dias. Israel tinha destruído os exércitos combinados do Egito, da Síria e dos demais países árabes a sua volta. E Gershon Ber, que na época era o principal correspondente em Nova York para o jornal israelense “Yediot Acharonot” o maior jornal diário de Israel, teve a ideia de conseguir uma reportagem realmente quente.

Resolveu que o maior furo de jornalismo seria ir até o Egito e conseguir uma entrevista com nada mais nada menos que o próprio primeiro ministro, Gamal Abdel Nasser!

Gershon Ber começou a obter os papéis necessários, quando recebeu uma ligação telefônica de outro personagem importante do “outro lado” da moeda – Isser Harel, o chefe do Mossad (o “serviço secreto” israelense).

“Jacobson, você está maluco?” Gritou. “Escute aqui, temos informação de que se você fizer isso, não vai voltar nunca. Vão prender você como espião e você não vai sair mais! E não vamos ter condições de ajudar você! Não está entendendo? Não vá! E se você for, não vamos nos responsabilizar! ”

Gershon Ber agradeceu a Harel, desligou o telefone e telefonou para o quartel general do Rebe de Lubavitch. Explicou toda a situação e perguntou ao Rebe o que fazer. Não demorou muito, e obteve resposta.

O Rebe disse que você deve ir, sim mas deve fazer o seguinte:

  1. Leve vários pares de Tefilin.
  2. Leve uma faca de shechitá nova para abate de aves.
  3. Hospede-se no melhor quarto do hotel mais caro.
  4. Antes de sair dos Estados Unidos escreva cartas curtas para todos os seus amigos e conhecidos importantes dizendo que está no Egito e as coloque no correio assim que chegar no Egito.
  5. Assim que chegar no hotel, telefone para todos os embaixadores estrangeiros que moram no Egito.
  6. Na primeira oportunidade visite a comunidade judaica de lá.

Gershon Ber fez exatamente o que o Rebe lhe disse e uma ou duas semanas depois aterrissou no Cairo. Disse ao motorista que o levasse ao melhor hotel e no caminho parou nos Correios e enviou as cartas que tinha escrito.

Depois, fez o check-in no seu quarto e imediatamente começou a telefonar para todos os representantes estrangeiros no Egito, como o Rebe tinha orientado.

E a reação foi fantástica! De fato, um dos embaixadores ficou tão impressionado (disse que nos 15 anos que estava no Egito ninguém jamais tinha ligado para ele) que fez questão em ir visita-lo e quando chegou, fez questão de ser o motorista pessoal de Jacobson.

“Ótimo!” Respondeu. “Então vamos visitar a comunidade judaica daqui.” Com o embaixador de motorista, foram até a casa do líder da comunidade judaica. Jacobson lhe transmitiu lembranças do Rebe e começou a perguntar perguntas jornalísticas. Como era a vida no Egito? Havia antissemitismo? Alguma coisa foi abalada pela Guerra dos Seis Dias? Etc.

O líder da comunidade respondeu que embora não houvesse antissemitismo abertamente, era difícil se virar e impossível contatar o mundo lá fora. Por exemplo, estavam realmente precisando de alguns pares de Tefilin porque vários tinham ficado inadequados para o uso, e uma faca de shechitá para abater galinhas, porque a única que tinham tinha se quebrado e não dava para consertar. Mas não podiam sair do Egito para conseguir substitutos.

Dá para imaginar a alegria e o espanto do líder da comunidade quando Gershon Ber lhe deu exatamente aqueles itens, dizendo que o Rebe de Lubavitch tinha lhe dito para leva-los.

Gershon Ber conseguiu a entrevista com o Primeiro Ministro Nasser. Quando chegou em Nova York são e salvo, recebeu outra ligação de Isser Harel. “Escute Jacobson. Sabemos COM CERTEZA que estavam planejando prendê-lo por espionagem. Mas quando você fez todo esse auê com aquelas cartas e telefonemas, eles não quiseram causar opinião pública adversa. Me diga uma coisa: de onde você teve essa ideia das cartas e telefonemas?

Adaptado de: Rabino Tuvia Bolton

De: ohrtmimim.org


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SUCESSO COM O TEMPO

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Num discurso que o Rebe proferiu em 1970, ele explicou:

“Há um conceito chamado ‘sucesso com o tempo’. Não podemos tornar mais longos nossos dias, tampouco podemos adicionar horas em nossas noites. Mas podemos otimizar nosso uso do tempo considerando cada segmento de tempo como se fosse um mundo, por si.

“Quando dedicamos uma porção de tempo – seja uma hora, um dia, ou um minuto – a determinada tarefa, devemos nos dedicar totalmente ao que estamos fazendo, como se não existisse nada mais no mundo.

“É óbvio que temos de ter consciência das diferenças entre coisas de maior e menor importância, entre meios e fins, entre jornadas e destinos. Mas seja lá o que esteja fazendo, concentre-se totalmente.”

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