Archive for história

D-US NÃO FICA DEVENDO

BS’D

Bernard Hillstein (o nome foi mudado) finalmente admitira que já não podia viver sozinho e teria de ir para uma casa geriátrica.

Sempre gostara de clima ameno.

De modo que, quando Bernie encontrou um “lar de velhos” no sul da Flórida, que tinha uma sinagoga e era totalmente Shomer Shabat, logo assinou o contrato.

Percebeu as letras miúdas só após ter pago o sinal e ter “desalugado” seu apartamento em New Jersey.

Ethel, com quem fora casado durante 56 anos, falecera há seis anos. Foi quando os médicos de Bernie o aconselharam a receber Oakley em sua casa.

Bernie adquiriu Oakley, um pastor alemão, cão-guia de serviço, para ajudá-lo a se virar sizinho.

Há seis anos Oakley era o companheiro constante de Bernie.

Sem Oakley, Bernie não sabe como teria sobrevivido à Covid.

Ele e Ethel não tiveram filhos e sua visão estava falhando. Sem Oakley no apartamento Bernie teria sofrido a maior das tristezas: solidão completa.

Como dá para imaginar, Bernie ficou preocupado quando viu, nas letras miúdas, que aquela residência para idosos não permitia animais de estimação, nem mesmo os de serviço.

Imediatamente Bernie veio ao meu escritório e me pediu para conseguir alguma exceção ou dispensa na proibição dos “pets”.

Bernie não conseguia se imaginar vivendo sem seu querido Oakley.

Escutei Bernie e telefonei para o “lar”.

O diretor me ouviu calma e educadamente, porém foi firme, explicando que a cláusula da proibição dos “pets” significava: nada de “pets”. Ponto final. Não havia dispensa nem exceções.

Telefonei para o rabino, capelão do lugar, e ele também, explicou que estava de mãos atadas. Não tinha influência nem autoridade para permitir que Bernie levasse Oakley para lá. Bernie estava à beira do desespero. Já tinha se desligado do apartamento de New Jersey e já pagara o sinal para a Flórida.

O pensamento de abandonar Oakley, o que significava viver só, lhe parecia uma sentença de morte.

Dei mais telefonemas e, finalmente, o diretor da casa geriátrica, já irritado, disse: “Essas são as regras. Se quiser, ligue para o Sr. Hertzler. Ele é o dono, e só ele pode lhe dar permissão. Porém, ele e um chassidishe yid bem idoso. Duvido muito que esteja interessado em ter um cão em sua propriedade.”

As coisas foram arranjadas como só Hashem pode fazer. O Sr. Hertzler, que raramente saía da Flórida, estaria em Nova York para uma festa de família. E consegui marcar um encontro com ele para a noite daquele domingo.

Quando cheguei na casa onde ele estava hospedado, em Boro Park, não tinha grandes esperanças de sucesso.

O Sr. Hertzler, que se sentia melhor falando em Yidish do que em inglês, era um judeu chassídico. Quando lhe apertei a mão, não pude deixar de perceber os números azuis em seu antebraço.

Percebi que seria uma missão inútil, pois que sobrevivente do Holocausto de 95 anos permitiria que um pastor alemão fosse hóspede em sua propriedade?

Com tudo isso, depois de ter dado tantos telefonemas para marcar esse encontro e ter viajado de Passaic até Brooklyn, eu tinha de fazer meu apelo. E se (ou mais provavelmente, quando) ele dissesse não, eu saberia que tinha feito tudo o que estava ao meu alcance.

O Sr. Hertzler foi extremamente hospitaleiro, ofereceu-me um delicioso kokush (rocambole) e chá forte e doce.

Depois de conversar um pouco sobre meu shul, fui direto ao ponto, e expliquei a situação e por que Bernie precisava de Oakley. Enfatizei que Oakley era tudo o que Bernie tinha na vida e a grande mitsvá que seria permitir que Oakley morasse com ele.

O Sr. Hertzler escutou pacientemente e em seguida respondeu citando um passuk, “Lo Yecherats Kelev Leshonô” (“Mas para todos os filhos de Israel, nenhum cão aguçará sua língua.” – Shemot 11:7).

Pensei que, talvez, o Sr. Hertzler não estivesse prestando atenção ao que eu dissera.

Repeti meu pedido, e ele repetiu o passuk.

Em seguida, ele olhou para mim e disse, com um sorriso.

“Esperei você durante setenta e oito anos. É óbvio que seu amigo pode levar o cachorro. De fato, eu mesmo pagarei por tudo de que o cachorro precisar.”

O Sr. Hertzler deve ter percebido minha confusão, e explicou:

“Em 1945, lá pro final da guerra, os nazistas estavam evacuando o lager (campo de concentração). Como eu sabia que os Russos deveriam chegar em poucos dias, resolvi me esconder debaixo das barracas, agachado. Os nazistas pegaram seus pastores alemães para encontrar todo e qualquer judeu, pelo faro. Sempre que um cachorro farejava um judeu, começava a latir. Quando o nazista e seu cão se aproximaram de meu esconderijo, rezei, repetidamente, com todo o coração: “Ulechol Benei Yisrael Lo Yechratz Kêlev Leshono.

Para meu espanto, o cachorro passou bem perto de mim. Dava para sentir seu hálito. Contudo, o cão não fez o menor ruído, e seguiu adiante.

Foi quando fiz uma promessa a Hashem.

Do mesmo modo que Hashem recompensou os cães por não terem latido no Êxodo, eu também retribuiria a um pastor alemão por não ter latido na hora de minha própria Yetsiat Mitsrayim.

Finalmente, chegou o dia que tanto esperei.

“Diga a seu amigo que ele e Oakley serão meus hóspedes de honra.”

Fiquei mudo de espanto.

O Sr. Hertzler colocou mais um pedaço de kokush no meu prato e disse alegremente: “Você pensou que estava vindo me pedir um favor. Mas na verdade, é o oposto: Hashem o mandou aqui para que eu pudesse pagar minha dívida de setenta e oito anos. Por favor, vamos fazer juntos um lechaim para agradecer a Hashem por sua bondade.”

“Se não agora, quando?” – Hilel

(Ron Yitschak Eisenman –

Rav da Congregation Ahavat Israel –

Passaic, NJ)

(Recebi por WhatsApp)

“Vocês deverão ser pessoas santas para Mim. Não comam carne dilacerada no campo; atirem-na aos cães”

(Shemot 22:30)

D-us não fica devendo nada a ninguém.

No relato de Êxodo consta:

“Mas para todos os filhos de Israel, nenhum cão aguçará sua língua.” (Shemot 11:7).

Disse o Santo, Bendito Seja:

“Dêem a ele sua recompensa.” (Mechilta)

Rashi

& & &

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

Hershel ben Moishe

Miriam bat Yaakov

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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OY REBE!

BS’D

Arte by Michoel Muchnik

“E sua alma está ligada à alma dele.” (Bereshit 44,30)

Um dos grandes chassidim do Rav autor do Tanya, R. Pinchas Roizes (filho do gaon – gênio – R. Henich Shik de Shklov), costumava viajar ao Rav em quatro dos meses do ano – Elul, Tishrê, Nissan e Sivan. E aconteceu que certa vez, adoeceu no mês de Tishrê e não pôde viajar. Em Shemini Atseret, quando R. Pinchas estava sentado na Sucá comendo, emocionou-se, de repente, no meio da refeição, levantou-se e exclamou: “Oy Rebe!”. E aos que estavam sentados à mesa falou: “O Rebe está se lembrando de mim, agora”. E o Rav, no meio de sua refeição em Shemini Atseret, falou aos que estavam à mesa: “Pinchas Roizes está precisando agora de cura para o corpo. Não posso lhe dar o que não está ao meu alcance, mas lhe dou cura para o corpo.” Os chassidim de Shklov que estavam presentes junto ao Rav na ocasião, quando voltaram para casa, após a festa, logo foram visitar R. Pinchas e pediram que lhes servisse mashke (bebida). Serviu-lhes bebida e relataram o que aconteceu na refeição do Rav. Em seguida ficaram sabendo que na mesma hora que o Rav falou dele, R. Pinchas exclamou: “Oy Rebe!”, e começaram a zombar dele: “O que deu em você? Está se considerando uma pessoa muito elevada?” R. Pinchas respondeu: – Não é eu! Na primeira vez que estive em yechidut (audiência particular) com nosso Rebe, entreguei-lhe minha nêfesh, quando estive com ele pela segunda vez entreguei-lhe a ruach e da terceira vez que estive com ele entreguei-lhe minha neshamá. E, uma vez que minhas nara’n (nêfesh, ruach e neshamá – três níveis da alma) estão totalmente entregues e cedidas a nosso Rebe, não é eu quem sabe, nem é eu quem sente…”

(Harav Shlom Yossef Zevin – Sipurei Chassidim) (Reimpresso com permissão do “Likrat Shabat on line” da Yeshivá Tomchei Tmimim)

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Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

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“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

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A MUTRETA

BS’D

“E o colocou na prisão…”

Bereshit  39,20

Em Skole, cidade da Galícia, vivia um homem chamado Guedália Heilprin. Era muito respeitado, e líder da comunidade. Tinha um contrato com o governo, de fornecer folhas de tabaco para uma fábrica de fumo que estava localizada numa aldeia chamada Winiki. O homem costumava subornar o funcionário da fábrica encarregado de receber sua mercadoria, e dentro dos muitos sacos de tabaco que levava para a fábrica, colocava um pouco de terra, pedras e coisas semelhantes, e por cima, punha muito tabaco, para que não percebessem a falsificação, e deste modo “ganhava” muito dinheiro, obviamente.

Certo dia, o funcionário mandou um mensageiro avisar ao fornecedor que da capital, tinha sido enviado um fiscal, a fim de fazer uma vistoria na fábrica, e com certeza descobriria que estava faltando muito tabaco da quantia que estava registrada na contabilidade. Haveria, portanto um processo criminal. Guedália assustou-se, sem saber o que fazer. Viajou a seu rabino, Rabi Meir de Premishlan za’l. Isso aconteceu numa sexta-feira, véspera de Shabat, e ele só conseguiu chegar lá muito próximo da entrada do Shabat. Na noite do Shabat, depois da reza, Rabi Meir’le costumava dar Shalom aos que não tinham conseguido receber Shalom durante o dia. Portanto, Reb Guedália também entrou para receber Shalom do tsadik após a reza da noite, sem nada falar sobre o assunto que o preocupava.

Na manhã seguinte, na reza de Shacharit de Shabat, na hora da leitura da Torá, o tsadik chamou Reb Guedália para subir para a Torá. Era o Shabat da Parashá Vayeshev. O costume do tsadik era que ele próprio era o chazan e ele também lia a Torá. Reb Guedália foi chamado para a sexta aliá, que é considerada muito importante. Reb Guedália ficou contente pensado que o rabi estava lhe dando uma honra… Mas pouco durou sua alegria. Quando o tsadik leu o passuk: “E o patrão de Yossef o pegou e o colocou na prisão, lugar onde ficavam os prisioneiros do rei e ele ficou lá na prisão”, acabou a leitura, embora ainda faltassem três psukim até o final da leitura, e fez sinal para que Reb Guedália falasse a berachá que se fala após a leitura da Torá. Reb Guedália percebeu que o tsadik estava lhe dando o veredicto de que ele seria preso. Portanto, não quis fazer a berachá. Afinal de contas, o final da leitura não era ali. Quando o tsadik viu que Reb Guedália ficou calado e não estava fazendo a berachá, disse-lhe:

Nu!…

Quer dizer: por que você não está falando a berachá?

Reb Guedália respondeu:

Nu, nu!…

Quer dizer: Desculpe-me Rabi, mas poderia, por favor, continuar a leitura?

O tsadik teve de continuar a leitura até o sétimo, no passuk final da sexta leitura que termina: “D-us lhe dava sucesso em tudo o que ele fazia.”

Em motsaei Shabat, Reb Guedália foi ter com o tsadik, e este lhe disse:

– Guedália é mais esperto que Meir-le… mas diga-me, Guedália, você não merece tal castigo? Como pode se permitir, alguém como você, homem afluente e abastado, fazer tal mutreta? Mas como, com certeza, seu coração já se quebrou dentro de você, e está arrependido do que fez, lhe dou uma berachá para saia de sua aflição, desde que de agora por diante não faça mais coisas dessas.

Quando Reb Guedália chegou em casa, soube que aquele fiscal enviado da capital adoeceu, de repente na fábrica, e estava em perigo de vida. Reb Guedália chamou imediatamente um médico especialista, de uma cidade grande, algo que lhe custou muito dinheiro, e ele próprio cuidou do doente sem descanso, até que ficou curado. O fiscal, vendo toda a dedicação do judeu para com ele, apagou o assunto todo e mandou um relatório para a capital dizendo que estava tudo na mais perfeita ordem na fábrica.

Adaptado do livro:

Sipurei Chassidim, Torá

Rav Shlomo Yossef Zevin

Págs.117-118

(Hebraico)

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Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

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“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

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OS POÇOS DE YITSCHAK

BS’D

Um judeu procurou o Rav Yitschak Eizik de Zidichov e lhe contou que um nobre tinha uma estalagem para alugar. E a localização era boa, pois por lá passavam negociantes de gado. Só que tinha uma desvantagem: lá não havia água que os rebanhos pudessem beber. Por isso os mercadores de gado eram obrigados a fazer um desvio, e ir por um caminho mais longo, onde havia um poço. Se houvesse água perto da estalagem, os negociantes poderiam ir por aquele caminho, que era muito mais curto e a estalagem teria muito lucro.

– Alugue a estalagem e cave um poço. Depois que cavar alguns metros, venha passar um Shabat aqui comigo.

O judeu assim fez e, quando chegou para passar o Shabat com o tsadik, este lhe disse para cavar mais um pouco e pegar um papelzinho e escrever nele:

“Os servos de Yitschak cavaram um poço e foram lhe dizer: ‘encontramos água’”.

E que jogasse o bilhetinho dentro do poço.

O homem fez o que o tsadik mandou e no poço começou  a subir água, até que encheu-se por completo. Os não-judeus da aldeia ficaram muito felizes, pois havia água para eles e para seus animais. Os negociantes começarem a passar por aquela aldeia com seus rebanhos. E o homem enriqueceu daquela estalagem que alugara. Pois o nobre a alugara barato, já que ninguém quisera alugá-la antes.

Outro judeu procurou o nobre da aldeia, e lhe disse que o aluguel da estalagem estava muito baixo, e o arrendatário estava enriquecendo. Portanto, ofereceu-lhe um aluguel bem mais alto, até que o nobre alugou a estalagem para ele, ficando o primeiro inquilino sem parnassá (sustento). Ele logo correu para Zidichov e contou ao tsadik seu problema. O tsadik lhe disse para escrever num papelzinho as seguintes palavras:

“E todos os poços que os servos de Avraham, seu pai, cavaram os plishtim tamparam e encheram de terra.”

E que jogasse o bilhetinho no poço.

O judeu fez o que o tsadik mandou, e o poço secou. Quando os não-judeus da aldeia viram que a água secara, foram se queixar ao nobre: eles tiveram água durante todo o tempo de permanência do primeiro inquilino, e agora, desde que alugara o negócio a outro, a água tinha secado. O nobre, então, chamou o primeiro arrendatário e lhe ofereceu a estalagem de volta. O judeu respondeu que primeiro precisava se aconselhar com seu rabino, o tsadik. Foi a Zidichov e o tsadik lhe disse que se o nobre lhe cobrasse o mesmíssimo aluguel, sem nenhum acréscimo: alugasse. E novamente jogasse um bilhetinho no poço, e escrevesse no bilhete:

“E cavou outro poço e por ele não brigaram, e o chamou Rechovot (espaços largos), querendo dizer que agora Hashem nos fez espaço e podemos ser frutíferos na terra.”

O nobre concordou em lhe alugar pelo preço anterior. O judeu jogou o bilhetinho no poço e a água voltou a subir, como antes. Naquela estalagem moraram o judeu, seus descendentes e os descendentes de seus descendentes. E não houve concorrentes, e se sustentaram com fartura e de modo honroso.

Baseado no livro: Sipurei Chassidim

Do Rabino Shlomo Yossef Zevin

Torá. Págs. 79-80

(Hebraico)

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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

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“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

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Eliyahu ben Aba

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Efraim Kopl ben Eliyáhu

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Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

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Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

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O NASCIMENTO DO REBE RASHAB

BS’D

Lubavitch

Conta sua mãe, a Rebetsin Rivka, esposa do Rebe Maharash (Rebe Shemuel, quinto rebe da dinastia Chabad):

No dia 10 de Kislev de 5620 sonhei que vi minha mãe (Rebetsin Sara, filha do Miteler Rebe) e meu avô, o Miteler Rebe, e ambos estavam com o rosto iluminado.

Minha mãe me disse:

– Rivka, você e seu marido escrevam um Sêfer Torá.

E meu avô, o Miteler Rebe, disse:

– E vocês terão um filho bom, e não se esqueçam de lhe dar meu nome.

E minha mãe acrescentou:

– Rivka, você está ouvindo o que meu pai está lhe dizendo.

E eu acordei.

O dia inteiro fiquei preocupada com o sonho, mas com meu marido, o Rebe Maharash, não falei nada nem lhe contei sobre o sonho.

Dois ou três dias depois, minha sogra ficou com febre, e eu cuidei dela. De noite a febre passou e de manhã ela melhorou.

Depois da reza meu sogro, o Rebe Tsêmach Tsêdek, entrou no quarto de minha sogra para visitá-la, e ela lhe contou que tinha sonhado um sonho, de noite. Meu sogro disse: “Consta na Guemará (Berachot 55,2) que sonhar é bom para os doentes. E sobre sonhos há duas opiniões, uma delas acredita em sonhos e a outra não acredita neles.” E voltou-se para mim e disse:

“Um bom sonho, é óbvio que é preciso realizá-lo…”

Quando meu sogro saiu e refleti no que havia dito sobre os sonhos, e suas últimas palavras sagradas, de que um bom sonho é óbvio que é preciso realizá-lo, refleti sobre a visão do sonho que tive em 10 de Kislev, e resolvi contar o sonho a meu marido.

Porém, quando cheguei em casa encontrei nossa filha Devora Léa com dor de garganta e febre alta, e durante alguns dias estive tão ocupada que me esqueci do assunto. Depois de uns três dias a febre passou e Devora Léa ficou boa.

Na noite de Yud Tet Kislev sonhei novamente que vieram ter comigo minha mãe, a rabanit, meu avô, o Miteler Rebe e mais um homem idoso.

Minha mãe me disse:

– Rivka, você e sue marido devem escrever um Sêfer Torá.

Meu avô, o Miteler Rebe, disse:

– E vocês terão um filho bom.

O homem idoso falou:

– Amen, assim fale Hashem.

E minha mãe concluiu:

– Vovô (o Alter Rebe), dê-lhe uma berachá. E ele me abençoou.

Meu avô, o Miteler Rebe, e minha mãe responderam amen e eu também falei amen em voz alta, e acordei.

Meu marido, o Rebe Maharash, já tinha acordado, mas ainda estava no quarto, e me perguntou o que foi aquilo, que ele me ouviu falar amen. Fiz netilat yadayim e lhe falei que tive um sonho e que iria a seu escritório uma hora depois para contar-lhe.

Contei para meu marido sobre o sonho de 10 de Kislev palavra por palavra, bem como o sonho da noite anterior. Disse-me meu marido: “É um sonho bom, por que você não me contou logo que sonhou em 10 de Kislev?Sonhos assim são sobre coisas muito elevadas.

E expressou seu desejo de que o Sêfer Torá fosse escrito em pergaminho de couro de animais em que foi feita shechitá kesherim.

Um pergaminho assim não é fácil de encontrar, e umas cinco semanas se passaram até que foram conseguidas algumas folhas de pergaminho.

Meu sogro, o Tsêmach Tsêdek, disse a meu marido que o Sêfer Torá deveria começar a ser escrito secretamente, apenas com a presença de seu irmão, e que o começo da escrita seria em seu escritório. E no dia 15 de Shevat teve início a escrita do Sêfer Torá discretamente no escritório de meu sogro.

Meu marido apressou o sofer, e no mês de Elul, o Sêfer estava quase pronto. Meu marido pensou que um dia depois de Yom Kipur, que caiu numa quinta-feira, seria a conclusão, para mazal tov, e meu sogro concordou.

Eu estava grávida e não pude participar dos preparativos para a refeição de mitsvá da conclusão, pois meu marido queria fazer uma grande refeição, e meu sogro concordou, e contrataram um homem especial para organizar tudo.

Em Rosh Hashaná e nos Dez Dias de Arrependimento foi divulgado que um dia depois de Yom Kipur seria o siyum (conclusão) do Sêfer Torá, e vários dos hóspedes que tinham vindo para Yom Kipur ficaram para o siyum.

No dia seguinte a Yom Kipur, de manhã bem cedo, meu sogro chamou meu marido e lhe disse: “Hoje haverá uma grande refeição, eu também estarei presente na seudá e falarei chassidut, mas o siyum não será hoje.” Não explicou o motivo.

Na segunda-feira, 13 de Cheshvan, meu sogro chamou meu marido e lhe disse:

“Hoje à noite, chame o sofer para meu escritório e chame sua mãe e vamos fazer o siyum do Sefer Torá discretamente.

Eu costurei a capa do Sêfer Torá, e quando levei a capa para o escritório de meu sogro, ele me disse: “Mazal Tov, que Hashem realize a berachá que lhe deram meu sogro (o Miteler Rebe) e meu avô (o Alter Rebe).”

Na segunda-feira, 20 de Cheshvan de 5621 às 9:00 da manhã, dei à luz meu filho, para mazal tov  e para longos dias e anos.

(“Otsar Sipurei Chabad”, Vol IX, págs.3-6)

(Hebraico)

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PERFEITO AUTOCONTROLE

BS’D

Quando o Rebe Anterior, Rebe Yosef Yitschak Schneersohn, o Rebe Rayats, chegou aos Estados Unidos, no início dos anos 40, ele tinha um médico que costumava ir a sua residência e lhe aplicar injeções para tratar sua paralisia. Ficaram amigos, e o médico costumava visitar o Rebe só para conversar.

Em uma dessas visitas, o médico percebeu um cinzeiro cheio de bitucas de cigarro. Naquela época, o Rebe anterior fumava muito. O médico, então, mencionou que uma pesquisa recente parecia indicar que fumar fazia mal à saúde. Isso aconteceu muito antes disso tornar-se conhecimento público.

Mas tarde, enquanto conversava, o médico, que era fumante, pegou um maço de cigarros e ofereceu um ao Rebe. O Rebe recusou, dizendo. “Não fumo.” O médico ficou surpreso, e o Rebe explicou. “Você me disse, há menos de meia hora, que não é saudável fumar. Portanto, não fumo.”

Teshuvá é isso. Ao perceber que era errado, acabou. Tornou-se de imediato, fora de questão. A partir daquele momento ele não fumava mais. Não houve “É mesmo? Tenho de parar? Não posso fumar nem mais um cigarrinho?” Ou “Talvez eu possa ir reduzindo aos poucos?”

Quando o Rebe falou: “Não fumo”, ele quis dizer: “Estou livre.”

Este é o verdadeiro significado de livre arbítrio: Posso me libertar. Sou livre para assumir qualquer identidade que eu quiser. Posso optar por me ver tendo o caráter e a capacidade que me façam bem.

Teshuvá não é ficar deprimido, achando-se um lixo.

Teshuvá é recalcular a rota, modificar nossa autoimagem – e com alegria!

Baseado no livro:

Creating a Life that Matters:

How to live and love with meaning and purpose

Do Rabino Manis Friedman e Rivka Goldstein

Pág. 192

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Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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POBRES E RICOS

BS’D


“Houve fome na terra [de Canaã]” (Bereshit 12:10)

“Na fome nos alimentou na saciedade nos sustentou.”

(prece de Shabat)

Um grupo de negociantes de cereais abastados foi procurar o Rav David’le de Talna za’l, a fim de lhe pedir conselho e berachá: Como no ano anterior tinha havido uma seca, o preço dos cereais tinha subido muito. Diante disso, pensaram que neste ano também, os cereais fossem estar em alta. Por isso, no início do ano não quiseram vender sua mercadoria, e esperaram que o preço subisse mais. Mas acontece que o preço foi descendo cada vez mais e eles iam ter muito prejuízo.

O tsadik lhes respondeu:

Quem alimenta e sustenta os pobres num ano de fome, alimentará e sustentará os ricos no ano de fartura…

Do livro: Sipurei Chassidim – Torá

Do Rav Shlomo Yossef Zevin, pág. 46

(Hebraico)

~~~~   ~~~~   ~~~~

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

Miriam bat Yaakov

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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MITSVÁ E MITSVÁ

BS’D

Arte by Michoel Muchnik

O Rav Yitschak de Neschij contou que seu pai, o Rav Mordechai za’l (conhecido como o velho rav de Neschij), antes de ser nomeado rabino, era negociante. E de cada viagem de negócios que fazia, economizava um pouco para poder comprar um etrog para a mitsvá de Sucot. Até que conseguia juntar toda a quantia necessária para comprar um etrog.

Certa vez, conseguiu juntar assim seis rublos de prata para comprar o etrog e viajou para Brod, para comprar o etrog, pois morara naquela época numa cidadezinha próxima a Brod.

No caminho, encontrou um carregador de água, que transportava a água numa carroça puxada a cavalo. O cavalo morreu, o homem estava chorando e suspirando por isso.

O rabino perguntou:

– Por que você está chorando?

O homem lhe contou tudo o que acontecera. Imediatamente, o rabino lhe deu os seis rublos de prata para que comprasse outro cavalo.

E o rabino disse:

– E qual a diferença? Etrog é uma miitsvá de Hashem, e isto também é uma mitsvá de Hashem.

E disse brincando:

-Todo mundo faz uma berachá sobre o etrog, e eu vou fazer uma berachá sobre o cavalo…

Mas acabou ganhando um etrog bonito e mehudar. E além da “berachá do cavalo” fez também a berachá do etrog.

Adaptado do livro: Sipurei Chassidim

Do Rabino Shlomo Yossef Zevin

Moadim

Pág. 122

(Hebraico)

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Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

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CONVERSAR COM D-US

BS’D

Há mais de cem anos, na cidade de Belz, havia um Rebe muito santo chamado Rav Shalom de Belz. Tinha milhares de chassidim, e seu nome era famoso em grande parte do mundo judaico.

Certo ano, na primeira noite de Selichot (preces penitenciais que são ditas antes de Rosh Hashaná), em vez de ir para a grande sinagoga para assinalar o início das preces, Rav Shalom pediu a seu ajudante para aprontar a carruagem, pois iriam para a floresta.

O espantado ajudante pensou nos milhares de Chassidim que estavam esperando o Rebe chegar na sinagoga para iniciar as preces. Mas sabia que não devia fazer perguntas, e foi aprontar a carruagem.

Depois de viajarem durante uma meia hora, o Rebe fez sinal para o assistente para que ficasse na carruagem enquanto ele foi andando por uma trilha estreita. Na distância havia uma cabana.

O Rebe foi até a janela da cabana e olhou para dentro. Lá estava sentado um Chassid idoso, sozinho, perto de uma mesinha. Sobre a mesa havia uma garrafa de vodca e dois copinhos: um diante dele e o outro, diante de uma cadeira vazia na sua frente.

Através da janela o Rebe viu o Chassid levantar seu copo de dizer “lechaim” (à vida) e beber a vodca. Em seguida viu o Chassid beber o segundo copo também. Repetiu isso mais duas vezes. Depois disso o Rebe voltou rápido para a carruagem. E voltou para Belz com seu ajudante.

Quando as portas da sinagoga se abriram e o Rebe entrou, a congregação ficou em silêncio. Todos os olhares acompanharam o Rebe até seu lugar na frente da sinagoga e o salão irrompeu em preces dando início às Selichot.

Quando as Selichot foram concluídas, o Rebe voltou-se a seu assistente e disse: “Tem um Chassid idoso que chegou atrasado e com certeza vai acabar depois que todos foram embora. Por favor, espere ele acabar e lhe diga que quero que ele venha a meu escritório.”

Cerca de meia hora depois, Zelig estava, trêmulo, diante de Rav Shalom. “Quero que me diga o que você fez em sua casa, antes de vir para cá, hoje à noite”, começou o Rebe. “Por que você estava com dois copos de vodca e com quem fez lechaim?”

“O Rebe está sabendo disso!?” Perguntou, com os olhos arregalados de espanto.

“Estive na sua casa e vi o que aconteceu. Mas quero entender o que você fez lá”, explicou o Rebe.

“Sou pobre, Rebe, não tenho filhos e minha esposa faleceu há anos. Vivo só, com meus poucos animais, quer dizer, até poucos meses atrás. Minha vaca adoeceu e eu rezei para D-us curar a vaca. ‘Afinal de contas’, eu disse para D-us ‘Você criou o mundo inteiro e tudo o que há nele, com certeza pode curar uma vaca!’

“Mas a vaca piorou. Então eu disse: ‘Escute, D-us, se Você não curar essa vaca, não vou mais para a sinagoga!’ Achei que se D-us não liga prá mim, quer dizer, não é nada para Ele curar uma vaca velha! Então por que devo ligar? Mas a vaca morreu e eu fiquei bravo e… parei de ir à sinagoga.

“Aí minha cabra ficou doente. Eu disse para D-us: ‘O quê? Não bastou? Acha que estou blefando? Se esta cabra morrer não vou mais colocar tefilin!’ A cabra morreu e eu parei de botar tefilin.

“Aí minhas galinhas adoeceram e eu disse a D-us que se elas morressem eu não iria mais guardar Shabat. Uma semana depois eu fiquei sem galinhas e D-us ficou sem meu Shabat.

“Bom, aguentei mais de uma semana até que, de repente, percebi que a época das Selichot estava chegando. Pensei; ‘Zelig, você não vai dizer Selichot com o Rebe? Tá louco!?? Mas por outro lado, eu estava bravo com D-us e não estava indo na sinagoga.

“Então me lembrei que certa vez, eu discuti com Shmerel, o açougueiro. Durante cerca de um mês a gente nem falava ‘oi’. Até que uma noite, ele veio até minha casa com uma garrafa de vodca e disse: ‘Vamos esquecer o passado e voltar a ser amigos. Nós, judeus, já temos muitos inimigos.’ Aí falamos “lechaim” três vezes, apertamos as mãos e até dançamos um pouco juntos, e ficamos amigos de novo.

“Pensei que poderia fazer o mesmo com D-us. Eu O convidei para sentar na minha frente, servi dois copos e disse: ‘Escute, D-us, Você esquece minhas falhas e eu esqueço as Suas. Tudo bem?’

“Bebi meu copo e entendi que D-us queria que eu bebesse o d’Ele. E depois que fizemos isso mais duas vezes, me levantei e dançamos juntos! Aí me senti melhor e vim para as Selichot.”

O Rebe ficou muito sério. Olhou intensamente para os olhos inocentes de Zelig e disse: “Escute, Zelig. Antes de começarmos as Selichot, vi que no Céu havia um decreto terrível sobre nossa sagrada congregação. O motivo era que os Chassidim estavam dizendo as palavras do livro de reza, mas não estava rezando para D-us com sinceridade. Mas você, Zelig, conversou com D-us como se Ele fosse seu amigo. Seu coração simples salvou toda a comunidade!”

Adaptado de www.ohrtmimim.org/torah


adaptado de:

http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5763/787.htm#caption9

http://www.lchaimweekly.org/

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

Lea bat Hersh

Efraim Shlomo ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Isaac ben Luzer

Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

Tzipora bat Zalman

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UM JOVEM DE GRANDEZA

BS’D

Antes de Reb Menachem Mendel de Vitebsk partir para a Terra Santa, quis receber uma bênção de despedida de Reb Yaakov Yossef de Polona. O Alter Rebe, que era ainda jovem, o acompanhou.

Reb Yaakov Yossef estivera presente no primeiro encontro do Reb Menachem Mendel com o Báal Shem Tov.

“Lembra-se da história que o Báal Shem Tov lhe contou?” – Perguntou Reb Yaakov Yossef. – “Naquela história ele deu a entender que você iria para a Terra Santa.” – Continuou.

“Sim, e estou indo prá lá.”

“O Báal Shem Tov também sugeriu que você viria a mim, para que eu lhe desse uma bênção.”

“Este é o objetivo de minha visita.”

“Aquela história também dava a entender que você estaria acompanhado de um jovem cuja grandeza seria reconhecida em todo lugar.”

Reb Menachem Mendel apresentou o Alter Rebe a Reb Yaakov Yossef. “É este aqui.” – Declarou.

Adaptado de: http://www.lchaimweekly.org/lchaim/5759/583.htm#caption8

http://www.lchaimweekly.org/

(Inglês)

Em mérito dos soldados do Exército da Defesa de Israel, que tenham sucesso total e voltem para casa sãos e salvos, para uma vida boa e longa.

Pela proteção de todos os habitantes da Terra Santa, de todo nosso povo e de todas as pessoas boas.

Pela cura dos feridos.

Pela libertação dos reféns, sãos e salvos.

Que as famílias atingidas tenham consolo.

“Hashem oz leamô yiten, Hashem yevarech et amô bashalom.”

Pela vinda do nosso Justo Mashiach.

Leilui Nishmat:

Eliyahu ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshe Haim ben Kaila z’l

David ben Avraham (Curico)

Arie Leib ben Yaakov

Miriam bat Yaakov

Chava bat Libi

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Mordechai ben Yaakov Kopl HaLevi

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Efraim Shlomo ben Motl Halevi

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Yaakov ben Eliyáhu

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Libe bat Tzipora

Avraham Duvid ben Eliezer

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