Pessach, Matsá e Maror

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E seu Simbolismo na Educação Judaica

Falando de uma maneira geral, há três tipos de alimentos:

  1. O alimento que é necessário para o desenvolvimento normal ou cuja necessidade é vital para preservar a vida.
  2. Alimento que é prejudicial e deve ser evitado, ou até mesmo destruído.
  3. Alimento que, embora não seja indispensável, é fonte de nutrição e prazer adicionais.

Há alusão a essas três categorias nas três comidas especiais de Pêssach:

  1. Matsá é, obviamente, o pão não fermentado e “o pão sustenta a vida do Homem” (Salmos 104:15). Em termos mais amplos, a palavra “pão” refere-se a uma refeição completa, e a toda a nutrição diária (Vide Daniel 5:1; Rashi sobre Bereshit 31:54).
  2. Maror – em nosso contexto – significa coisas indesejáveis que precisam ser consideradas amargas e, portanto, rejeitadas.
  3. O sacrifício de Pêssach tinha de ser comido “al hassova”, quando a pessoa já estava satisfeita (Rambam, Leis do Sacrifício Pascal 8:3. Era como um “sobremesa”, fonte de prazer e nutrição adicionais. Por isto, o Pêssach tinha de ser comido luxuosamente, “como um festejo real” (Rashbam sobre Pessachim 119b).

Com base nisso, podemos perceber três tipos de “alimentos” espirituais que devem ser dados a uma criança no processo educacional:

  1. A primeira necessidade vital de uma criança é receber uma dose diária de nutrição básica, ou seja, Torá e mitsvot, que são chamadas de “pão”. Além disso, deve-se cuidar para que o estudo da Torá e o cumprimento das mitsvot sejam humildes e achatados, como a matsá, sem nenhum traço de chamets (fermento) que faz com que a massa suba, cresça e inche arrogantemente (Likutê Torá, Tsav 13c).
  2. Ao mesmo tempo, é preciso proteger a criança das influências indesejáveis (amargas) de fora – insinuadas pelo maror – por meio de disciplina e repreensão. Atualmente, a obrigação de comer maror não é tão forte quanto na época do Templo (atualmente é uma obrigação rabínica, não bíblica). Do mesmo modo, a abordagem à disciplina deve ser mais branda, hoje em dia, do que era no passado. Matsá, porém, permanece uma exigência bíblica total até hoje, exatamente como na época do Templo, o que nos ensina que devemos continuar a dar reforço positivo integral a nossas crianças em sua “dieta básica” de Torá e mitsvot.
  3. Se seguirmos essas diretrizes na educação de nossos filhos (e de nós mesmos) passo a passo, ficaremos “saciados” com Torá e mitsvot de tal modo que a santidade que existe no coração de cada judeu virá à tona, causando um compromisso total com D-us. Deste modo estudaremos Torá com uma dedicação maior ainda e cumpriremos as mitsvot com o maior capricho, fazendo tudo com alegria verdadeira (“como num festejo real”) como está expresso no sacrifício de Pêssach.

(de uma carta do Rebe de 11 de Nissan de 5737)

(Adaptado de “The Kol Menachem Haggadah” págs.133-134

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

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Prioridades

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Tudo o que é sagrado para o povo do D-us de Avraham e é fundamental para a casa de Israel – estabelecer e educar uma geração de indivíduos corretos, a kashrut dos alimentos e a santidade sublime e pura do Shabat, D-us, reverenciado e glorioso, confiou às mulheres judias, para que preservassem e desenvolvessem.

A mulher que cumpre sua obrigação e destino na vida familiar, na conduta da casa e na educação de acordo com a Torá, sobre ela diz o versículo: “A sabedoria das mulheres constrói seu lar.”

Hayom Yom… 26 de Adar II

 

 

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Salada de Dois Grãos

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Ingredientes:

1 pacote de rúcula

¼ copo de feijão vermelho

¼ copo de grão de bico

1 cenoura ralada

Sal e azeite a gosto.

Modo de Fazer:

Peneire os grãos (e veja se não caem bichinhos) e deixe-os de molho na véspera. Pode ser juntos ou separados. Se cozinhá-los juntos, ambos ficam marrons. Separados, cada um conservará sua cor. Antes de cozinhá-los, examine os grãos cuidadosamente. Ferva-os em panela de pressão com água e sal até ficarem macios. Escorra e deixe esfriar.

Num pirex ou saladeira misture a rúcula (lavada e examinada) ligeiramente picada, a cenoura e os grãos, com o sal e o azeite. E pronto! É só servir! Salada deliciosa e nutritiva.

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O Antídoto contra Haman

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A história de Purim, como está relatada no Livro de Ester, proporciona uma análise clara do “problema judaico”.

Dispersos por 127 províncias e países, com seu próprio país ainda em ruínas, os judeus eram, sem dúvida, diferentes uns dos outros nos costumes, no trajar e no idioma, de acordo com seu local de dispersão, tal como os judeus dos diversos países diferem hoje em dia. Porém, embora houvesse judeus que escondessem seu judaísmo, Haman, o inimigo dos judeus, percebeu as qualidades e características essenciais de todos os judeus, que os tornavam, querendo ou não, “um povo”, ou seja, “suas leis são diferentes das de todos os outros povos.” (Livro de Ester 3:8)

Portanto, em seu perverso desejo de acabar com os judeus, Haman quer destruir “todos os judeus, jovens e velhos, crianças e mulheres.” Embora naquela época também houvesse judeus totalmente dedicados à Torá e às mitsvot (mandamentos), bem como judeus cujas ligações com seu povo eram tênues, ou buscavam assimilar-se, nenhum deles podia escapar da classificação de pertencer àquele “um povo”, e todos estavam incluídos no cruel decreto de Haman.

Existem Hamans em todas as épocas, mas nós sobrevivemos a todos eles, graças a D-us. Em que está o segredo de nossa sobrevivência?

Poderemos encontrar a resposta no seguinte exemplo: quando um cientista quer verificar as leis que regem certo fenômeno, ou descobrir as propriedades fundamentais de determinado elemento da natureza, precisa fazer uma série de experiências sob as mais diversas condições para poder descobrir as propriedades ou as leis que funcionam em todas as condições. Uma lei verdadeiramente científica não pode ser deduzida de uma quantidade mínima de experimentos, ou de experiências sob condições idênticas ou quase iguais, pois deste modo não se obteria resultados conclusivos sobre o que é essencial e o que é secundário ou irrelevante.

O mesmo princípio se aplica a nosso povo. É um dos mais antigos do mundo, com uma história que começou a partir da Revelação no Monte Sinai há cerca de 3.300 anos. Durante esses longos séculos, nosso povo viveu em condições extremamente variadas, nas mais diversas épocas e nos mais diversos lugares no mundo inteiro. Se quisermos descobrir os elementos fundamentais que compõem o motivo e a própria base da existência de nosso povo e sua força singular, temos de chegar à conclusão de que não são suas características físicas peculiares, tampouco suas características mentais intrínsecas, tampouco sua pureza racial (pois houve épocas, na história inicial de nosso povo, bem como na Idade Média e até mesmo em épocas mais recentes, em que tribos e grupos étnicos inteiros tornaram-se prosélitos e parte de nosso povo).

O elemento essencial que une nosso “povo disperso e espalhado” tornando-o “um povo”, por toda sua dispersão e independente da época, é a Torá e as mitsvot, o modo de vida judaico que permaneceu basicamente o mesmo através dos tempos e em todos os lugares.

A conclusão é clara e indubitável: é a Torá e as mitsvot que tornam nosso povo indestrutível no cenário mundial diante de massacres e pogroms que visam nossa destruição, e diante de ataques ideológicos de culturas estranhas que visam nossa destruição espiritual.

Purim nos ensina a antiga lição que foi comprovada, infelizmente, inclusive há muito pouco tempo, que nenhum tipo de assimilacionismo, nem mesmo um que vinha de várias gerações, nos protege dos Hamans e Hitlers; e nenhum judeu pode cortar os laços com seu povo tentando uma fuga assim.

Pelo contrário: nossa salvação e nossa existência dependem, precisamente, do fato de que “suas leis são diferentes das de todos os outros povos.”

Purim nos lembra que a força de nosso povo, como um todo, e de cada judeu e cada judia, em particular, está numa lealdade maior a nossa herança espiritual, que contém o segredo de uma vida harmoniosa, portanto saudável e feliz. Todas as outras coisas em nossa vida espiritual e secular têm de estar livres de contradições à base e essência de nossa existência, e precisam estar em sintonia com ela para que haja harmonia, e intensifiquem nossa força material e espiritual, que na vida judaica estão interligadas.

Com os melhores votos de um Purim alegre, e que possamos viver para ver um mundo livre dos Hamans e de todos os tipos de Amalekitas, inimigos dos judeus, de seu corpo, de sua alma e de sua religião.

Carta do Rebe de 7 de Adar de 5713 (1953)

http://lchaimweekly.org/ (inglês)

Leilui Nishmat:

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

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Rambam sobre Purim

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É melhor acrescentar nos presentes para os pobres do que na própria refeição festiva de Purim e nos Mishloach Manot para os amigos. Pois não há alegria maior que alegrar o coração dos pobres, órfãos, viúvas e guerim. Pois quem alegra o coração desses infelizes assemelha-se à Shechiná. Como consta: (Yishayá 27:15) “Reviver o espírito dos humildes e reviver o coração dos deprimidos.”

Rambam, Sêfer Hamitsvot, Shiur 68, pág. 249.

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HAMANTASH (meio) NATUREBA

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Massa:

Ingredientes:

750g de farinha branca

250g de farinha integral

2 tabletes de fermento para pão

1 ovo

½ copo de óleo

1 col. chá de sal

½ copo de açúcar mascavo (opcional)

1 copo de água morna

1 copo de suco de laranja.

Modo de fazer:

Numa tigela grande ponha as farinhas. Retire ½ xícara e reserve. Junte o açúcar e o sal e misture. Em outro recipiente, dissolva o fermento na água morna. Faça uma covinha na mistura das farinhas e lá despeje o fermento dissolvido, cobrindo-o, em seguida, com a própria farinha.  Misture o óleo com os ovos e bata bem, com um garfo, como para omelete.  Em seguida, verta a mistura dos ovos sobre a farinha, misturando com uma colher. Acrescente o suco e continue a misturar com a colher. Quando a massa já não estiver muito melecada, ponha as mãos na massa e sove bem. (se a massa ficar muito mole, vá acrescentando a farinha que você reservou, aos poucos, até dar o ponto). Aguarde subir/fermentar.

Recheio:

Geléia de Goiabada com Castanhas de Caju:

Ingredientes:

2 caixas de goiabada cortada em pedaços

Suco de 1 limão

¾ de copo de água

1 punhado de castanhas de caju picadas.

Modo de Fazer:

Coloque todos os ingredientes numa panela em fogo bem baixinho e, de vez em quando vá desmanchando a goiabada com uma colher de pau, até torná-la uma massa homogênea. Ao apagar o fogo, acrescente as castanhas e misture. Deixe esfriar e recheie com ela os oznei Haman.

Dica: Para a geléia não vazar, não exagere no recheio. E deixe a massa um pouco mole, para que ela grude.

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9 de Adar – America não é Diferente

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O dia 9 de Adar (II) é o dia em que o centro da Chassidut Chabad transferiu-se para o “hemisfério inferior”, com a chegada do Rebe anterior para os Estados Unidos, no ano 5700 (1940).

A Outorga da Torá foi do outro lado do globo terrestre. No “hemisfério inferior” a Outorga da Torá não se dera de maneira revelada. A transferência da sede da Chassidut Chabad para esta região foi uma espécie de descida. Sabe-se, porém, que a subida é equivalente à descida anterior. É justamente através da descida da parte íntima da Torá para o “hemisfério inferior” que se dá a grande e perfeita subida, até a subida da Redenção Completa.

Este assunto diz respeito, principalmente à Chassidut Chabad, em que se unem a Torá íntima e a Torá revelada, formando uma “única Torá”.

O trabalho do Rebe que chegou aos Estados Unidos está insinuado em seu (primeiro) nome: “Yossef (acrescentou) Hashem para mim outro filho.” Acréscimo e ações especiais inclusive entre os que ainda são considerados “outro”. Levar a luz Divina para o mundo inteiro, inclusive para o “hemisfério inferior”. Essa situação se revelará com a chegada da Redenção, quando a luz Divina iluminará de maneira clara em todo lugar. A Era da Redenção também está insinuada no nome do Rebe, como está escrito em Yshayá: “E eis que nesse dia, Yossif (acrescentará) Hashem novamente Sua mão.”

“E esses dias são lembrados e se repetem todos os anos.” O dia 9 de Adar é o dia em que, todos os anos, esta grande inovação é repetida – a chegada da parte íntima da Torá para o “hemisfério inferior”.

(Adaptado de “Sefer Hasichot – 5750”, págs. 326-327)

Baseado em “Maayan Chai”, Vol.7, págs. 104-105.

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KIGLE DE CHUCHU

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Ingredientes:

5 chuchus ralados

2 ovos inteiros

2 colher de chá de sal

4 colheres de sopa de farinha de trigo

Um pouquinho de óleo

Modo de Fazer:

Misture todos os ingredientes e despeje a mistura num pirex untado e polvilhado. Por cima, verta um filete de óleo. Asse em forno médio durante uns 30 ou 40 minutos ou até dourar. Fica mais gostoso fininho/baixinho, portanto é melhor usar um pirex maiorzinho.

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O que é uma boa dona de casa?

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O Rebe diz que uma boa dona de casa tem tudo de que precisa; e o que ela não precisa, não está lá.  Tudo o que há na casa deve ser de utilidade para seu morador.

http://www.collive.com/show_news.rtx?id=34199&alias=the-rebbetzin-sends-regards

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UMA “CASA” PARA D-US

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A ordem de construir um Santuário para D-us aparece em Parashat Terumá. A mitsvá (mandamento) foi dada para todos os judeus – homens, mulheres e, de acordo com o Midrash, até mesmo crianças.

O Santuário no deserto foi uma inovação enorme, um fenômeno totalmente novo que jamais existira: uma “casa” material para D-us, onde a Presença Divina estava “revestida” e lá habitava. De fato, é um conceito tão radical que o Rei Salomão foi levado a perguntar: “Se nem o Céu, nem o Céu dos Céus podem contê-Lo, quanto menos esta casa que construí?”

Portanto, como algo tão espantoso pode ser realizado por todo judeu, até mesmo o mais simples?

De fato, vemos que apenas um punhado de pessoas foi responsável por fazer as diversas partes do Santuário, como Betsalel, que D-us preencheu com “o espírito do Eterno”. Contudo, a Torá diz, claramente, que a construção do Santuário dependeu das ações de todos os judeus. Mas como poderia um indivíduo ter a capacidade de fazer com que a Presença de D-us habitasse numa estrutura física, quando o Universo inteiro é pequeno demais para contê-Lo?

A questão torna-se maior ainda quando analisamos as palavras do mandamento, em si: “E eles pegarão para Mim uma oferenda.” De acordo com Rashi, isso significa que as contribuições para o Santuário tinham de ser feitas para o Céu, sem segundas intenções. Uma vez que nem todo mundo pode chegar a um nível tão elevado de Serviço Divino, como essa ordem poderia estar direcionada a todos os judeus?

Para entender isso, precisamos voltar para a Outorga da Torá, no Monte Sinai, quando o povo judeu passou por uma transformação essencial. Quando D-us escolheu os judeus, dentre todas as nações, pegou seres humanos comuns, físicos, e os transformou num “reino de sacerdotes e um povo sagrado.”

Desde então, cada judeu está conectado com D-us, num nível básico, o que fez com que nossos Sábios dissessem: “Embora tenha pecado, continua sendo judeu.” Dentro de cada judeu há um “pintele yid”, uma centelha judaica que não lhe permite afastar-se de D-us. O verdadeiro desejo íntimo de cada judeu é obedecer à vontade de D-us. Se nem sempre isso é perceptível, é apenas porque a Má Inclinação tem controle provisório. Além disso, mesmo se a motivação de um judeu para servir a D-us possa parecer não ser totalmente “pura”, no nível mais profundo e íntimo, é.

Como a essência da alma está sempre inseparavelmente ligada a D-us; cada judeu tem a capacidade de construir uma morada para Ele.

Adaptado de Sêfer HaSichot 5752, Vol. II.

Intenções X Resultados

“E pegarão para Mim uma contribuição” (Shemot 25:2)

Sobre a prece diz-se “É melhor um pouco com as intenções adequadas que muito sem intenções apropriadas.”

Quanto à tsedaká (caridade), porém, “muito sem as intenções apropriadas” também é bom!

O principal objetivo de dar tsedaká é ajudar ao próximo; a motivação por trás do ato é secundária. Em termos simples: quanto mais dinheiro se dá, os resultados positivos são maiores.

(O Báal HaTanya)

Adaptado de:  http://lchaimweekly.org/

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Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

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Yaakov ben Eliyáhu

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