Acharon shel Pêssach

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Comemoramos o último dia de Pêssach com uma refeição festiva especial chamada seudá do Mashiach, um costume iniciado pelo Báal Shem Tov. O Tsêmach Tsêdek explicou a ligação:

“O último dia de Pêssach é a conclusão do que começou na primeira noite de Pêssach. A primeira noite de Pêssach comemora nossa redenção do Egito realizada por D-us. Foi a primeira redenção, efetuada por Moshê, que foi o primeiro redentor; foi o início. O último dia de Pêssach comemora a redenção final, quando D-us nos redimirá deste exílio final por meio de Mashiach, que é o redentor final. O primeiro dia de Pêssach é a festa de Moshê; o último, é a festa de Mashiach.”

Ambos estão intimamente ligados, o início e o final do processo.

(O Rebe de Lubavitch)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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SOPA DE ABOBRINHA

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Ingredientes:

5 abobrinhas italianas

2 mandioquinhas

1 cebola

Sal a gosto

3 col. sopa de óleo

Modo de Fazer:

Corte as cebolas e frite no óleo até dourar. Acrescente as abobrinhas e mandioquinhas cortadas em pedaços, e o sal. Cubra com água e cozinhe em panela de pressão durante uns 20 minutos. Bata no liquidificador.

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Matsá

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O Alter Rebe declarou:

A matsá da primeira noite de Pêssach é o “alimento da fé”; a matsá da segunda noite é o “alimento da cura”.

Seu filho, o Miteler Rebe, explicou a ordem exata. Quando a cura vem antes da fé, significa que você ficou doente, D-us o curou e você Lhe agradeceu. Mas quando a fé vem antes da cura, significa que em virtude de sua fé você nem chegou a adoecer.

Isso refere-se tanto à saúde física quanto à espiritual, porque uma depende da outra.

The Kol Menachem Haggadah, pág. 160

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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Brownies de Biju

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Ingredientes:

½ copo de óleo

1 copo de chocolate em pó

1 ½ copos de Biju

1 ½ xícara de açúcar

4 ovos inteiros

¼ col. chá de sal

Opcional: 1 copo de nozes picadas ou pedacinhos de chocolate

Modo de fazer:

Junte todos os ingredientes e misture bem até formar um creme uniforme. Asse em forno médio durante aproximadamente 30 minutos. O palito deve sair levemente úmido.

Observação: Na véspera e no primeiro dia de Pêssach até o ítem corêch do segundo Sêder, é costume Chabad não ingerir os ingredientes de maror charôsset, ou seja, chrein, alface romana, maçã, nozes e pêras (obviamente estes são ingeridos na hora de cumprir a mitsvá do maror e do corêch no primeiro e segundo Sêder). 

(Do livro: “De Pêssach a Shavuot – Leis e Costumes”, do Rabino Shamai Ende)

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Rebe, por favor me ajude!

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O Rabino Zushe Silberstein contou a seguinte história:

Alguns anos atrás, um primo meu, Aharon David, contou-me a história abaixo. Meu primo é um chassid, mas não um chassid Chabad. É um empresário bem sucedido e colaborou com as diversas instituições dirigidas por seu rebe, arrecadando dinheiro para as instituições durante suas viagens de negócios.

Certa vez, meu primo estava em Los Angeles a negócios. Andando pela rua, avistou alguém que lhe pareceu familiar, embora não se lembrasse de onde. Lembrou-se, então, que tinham sido parceiros de estudo na yeshivá muitos anos atrás. Conversaram um pouco de amenidades e o amigo a quem não via há tantos anos anunciou: “Agora sou chassid do Rebe de Lubavitch.”

Meu primo lhe perguntou: “Como foi que isso aconteceu?”

– “Escute minha história e você vai entender. Depois de meu casamento, continuamos morando na comunidade do Brooklyn onde tínhamos crescido. Uns seis meses depois ofereceram-me um emprego em Los Angeles e resolvemos nos mudar para cá, embora não conhecêssemos ninguém aqui.

“Certo dia, minha esposa se sentiu mal. E como parecia ser grave fomos ao pronto-socorro. Após algumas horas de exames e espera, o médico saiu muito sério e conversou em particular comigo. ‘Pelos exames que fizemos, parece que a doença de sua esposa é complicada. Pelo que vemos, a doença dela está muito avançada. Sugiro que você não diga nada a ela para não amedrontá-la. Vá para casa. Durma um pouco. Amanhã volte aqui, e enquanto isto cuidaremos dela para que se sinta bem.’

“Eu não sabia o que fazer, nem a quem pedir ajuda. Fui para casa, rezei e disse Salmos do fundo do coração. De repente lembrei-me: sou um chassid! Comecei a gritar: ‘Rebe, por favor me ajude! Salve minha esposa! Ajude-me!’

“Poucos minutos depois o telefone tocou! Naquela hora, no meio da noite! Pensei que talvez fosse alguém do hospital para me dar boas notícias. Mas quando atendi, era um homem falando em yidish. Disse: ‘Sou Hodakov. Estou ligando porque o Rebe me disse para lhe telefonar e dizer que de manhã você deve tirar sua esposa do hospital e ir ao Dr. -. O Rebe deu sua bênção de que tudo ficará bem.’ Depois, aquele tal de Hodakov disse: ‘Escutou o que eu disse?’ Eu devo ter dito ‘sim’ pois a ligação foi concluída.

“Fiquei lá sentado pensando: ‘Será que realmente recebi esse telefonema? De onde conheço Hodakov? Talvez eu esteja sonhando e escutando vozes? Talvez tenha sido uma fantasia? Sei o que ouvi, mas quem é Hodakov?’

“Eu não sabia quem era Hodakov, mas achei que era alguém ligado ao Rebe de Lubavitch. Lembrei-me de que havia um chassid Chabad, um emissário do Rebe de Lubavitch aqui em Los Angeles chamado Rabino Shmuel Dovid Raichik. Jamais o vira, mas era conhecido como alguém que está sempre ajudando aos outros. Diziam que ficava acordado a noite inteira dizendo o Shemá de antes de dormir.

Procurei seu número no catálogo. Eram 3:30 da madrugada, mas telefonei mesmo assim. O Rabino Raichik atendeu. Contei-lhe o que acontecera com minha esposa e sobre o telefonema do Rabino Hodakov. O Rabino Raichik me disse que R. Hodakov era o secretário particular do Rebe de Lubavitch. ‘Portanto, faça o que ele lhe disse para fazer!’ Disse simplesmente R. Raichik. Expliquei que eu tinha ficado tão surpreso com o telefonema que não tinha muita certeza do que R. Hodakov tinha me dito para fazer. R. Raichik me deu o número do telefone do escritório do Rebe. Embora fossem 6:30 da manhã em Nova York, ele insistiu para que eu ligasse para o escritório do Rebe para me certificar do que eu deveria fazer. Telefonei imediatamente e R. Hodakov atendeu.

Pedi-lhe para repetir o que tinha me dito: ‘O Rebe me disse para telefonar para você e dizer que de manhã, tire sua esposa do hospital e vá ao Dr. – e o Rebe deu sua bênção de que tudo ficará bem.’ Perguntei-lhe: ‘Por que você me ligou?’ R. Hodakov disse: ‘Porque o Rebe me pediu para fazê-lo.’ Espantado, perguntei: ‘Mas eu não telefonei para o Rebe, portanto, por que o Rebe lhe disse para me ligar?’ R. Hodakov disse: ‘Não sei. Isso é entre você e o Rebe.

Fiz o que o Rebe me falou para fazer. Na manhã seguinte fui ao hospital e disse ao médico que ia levar minha esposa embora. Tive de assinar um monte de documentos assumindo a responsabilidade por ela. Descobri o endereço do médico que o Rebe indicara. Liguei para o consultório e a secretária me disse que só tinha hora para dali a um ano! Tentei explicar que era urgente, mas de nada adiantou. Resolvi levar minha esposa direto para o médico. Fomos ao consultório sem ter hora marcada. Quando avistei o médico, disse-lhe, em desespero, que ele tinha de examinar minha esposa. Ele ficou desconcertado com meu atrevimento, mas disse que isso só seria possível com hora marcada. Disse-lhe que a secretária dissera que só tinha hora para dali a um ano. O médico reafirmou que não nos poderia receber. Disse-lhe: ‘O Rebe de Lubavitch me mandou para o senhor.’

Ao ouvir isso, ele disse: ‘Não sei quem é o Rebe de Lubavitch, mas sua história é tão incomum que me interessa. Entre no meu consultório, quero ouvir mais.’ Minha esposa e eu entramos no consultório e lhe contamos tudo. E ele acabou concordando em tratá-la.

Meu primo Aharon David estava durante todo esse tempo parado na rua em Los Angeles conversando com seu velho amigo. Seu amigo concluiu: “Você deve estar querendo saber o que aconteceu… Graças a D-us, minha esposa se recuperou! Fomos abençoados com cinco filhos, e tudo está bem!”

Mas meu primo ainda não estava entendendo. Perguntou a seu velho amigo: “Mas por que você se tornou um chassid do Rebe de Lubavitch?” Seu amigo respondeu: “No meio da noite, quando gritei ‘Rebe, por favor me ajude!’ Foi o Rebe de Lubavitch quem me atendeu!”

Por Rabino Zushe Silberstein

Revista Beis Moshiachach

Adaptado de:  http://lchaimweekly.org/

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BOLO DE MACAXEIRA (MANDIOCA)

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Ingredientes:

1 kg de macaxeira descascada e cortada

4 ovos inteiros

2 xícaras de açúcar

3 col. sopa de óleo

200 ml leite de coco

Modo de Fazer:

Bater todos os ingredientes no liquidificador. (É aconselhável ir pondo os pedaços de macaxeira aos poucos.) Asse em forno moderado em assadeira untada com óleo e polvilhada com açúcar. O bolo fica um pouco molhadinho, consistência entre bolo e pudim.

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COMO CORRIGIR-SE?

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Cada alma tem sua avodá (trabalho) particular, nas áreas do intelecto e das emoções, de acordo com sua natureza e caráter. Está escrito: “De meus inimigos Tu me dás sabedoria”,* a partir das tendências negativas, que a pessoa detecta em suas emoções naturais, pode adquirir sabedoria e aprender como lidar com a correção dessas características, e como subordinar seus talentos no serviço a D-us.

(* Uma tradução mais literal do Salmo 119:98 é “Fizeste-me mais sábio que meus inimigos.”)

Hayom Yom, 8 de Nissan

http://lchaimweekly.org/

 

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Sucesso em seu dia!

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Sol-2

Parashat Vayikrá, que é a primeira do Chumash Vayikrá, fala do serviço das oferendas e dos sacrifícios que eram levados ao Santuário e aos Templos Sagrados. Embora hoje em dia não possamos levar sacrifícios materiais, a Torá é eterna e vale para todas as épocas. De fato, cada judeu é comparado a um santuário, cujo objetivo também é atrair Divindade para o mundo. Podemos, portanto, aplicar as lições que aprendemos desses sacrifícios para nos guiar em nosso Serviço Divino.

O sacrifício “tamid” (perpétuo) era a fundação do todo o serviço diário, pois era o primeiro a ser oferecido de manhã e o último a ser levado no final do dia. O tamid era relativamente barato. Era composto de um carneiro, um pouco de azeite e uma porção de farinha e sal. O tamid não era trazido por indivíduos: todos os judeus contribuíam anualmente com uma pequena quantia de dinheiro para que com ele fossem comprados os itens necessários. Esse sacrifício trazia as bênçãos de D-us para todos os judeus, onde quer que estivessem.

Disso aprendemos que D-us não nos pede que abdiquemos de todos os nossos bens materiais, sem nada deixar para nosso próprio uso. O que se pede, porém, é que o que oferecemos seja dado de todo o coração e com sinceridade. Qualidade é mais importante que quantidade, e nosso Serviço a D-us deve ser feito com alegria e entusiasmo.

Outra lição a ser aprendida é que embora o tamid fosse ofertado apenas duas vezes por dia, era chamado de oferenda “perpétua” porque sua influência era sentida durante todo o restante do dia.

A mesma coisa acontece em nossa própria vida. A maioria de nossas tarefas diárias são dedicadas a assuntos mundanos e necessários, e   muitas vezes estamos ocupados demais para sentar e meditar sobre Divindade o dia inteiro. É por isso que assim que abrimos os olhos pela manhã, trazemos nosso próprio “sacrifício perpétuo”, para expressar a mesma dedicação total a D-us que era expressa pelo tamid:

Modê ani lefanecha, Mêlech chai vekayam, shehechezarta bi nishmati bechemlá rabá emunatecha – Dou graças a Ti, Rei vivo e eterno, pois Tu misericordiosamente restauraste minha alma dentre do mim. Tua fidelidade é grande.”

Com esta declaração, além de agradecer a D-us por ter restaurado nossa alma, O designamos como nosso Rei, cuja autoridade aceitamos de bom grado.

Falar o “Modê ani” leva apenas um momento, mas dá o tom certo para o restante do dia. Deste modo trazemos nosso próprio sacrifício tamid, inclusive atualmente, possibilitando nossa conexão com a Divindade mesmo quando estivermos ocupados com nossos assuntos diários e assegurando que todos os nossos esforços sejam abençoados com sucesso.

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/ (inglês)

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O Simbolismo do Sal

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“Em todos os teus sacrifícios oferecerás sal.” (Vayikrá 2:13)

Os sacrifícios simbolizam a parte revelada da Torá, que é comparada à carne; o sal alude à parte esotérica da Torá, que lida com assuntos mais abstratos e mais espirituais. Tal qual o sal literalmente conserva a carne, estudar os aspectos mais íntimos da Torá asseguram que a parte revelada será preservada.

(Likutê Torá)

Adaptado de:  http://lchaimweekly.org/ (inglês)

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TORDA DE LIQUIDIFICADOR

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Massa

Ingredientes:

1 xícara de água

1 xícara de suco de laranja

1 xícara de óleo

2 ovos

2 xícaras de farinha de trigo

1 colher de chá de sal

1 c. de sobremesa de fermento em pó

Modo de Fazer:

No liquidificador, bata primeiro todos os ingredientes, menos a farinha. Em seguida, vá acrescentando a farinha aos poucos e batendo.

Montagem:

Pode rechear com o que quiser. Fiz um refogado de palmito, com cebola frita e cenoura ralada, temperado com sal e pó parve para sopa. Unte e polvilhe uma assadeira ou pirex, verta metade da massa. Espalhe sobre ela o recheio, que não deve estar quente, se não a massa encrua. E por cima, espalhe o restante da massa. É facílima e deliciosa!

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