Archive for Devar Malchut

TISHÁ BEAV E MASHIACH

BS’D

beis-hamikdash-525x338

 

Dizem nossos Sábios que Mashiach nasce em Tishá BeAv. Isso não quer dizer que ele, literalmente, vai nascer nesse dia. Afinal de contas ele não será um bebê quando redimir nosso povo. Nossos sábios estão se referindo a um fortalecimento de sua influência.

Como?

Nossos Sábios dizem que no dia do aniversário mazalô gover, ou seja, a fonte espiritual da alma da pessoa brilha fortemente.

No dia em que a fonte espiritual de Mashiach está revelada intensamente, há um potencial ímpar para o advento da redenção.

(O Rebe, Tishá BeAv, 5751)

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5761/679.htm#caption10

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »

QUAL É MINHA HERANÇA ESPIRITUAL?

BS’D

3e48026ebae58a5b2e71c95d945faa17--shabbat-shalom-rabbiParashat Pinechas descreve como a Terra de Israel foi distribuída. Diz a Torá: “A terra será dividida por sorteio.” O Talmud observa que o processo através do qual o sorteio era feito não era nem arbitrário nem aleatório. Os miraculosos Urim e Tumim do peitoral do Kohen Gadol apontavam o resultado. Rashi explica que além de o lote da Terra Santa a ser dado a cada tribo estar escrito no papelzinho retirado por cada tribo, o próprio goral falava e anunciava o resultado. Ou seja: a divisão da Terra de Israel, prestes a ser conquistada, foi determinada pelo próprio D-us.

Herdar uma porção física da terra simboliza a herança espiritual de cada judeu, com a qual ele tem o dever de realizar sua missão individual na vida. Do mesmo modo que cada uma das Doze Tribos recebeu uma porção específica de terra para morar e cultivar, cada judeu tem sua própria área espiritual para aperfeiçoar.

Embora alguém possa pensar que está livre para escolher sua própria porção espiritual, e seguir o caminho que lhe apetecer no serviço a D-us, a Torá nos ensina que isso não é uma questão de lógica ou vontade própria. É ordenado por D-us.

Cada alma judia tem seus próprios apegos e desapegos particulares. Algumas mitsvot são mais fáceis de cumprir que outras. O Talmud nos informa que muitos dos nossos Sábios tinham um cuidado especial com o cumprimento de um mandamento específico; embora, obviamente, cumprissem todas as 613 mitsvot da Torá. O cumprimento exemplar daquela mitsvá específica servia de conduto através do qual todas as outras mitsvot fluíam.

Um indivíduo não pode escolher sua própria vocação espiritual. Ela é parte integral de sua constituição espiritual. Mas como é que a pessoa determina, exatamente, quais mitsvot são especialmente relevantes para ele? Verificando objetivamente quais são as que ela acha mais difíceis de fazer!

Pode-se supor, com segurança, que o caminho que estiver mais cheio de obstáculos é sua “herança”. Na verdade, quanto mais importante for uma mitsvá, mais o Yêtser Hará (a má inclinação) tentará fazê-lo desistir.

A falta de interesse por um determinado aspecto do estudo da Torá ou a indiferença por determinada mitsvá indica que é precisamente nessas áreas que se deve investir mais esforço. E pelo mérito desse esforço, D-us proporciona ao indivíduo sucesso em todas as demais áreas de sua vida também.

Adapdado das obras do Rebe de Lubavitch

Baseado em: http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5771/1179.htm#caption2

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »

SEMPRE 49 – PARA QUE CONTAR?

BS’D

download

“E contareis para vós desde o dia seguinte ao Shabat, desde o dia em que tiverdes trazido o Ômer da movimentação: sete semanas completas serão.”

(Vayikrá 23:15)

Por que precisamos contar o Ômer, quando já sabemos exatamente quantos dias são até Shavuot? O número é sempre 49 – nem mais, nem menos. O que ganhamos ao contá-los?

Contamos o Ômer para mostrar nosso amor por cada dia que nos é concedido. De fato, cada minuto e segundo de uma vida judaica é igualmente precioso e deve ser valorizado.

(O Rebe de Lubavitch)

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Lea bat Hersh

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »

PODEMOS FICAR MAIS RICOS!

BS’D

tudo-por-dinheiro-seudinheiro-istock1

“Quando você emprestar dinheiro a Meu povo, ao pobre…” (Shemot 22:24)

Nossos Sábios comentaram que a obrigação de emprestar dinheiro não se refere só a pobres. É também mitsvá emprestar dinheiro a quem é rico!

Por vezes, uma pessoa abastada precisa de fundos para algum objetivo específico. Naquele momento ela é considerada pobre.

Além disso, por mais rico que seja o indivíduo, sempre pode enriquecer mais.

Portanto, comparado a sua situação posterior, pode ser considerado pobre no estado em que se encontra.

O mesmo é válido para épocas da história do mundo.

Comparada à Era Messiânica, até mesmo a Idade de Ouro do povo judeu sob o reinado do Rei Salomão (quando o Templo Sagrado existia em toda sua glória) será considerado empobrecido.

Portando, por mais seguros que possamos estar no exílio, esperamos ansiosamente pela Era da Redenção, do mesmo modo que um pobre espera ficar rico.

(O Rebe, Shabat Parashat Acherê, 5746)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5755/353.htm#caption8

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »

PODEMOS COBRAR DE D-US?

BS’D

download-1

Em Parashat Verá lemos:

“Moshê voltou a D-us e disse: ‘D-us! Por que fizeste mal a este povo? Desde que vim ao Faraó para falar em Teu Nome, ele piorou as coisas e Tu não salvaste Teu povo’” (Shemot 5:22-23)

Desse diálogo aprendemos que não podemos nos resignar ao exílio atual com a desculpa de que “esta é a vontade de D-us”. A Redenção está próxima, mas a situação ainda é amarga e dolorosa.

Portanto, mesmo enquanto reafirmamos nossa fé absoluta de que “os caminhos de D-us são justos”, também devemos expressar nossa angústia com a súplica e o clamor: “Até quando?” E pedir a vinda imediata de Mashiach.

(O Rebe de Lubavitch, 5743-1983)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »

QUER TER BONS FILHOS?

BS’D

sunset-over-jerusalem-michoel-muchnik

(Art by Muchnik)

A Guemará relata:

“Kimchi tinha sete filhos e todos eles serviram como kohanim guedolim (sumos sacerdotes).

Os Sábios lhe perguntaram:

– O que você fez para merecer isso?

Ao que ela respondeu:

– As vigas de minha casa jamais viram meu cabelo.”

Até aqui a citação do Talmud.

Toda mulher judia precisa saber disso – que a educação judaica de seus filhos e o jeito como vão crescer depende dela, da mãe judia, mais do que do pai.

E o que se pede dela?

Não que a casa seja impecavelmente limpa e arrumada, etc. O que se pede dela é que “as vigas de minha casa jamais viram meu cabelo” – literalmente a questão da tsniut (do recato).

(Torat Menachem, Vol.XVI, pág. 262)

Adaptado do livro :

Shaarei Chinuch, pág. 122

(Hebraico)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »

SOMBRA E ÁGUA FRESCA?

BS’D

download

Parashat Bereshit é a primeira poção da Torá. Fala sobre a Criação do Universo e da função de Adam e Chava no mundo.

É um tanto paradoxal que desde o início, estando ainda no cenário utópico do Gan Êden, Adam tenha sido logo posto a trabalhar. Jamais teve a oportunidade de curtir repouso ou relaxamento completo, sem deveres nem responsabilidades. Isto é bem diferente do conceito popular. Mesmo antes de desobedecer à ordem Divina, a raison d’etre de Adam era “trabalhar e vigiar” ( o Jardim do Êden). A vida de Adam no Gan Êden, porém, é considerada o epítome da “boa vida”. É óbvio, portanto, que trabalho duro não é incompatível com vida boa. De fato, o trabalho duro torna a vida boa, como veremos.

Poderíamos perguntar: Será que D-us, Todo Misericordioso, não poderia ter sido mais generoso ainda, criando um mundo perfeito onde nada faltasse, trabalho fosse supérfluo e a labuta fosse desnecessária? Onde o Homem vivesse apenas de Sua benevolência, e pudesse viver “tranqüilo”, em vez de trabalhar para se sustentar?

Aprendemos que o Homem foi criado no final para que encontrasse todas as suas necessidades satisfeitas. Por que, então, essa obrigação de trabalhar? Se são necessários trabalho e melhoramento do mundo, é porque a Criação ainda não está perfeita. O Todo Poderoso, porém, parecia estar satisfeito com esse estado de coisas, pois cada passo sucessivo dos primeiros seis dias da Criação é chamado de “bom”. Isto é um sinal claro de que essas imperfeições e falhas – que tornam necessários trabalho e melhoria – são parte do bem definitivo.  

D-us não quis cobrir a humanidade de felicidade não merecida. Pelo contrário, quis deixar espaço para que as pessoas trabalhassem e exercessem sua criatividade. D-us quis nos dar uma sensação de realização, sucesso, de algo que pudéssemos considerar nosso. Damos mais valor ao que obtemos com nosso próprio trabalho do que ao que ganhamos de mãos beijadas. De fato, o Talmud nos diz que as pessoas preferem um único alqueire de sua própria produção agrícola a nove alqueires recebidos como doação.

É óbvio que a vida seria mais fácil se recebêssemos tudo numa “bandeja de prata”, sem que precisássemos nos esforçar. Mas isso seria comer “o imerecido pão da vergonha” como diz o Zohar.

Há um provérbio que diz: “é difícil ser judeu”, uma minoria numa sociedade alheia (quando não hostil), onde a vida é dura, desanimadora e difícil. Tudo o que conseguimos é com grande esforço, mas isso é para nosso próprio bem. Só o que obtemos com trabalho persistente nos dá verdadeira satisfação, uma sensação de vitória só vem após um desafio. Se a vida fosse mais fácil e as dificuldades fossem eliminadas, poderíamos conseguir muito mais. Mas as notas das “provas” da vida são dadas pelo esforço mais do que pelo resultado.

Baseado nos ensinamentos do Rebe de Lubavitch

Adaptado de: http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

Leave a comment »

UNIDOS APESAR DE DIFERENTES

BS’D

sukkot-michoel-muchnik

http://fineartamerica.com/profiles/michoel-muchnik.html?tab=artwork

Um dos milagres que aconteciam quando os judeus subiam para o Bet Hamikdash em Yerushalayim nas três festas de peregrinação – Sucot, Pêssach e Shavuot  – era que embora quando todos estavam de pé no Templo, estivesse tão apertado que mal dava para se mexer, quando se prostravam no solo diante de D-us havia espaço de sobra para todos.

A revelação da Divindade, porém, não era perceptível apenas quando se prostravam. A união dos judeus, de pé juntos na mais completa união e harmonia era incomparável. Porém, quando chegava a hora de cada um se prostrar e servir a D-us do seu jeito único, individual, havia espaço suficiente para a individualidade de cada um.

(O Rebe de Lubavitch)

Adaptado de:

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

Leave a comment »

“Puxareis água com alegria”

BS’D

 

2991744026

 

Ushavtem mayim bessasson” – (Yeshayáhu 12:3)

Enquanto a água é insípida, o vinho tem um sabor maravilhoso. Á água simboliza nosso cumprimento das mitsvot puramente por que D-us assim nos ordenou. O vinho representa o prazer advindo da compreensão racional da Torá e das mitsvot (mandamentos).

O mandamento de verter água sobre o altar – “puxareis água com alegria” – é, portanto, uma alusão à obediência incondicional a D-us que os judeus têm.

Ao mesmo tempo, nossa submissão total a D-us causa um sentimento de júbilo – deleite e gratidão por ter a possibilidade de cumprir Sua vontade.

Quando um judeu se alegra com o cumprimento de uma mitsvá, sua “água”, sua aceitação não intelectual da vontade de D-us, transforma-se nas “fontes da salvação”. Pois do mesmo modo que uma fonte está eternamente conectada com sua nascente, ele se torna eternamente ligado a D-us, merecendo a salvação em todos os seus empreendimentos.

(Likutê Sichot, Vol. 2)

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

Leave a comment »

Se D-us não perdoar, quem sobreviverá?

BS’D

 

chicken-large2-e1411508151249

 

“Se Tu, D-us, preservasses as iniquidades, Hashem, quem poderia sobreviver? Pois Contigo está o perdão para que Tu possas ser temido.”

Tehilim 130: 3 e 4

 

Nos Dez Dias de Teshuvá falamos diariamente o Salmo 130 como parte da reza. Neste Salmo há algo que parece incompreensível:

“Pois Contigo está o perdão para que Tu possas ser temido.”

Tehilim 130: 4

Como é que o fato de ser perdoado nos leva a temer a D-us? Será que a perpétua bondade de D-us não teria o efeito contrário, uma vez que a pessoa sabe que sempre será perdoada?

Isso pode ser explicado da seguinte maneira:

Um pobre pegou emprestada uma grande quantia e só pode devolver metade do empréstimo, e mesmo assim, em muitas suaves prestações, em vários anos.

Se o credor aceitar esses termos, for gentil e compreensível, é mais provável que o devedor se esforce e tente devolver toda a quantia.

Mas se o credor for intransigente e insistir para que toda a dívida seja devolvida imediatamente à vista, o devedor vai desistir e vai achar que jamais conseguirá devolver o dinheiro. A bondade do credor, portanto, leva o devedor a temê-lo mais ainda.

O Rebe de Lubavitch

Baseado em:

http://lchaimweekly.org/

http://lchaimweekly.org/lchaim/5772/1191.htm#caption8

(Inglês)

Leilui Nishmat:

Chaya Mushka bat harav Avraham Meir sheyichye

Efraim Kopl ben Eliyáhu

Chaim Shemuel ben Aba

Chaim Avraham ben Sara e Yossef Fogel

Moshê Baruch ben Yaakov Tsvi haLevi

Miriam bat Yaakov Kopl Halevi

Beile (Berta) bat Refael

Aba (Abel) ben (Eliyáhu) Eliash Leibas

Pinchas ben Moshê

Efraim ben Motl Halevi

Eliyáhu ben Yaakov

Yaakov ben Eliyáhu

Miriam bat David

Chana Liba bat Tuvia

Eyal, Gil-Ad e Naftali HY’D

Todos os soldados que caíram defendendo nosso povo HY’D

Todas as vítimas do terror HY’D

 

 

 

 

 

 

 

 

Leave a comment »